KASHMIR: IMÃ JIHADISTA ASSASSINADO, 70.000 PESSOAS COMPARECEM AO FUNERAL

Fonte/Source: Kashmir: Jihadi imam killed, 70,000 people attend his funeral


KASHMIR: IMÃ JIHADISTA ASSASSINADO, 70.000 PESSOAS COMPARECEM AO FUNERAL

Por ROBERT SPENCER

17 de Março de 2017

Você acha que qualquer um dos “reformadores Muçulmanos” que desfruta da lisonja e adulação dos ignorantes e esperançosos nos EUA terá 70.000 Muçulmanos presente em seu funeral? Nem eu. Mas agora é oficialmente uma falha moral por parte dos não-Muçulmanos comentar o fato de que “extremistas” são muito mais populares entre os Muçulmanos em todo o mundo do que os “reformadores”. Não devemos pensar assim, e se o fizermos, isto nos torna jihadistas.

Enquanto isso, como esse imã, — que dedicou sua vida à compreensão correta do Islã, —pôde tornar-se um líder da jihad? Como pôde compreender tão mal os ensinamentos verdadeiros e pacíficos do Alcorão, que são tão claros para o Papa Francisco e John Kerry e George W. Bush e uma miríade de outros Mulás instruídos?

O Militante Que Era Um Imã“, de Owais Farooqi, Kashmir Monitor, 11 de Março de 2017:

Bandipora: Mushtaq, militante do Hizbul Mujahideen morto em Bandipora na Quinta-feira, era um imã de uma mesquita local em Hathlangoo, Sopore, até Setembro de 2014, quando acreditava-se que tinha se afogado nas inundações. Seu pai, Sher-Dil Seer, ficou tão surpreso com a notícia do assassinato de seu filho mais velho nas mãos das forças governamentais, que demorou 15 minutos para reconhecer sua face: amolecida, de aparência desagradável e sem a barba comprida.

“Pensamos que ele estivesse morto. Mas continuamos procurando em todos os lugares“, disse Sher-Dil, um dia depois da morte de seu filho.

Nunca cruzou a mente de Sher-Dil que seu filho pudesse ter se juntado à militância. Tudo o que sabia era que Mushtaq fora acusado pelas forças governamentais de pregar sermões provocativos na mesquita quando liderava as orações. Ao mesmo tempo, Mushtaq foi levado pela polícia SOG (Special Operation Group) sob a acusação de pregar sermões provocativos na mesquita de Hathlangoo.

“Ele foi esbofeteado e mantido por cerca de 15 dias no campo SOG. O DySP (vice-superintendente de polícia) da SOG disse naquele momento que Mushtaq era um menino que não podia ser um encrenqueiro”, disse Sher-Dil.

Antes de ser preso pelo SOG, Mushtaq havia cumprido cinco anos de prisão. Foi acusado de matar sua esposa após dois meses de casado em 2008. “Ele foi absolvido pelo tribunal de todas as acusações”, disse Sher-Dil sobre esse caso.

“Após a sua libertação da prisão em 2013, Mushtaq tornou-se um homem religioso. Cresceu uma longa barba. Liderava as orações até mesmo na prisão”, disse Sher-Dil.

Depois de sair da prisão, Mushtaq se tornou um Imã e conduziu as orações na mesquita de Hathlangoo.

“Depois do incidente da SOG, quando voltei para casa, tive uma discussão muito forte com Mushtaq. Disse a ele para não dizer coisas que não soariam bem com as forças do governo. Foi um argumento muito acalorado. Depois dessa discussão, ele saiu de casa, para sempre”, disse Sher-Dil. “Ele disse à mãe que iria para Srinagar e que conduziria as orações.” …

Parentes e vizinhos vieram para consolar Sher-Dil e disseram que Mushtaq tinha “alcançado o lugar mais alto no céu”. Para isso, Sher-Dil respondeu: “Deixe-me tirar isso do meu peito: até mesmo o Alcorão diz que matar um ser humano é matar a humanidade. Me chame do que quiser… ”

Então Sher-Dil disse em um sussurro, “Você sabe que setenta mil pessoas compareceram ao funeral dele.”…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES

Photo-Cover/Credit: Acid attack victim gives beauty tips in emotional video

Fonte/Source: 450 acid attacks against women since 2011 – in LONDON – Geller Report


Por Tião Cazeiro

Em meu último artigo, — Ataque Com Ácido: Oculto e em Ascensão, — o qual me deixou muito nervoso diante de tanta brutalidade demoníaca, comentei que havia decidido desde o início não expor fotografias de mulheres ou meninas deformadas pela violencia Muçulmana sem limite em várias partes do mundo entre outros. Disse também que poderia estar errado, mas era o que eu sentia no momento. Entretanto, pensando com calma, depois da tempestade, compreendi e resolvi seguir a Pamela Geller.

Nesse artigo, critiquei também a postura da “grande mídia” pelas reportagens superficiais, nunca mostrando a realidade. ou o que está por trás. Pamela Geller não tem medo de charmar uma espada de espada, cita o nome dos perpetradores e ponto final. O artigo a seguir mostra isso. Pamela diz a verdade enquanto a mídia divulga estatísticas e abobrinhas.

Mas a lição é que essa estrema violência precisa ser exposta, inclusive para ajudar as vítimas financeiramente e é o que farei.

E principalmente para que isso não aconteça no Brasil.

Vídeo de Reshma Quereshi destina-se a ensinar espectadores muito mais do que apenas dicas de beleza — e espera aumentar a consciência sobre a frequência horrível de ataques com ácido

Para acessar o vídeo da Indiana Reshma Quereshi clique neste link: Acid attack victim gives beauty tips in emotional video

Para as pessoas interessadas em fazer doações recomendo o site da Índia:  The world’s first job portal for acid attack survivors. #SkillsNotScars — makelovenotscars.org

Este vídeo faz parte da campnha  makelovenotscars.org mencionado acima. Vídeo legendado em Inglês. Infelizmente não tenho como traduzi-lo.


450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES

Por Pamela Geller 

17 de Março de 2017

Como observei hoje cedo, os ataques com ácido são uma marca registrada de homens Muçulmanos irados do Paquistão, onde mulheres foram desfiguradas em ataques com ácido por crimes como rejeitar uma proposta de casamento ou ser estuprada. Agora tem havido uma onda de tais ataques em Berlim. Sete em cada dez vítimas em Londres são do sexo masculino, em crimes relacionados à gangues. Mas que deixam 30%, ou 450 vítimas do sexo feminino. Isto é, sem dúvida, uma consequência da Islamização da Grã-Bretanha.

Houve 450 Ataques Com Ácido Desde 2011 Em… Londres“, por Christine Rousselle, Townhall, 16 de março de 2017 (Agradecimentos à The Religion of Peace):

Os números são de cair o queixo. Anunciados no início desta semana, mostram que houve 1.500 ataques com ácido em Londres de 2011 a 2016. E o que é mais perturbador, a frequência de ataques parece estar aumentando — 2016 por si só representaram 431 ataques em comparação com 261 em 2015. Ao todo no Reino Unido, esses ataques aumentaram 50% na última década.

Ao contrário do resto do mundo, onde as vítimas de ataques com ácido são principalmente mulheres, estima-se que 7 a cada 10 vítimas de ataques com ácido em Londres sejam do sexo masculino. Acredita-se que estejam conectados com a atividade de gangues. Um ex-membro da uma gangue disse que os ataques com ácido tornaram-se “aceitáveis” devido à facilidade de adquirir os componentes necessários para criar a arma.

Jaf Shah, diretor executivo do grupo de apoio Acid Survivors Trust International (ASTI), disse ao Guardian: “Olhando para os dados em geral, há uma probabilidade bastante grande de que uma alta porcentagem dos incidentes são os ataques do macho-em-macho E com maior probabilidade de estarem relacionados com gangues ….

Pamela Geller é Presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: A Guerra de Obama na América e Parar a Islamização da América: Um Guia Prático para a Resistência.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Ataque Com Ácido: Oculto e em Ascensão

Photo/Cover Credit: 10 Of The Tallest Lord Shiva Statues In Sitting Posture

Ataque Com Ácido: Oculto e em Ascensão

Por Tião Cazeiro

16 de Março de 2017

Localizada nos arredores da cidade de Bangalore, logo atrás do Forte Kemp, o Kemp Fort Shiva é conhecido como as seis maiores estátuas Shiva do mundo com 20 metros de altura.

Robert Spencer da Jihad Watch comentou recentemente que “Donald Trump diz que os meios de comunicação não relatam os ataques terroristas, e a mídia diz que a equipe do Trump os inventa”.

Então vamos dar uma volta…

—  “1500 Ataques Com Ácido Foram Registrados Em Londres Desde 2011”. — 1,500 acid attacks have been recorded in London since 2011

De acordo com o artigo:

“De acordo com Tareq Haddad do International Business Times, “Globalmente, cerca de 80% das vítimas tendem a ser mulheres.

Os ataques são frequentemente realizados por homens vingativos que tiveram suas propostas de casamento ou avanços sexuais rejeitados. [Ênfase adicionada].

No entanto, as instituições de caridade para ataques com ácido no Reino Unido estimam que as vítimas Britânicas são predominantemente homens em cerca de 71% das vítimas.”

— “Ataques Com Ácido No Reino Unido: Escondido à Vista de Todos e em Ascensão” — UK Acid Attacks: Hidden From View and on the Rise

“Não há dados holísticos definitivos que correspondam. Os relatórios policiais são provavelmente os mais próximos que temos para compreender o número de ataques com ácido relatados no Reino Unido”, disse Shah ao Sputnik.

— “Ácido Atirado Em Quatro Pessoas Em Uma Série De Ataques Durante A Luz Do Dia Em Canterbury City Centre – Londres” — ‘Acid’ thrown at four people in series of attacks during broad daylight

“Serviços de emergência disseram que quatro pessoas foram atacadas por um produto químico letal em dois locais diferentes em Canterbury por volta das 16h.

A polícia de Kent prendeu um garoto de 17 anos de Londres suspeito pela agressão.”

Nota: Isso é praticamente tudo que o artigo revela. Entretanto, você poderá observar acessando o link acima para ver que inseriram um slide com fotos de “Sobreviventes de Ácido da Índia” —  é importante conferir — dizendo o seguinte:

“Express Pictures relata sobre a crescente preocupação da tendência crescente da violência com ácido na Índia. A violência com ácido é uma forma de violência de gênero que reflete e perpetua a desigualdade das mulheres na sociedade”

Nota: Isso é uma estupidez total. Jogam todo o peso na Índia para não falar do que está acontecendo na Inglaterra. Envolve tudo num pacote  para falar da “desigualdade das mulheres na sociedade”. O que precisa ser dito não se atrevem a dizer.

Vamos em frente, e vocês vão entender…

— “Ataque De Ácido Deixa Vítima Em Coma “Gritou E Tirou As Roupas Antes De Correr Pela Rua Implorando Por Água” – Acid attack victim left in coma ‘screamed and pulled off his clothes in street’ http://buff.ly/2m4Z3ua

“Isso levou dias até a polícia local e o conselho prometerem uma “blitz” sobre ao crime juvenil depois de um recente ataque de líquidos nocivos.” [Ênfase adicionada].

Nota: Perceba aqui que a covardia é tanta que acaba afetando os jovens Ingleses pois estão automaticamente inseridos quando generalizam o crime como crime juvenil. Imagina se isso acontecesse no seu bairro e de repente o seu filho fosse enquadrado nessa generalização injusta. Como você se sentiria?

— “Ataque De Ácido Na Capital Da Grã-Bretanha (Londres) Revela Que O Número Assaltos Com Líquidos Corrosivos Decola” — ‘Acid attack capital of Britain’ revealed 

“Os números foram revelados a pedido do Freedom of Information à Polícia (Met), que disse que estatísticas mostram ofensas em que “fluidos corrosivos” foram lançados com “intenção de causar danos corporais graves” ou “causar uma explosão”.

Nota: Mais uma maldita vez, em que ninguém menciona o nome do maldito inimigo. PQP!!!

— “Ataques De Ácido Foram Uma Mancha Na Grã-Bretanha Vitoriana. Agora Estão Voltando” Por Ian Jack. — Acid attacks were a stain on Victorian Britain. Now they are returning | By Ian Jack 

Nota: Eis aqui um caso especial.  Você pode desenhar, explicar, mostrar a lógica dos fatos, mas Ian Jack, o autor deste artigo, vai contar de tal forma que o nome do inimigo será diluído a tal ponto que você vai acabar condenando o povo Britânico, o Patriarquismo, Opressão Masculina, Feudalismo etc.  pelos atentados com ácido. Veja o que ele diz: “Uma ironia final, assustadora é esta. A Grã-Bretanha, o país que mais ou menos inventou o ácido sulfúrico, tem agora uma incidência crescente de violência ácida que, de acordo com Jaf Shah, da Acid Survivors Trust International, de Londres, pode dar-lhe uma das maiores taxas per capita do mundo.”

Entenderam? E ainda diz mais: “Registros oficiais coletados desde 2010 não incluem a etnia da maioria dos perpetradores e vítimas, mas dizem que a maioria são homens. Daqueles cuja etnia foi registrada, a maioria era branca. A selvageria não conhece fronteiras culturais.”

Esse alucinado esconde, ou realmente não sabe, — embora com registros válidos, porém históricos e não estatísticos, com um número absolutamente inferior ao que estamos vendo, — todo um movimento ao redor do mundo a esse respeito.  Adoraria ver essa estatística que ele menciona. —“Daqueles cuja etnia foi registrada, a maioria era branca.” — E os outros?

Quando cita — “as nações com os mais altos níveis registrados incluem a Colômbia, Uganda, Afeganistão, Índia, Paquistão, Bangladesh e Nepal, com os países do sul da Ásia, em particular, produzindo imagens inesquecíveis de mulheres desfiguradas que foram atacadas com ácido porque rejeitaram os avanços sexuais ou propostas de casamento, ou despertou o ciúme, ou de alguma forma incomodou o patriarcado e despertou sua ira”  [ênfase adicionada] — o faz de forma tão doentia e mal informada que prova o quanto a esquerda precisa ser condenada e expulsa da vida pública para sempre. Ian Jack tinha que escrever para o The Guardian, este é o seu lugar. Neste ponto esse imbecil está correto.

Quando ele cita um episódio macabro na Índia, o faz de tal forma que deixa no ar uma imagem de que a Índia toda prescreve o dito. Isto é um insulto a um país que outrora foi riquíssimo e culturalmente sofisticado, mas detonado pelo Islã. Por conseguinte, ou por força das circustâncias, muitos Hindus se converteram ao Islamismo, sem contar com os milhões de Muçulmanos de outros lugares. Portanto, associar um episódio macabro a toda Índia mostra claramente como a esquerda é venenosa, cruel e covarde, profundamente covarde.

Isso é estupidez absoluta e falta de abrangência cultural. A Inglaterra tem um passado extremamente sombrio com a índia e a Índia hoje em dia corre atrás, com dignidade, para mostrar ao mundo o que fizeram com ela, como ela era antes, e como ficou depois do maior genocídio da história por conta da invasão Islâmica.

Acusar, generalizar, os Indianos de estupro e ataque com ácido é estupidez. Isso precisa ser visto dentro de um contexto e analisado para realmente ver o que está por trás. Hindus convertidos ao Islamismo estão sendo descritos em artigos de alta qualidade para mostrar a influência nefasta que o Islã trouxe a essa grande civilização. Esse tipo de violência nunca fez parte da cultura primordial da Índia e só um boçal desse tipo poderia manchar a imagem já tão massacrada de um povo maravilhoso.

Os Cristãos por outro lado, — e não estou aqui falando de violência Cristã contra os Hindus, — precisam ler o que os Hindus estão falando sobre a Cristianização da Índia. A ideia de alterar os costumes e crenças de uma nação como a Índia, mesmo que de forma pacífica, não dará bons frutos na moderna Índia.

— “Ataques Com Ácido, o Outro Lado Da Índia” — Ataques com ácido, o outro lado da Índia

Nota:  Acabei de falar sobre a Índia… Veja o que este artigo diz:

“Os motivos por detrás de uma prática tão monstruosa são difíceis de compreender. A razão é geralmente trivial, motivada por uma ofensa ao orgulho do criminoso. Desde pequenas discussões do dia-a-dia a dramas amorosos, quase tudo serve.”

E mais,

“Desafiando os convencionais padrões de beleza, o fotógrafo Rahul Saharan, em parceria com a Stop Acid Attacks (uma organização que procurar criar uma maior consciencialização para a situação das vítimas desses ataques)”.

Alguém que tenha juízo deve estar pensando: que diabos a Stop Acid Attacks está fazendo que não descreve a situação de forma realista… esse é o papel dela, ao invés disso, promove fotografia, aparece na mídia, recebe algum cascalho das organizações governamentais ou não, enfim… é um absurdo total. Resultado prático é esse título ridículo, “… o outro lado da Índia”. Bagunça com a imagem da Índia sem saber o que está realmente acontecendo.

Isso é o mesmo que o Iraniano Reza Aslam, “o queridinho…” faz, “o Darling” da mídia internacional, que fala um monte de merda, ganha um monte de dinheiro e vai pra Índia em parceria com a CNN pra comer cérebro humano e aí transmite para o mundo a ideia esdrúxula de que a Índia toda como cérebro humano. Ora, vá pra pqp! — CNN’s Reza Aslan Faces Backlash After Eating Part of a Human Brain

— “Polícia investiga ataques com ácido em Berlim” — Polícia investiga ataques com ácido em Berlim

“Esse foi o quinto caso de ataque com ácido na capital alemã desde dezembro. Em 12 de janeiro, um ciclista jogou um líquido contra uma mulher que caminhava por volta das 23h no bairro de Prenzlauer Berg. O suspeito fugiu em seguida.”

Entenderam? Ninguém fala realmente o que deve ser dito.

Vamos então navegar outros mares:
Shiva Statue at Jabalpur
Com 23 metros de altura, a estátua de Shiva na cidade de Kachnar é uma das mais altas da Índia.

— “Paquistão: Três Hindus feridos em ataques com ácido por celebrarem Holi” — Pakistan: Three Hindus injured in acid attack for celebrating Holi

Os Muçulmanos de Karachi acreditam que o atacante era Hindu“, mas isso é extraordinariamente improvável. Holi é uma festa Hindu durante a qual as pessoas jogam corantes coloridos sobre o outro. É uma ocasião alegre e festiva, e enquanto isso possa ter sido obra de algum Hindu amargurado, “o incidente com ácido tem a ver com a queima de um templo Hindu e um escritório comunitário no distrito de Larkana no sul, no Domingo, por multidões irritadas protestando contra uma alegada queima de um Alcorão por um Hindu.” Essas turbas eram, é claro, Muçulmanas, e sua raiva ainda está irradiando calor. Além disso, dadas as ocasiões em que fanáticos supremacistas Islâmicos no Paquistão lançaram ácido em mulheres que consideram desobedientes, parecem ser os suspeitos mais prováveis.”

— “Índia: Multidão Incendia Mesquita Após Ataque De Ácido” — India: Mob Torches Mosques After Acid Attack

“MANDI – Uma multidão irritada incendiou duas Mesquitas na cidade nesta noite depois que um homem jogou uma garrafa de ácido em passageiros de um ônibus privado, ferindo gravemente pelo menos 11 pessoas, incluindo uma criança de cinco anos.

A polícia prendeu mais tarde o culpado, Mohammad Mahboob, de Muzzafarnagar em Uttar Pradesh. Ele teria confessado o crime.”

— “Paquistão: Supremacistas Islâmicos Atacam Sete Mulheres Com Ácido Em Dois Dias — Um “Merecia Que Seu Rosto Fosse Arruinado Porque Ela Não Tinha Coberto A Cabeça”  — Pakistan: Islamic supremacists attack seven women with acid in two days — one “deserved for her face to be ruined because she had not covered her head”

“Ambos os rapazes vão para a mesma faculdade que eu e estavam me agredindo com palavras por não estar usando uma dupatta (véu ) na minha cabeça. Eles tentaram me pegar e quando eu gritei eles me atacaram com ácido”, disse Tayyiba aos policiais antes de ser internada no hospital. “Ela disse que os dois homens haviam dito que ela merecia que seu rosto fosse arruinado porque não tinha coberto a cabeça”, disse o oficial da Station House, Malik Zafar Iqbal.”

— “Bangladesh: Terra Dos Ataques Com Ácido “Desenfreados” —Bangladesh: Land of “rampant” acid attacks

“Seu pai costumava colocar gotas de ácido em partes de seu corpo todos os dias”

“Ele também costumava alimentá-la com ácido. Afinal, ele queria um filho. Para demonstrar como os ataques de ácido desenfreado contra mulheres e crianças são na maioria Muçulmana Bangladesh, considere o fato de que os país realmente tem um hospital Fundação de “Sobreviventes de Ácido”. Mas não se preocupe; como este relatório continua a sugerir, toda essa misoginia é um produto da “pobreza”. Não poderia ter nada a ver com a misoginia intrínseca do Islã, — que se manifesta nas manchetes diárias, — ou poderia?

— “Dois Jihadistas Acusados De Ataque De Ácido Contra Meninas Britânicas Em Zanzibar” — Two jihadis charged with acid attack on British girls in Zanzibar

“Mulheres andando ao redor sem ter tudo, exceto seus rostos e mãos cobertas: um pecado grave. Atirando ácido sobre essas mulheres: agradando Alá.

Dois suspeitos de terrorismo com ligações com os extremistas Islâmicos do Boko Haram apareceram no tribunal acusados de atirar ácido em duas adolescentes Britânicas de férias em Zanzibar.

Com a ajuda da Scotland Yard e da Interpol, dois membros do grupo Uamsho ou ‘Despertar’ foram presos e acusados pelas autoridades locais.

Os Londrinos Kirstie Trup e Katie Gee, ambos com 18 anos, ficaram com graves queimaduras depois que um estranho numa moto atirou ácido sobre os dois em 2013 ….”

— “Grã-Bretanha: Convertido Ao Islã Jogou Ácido Na Face Da Mãe De Seis, Deixando-A Desfigurada E Cega Em Um Olho” — UK: Convert to Islam threw acid in face of mother of six, leaving her disfigured and blind in one eye

“Durante anos temos visto mulheres que não foram pensadas para ser vestidas modestamente ou que se acreditava ter transgredido contra a honra da família, atacadas com ácido por Muçulmanos no Paquistão. Agora, o etos selvagens estão vindo para os países Ocidentais. Mas ninguém teria se atrevido a tentar conversar com Billal Kidd Mujahedin sobre a conversão ao Islã. Isso teria sido “Islamofóbico.

Carla pode estar cega. Ela teve um transplante de córnea, mas os médicos não “esperam” que ela consiga enxergar novamente.”

— “As 10 Principais Vítimas De Ataque Ácido No Irã – Um Vídeo De Anni Cyrus” — Top 10 Acid Attack Victims in Iran — an Anni Cyrus Video

“Anni discute as 10 principais vítimas de ataque ácido no Irã, pedindo-nos para nunca esquecê-las — e para refletir sobre a desumanidade que a Lei Islâmica gera para as mulheres.”

Nota: Infelizmente não tenho como traduzir este vídeo. Fica aqui o registro para quem quiser traduzi-lo. E para aqueles versados no Inglês que queiram assistir.

— “Palestinos” Ferem Cinco Israelenses Em Ataques Com Ácido“Palestinian” wounds five Israelis in acid attack

“Um homem Israelense parou para dar carona a um Palestino. É assim que a bondade infiel é retribuída pelos jihadistas Islâmicos.”

— “Paquistão: Muçulmanos Atacam As Filhas Com Ácido Por Se Recusarem A Casar Com Homens Que Ele Escolheu Para Elas” — Pakistan: Muslim attacks step-daughters with acid for refusing to marry men he had chosen for them 

Alcorão 4:34 “Alá fez os homens superiores às mulheres porque Alá preferiu alguns a outros, e porque os homens gastam a sua riqueza para mantê-las. Portanto, as mulheres virtuosas são obedientes, e elas devem guardar as suas partes escondidas do mesmo modo que Alá as guarda. Com respeito às mulheres que você receie irão se rebelar, chame a atenção delas primeiro, e depois as mande para uma cama separada, e então bata nelas…”

— “Afeganistão: Garotas Estudantes Sem Burca Pulverizadas Com Ácido” — Afghanistan: Non-burqa wearing school-girls sprayed with acid 

“Três estudantes Afegãs sofreram graves queimaduras quando os agressores pulverizaram ácido em seus rostos enquanto caminhavam para a escola. Dois homens montados numa motocicleta atacaram um grupo de 15 meninas com uma pistola de água cheia de ácido na cidade de Kandahar, Sul, deixando seis necessitando de tratamento hospitalar, três delas por ferimentos graves.”


Bem, é o bastante. Esse material mostra a realidade e não a fantasia do “The Guardian” entre outros da “grande mídia”. Fica claro aqui a estupidez que a esquerda etc., entre outras mazelas mais, estão impondo à sociedade, quando o que precisa ser dito é abafado pela hipocrisia.

Tenho pena dessas pessoas, inclusive, obviamente, das Muçulmanas que tiveram o rosto deformado por esses verdadeiros monstros, agentes do mal. Muitas ficaram cegas. Uma tristeza imensa.

Resolvi desde o início não expor fotografias dessas mulhres e meninas, por respeito. Não sei se estou certo, mas é assim que eu sinto.

Fica aqui a minha humilde solidariedade a todas elas, indistintamente.  Isso deixa qualquer um com o coração apertado e com lágrimas nos olhos.

Enquanto isso, muitos continuam soltos, ocultos e em ascensão.


Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Fonte/Source: Former jihadist turned Christian evangelist warns of educational jihad against West

Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Por CHRISTINE WILLIAMS

15 de Março de 2017

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente sobre uma outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla “mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica” e revelou que “foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional”.

Os avisos de Abla emergem de sua primeira experiência, e tais advertências vêm de outros também. Existe um bloqueio mental na mente dos Ocidentais que foram culturalmente condicionados a aceitar a diversidade sem questionar, agravado por políticos que procuram o voto Muçulmano. O avanço da “jihad populacional” serve aos interesses dos políticos que procuram seu próprio auto engrandecimento sobre o bem-estar dos cidadãos. Não é de admirar que as portas à imigração sejam abertas indiscriminadamente por políticos de esquerda, à medida que se agarram desesperadamente ao poder.

Tornou-se muito amplamente aceito que questionar o Islã significa racismo e/ou “islamofobia”. Essa noção precisa ser rejeitada categoricamente. A lei Islâmica exige que o Islã não seja questionado. Aceitar que a liberdade de expressão deva ser restringida de qualquer forma para atender a sensibilidade Muçulmana abre o Ocidente para uma lenta subjugação pela Sharia.

Ex-radical Muçulmana convertida ao Cristianismo Evangélico alerta para a Jihad educacional que busca Islamizar o Ocidente“, por Hazel Torres, Christianity Today, 13 de Março de 2017:

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente para um outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla disse ao The Christian Post na semana passada que miionários fanáticos Muçulmanos estão enviando estudantes jihadistas para a América entre outros países Ocidentais para infiltrarem-se nas melhores universidades do mundo como parte do objetivo final do seu grupo de Islamizar o Ocidente.

Explicou que existem diferentes tipos de jihad. Além da jihad física, que é o uso da força para matar e conquistar os “infiéis”, Abla mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica.

“Estamos vendo esses… tipos de jihad integrados no mundo Ocidental de hoje”, disse ela ao Proclaim 17, NRB International Christian Media Convention em Orlando, Flórida.

Abla disse que ela mesma foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional .

“A jihad educacional paga a taxa de matrícula dos estudantes para enviá-los a faculdades e universidades de prestígio” no Ocidente, como Harvard, Princeton e Yale, explicou Abla, de nacionalidade Turca.

Disse que o objetivo é colocar os jihadistas “no alto escalão do poder para ditar o que precisa acontecer no mundo Ocidental e Islamizar o mundo Ocidental”.

Abla disse que acordou ao perceber que estava sendo usada pelos extremistas Islâmicos para promover sua própria agenda quando fugiu da Turquia para a América para escapar de dois casamentos extremamente violentos.

Disse que, só quando começou a trabalhar com um empregador Cristão na América é que aconteceu dela encontrar Jesus.

“No dia em que eu ia me matar, cometer suicídio, Jesus Cristo revelou-se a mim de maneira milagrosa mudando completamente minha vida”, disse Abla, que agora é uma ministra Evangélica ordenada.

Escrevendo na página do Facebook de seus ministérios, Abla disse: “Eu não tinha identidade e nenhum valor próprio até conhecer Jesus!”

“Jesus me mostrou que fui criada para ser, e quão preciosa eu era para Ele. Essa revelação mudou a minha vida!”, e escreveu. “Como Muçulmana, eu era inferior aos homens.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GEERT WILDERS

GEERT WILDERS

Por Tião Cazeiro

15 de Março de 2017

O G1-Mundo da Globo.com publicou um artigo intitulado “Líder da Ultradireita da Holanda chama Maomé de “senhor da guerra”‘ e “pedófilo”; por Agencia EFE.

Um título no mínimo curioso. Perceba o jogo de palavras, ‘Ultradireita’ com a primeira letra maiúscula e ‘senhor da guerra e pedófilo’ com a primeira letra minúscula. Dois pesos e duas medidas.

Ultradireita, extrema direita, Hitler, radical etc. Vemos isso o tempo todo na ‘grande mídia’ a respeitos de vários políticos que não se alinham com a esquerda. E o pior, não condiz com a realidade. Dizer que Geert Wilders é “Ultradireita” porque critica o Islã é sacanagem pura. Entretanto, não dizem que ele é um homem inteligente, muito corajoso, que diz a verdade e está tentando ajudar o seu país. Um homem honesto consigo mesmo e realista. Um homem que não rejeita os Muçulmanos e sim o Islã, o Islã Político.

Geert Wilders está sendo tratado pelo G1 (Agencia EFE) da mesma forma que Donald Trump foi por alguns colunistas Brasileiros quando o compararam a Hitler. Resultado, Trump ganhou as eleições e está fazendo um grande trabalho, completamente distante do Obozo e sua gangue. E a mídia ficou pra trás como fábrica de “fakenews” assistindo apavorada a audiência despencar dia após dia.

Supondo que Geert Wilders tenha realmente dito isso, ou seja, “senhor da guerra e pedófilo”, vamos ver se ele tem ou não razão:

O livro “Sobre o Islã” escrito pelo jornalista e sociólogo Ali kamel — Diretor Geral de Jornalismo e Esportes da TV Globo e colunista do jornal O Globo diz o seguinte:

Aliás, esse livro conta com o polêmico jornalista Reinaldo Azevedo na contracapa, dando uma ‘forcinha’ ao colega com o seguinte texto:

Ali Kamel é um jornalista ousado, dos mais competentes que conheço, dono de um texto primoroso e de um desassombro intelectual invulgar

Muito bem, mas vamos ver o que o “desassombro intelectual invulgar” apresenta em seu livro:

Um muçulmano não tem nenhuma nacionalidade senão a sua crença” —Pagina 183

Corretíssimo! E confirma o que Tamimi, um Muçulmano “radical” estacionado na Inglaterra disse: “Somos Muçulmanos na Europa e não Muçulmanos Europeus”. Assim, logicamente, podemos dizer que: “Não existem Muçulmanos Brasileiros e sim Muçulmanos no Brasil”. Correto?

Parece bobagem, coisa de bêbado, mas implica na não assimilação ou convivência Muçulmana com a sociedade Brasileira. A imposição ou a troca da Constituição Brasileira pela lei Sharia é um objetivo real e —não se engane — faz parte da agenda Islâmica no Brasil, o qual a esquerda e alguns veículos de comunicação estão empenhados em abrir caminho para que isso aconteça. Isso já é conhecido, não é uma informação extraterrestre.

Outro trecho desse livro que me surpreende muito é o fato do “desassombro intelectual invulgar” ter mencionado na página 88 que:

Maomé se casara com Ayishah quando ela ainda tinha seis anos de idade, mas o casamento, claro, só se consumou quando ela atingiu a maturidade.” [Ênfase adicionada].

Pois este é um dos pontos ou talvez o principal, que constrange sérios scholars ao redor do mundo e que até hoje gera polêmica de alta voltagem e desconfiança sobre profeta do Islã.

Muhammad na verdade casou-se com Aisha (ou Ayishah) quando ela era uma menina de 6 anos e consumou o casamento quando ela completou 9 anos de idade.  Há quem diga que antes. Isso é pedofilia? Questão de contexto, coisa da época? Uma menina de 9 anos com um homem de 50 e poucos? Isso não abala a reputação de um profeta? E por que o autor omitiu a verdade, inclusive com um afirmativo e sonoro “claro”? Têm tanta certeza assim? Isso constrange o autor? Ou não sabia? Maturidade aos 9 anos de idade?

É fato também de que o crescimento vertiginoso do Islã no mundo é devido as altíssimas taxas de natalidade e por isso é permitido o casamento infantil; poligamia; estupros em massa, o qual é dito pelos próprios como “isso faz parte da nossa cultura“.

Portanto, o que dizer de Geert Wilders, o “Ultradireita” que chamou Muhammad de ‘senhor da guerra’ e ‘pedófilo’ quando vemos que um diretor da Globo omite a idade de Aisha, um fato escrito nos ahadith e relatado pelo famosíssimo Muçulmano Bukhari (Tabari), quando a própria menina Aisha diz assim: “O Mensageiro de Deus (sic) casou comigo quando eu tinha sete anos; Meu casamento foi consumado quando eu tinha nove anos.” (P.170).

Nota: A maioria falam em 6 entretanto a menina Aisha diz que foi aos 7 anos. Outra coisa, isto não é desrespeito a tradição Islâmica, é a própria história do Islã e discutido mundialmente por todos os scholars além de estar escrito nos ahadith, os quais podem ser lidos por todos os interessados.

Com relação ao ‘senhor da guerra’, o próprio Muhammd disse: “Eu fui feito vitorioso pelo terror.” — Muhammad/Maomé — (Bukhari, 52:220)

Veja também…

“Sira, p. 463-4: Em seguida, renderam {a tribo de Quraiza}, e o Apóstolo (Muhammad) limitou-os em Medina, no bairro de d. al-Harith, uma mulher de Bani al-Najjar. Depois disso o Apóstolo saiu para o mercado de Medina e cavou trincheiras nele. Então ele os enviou e decapitou as suas cabeças nas trincheiras que foram trazidas para fora diante dele em lotes. Entre eles estava o inimigo de Alá Huyayy bin Akhtab e Kab bin Asad, chefe deles. Havia 600 ou 700 ao todo, embora alguns registram de 800 a 900. Como eles estavam sendo levados para fora em lotes para o Apóstolo (Muhammad) perguntaram a Kab o que ele pensou que seria feito com eles. Ele respondeu “Você não percebe? Não vê que a soma nunca para e aqueles que são levados jamais retornam? Por Alá isso é a morte!” E continuou até que o Apóstolo (Muhammad) fizesse um sinal a eles. — Islã 101 — A Guerra do Islã Contra o Mundo

Muhammad é visto sim como o ‘senhor da guerra’. Isto é dito por todos os estudiosos. Basta assistir a este maravilhoso trabalho elaborado pelo Dr. Bill Warner, Diretor e Fundador do Political Islam onde mostra as batalhas inspiradas em Muhammad, o senhor da guerra,  que quase liquidou com a civilização Clássica. Assista, você vai se surpreender.

Vídeo legendado em Português e traduzido pelo excelente blog Lei Islâmica em Ação

E por último, eis aqui mais um texto interessante do livro Sobre o Islã do jornalista Ali Kamel:

Num mundo como o de hoje, cada vez mais gente deseja agir como Jehoshua e Tarfon, Abraão e Jó e Muhammad (Maomé). E eu tenho para mim que, quanto mais gente assim o fizer, mais harmonia haverá. Isso de modo algum afasta o mundo da religião“. Página 171.

Estou impressionado com o “desassombro intelectual invulgar” de Ali Kamel. O polêmico Jornalista Reynaldo Azevedo devia estar iluminadíssimo quando escreveu para a contracapa do livro.

Estou impressionado também com o que fazem com os leitores, com a desinformação por conta de uma agenda Islâmica para o Brasil. É uma vergonha tratar um político, um homem de bem, que está ameaçado de morte, com fatwas entre outras coisas bárbaras sobre seus ombros, que vive escoltado, que teve que dormir em quartéis com sua esposa para não ser estraçalhado por selvagens que não sabem o que é liberdade de expressão e de pensamento crítico.

Geert Wilders é um homem corajoso e o Brasil deveria ouvir o que ele tem a dizer.


GRUPO DE REFORMA MUÇULMANO ALCANÇOU 3.000 MESQUITAS DOS EUA, OBTEVE APENAS 40 RESPOSTAS

Fonte/Source: Muslim Reform Group Reached Out to 3,000 US Mosques, Got Only 40 Responses

GRUPO DE REFORMA MUÇULMANO ALCANÇOU 3.000 MESQUITAS DOS EUA, OBTEVE APENAS 40 RESPOSTAS

POR STEPHEN M. KIRBY

24 de Fevereiro de 2017

Dr. Zuhdi Jasser

Em Dezembro de 2015, um pequeno grupo de Muçulmanos se reuniu em Washington, DC para discutir a reforma do Islã. Com a fanfarra da mídia, eles se denominaram Movimento de Reforma Muçulmano (MRM), emitiram uma Declaração para a Reforma Muçulmana e se tornaram a nova face dos “reformadores Muçulmanos”.

Houve apenas um problema fundamental: o MRM nunca teve apoio majoritário da comunidade Muçulmana.

O Dr. Zuhdi Jasser, um dos fundadores da MRM, admitiu isso em 30 de Janeiro de 2017, quando foi entrevistado em um artigo no The Federalist sobre o recente aniversário de um ano da MRM: Um reformador Muçulmano fala sobre sua batalha contra o Islamismo e PC. Jasser foi perguntado sobre quantas mesquitas o MRM tinha abordado inicialmente para apoio em 2015 e a natureza das respostas dessas mesquitas. A resposta de Jasser foi reveladora:

“Nós gastamos recursos significativos nesse projeto ao longo de um período de dez meses. Entramos em contato através do correio tradicional, e-mail, e do telefone com mais de 3.000 mesquitas e mais de 500 Muçulmanos Americanos públicos conhecidos. Recebemos apenas 40 e poucas respostas desprezíveis dos nossos contatos, e infelizmente menos de dez delas foram positivas. Na verdade, uma mesquita na Carolina do Sul nos deixou uma mensagem de voz violenta, ameaçando nossa equipe caso os contatemos novamente.

Assim, o MRM fez mais de 3.500 contatos dentro da comunidade Muçulmana, mas recebeu apenas um pouco mais de 40 respostas, das quais menos de dez foram positivas. Então, para trabalhar com esses números, digamos que o MRM fez 3.500 contatos e recebeu nove respostas positivas. Isso significa que apenas .0026 (um contato sobre um quarto de um por cento) das organizações Muçulmanas e indivíduos Muçulmanos que o MRM contatou responderam de forma positiva. E o MRM ainda recebeu um “mensagem de voz violenta” de uma mesquita como resultado desses primeiros contatos.

A irrelevância do MRM foi revelada ainda mais quando Jasser foi questionado sobre as realizações do MRM durante o primeiro ano de sua existência. Jasser afirmou:

“Nossa maior conquista até agora é a nossa declaração.”

A declaração da MRM é um documento de duas páginas criado na primeira reunião, publicado na porta de uma mesquita próxima (e rapidamente removido), e disponível nos sites de várias organizações de “reforma” Muçulmana. Como notei no meu primeiro artigo sobre o MRM, esta declaração é “um documento que rejeitou o Islã de Muhammad em favor dos valores Ocidentais e Judaico-Cristãos”, e em termos de doutrina Islâmica, é repleto de blasfêmia.

Jasser também admitiu que após um ano de existência do MRM,

“Estamos decepcionados com o relativo silêncio da maioria dos líderes Muçulmanos …

Jasser culpou a falta de dinheiro pelo pobre apoio da comunidade Muçulmana:

“Eu posso adivinhar porque nós tivemos deficiências no alcance. Se tivéssemos mais fundos, poderíamos estudar isso mais cientificamente … Ninguém sabe verdadeiramente como a maioria dos Muçulmanos se sente sobre as ideologias Islâmicas. A segurança nacional precisa desesperadamente de nos ajudar a estudar isso…. Não conseguimos alcançar efetivamente a maioria dos Muçulmanos por causa dos recursos e da ausência de plataformas efetivas.

Assim, por causa da “segurança nacional”, o MRM precisa estudar as atitudes dos Muçulmanos a fim de descobrir por que o MRM tem sido geralmente rejeitado por aqueles Muçulmanos. E para que o MRM complete esse estudo, eles precisam de dinheiro. O dinheiro tem que, por padrão, vir de não-Muçulmanos.

Mas eu gostaria de economizar o tempo do MRM e o dinheiro dos não-Muçulmanos. Em vez de um novo estudo sobre o porquê do MRM não ter praticamente nenhum apoio Muçulmano, vou dar a resposta: em termos de doutrina Islâmica, a declaração do MRM é blasfema, e o MRM não deve se surpreender que mais de 99% não queira participar dessa blasfêmia.

É apenas a atenção do mundo não-Muçulmano que permitirá que o Movimento de Reforma Muçulmana permaneça em apoio à vida, visível, mas irrelevante.

Dr. Stephen M. Kirby é o autor de quatro livros sobre o Islã. Seu último livro é o Profeta Militante do Islã: Muhammad e as Conversões Forçadas ao Islã


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

CRISTIANISMO E JUDAÍSMO GERAM TERRORISMO ASSIM COMO O ISLÃ, DIZ O PRINCIPAL CLÉRIGO MUÇULMANO DO EGITO

Fonte/Source: Christianity and Judaism Breed Terrorism Just Like Islam, Says Egypt’s Top Muslim Cleric – Raymond Ibrahim

CRISTIANISMO E JUDAÍSMO 
GERAM TERRORISMO ASSIM COMO O ISLÃ, 
DIZ O PRINCIPAL CLÉRIGO MUÇULMANO DO EGITO

Por Raymond Ibrahim

14 de Março de 2017

Solidariedade Copta

O principal clérigo Muçulmano do Egito e líder de Al Azhar, Dr. Ahmed al-Tayeb, falou recentemente perante os representantes religiosos de cerca de 50 nações durante uma conferência no Cairo. O sheik demonstrou mais uma vez que é um mestre ao exibir um rosto para os colegas Muçulmanos — um que apóia a pena de morte aos “apóstatas”, pede a totalidade das regras da Sharia e se recusa a denunciar o Estado Islâmico (ISIS) como anti-Islâmico — e um outro rosto para os não-Muçulmanos, Judeus e Cristãos em particular.

Em vez de admitir honestamente que existe um problema especial entre o Islã e a violência — da forma como fez o seu presidente al-Sisi um par de anos atrás, quando declarou categoricamente diante do clero Muçulmano do Egito, com Tayeb sentado na primeira fila, que os ensinamentos Islâmicos “estão antagonizando o mundo todo.” — Tayeb passou seu tempo denunciando a “Islamofobia” e lamentando quão “doloroso” é ver tantas pessoas ao redor do mundo associar o Islã à violência e ao terrorismo.

Em certo ponto, até se gabou de que, desde o início, o Islã sempre tratou os não-Muçulmanos — “infiéis” — o kuffar em Árabe, ou seja, as formas mais desprezadas da humanidade, cujo sangue pode ser derramado com impunidade, em muitos casos de acordo com Sharia — como semelhantes.

Mas as alegações ridículas não terminaram aí. O sheik de Al Azhar insistiu que, quando se trata da capacidade de “radicalizar” seus seguidores, o Islã não é diferente do Cristianismo ou do Judaísmo. Pelo contrário, apenas o “duplo padrão” Judaico e Cristão faz com que o Islã pareça mais violento e intolerante. Em suas próprias palavras:

“Obviamente há um duplo padrão no julgamento que o mundo faz do Islã por um lado, e [seu julgamento do] Cristianismo e do Judaísmo, e por outro — apesar de todos serem culpados de uma só e mesma coisa, isto é, a violência religiosa e o terrorismo. A violência Cristã e Judaica é uma questão tranquila e casual para o Ocidente, que nunca mancha a imagem dessas duas religiões. Somente seu terceiro irmão [Islã] está sendo julgado sozinho no cais, onde sua imagem é constantemente prejudicada.”

Essa afirmação viaja em face da realidade. Não há um dia sem que haja alguns Muçulmanos atacando alguns não-Muçulmanos em algum lugar ao redor do mundo — e quase sempre em nome do Islã e/ou da jihad.

Além disso, em seu discurso Tayeb falou do “terrorismo e violência” de “Cristãos e Judeus” — em vez de meramente “terroristas Cristãos” ou “terroristas Judeus” — retratando o Cristianismo e o Judaísmo, as religiões em si, como igualmente susceptíveis de levarem seus seguidores a aterrorizar, subjugar, decapitar, crucificar, mutilar, escravizar e — por que não? — extrair a jizya de “infiéis” não-Cristãos e não-Judeus.

Num dado momento, talvez para dar alguma substância às suas, de outro modo, reivindicações abstratas de equivalência, Tayeb nomeou como “terroristas Cristãos” Michael Bray (detido em 1985 e encarcerado por quatro anos por bombardear uma clínica de aborto); Timothy McVeigh (bombardeou em 1995 o edifício Federal da Cidade de Oklahoma); e David Koresh (líder de um culto, morto durante um tiroteio em Waco, Texas, 1993).

Quão análogos estão, esses três homens, para a questão do terrorismo Islâmico é discutível. Para começar, nenhum deles citou os ensinamentos Cristãos autênticos — ou citou Jesus — para justificar a violência, como os Muçulmanos regularmente citam os ensinamentos Islâmicos convencionais e citam Muhammad ipsis litteris; McVeigh se referia a si mesmo como um agnóstico e Koresh era um líder de um culto denunciado por praticamente todos os Cristãos Americanos além dos seus devotos mais próximos.

O fato de Tayeb, o qual parece ter vasculhado todos os episódios e estilos dos terroristas que possivelmente poderiam estar associados ao Cristianismo, só ter conseguido chegar a três — em 1985, 1993 e 1995 — levanta ainda mais a questão: como podem estes três exemplos que abrangem mais de 30 anos (de 1985 até o presente), ser equivalentes aos milhares, senão dezenas de milhares de episódios de violência e terrorismo cometidos em todo o mundo por Muçulmanos altamente devotos e obedientes durante o mesmo período?

De fato, desde Julho de 2011, venho compilando relatórios mensais de perseguição Muçulmana de Cristãos, num total de 66 relatórios. Cada um deles contendo dezenas de episódios de Muçulmanos ao redor do mundo — o Egito, a pátria de Tayeb nunca perde um mês — perseguindo, estuprando, escravizando e matando Cristãos, e atacando suas Igrejas, com base no fato de serem ​​”infiéis” indesejáveis. A maioria dos episódios nesses relatórios é considerada “notícia sem valor” pela mídia Ocidental,  mas se o perseguidor fosse Cristão e a vítima Muçulmana, provavelmente teria cobertura total 24 horas por dia.

Esse é o verdadeiro “duplo padrão” que todos nós deveríamos criticar — e não a imaginária “Islamofobia” de Tayeb.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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