“O Islã Nos Odeia” Mais Do Que Você Imagina

Fonte/Source: “Islam Hates Us” More Than You Know

“O Islã Nos Odeia” Mais Do Que Você Imagina

Por Raymond Ibrahim

13 de Março de 2016

O mais recente comentário politicamente incorreto de Donald Trump com relação ao Islã é muito mais verdadeiro do que a maioria pensa. Após ser indagado na semana passada pela CNN se acreditava que o Ocidente está em guerra com o Islã, o candidato presidencial Republicano simplesmente disse:

Acho que o Islã nos odeia. Existe alguma coisa lá que — Há um ódio tremendo lá. Temos que chegar ao fundo da questão. Há um ódio tremendo. Existe um ódio inacreditável da gente.”

Enquanto milhões de Americanos indiscutivelmente estão de acordo com as afirmações de Donaldo Trump, — pelo menos aqueles que têm olhos e ouvidos para ver e ouvir — poucos realizam que esse “ódio tremendo” não é um produto de ressentimentos, fatores políticos ou mesmo da interpretação “extremista” do Islã; ao contrário, é um subproduto direto da corrente principal do ensinamento Islâmico.

De acordo com a antiga doutrina Islâmica de “al-wal’a wa al-Bara”, ou “lealdade e inimizade” — a qual está bem fundamentada nas escrituras Islâmicas; bem patrocinada pelas autoridades Islâmicas; bem manifestada em toda a história Islâmica e em assuntos contemporâneos — os Muçulmanos devem odiar e se opor a todos os não-Muçulmanos, incluindo os próprios membros da família.

Alcorão 60: 4 – Este verso é a pedra angular dessa doutrina e fala por si: “Você [Muçulmanos] teve um excelente exemplo em Abraão e naqueles que o seguiram, quando disseram ao seu povo: “Nós renegamos você e tudo quanto adorais em lugar de Alá. Renunciamos a você: inimizade e ódio duradouros reinarão entre nós e vós, a menos que creia unicamente em Alá!” (Alcorão 60:4, ênfase adicionada pelo autor).

Alcorão 58:22  louva os Muçulmanos que lutam e matam seus próprios membros familiares não-Muçulmanos: “Não encontrarás povo algum que creia em Alá e no Dia do Juízo final, que tenha relações com aqueles que contrariam Alá e o Seu Mensageiro, —ainda que sejam seus pais ou seus filhos, seus irmãos ou parentes.”

De acordo com o comentário convencional de Ibn Kathir sobre o Alcorão, esse versículo refere-se a um número de Muçulmanos que massacraram seus parentes não-Muçulmanos (um matou seu próprio pai não-Muçulmano, outro seu irmão não-Muçulmano, um terceiro — Abu Bakr, o primeiro califa reverenciado da história Islâmica — tentou matar seu filho não Muçulmano, e Omar, o segundo califa, massacrou seus parentes). Como Ibn Kathir explica, [1] Alá ficou imensamente satisfeito pelo zelo inabalável à sua causa e os premiou com o paraíso.

De fato, versos que apoiam a doutrina divisionista de “lealdade e inimizade” permeiam o Alcorão (veja também 4:89, 4: 144, 5:51, 5:54, 6:40, 9:23 e 60: 1). Há uma ressalva, capturada pelo Alcorão 03:28: quando Muçulmanos estão em posição de fraqueza, podem fingir amizade com os não-Muçulmanos enquanto o ódio pulsa em seus corações. (Leia aqui para vários exemplos recentes de Muçulmanos que vivem há anos em paz e amizade com não-Muçulmanos, mas que em seguida se levantam de forma violenta contra eles, assim que se tornam mais fortes. [2]).

Pelo fato da inimizade aos não-Muçulmanos ser algo tão inquebrantável no Alcorão, a elite dominante do ensinamento Islâmico detém que, os homens Muçulmanos, devem até mesmo odiar — e mostrar que odeiam — suas mulheres não-Muçulmanas, por serem “infiéis”, nada mais.

Se os Muçulmanos devem odiar até os mais próximos — pais, filhos, irmãos e esposas simplesmente por serem não-Muçulmanos, não é surpresa alguma que tantos Muçulmanos odeiem “infiéis” estrangeiros que vivem a oceanos de distância, — tais como os Americanos que, além disso, são retratados em todo o mundo Islâmico como tentando minar o Islã?

Assim, mesmo os supostos melhores amigos e aliados Muçulmanos — como a Arábia Saudita e o Qatar, — foram registrados como pedindo a todos os Muçulmanos que nos odeiem. De acordo com o site governamental Saudita, os Muçulmanos devem “se opor e odiar, quem quer que seja se Alá nos ordenar a opor e odiar. Incluindo Judeus, Cristãos, e outros mushrikin [não- Muçulmanos], até acreditarem unicamente em Alá e obedecer a suas leis, as quais ele enviou a seu Profeta Muhammad, paz e bênçãos sobre ele”.

Em suma, a afirmação de Donald Trump de que “o Islã nos odeia” é demonstrável através das palavras claras e ensinamentos do Alcorão, pelas palavras claras e os ensinamentos do passado e do presente dos clérigos Islâmicos, e pelas ações passadas e presentes de Muçulmanos em todo o mundo.

Mas, como de costume, em vez de discutir esses fatos problemáticos, os poderosos estão muito mais interessados ​​em retratar Donald Trump como aquele que odeia.


[1] Alcorão 58:22 – Verso Completo:  “Não encontrarás povo algum que creia em Alá e no Dia do Juízo final, que tenha relações com aqueles que contrariam Alá e o Seu Mensageiro, ainda que sejam seus pais ou seus filhos, seus irmãos ou parentes. Para aqueles, Alá lhes firmou a fé nos corações e os confortou com o Seu Espírito, e os introduzirá em jardins, abaixo dos quais correm os rios, onde morarão eternamente. Alá se comprazerá com eles e eles se comprazerão n’Ele. Estes formam o partido de Alá. Acaso, não é certo que os que formam o partido de Alá serão os bem-aventurados?”

De acordo com o comentário de Ibn Kathir: “Foi dito que a frase do Altíssimo ‘mesmo que sejam seus pais’ foi revelada sobre Abu Ubayda quando matou seu pai na [batalha de] Badr; ‘seus filhos’ estavam com Abu Bakr [sucessor e primeiro califa de Muhammad] quando pretendeu matar seu filho, Abd al-Rahman; ‘seus irmãos’ estavam com Mus’ab Bin Umayr, que massacrou seu irmão, Ubayd Bin Umayr, ‘ou seu parente’ estava com Omar, que massacrou seus parentes.

Além disso, Hamza, Ali, e Ubayda bin al-Harith: Mataram Utba, Sheeba, e al-Walid bin Uitba [seus parentes] naquela batalha. Alá sabe [melhor]. E mais, quando o Mensageiro de Alá consultou os Muçulmanos com relação aos cativos de Badr, Abu Bakr aconselhou que deviam pagar pelo resgate, permitindo assim que os Muçulmanos ficassem mais fortes. Além disso, uma vez que eles [prisioneiros] eram primos e parentes, Alá, o Altíssimo, talvez, eventualmente, os tenha guiado. Mas, Omar disse: “Isso vai contra o meu pensamento, ó Mensageiro de Alá. Deixe-me matar assim e assim (um parente de Omar), e deixe Ali [massacrar] Aquil [irmão de Ali], e fulano de tal [massacrar] fulano de tal para que Alá possa saber que não há nenhum amor em nossos corações para com os idólatras… “Essa é a história toda.” Extraído de Ayman al-Zawahiri de “Lealdade e inimizade”  The Al Qaeda Reader, pgs., 63-115.

[2]Para mais informações sobre formas de engodo sancionadas pelo Islã, leia sobre tawriya, and taysir.


Tradução: Sebastian Cazeiro (Muhammad e os Sufis)

O Islã e a Grande Mídia – IV

MUHAMMAD E OS SUFIS

Foto Capa: Pintura de Frederick Goodall

O Islã e a Grande Mídia – IV

Por Tião Cazeiro

22 de Novembro de 2015

O colunista do jornal O GLOBO, Merval Pereira, no dia 15 de Novembro de 2015, publicou um artigo intitulado “Guerra pelas mentes ” onde menciona o sociólogo Francês Gilles Kepel, considerado pelo colunista como uma das maiores autoridades internacionais sobre terrorismo Islâmico.

Um tempo atrás, li um artigo intitulado “Fitzgerald: Yesterday’s Men” , o qual recomendo, e que me veio a memória quando li o artigo do Merval Pereira.

Relendo o artigo no site da Jihad Watch, encontrei algo muito interessante. Eis aqui o link: Gilles “Always Wrong” Kepel

São nove artigos escritos entre 2004-2008 criticando a incapacidade de Gilles “Always Wrong” Kepel e de Oliver “Wrong Again” Roy de interpretar os fatos sobre o universo Islâmico. Inclusive culpando ambos por terem apoiado a entrada de imigrantes Muçulmanos na…

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Dhimmitude em Londres

Source: Dhimmitude em Londres

Centros de Asilo Alemães: Migrantes Muçulmanos Rasgam Bíblias, Assaltam Cristãos, Abusam Sexualmente de Mulheres e Crianças, Batem em Gays

Fonte/Source: German asylum centers: Muslim migrants tear up Bibles, assault Christians, sexually abuse women and children, beat up gays

Centros de Asilo Alemães: Migrantes Muçulmanos Rasgam Bíblias, Assaltam Cristãos, Abusam Sexualmente de Mulheres e Crianças, Batem em Gays

POR ROBERT SPENCER – JIHAD WATCH

11 de Fevereiro de 2016

E ainda assim todos os líderes Cristãos, feministas e ativistas dos direitos gays gostariam de rapidamente esfolar como “Islamofóbicos” e “Racistas” aqueles que relatam isto, em vez de denunciar as ações dos migrantes.

German asylum center

“REPORTAGEM: Cristãos, Gays, Mulheres em fuga dos Centros de Asilo Devido à Perseguição por Homens Muçulmanos”, por Chris Tomlinson, Breitbart, 11 de fevereiro de 2016:

Cristãos, homossexuais e mulheres estão fugindo dos centros de asilo da Alemanha, em números cada vez maiores devido aos atos de violência, intolerância e crime perpetrados por homens Muçulmanos.

De acordo com o jornal Alemão Die Welt, a violência contra minorias étnicas, minorias religiosas e mulheres continua a subindo rapidamente em todos os centros de asilo Alemães. Homens Muçulmanos rasgam Bíblias, agridem Cristãos, abusam sexualmente de mulheres e crianças, e batem em homossexuais. A notícia gerou protestos de ativistas de direitos humanos para que deem um basta definitivo nessa situação.

Em Stuttgart, um caso de abuso contra um Cristão Assírio pelo companheiro de quarto Muçulmano, gerou uma petição para separar alojamentos assinada por mais de 17.000 pessoas online. A petição, organizada pela Central de Cristãos Orientais, pediu a cidade de Stuttgart para —”,por favor, acomodar os Cristãos desalojados em Stuttgart-Neugereut e mantê-los distante de mais sofrimento e perseguição a que estão expostos, num alojamento descentralizado.”

O assunto foi levado à cidade, e um centro de asilo separado para 30 Cristãos foi aprovado pelo conselho. Porta-voz do Stuttgart Sven Matis disse ao jornal que depois de falar com o assistente do distrito, que eles seriam capazes de aprovar alojamento para os 30 Cristãos em Neugereut até o final de Abril.

Martin Lessenthin, CEO da Sociedade Internacional para Direitos Humanos também comentou sobre as perseguições sistemáticas de Cristãos em todas as casas de asilo da Alemnhã. Disse que era comum ver ambos os Cristãos e Yázidis sujeitos a tortura e espancamentos, e ao mesmo tempo em que não é desejável acomodar separadamente migrantes, pode ser inevitável para a segurança das minorias.

Separação dos migrantes tem sido um procedimento quando se trata de minorias extremamente vulneráveis. Meninas Yázidis que foram usadas como escravas sexuais pelo Estado Islâmico estão alojadas em locais secretos na Alemanha, de modo a não atrair a atenção indesejada de migrantes simpáticos ao Estado Islâmicos ou Muçulmanos que as veem como nada mais do que objetos sexuais. Conjectura-se que 1.100 dessas mulheres vivem em vários abrigos especiais em toda a Alemanha.

Uma vítima de abuso sexual disse que tinha apenas oito anos de idade no momento da sua exploração abusiva, pelo ISIS. Outra menina teve que ser tratada, por médicos especialistas em queimaduras, porque o tormento sexual constante a levou a atear fogo em si mesmo, numa tentativa fracassada de suicídio.

Em Freibeurg, cerca de 200 mulheres vivem em segredo. O chefe da Chancelaria do Estado Baden-Wurttemberg Klaus-Peter Murawski adverte que militantes do ISIS podem estar monitorando ativamente o projeto na esperança de obter vingança contra as mulheres. Esse aviso se mostrou preciso quando um comandante do ISIS foi encontrado numa casa de asilo no início desta semana.

A Breitbart-Londres publicou um artigo sobre a violência dos migrantes dentro das casas de asilo com casos de Cristãos, homossexuais e outros sendo espancados nos centros de asilo por toda a Alemanha, relatando os centros de asilo como terreno fértil para o extremismo, e até mesmo crianças pequenas sendo brutalmente estupradas por colegas migrantes.

No jornal The Guardian de hoje, a colunista Owen Jones culpa a “extrema direita” pela instabilidade em toda a Europa, agregando milhares de migrantes criminais, provocando uma onda de crimes em todo o continente com Judeus que fugiram da Alemanha Nazista. Disse o jornalista: “E quem está esperando, preparando e consolidando? A extrema direita da Europa, já que alimenta o desespero da crise econômica e reage contra os refugiados que fogem da violência do Oriente Médio. Onde uma vez o alvo principal eram os Judeus, agora é o Muçulmano.”.

No entanto, a “extrema direita” não está espancando e nem estuprando pessoas.


Tradução: Sebastian Cazeiro

 

Obama na Mesquita de Baltimore cita Muhammad de discurso que endossa o califado e decapitação

Fonte/Source: Obama at Baltimore mosque quoted Muhammad from speech endorsing caliphate and beheading

Obama na Mesquita de Baltimore cita Muhammad de discurso que endossa o califado e decapitação

Por Robert Spencer

09 de Fevereiro de 2016

Disse Obama:

Aquele que quiser entrar no paraíso, ensinou o Profeta Muhammad: ‘deixe-o tratar as pessoas do jeito que ele gostaria de ser tratado”.

Esse dito vem deste hadith:

Foi narrado sob a autoridade de ‘Abd al-Rahman b. Abd Rabbo al-Caaba, que disse:

Entrei na mesquita quando ‘Abdullah b. ‘Amr b. al-`As estava sentado à sombra da Ka’ba e as pessoas reunidas em torno dele. Dirigi-me a elas e sentei-me próximo. (Agora)  disse: eu acompanhei o Mensageiro Alá (ﷺ) em uma viagem. Paramos em um lugar. Alguns de nós começamos a montar nossas tendas, outros começaram a competir uns com os outros no tiro, e outros começaram a pastar seus animais, quando um locutor do Mensageiro de Alá (ﷺ) anunciou que as pessoas deveriam se reunir para a oração, que nos reunissem em torno do Mensageiro de Alá (ﷺ). Disse: Foi o dever de cada Profeta anterior a mim guiar seus seguidores para o qual sabia que era bom para eles e adverti-los contra o que ele sabia que era ruim para eles; mas esta Umma de vocês tem seus dias de paz e (segurança) em início de sua carreira, e em sua última fase de existência será atingida com provações e coisas desagradáveis ​​para você. (Nesta fase da Umma), haverá grandes provações, uma após a outra, cada uma fazendo a anterior diminuir em insignificância. Quando forem atingidos por provações, o crente dirá: Isto vai trazer a minha destruição. Quando (a provação) terminar, serão atingidos com outra provação, e o crente dirá: Isso certamente vai ser o meu fim. Quem quiser ser libertar do fogo e entrar no jardim deverá morrer com fé em Alá e no Último Dia, e deve tratar as pessoas como deseja ser tratado por elas. Aquele que jura fidelidade a um califa deve dar-lhe a promessa da mão e da sinceridade do seu coração (i. E. Submeter-se a ele, tanto externamente, bem como internamente). Deverá obedecê-lo com o melhor de sua capacidade. Se outro homem se apresentar (como um pretendente ao Califado), disputando sua autoridade, eles (os muçulmanos) deverão decapitar o último. O narrador disse: Eu fui para perto dele ( ‘Abdullah b.’ Amr b al-‘As.) E disse: Você pode dizer sob juramento que você ouviu do Mensageiro de Deus (ﷺ)? Ele apontou com as mãos para os seus ouvidos e seu coração e disse: Meus ouvidos ouviram e minha mente reteve. Eu disse a ele: Esse seu primo, Mu’awiya, nos ordenou que consumíssemos injustamente nossa riqueza entre nós e matássemos uns aos outros, enquanto ALá diz: “Ó fiéis, não consumam a sua riqueza entre vós injustamente, a menos que seja um negócio de comum acordo, e não matem a si mesmos. Em verdade, Al é misericordioso com você” (IV. 29). O narrador disse que (ouvindo isso) Abdullah b. ‘Amr b. al-As manteve o silêncio por um tempo e depois disse: obedeça-o na medida em que ele é obediente a Alá; e desobedeça-o em questões envolvendo desobediência a Deus. (Livro Sahih Muslim 20, n. 4546)

Imediatamente após a passagem citada por Obama, vem uma exortação para obedecer o califa e decapitar pretendentes rivais. Incorporado ao mesmo texto que Obama estava usando, vemos endossos de ideias que Obama provavelmente rejeitaria como não tendo nada a ver com o autêntico Islã. É extremamente improvável, é claro, que Obama tenha visto essa passagem, mas o uso (i.e., seus redatores de discursos ‘) dessa citação segue o mesmo padrão quando exorta o verso do Alcorão 05:32: cita seletivamente (embora nenhum Muçulmano o esteja acusando de “cherry-picking”! — ou seja, aquele que só escolhe as melhores partes...), ignorando passagens inconvenientemente violentas que estão ao lado da passagem citada.

Não estaria isso afirmando de forma extrema que Barack Obama, ao sustentar que o Islã ensina a paz, não possa encontrar algumas passagens que são inequivocamente pacíficas, e em vez disso tem busca suas passagens pacíficas em meio a exortações à violência?

Não nos diz algo sobre o Islã como um todo — algo que Obama e o establishment político e a mídia Ocidental nunca irão nos dizer?

Obama at Islamic Society of Baltimore, Allah

Discurso do Obama na última quarta-feira na Sociedade Islâmica de Baltimore:

Então, vamos começar com este fato: Por mais de mil anos, as pessoas têm sido atraídas pela mensagem de paz do Islã. E a própria palavra, Islamismo, vem de salam — paz. A saudação padrão é as-salamu alaikum — que a paz esteja com você. E como tantas religiões, o Islã está enraizado em um compromisso de compaixão, misericórdia, justiça e caridade. Quem quiser entrar no paraíso, o Profeta Muhammad ensinou: “deixe-o tratar as pessoas do jeito que ele gostaria de ser tratado.” (Aplausos). Para os Cristãos, como eu, estou assumindo que parece familiar. (Risos.)


Tradução: Sebastian Cazeiro

Califado Na Europa: Suécia Cede o Controle das Áreas Muçulmanas

Fonte/Source: Caliphate In Europe: Sweden Cedes Control Of Muslim Areas  via  Bill Warner, Phd
Comentário: 
Este artigo, publicado pela 
Investor´s Business Daily em Maio de 2014, 
mostra claramente o padrão migratório Muçulmano. 
Portanto, resolvi traduzi-lo para que vejam como o Islã opera ao longo do tempo. 
E não será diferente no Brasil.

Califado Na Europa: Suécia Cede o Controle de Áreas Muçulmanas

 Editorial

11 de Maio de 2014

sweden-no-go-zones
A Suécia se rendeu aos seus colonizadores hostis sem dar um gemido. É de se admirar que essa nação em cativeiro foi o primeiro país da União Europeia a “reconhecer” o autodeclarado estado “Palestino” de terror. http://buff.ly/1PlSSXY

O politicamente correto: Os perigos do multiculturalismo e a abertura das fronteiras atingiu a massa crítica na Suécia. Há enclaves Muçulmanos, onde os correios, as brigadas de incêndio e outros serviços essenciais — até mesmo os próprios policiais — requerem proteção policial.

Um relatório da polícia divulgado no mês passado identifica 55 dessas “no-go zones” ou “zona de exclusão” na Suécia. Essas zonas são semelhantes a outras que surgiram na Europa nos últimos anos. Surgiram no momento em que grandes populações Muçulmanas, emigrando para os estados Europeus politicamente corretos e tolerantes, se recusam assimilar e configuram estados virtuais dentro do estado onde as autoridades temem pisar.

Soeren Kern do Instituto Hudson documentou a proliferação dessas zonas. Elas são, de fato, micro-estados Muçulmanos sob a lei Sharia, que rejeita os valores Ocidentais, a sociedade e os sistemas jurídicos. Nesses distritos espera-se que os não-Muçulmanos se conformem com os ditames do Islã fundamentalista ou terão que enfrentar consequências violentas.

“Um nome mais preciso para essas zonas”, diz o especialista em Oriente Médio Daniel Pipes, “seria Dar al-Islam — a Casa do Islã ou o lugar onde as regras do Islã imperam”.

A imigração Muçulmana para a Suécia tem sido fomentada por uma política de fronteiras abertas e asilo. Na década de 1990, o país acolheu 100.000 refugiados fugindo do conflito nos Balcãs.

A Suécia também tem sido um refúgio para os refugiados do Iraque, e uma estimativa recente revelou que 125.000 refugiados Iraquianos vivem no país. Desde setembro de 2012, os requerentes de asilo do mundo Árabe estão emigrando para a Suécia a uma taxa de cerca de 1.250 por semana, escreve Kern.

De acordo com uma reportagem do jornal Daily Caller, oficiais da polícia Sueca perseguiram em Maio um suspeito, em umas dessas zonas, ao sul da cidade de Landskrona. Seu carro foi abalroado, os oficiais foram forçados a sair. Foram rapidamente cercados por cerca de 50 “bandidos” e pediram reforços, enquanto retendo a multidão ameaçadora, com armas em punho.

Outros oficiais que responderam foram forçados a parar a 800 metros de distância, fora da zona. O comandante da polícia não pressionou temendo uma escalada. Somente com a ajuda de alguns moradores, que um policial encurralado conhecia, é que os policiais foram autorizados a saírem da área restrita.

A polícia Sueca não tenta seriamente contestar essas zonas desde os motins dos guetos de Estocolmo em 2013, quando centenas de carros e prédios foram queimados. A polícia relata que agora existem postos de controle de veículos operados por quadrilhas Muçulmanas nas fronteiras dessas zonas. Em vez de confronto, as autoridades Suecas enviam ocasionalmente “oficiais de diálogo” especiais, uma espécie de programa de extensão Muçulmana.

Um novo currículo na Academia de Polícia Sueca no início do próximo ano irá incluir um curso de sensibilidade cultural projetado para alcançar “maior compreensão da perspectiva intercultural”.

Desnecessário dizer que não haverá criação de perfil migratório na Suécia.

Nota: Infelizmente este vídeo não está legendado em Português. De qualquer forma…

Nem haverá qualquer criação de perfil nos EUA, apesar do influxo não muito diferente de imigrantes Muçulmanos onde a assimilação tem seus limites. No bairro de Cedar-Riverside em Minneapolis existe um “Pequeno Mogadíscio”, que abriga a maior concentração de imigrantes Somalis da América. Esse bairro se tornou um terreno de recrutamento farto para os terroristas Islâmicos.

A CBS News informou que cerca de 40 jovens de Minnesota se uniram aos combatentes Islâmicos no Iraque e na Síria. Entre eles estava um Americano chamado Douglas MacArthur McCain, que morreu lutando pelo Estado Islâmico na Síria.

Uma afiliada da Fox, a KMSP-TV, de Minneapolis-St. Paul relatou o caso de Abdirahmaan Muhumed. Antes de ir à Síria para lutar e morrer pelo Estado Islâmico (ISIS), trabalhou na Delta Global Services, uma subsidiária da Delta Air Lines. Seu trabalho era limpar aviões, e tinha um certificado de segurança que lhe deu acesso irrestrito a pista e aos jatos de passageiros.

Não existem ainda mini califados nos EUA. Mas talvez devêssemos manter a experiência Sueca em mente, para nos lembrar de que o preço da liberdade é a eterna vigilância.


Tradução: Sebastian Cazeiro

Islã: Será que tem “sempre sido parte da América”?

Foto/Capa: John Adams – U.S. Presidents
Fonte/Source: Islam: Has It “Always Been Part of America”?

Islã: Será que tem “sempre sido parte da América”?

Por Joseph Klein

09 de fevereiro de 2016

O discurso do Obama na Mesquita versus a história.

O Presidente Barack Obama falou pela primeira vez como presidente numa Mesquita dos EUA no dia 03 de fevereiro de 2016. Sua escolha foi a Mesquita da Sociedade Islâmica de Baltimore, ligada à Irmandade Muçulmana, onde retratou o Islamismo como tendo “sempre sido parte da América”.

A Sociedade Islâmica de Baltimore foi criada em 1969. Se Obama quisesse falar da “mais antiga Mesquita, especialmente construída, e que ainda está em uso hoje em dia” dos Estados Unidos, para tentar demonstrar que o Islã tem “sempre sido parte da América”, teria considerado a de Cedar Rapids, Iowa. No entanto, não teria ajudado a sua causa. Essa Mesquita, conhecida como “a Mesquita Mãe da América,” remonta — rufem os tambores, por favor —  a 1934. A Mesquita mais antiga de os EUA foi construída em Dakota do Norte em 1929.

Para fornecer alguma perspectiva ao pouco tempo de existência das primeiras Mesquitas construídas nos Estados Unidos, a Sinagoga Touro, em Newport, Rhode Island, a mais antiga sinagoga Judaica sobrevivente construída na América do Norte, foi concluída em 1763.

No entanto, ao levantar a hipótese de que o Islã tem “sempre sido parte da América”, Obama observou que os Muçulmanos estavam chegando à costa já em tempos coloniais.

“Iniciando na época colonial, muitos dos escravos trazidos da África eram Muçulmanos”, declarou Obama.

Vale a pena recordar o Café da Manhã de Oração Nacional cerca de um ano atrás, quando Obama denunciou que “a escravidão… frequentemente foi justificada em nome de Cristo”. Ele, evidentemente, acredita que as primeiras ondas de Muçulmanos chegando a América como escravos foram totalmente vítimas do sistema Cristão escravagista. Ele não vai admitir a verdade: que seus irmãos Muçulmanos da África tinham vendido alguns dos “escravos trazidos da África” em primeiro lugar. Esses comerciantes de escravos Muçulmanos eram jihadistas operando em territórios do Oeste Africano que tinham sido violentamente dominados por guerreiros Muçulmanos e transformados em teocracias Islâmicas.

Muçulmanos trazidos para a América como escravos, cerca de 10 a 15 por cento do total da população escrava, trouxeram com eles a atitude da supremacia Islâmica, com a qual cresceram na África.

“Para viver como um Muçulmano nos séculos XVIII e XIX na África Ocidental era como viver numa sociedade cada vez mais intolerante”, escreveu Michael A. Gomez em seu artigo intitulado “Muslims in Early America” (Tradução: Muçulmanos nos Primórdios da América ) (Fonte: The Journal of Southern History). “Esse foi o período da jihad, do estabelecimento de teocracias Muçulmanas, de autopurificação e separação das práticas e crenças, vistas como contraditórias ao Islã”.

Alguns escravos Muçulmanos — “professores de religião Maometana”, como um dono de escravos os descreveu — foram colocados em posições de autoridade sobre os seus companheiros escravos e ajudaram a derrubar as insurreições de escravos. Um desses “professores de religião Maometana” se refere aos não escravos Muçulmanos como “cães Cristãos”.

Talvez essa repugnância, em geral, pela maioria da população colonial Cristã, explique por que apenas quatro ou mais Americanos, de nome com sonoridade Muçulmana, lutaram junto ao Exército Continental durante a Guerra Revolucionária. Por outro lado, mais de 100 Judeus serviram ao lado da América, 15 dos quais como oficiais.

Em todo caso, a primeira guerra da América contra estados estrangeiros, desde que alcançou a sua independência, foi contra potências Muçulmanas. Os potentados Muçulmanos do Estado da Barbária — Marrocos, Argélia, Tunes, e Tripolitânia — estavam saqueando navios comerciais Norte-Americanos e mantendo Americanos como reféns para pedir resgate, nos anos iniciais, logo após os Estados Unidos terem conquistado a independência da Grã-Bretanha. Eles foram à guerra contra os Estados Unidos quando a exigência por impostos foi recusada pelo presidente Thomas Jefferson. Foram necessárias duas guerras contra os Estado da Barbária para derrotar essa ameaça Muçulmana.

Ambos Jefferson e John Adams haviam confrontado a ideologia teocrática jihadista Islâmica anos antes, quando tentaram negociar um fim aos ataques de piratas Muçulmanos do Estado da Barbária e a captura de reféns Americanos para resgate. Enquanto Jefferson estava servindo como embaixador na França e Adams como embaixador na Grã-Bretanha, se encontraram em Londres com Sidi Haji Abdul Rahman Adja, o embaixador da Grã-Bretanha a partir de “Dey of Algiers.” Eles queriam saber por que os governantes Muçulmanos estavam sancionando os ataques a navios mercantes Norte-Americanos e fazendo reféns Americanos quando o jovem Estados Unidos tinha feito absolutamente nada para provocar qualquer um dos Estados Muçulmanos da Barbária.

Como descrito por Jefferson e Adams em carta a John Jay em 28 de Março de 1786, o embaixador Muçulmano explicou que a conduta dos piratas do Estado da Barbária “foi fundada a partir das Leis de seu Profeta, que isso estava escrito no Alcorão, que todas as nações que não reconhecessem sua autoridade seriam pecadores, que era seu direito e dever fazer guerra contra eles onde quer fossem encontrados, e escravizar todos que pudessem tomar como Prisioneiros, e que cada Musselman morto em batalha tenha a certeza de que irá para o Paraíso”.

Nota do tradutor: Etimologicamente, o arcaico “Musselman” é derivado do Turco Otomano (e do antigo Persa) “Mosalmun” [Mosælmɒn]; ambas significam “Muçulmano”.

Em suma, quando o recém-independente Estados Unidos estava em seu momento mais vulnerável, o nosso país enfrentou inimigos Muçulmanos animados pela jihad.

No entanto, em seu discurso na Mesquita da Sociedade Islâmica de Baltimore, o Presidente Obama tentou demonstrar a influência positiva do Islã sobre os Pais Fundadores. Fez alusão ao fato de que “Jefferson e John Adams tinham suas próprias cópias do Alcorão.” É verdade, mas isso é apenas uma parte da história.

Por exemplo, Obama negligenciou ao não compartilhar com sua audiência, um comentário nada elogioso sobre o Islã, que apareceu no prefácio da edição especial do Alcorão que John Adams escolheu para comprar:

“Este livro é uma longa conferência de Deus, de anjos, e Maomé, o qual esse falso profeta muito grosseiramente inventou… Hás de saber que tais absurdos infectaram a melhor parte do mundo, e reconhecerá, que o conhecimento do que está contido neste livro, vai tornar essa lei desprezível…”.

John Adams evidentemente acreditava no que o comentário do prefácio de seu Alcorão tinha concluído. Em numa carta que Adams escreveu a Thomas Jefferson em 16 de Julho de 1814, Adams aglomerou Napoleão, “Mahomet” e outros famosos guerreiros da história juntos sob o rótulo de “Fanático Militar”. Adams adicionou, como traduzido do Latim para o Inglês: “Ele nega que as leis foram feitas por ele, e reivindica tudo pela força das armas”.

O filho de John Adams, John Quincy Adams, foi ainda mais direto: “O preceito do Alcorão é, guerra perpétua contra todos os que negam que Maomé é o profeta de Deus”.

Quanto a Thomas Jefferson, estudou a sua cópia do Alcorão para compreender a sua jurisprudência. Rejeitou algumas das mais severas prescrições da Sharia, tais como o corte de membros, como punição por roubar. Tais punições são desproporcionais, disse ele, “apresentam espetáculos na execução cujo efeito moral seria questionável”.

Depois de um estudo mais aprofundado do Alcorão e de diversos materiais sobre o Islã, assim como aprendendo da sua experiência com o jihadista Embaixador Sidi Haji Abdul Rahman Adja, Jefferson concluiu que não poderia haver nenhuma negociação ou compromisso com os jihadistas. Como presidente, como já observado, lançou ataques contra as forças Muçulmanas. O acompanhamento dos ataques pelo Presidente Madison levou, finalmente, a derrota das potências Muçulmanas.

Em sua obra “Como Thomas Jefferson lê o Alcorão“, o professor Kevin J. Hayes escreveu: “O que Jefferson encontrou mais perturbador sobre o Alcorão foram as reivindicações Islâmicas à sua infalibilidade”.

Aparentemente, Obama não compartilha as preocupações de Jefferson sobre o rígido dogma Islâmico. Continua insistindo na sua afirmação de que o Islã tem “sempre sido parte da América.” No entanto, a primeira grande onda de imigração voluntária dos Muçulmanos aos Estados Unidos ocorreu entre 1880 e 1924, enquanto a primeira onda de Judeus Sefarditas chegou às colônias durante o século XVII.

Obama mencionou durante o decorrer de suas observações na Sociedade Islâmica de Baltimore que ” Muçulmanos Americanos trabalharam na linha de montagem de Henry Ford, dando partida nos carros.” Ofereceu isso como exemplo para mostrar como as “Gerações de Muçulmanos Americanos ajudaram a construir a nossa nação.” Imigrantes Judeus se uniram aos Muçulmanos Americanos na linha de montagem. Mas foi um arquiteto Judeu, um imigrante da Prússia chamado Albert Kahn, a quem Henry Ford contratou para projetar a primeira fábrica em que uma linha de montagem em movimento contínuo poderia ser usada para fabricar o Modelo T.

O Presidente Obama reivindicou que entre os Muçulmanos Americanos incluem “cientistas que ganham prêmios Nobel.” Só a partir de 2015, que apenas um dos três vencedores do Prêmio Nobel Muçulmano da ciência em todo o mundo foi para um Muçulmano Americano, que ganhou o prêmio em 1999.

O primeiro vencedor do Prémio Nobel Americano Judaico da ciência, Albert Abraham Michelson, era um imigrante da Prússia. Recebeu o prêmio em 1907. Pelo menos 80 Judeus que ganharam o Prêmio Nobel das ciências foram dos Estados Unidos.

No campo do direito, foi um longo caminho até 1981 para que o primeiro Muçulmano na história do país pudesse servir como juiz. Ou seja, quando Adam Shakoor, um Muçulmano Africano-Americano, foi nomeado juiz do Tribunal de Pequenas Causas para Wayne County, Michigan. O Conselho jihadista de Relações Islâmico-Americanas (CAIR) honrou o juiz Shakoor com um banquete em 2015. “Agradeço a Alá, e agradeço a Alá, e agradeço a Alá pelo serviço que tenho sido capaz de prestar”, disse Shakoor recebendo o prêmio da CAIR.

De acordo com uma pesquisa recente de Muçulmanos Americanos, encomendado pelo Centro de Política de Segurança, a maioria (51%) concordou que “Muçulmanos nos Estados Unidos devem ter a opção de ser governado de acordo com a Sharia”.

A primeira nomeação judicial, em toda historia Americana, de Adam Shakoor, ocorreu 71 anos após Robert Heberton Terrell, filho de escravos, se tornar o primeiro Africano-Americano a servir numa corte federal, em 1910. Terrell fez um discurso em 1903, intitulado “Um Olhar para o Passado e o Presente do Negro”, no qual mencionou que os descendentes de escravos vindo da África tinham “adquirido a língua e adotado a religião de um grande povo”. Ele se refere a Deus cinco vezes nesse discurso, e não menciona Alá. Referiu-se ao Cristianismo, e não ao Islamismo, como fonte de inspiração à libertação dos escravos.

Em suma, o destaque descarado de que o Islã é uma força positiva que tem “sempre sido parte da América” simplesmente não é apoiado pelo registro histórico. Nenhuma Mesquita foi construída nos Estados Unidos até o início do século XX. Comerciantes de escravos Muçulmanos permitiram que o mercado de escravos se desenvolvesse na América. A primeira guerra que o jovem Estados Unidos enfrentou contra potências estrangeiras foi contra estados Muçulmanos. Os fundadores citados por Obama, que possuíam exemplares do Alcorão, não se sentiam confortáveis ​​com a rigidez da doutrina Islâmica e sua mentalidade guerreira. As contribuições  Muçulmana Americana para áreas como a ciência e a jurisprudência, só começaram seriamente bem depois do meio do século XX.

Se Obama decidir falar de outra Mesquita nos EUA, enquanto for presidente, fará melhor concentrar suas observações sobre incentivo Muçulmano Americano para assimilar mais plenamente a cultura Americana. Isso inclui o respeito pela Constituição dos Estados Unidos da América como lei suprema do país.


Sobre Joseph KLEIN:

Joseph Klein é um advogado formado em Harvard e autor de Global Deception: The UN’s Stealth Assault on America’s Freedom and Lethal Engagement: Barack Hussein Obama, the United Nations & Radical Islam.


Traduzido por: Sebastian Cazeiro

200 milhões de mulheres foram submetidas à mutilação genital

Foto/Capa/Crédito: Adital – Novo impulso na luta contra a mutilação genital feminina

Fonte/Source: 200 million women have undergone genital mutilation — 70 million more than previously thought http://buff.ly/…

200 milhões de mulheres foram submetidas à mutilação genital —70 milhões a mais do que previamente se pensava

Por ROBERT SPENCER – JIHAD WATCH

06 de Fevereiro de 2016

“Os 30 países” em que a mutilação genital feminina (MGF) se mostra prevalecente estão “principalmente na África, Oriente Médio e Ásia”. Hmmm. O que possivelmente poderiam ter em comum? E por que é tão disseminada? A resposta é porque a mutilação genital feminina é sancionada pela Lei Islâmica: “Circuncisão é obrigatório (para todos os homens e mulheres) (retirando o prepúcio, pele que cobre a glande do pênis do homem, mas a circuncisão feminina se dá retirando o bazr ‘clitóris’ [isso se chama khufaadh ‘circuncisão feminina’]). “—‘Umdat al-Salik e4.3, traduzido por Mark Durie, The Third Choice, p. 64

De acordo com Reza Aslan, a mutilação genital feminina “não é um problema Islâmico. É um problema Africano… É um problema da África Central. A Eritreia tem quase 90 por cento de mutilação genital feminina. É um país Cristão. A Etiópia tem 75 por cento de mutilação genital feminina. É um país Cristão. Em nenhum outro lugar Muçulmano, estados de maioria Muçulmana, a mutilação genital feminina se presta à discussão”. Além de sua visão idiota que a Eritreia e a Etiópia estão na África Central, Aslan está errado ao afirmar que “em nenhum outro lugar Muçulmano, estados de maioria Muçulmana, a mutilação genital feminina se presta à discussão” Será que ele pensa também que a Indonésia está na África Central?

FGM

“Quase 70 milhões a mais mulheres do que previamente se pensava foram submetidas a mutilação genital feminina – MGF,” Telegraph, 05 de Fevereiro de 2016, (agradecimentos a todos que nos enviaram o artigo a seguir):

A estimativa é de que pelo menos 200 milhões de meninas e mulheres em 30 países tenham sido submetidas a circuncisão feminina — metade delas no Egito, Etiópia e Indonésia, disse a UNICEF, agência da ONU dedicada às crianças, através de um relatório divulgado na quinta-feira a noite.

O relatório estatístico da UNICEF relatou que a estimativa global inclui cerca de 70 milhões a mais de meninas e mulheres do que foi estimado em 2014. Disse também que é devido ao crescimento populacional em alguns países e novos dados da Indonésia.

A Assembleia Geral da ONU aprovou por unanimidade, em dezembro de 2012, uma resolução exigindo a proibição global da mutilação genital feminina, uma prática secular, decorrente da crença de que a circuncisão de meninas controla a sexualidade das mulheres e aumenta a fertilidade. Uma das metas adotadas pela ONU em Setembro último exige que a prática seja eliminada até 2030.

O Vice-Diretor Executivo da UNICEF Geeta Rao Gupta disse em um comunicado, coincidindo com um novo relatório, que “determinar a magnitude da mutilação genital feminina é essencial para eliminar a prática”.

Embora tenha havido um declínio geral na prevalência da mutilação genital feminina ao longo das últimas três décadas, a UNICEF informa que não é o suficiente para acompanhar o aumento populacional. Advertiu que se as tendências atuais continuarem, o número de meninas e mulheres submetidas a mutilação genital feminina “aumentará significativamente ao longo dos próximos 15 anos.”

A especialista em estatística da UNICEF Claudia Cappa, principal autora do relatório, disse que a estimativa de 200 milhões de circuncisões vem através de pesquisas domiciliares sobre a prevalência da mutilação genital feminina, e dos modelos estatísticos.

Os 30 países, principalmente na África, Oriente Médio e Ásia, “tem dados representativos em grande escala”, disse à AP. “Ainda acho que esta é uma estimativa conservadora, porque sabemos que há muitos mais países onde existe a prática, mas que não poderia informar sobre eles com o mesmo nível de cuidado, porque não temos dados disponíveis”.

Cappa disse ainda que a prática existe em outros países não envolvidos no estudo, onde os dados em grande escala não estão disponíveis, como a Índia, Malásia, Omã, Arábia [sic] Saudia, Emirados Árabes Unidos, bem como em bolsões da Austrália, América do Norte e Europa, onde os imigrantes de países com um grande número de circuncisões femininas residem.

Em 30 países, a UNICEF disse que a maioria das meninas foi circuncidada antes de alcançar seu quinto aniversário. “No Iêmen, 85 por cento das adolescentes experimentaram a prática em sua primeira semana de vida”, disse a agência.

De acordo com os dados, as meninas menores de 14 anos de idade representam um número estimado de 44 milhões de pessoas que foram incisadas, com maior prevalência nesta faixa etária em Gâmbia com 56 por cento, a Mauritânia com 54 por cento e na Indonésia, onde cerca de metade das adolescentes com idades compreendidas entre 11 ou inferior foram submetidas à prática.

Países com maior prevalência entre meninas e mulheres com idades entre 15 e 49 anos são a Somália com 98 por cento, Guiné com 97 por cento e Djibouti (Jibuti) com 93 por cento, disse a UNICEF.


Tradução: Sebastian Cazeiro

 

Mensagem de um Ex-Muçulmano

Cover Picture/Capa: Membros da Mesquita Taqwa, Brooklyn. Fotografia: Stephanie Keith (www.stephaniekeith.com).
Source/Fonte: A Message From A Former Muslim 
Nota: 
Agradecimentos às 
Mulheres Brasileiras Contra o Islam 
por terem sugerido este excelente artigo, 
publicado originalmente por 
The Muslim Issue 
em 13 de Agosto de 2013.  
Exatamente por ser antigo, 
nos possibilita verificar a evolução do que foi dito.

Mensagem de um Ex-Muçulmano

Publicado originalmente  por The Muslim Issue

Autor Anônimo

13 de Agosto de 2013

Tradução: “Nós queremos Asilo na Europa onde poderemos obter nossos direitos humanos, mas NÓS não queremos voltar para casa, mesmo que tenhamos que morrer aqui”.
Eis as merdas que dizem 
e fazem para chegar aonde querem 
e forçar a sua presença sobre todos nós.
Brooklyn mosque Ramadan
Do lado de fora da uma Mesquita do Brooklyn
Sempre nos encaram, 
tentando expulsar os residentes para fora de suas próprias áreas, 
obstruindo estacionamentos, negócios, bairros.

[Autor anônimo] Nasci e cresci como um Muçulmano. Toda a minha família ainda é Muçulmana. Conheço cada código genético dos Muçulmanos. Conheço o cérebro Islâmico. Vivo e respiro com eles. Sou informante. Deixei o Islã quando compreendi que o Islã é uma religião doente e do mal.

A seguir, uma mensagem Islâmica ao Ocidente.

Para os infiéis do Ocidente:

A Constituição para as novas Repúblicas Islâmicas da EuroArabia e AmerIslamia está em construção.

Vamos combater o infiel até a morte.

– Enquanto isso as Leis Americanas irão nos proteger.

– Democratas e Esquerdistas irão nos apoiar.

– N.G.O., irá nos ligitimar.

– C.A.I.R., irá nos incubar.

– A.C.L.U., nos darão poder.

– Universidades Ocidentais irão nos educar.

– Mesquitas irão nos abrigar.

– O.P.E.C., irá nos financiar.

– Hollywood, vão nos amar.

– Kofi Annan e a maior parte da Organização das Nações Unidas vão cobrir nossas bundas.

Nossos filhos irão emigrar do Paquistão, Egito, Arábia Saudita, Irã e Indonésia e até mesmo da Índia para os EUA entre outros países Ocidentais. Irão para o Ocidente com educação e bolsa integral. A América está pagando e continuará pagando a educação dos nossos filhos e a sua formação nas escolas Islâmicas financiadas pelo estado.

Nós vamos usar o seu sistema de Assistência Social. Nossos filhos também enviarão dinheiro para casa, enquanto estiverem se preparando para a Jihad.

Nós vamos tirar vantagem da bondade Americana, da ingenuidade e da compaixão. Quando chegar a hora, vamos apunhalá-los pelas costas. Vamos dizer uma coisa na frente das câmeras e ensinar outras aos nossos filhos em casa. Nós daremos mensagens subliminares aos nossos filhos para que defendam o Islã a qualquer custo. Nossas crianças na América sempre se preocuparão com os interesses dos Países Islâmicos, mais do que com os interesses dos Estados Unidos da América.

Vamos ensinar aos nossos filhos, a supremacia Islâmica desde a infância. Ensinaremos para não se comprometam com o infiel. Uma vez que façamos isso a partir da mais tenra idade, as crianças não hesitarão em virarem mártires. Vamos assumir a Europa em primeiro lugar e, em seguida os Estados Unidos. Nós já temos uma base sólida no Reino Unido, Holanda, Suécia, Espanha, Itália, Alemanha, e agora os Estados Unidos.

Nossos filhos se casarão com Caucasianos na Europa e na América. Vamos nos misturar com o tecido intrincado da sociedade Ocidental, mas vamos nos lembrar da Jihad quando chegar a hora. Quem somos nós?

Nós somos as “células adormecidas“.

Vamos criar nossos filhos para serem fiéis somente ao Islã e a Muhammad/Maomé. Todo o resto é secundário.

No momento em que a verdadeira guerra chegar, vamos segurar os nossos próprios filhos como escudo. Quando as tropas Americanas ou Israelenses atirarem em nós, o mundo estará assistindo. Imagina… Imagina essa notícia correndo o mundo “Morte de bebês Muçulmanos por infiéis“.

Sabemos que a CNN, ABC, CBS estão transmitindo ao vivo. A Al-Jazeera vai jogar gasolina no fogo. A notícia se espalhará como fogo. “Americanos mataram seis bebês, 10 bebês“. “Judeus mataram duas mulheres“.

Mantenham suas armas nucleares em suas cristaleiras. Mantenham seus porta-aviões ou armamento de alta tecnologia na vitrine. Vocês não poderão usá-las contra nós por causa do seu próprio elevado padrão moral. Nós vamos tirar vantagem do seu padrão moral e usá-lo contra vocês.  Nós não hesitaremos em usar nossos filhos como homens-bomba contra você.

Visualize o flash de notícias em todo o mundo… Mães Muçulmanas estão soluçando… Chorando… Seus Bebês mortos por Judeus e Americanos, o mundo inteiro assistindo ao vivo. Centenas de milhões de Muçulmanos em todo o mundo estão fervendo. Marcharão através da Europa. Usaremos nossas mulheres para produzir mais bebês, que por sua vez irão usá-los como escudo. Nossos bebês são presentes de Deus à Jihad.

O Oeste constrói seus tanques de guerra em fábricas. Vamos construir a nossa força militar através dos meios naturais, através da produção de mais bebês. Esta é a maneira mais barata.

Vocês infiéis, neste site, não poderão nos derrotar. Somos 1,2 bilhões. Vamos dobrar a população mais uma vez. Vocês têm balas suficientes para nos matar?

Perante a câmera:

– Nós sempre iremos dizer: “O Islã é a religião da Paz”.

– Nós diremos que: “A Jihad é um “incompreendido” esforço espiritual”.

– Muçulmanos moderados irão dizer que não há ligação entre o Islã e terrorismo e o Ocidente vai acreditar, porque o Ocidente é ingênuo.

– Moderados Muçulmanos em todo o mundo irão incubar Jihadistas usando conversa pra defender o Islã.

– Através do Sistema Jurídico Ocidental faremos valer nossas leis, a Sharia, de forma lenta, mas segura.

– Vamos aumentar em número. Vamos dobrar a população novamente.

Você vai ficar impressionado quando encontrar um Muçulmano moderado pessoalmente. Como vizinho de porta, colega de trabalho, estudante, professor, engenheiro, profissionais que até mesmo você irá gostar de nós. Você vai nos encontrar bem educados, humildes, a ponto de fazê-lo dizer “uau, os Muçulmanos são pessoas boas e pacíficas“, mas vamos apunhalá-lo pelas costas quando você estiver dormindo, como fizemos em 11 de Setembro de 2001.

Haverá outros “11 de Setembro” na Europa e nos Estados Unidos. Iremos dizer: “Nós não apoiamos o terrorismo, mas os EUA receberam aquilo que merecem“.

Muçulmanos, CAIR, ISNA, MPAC entre outras organizações Islâmicas internacionais se unirão. Nós faremos parceria com os Esquerdistas, ACLU, com Koffi Annan, Nações Unidas, e se precisarmos então faremos com a França. Aperte o cinto. A guerra de civilizações está apenas começando.

Vamos recitar o Alcorão e dizer Allah-hu-Akbar antes de decapitar infiéis, como temos feito. Vamos filmá-los e enviá-los a todos os infiéis para que assistam. Eles irão se entregar — Islã significa rendição.

Nós vamos usar os seus próprios valores de bondade contra você.

Você está destinado a perder.


Tradução: Sebastian Cazeiro

 

Rush Limbaugh sobre Obama: “Por que ele resolveu se tornar um Cristão?”

Fonte/Source:  Rush Limbaugh on Obama: “Why did he choose to become a Christian?”

Rush Limbaugh sobre Obama: “Por que ele resolveu se tornar um Cristão?”

By Robert Spencer – Jihad Watch

Por sua própria conta, Obama se tornou Cristão no início de 1990 na Igreja de Jeremiah Wright, após um período de busca espiritual e desenraizamento. Mas por quê? Rush Limbaugh está certo: ele tem sido marcadamente crítico do Cristianismo e tem repetidamente e efusivamente elogiado o Islã. Então, afinal de contas, por que se tornou Cristão?

Isso sem contar com a suspeita generalizada de que Obama é ou era um Muçulmano, baseada tanto por suas declarações como por suas políticas como Presidente, e também no fato de que seu pai e padrasto eram Muçulmanos; e que diz em sua primeira autobiografia que ficou em apuros quando criança, por fazer careta na classe de Alcorão, das quais crianças Cristãs não podiam participar. Independente da resposta se é ou não Muçulmano, a questão que Rush suscita é intrigante — se nunca foi um deles, e adora o Islã tanto assim, por que não se converteu ao Islamismo? Foi apenas para obter ganhos políticos?

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“Estou só fazendo uma pergunta”: Rush Limbaugh revela o que “Sempre Quis Saber sobre Obama” por Oliver Darcy, The Blaze, 04 de Fevereiro de 2016:

Rush Limbaugh, um Conservador que comanda um Talk Show, (que tem uma audiência gigantesca) perguntou na quinta-feira em voz alta em seu programa de rádio,  porque o presidente Barack Obama optou por se tornar Cristão.

Limbaugh, fazendo referência a recente viagem do presidente a uma Mesquita em Baltimore nesta semana, argumentou que Obama está “constantemente falando do Islã“.

O presidente Obama está rotineiramente defendendo, falando, promovendo“, afirmou Limbaugh , de acordo com a transcrição online divulgada no seu site oficial.

Ele fala como o Islã é fantástico o tempo todo, um dos mais belos sons que ele já ouviu falar é o chamado matinal de orações num país Islâmico“, o apresentador de rádio acrescentou. “Diz que é a mais pacífica, a religião mais generosa lá fora, que a chamada de oração a da Mesquita é um dos mais belos sons do mundo. E, ao mesmo tempo, que ele está lá, olha o que ele diz sobre os Cristãos. Ele diz que é um deles. Veja, ele fala deles como bitter clingers (pessoas que não são progressivas, socialistas ou liberais) e que seguram suas armas quando estão nervosos“.

Limbaugh então revelou sua pergunta.

Minha pergunta é, considerando tudo isso, por que ele escolheu se tornar um Cristão? Eu sempre me perguntei isso”, disse à sua audiência. “Ele é como um defensor e promotor do Islã, e, por outro lado, ele e seu partido estão constantemente denegrindo os Cristãos. Não me importa qual é o problema, quer se trate de armas, se é casamento gay, qualquer questão cultural ou social, ou os comentários bitter clingers. Eu sempre me perguntei sobre isso.”…

Nota: O significado do termo bitter clinger, conforme definido em uma conferência de imprensa pública, # 44: são aquelas pessoas que não são progressivas, socialistas ou liberais.

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Credit: teapartystickerstore.com/

Tradução: Sebastian Cazeiro

 

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