Estado Islâmico (ISIS) promete “encher as ruas de Paris com cadáveres”

Photo/Cover: Champs-Elysees at night from Shutterstock

Fonte/Source: Islamic State vows to “fill the streets of Paris with dead bodies”

Estado Islâmico (ISIS) promete “encher as ruas de Paris com cadáveres”

22 de julho de 2015 por Robert Spencer

Islamic-State-13-300x174Eles amam a morte “como você ama a vida.” Eles são os inimigos da vida, da criação e da criatividade, do amor, da arte e da civilização. Tudo o que eles adoram é a morte, a dor e destruição. Eles são a quintessência da força do mal.

“O Estado Islâmico (ISIS )promete encher as ruas de Paris com cadáveres”, por  Vladi Vovcuk e Gilad Shiloach, Vocativ, 22 de julho de 2015 (agradecimentos a Jerk Chicken):

O braço midiático oficial do ISIS na província de Hama na Síria, publicou um vídeo nesta quarta-feira mostrando um militante, falando francês, atirando num prisioneiro do exército Sírio e declarando que o Estado Islâmico (ISIS) “vai encher as ruas de Paris com cadáveres“.

O militante do ISIS dirigiu a sua “mensagem” aos Franceses, à comunidade internacional e a “todos que lutam contra Alá e seu profeta”, proclamando que o Estado Islâmico ama a morte “como você ama a vida”.

O vídeo dá sequencia a revista propaganda do ISIS, em Francês, publicada na terça-feira. Na última edição, o grupo pediu aos Muçulmanos que sigam os passos de Yassin Salhi – o motorista da van que levou a cabo um ataque horrível no mês passado perto de Lyon na França. A revista forneceu aos leitores uma descrição detalhada do ataque, que ocorreu numa fábrica de gás quando Salhi dirigiu seu caminhão para dentro de uma instalação química e decapitou o chefe. O Estado Islâmico (ISIS) não reivindicou a responsabilidade pelo violento incidente, mas encorajou ataques individuais semelhantes, exortando os Muçulmanos a “atingir os interesses dos inimigos de Alá.”…

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Pamela Geller: …enquanto os Judeus FOGEM da Europa

Fonte/Source: Holocaust Remembrance Day: EU vows to ‘make sure Jews feel totally safe in Europe’ as Jews FLEE Europe – Geller Report


Dia Da Memória Do Holocausto: UE Promete “Garantir Que Judeus Sintam-Se Totalmente Seguros Na Europa”, Enquanto Os Judeus FOGEM Da Europa

Por Pamela Geller

25 de abril de 2017

A ideia de que a União Europeia (UE) pode ou deveria manter os Judeus seguros é ilusória. Sua política era importar um verdadeiro exército de inimigos violentos que odeiam Judeus. Esses cretinos não conseguem se proteger do terror da jihad, como podem ter a pretensão de salvar os seus Judeus?

Os Judeus estão fugindo da Europa em massa e com boas razões. Eles estão “cada vez mais preocupados com sua segurança devido às experiências cotidianas de antissemitismo”. O aumento do ódio ao Judeus é resultado da migração sem precedentes de Muçulmanos. Antissemitismo Islâmico — isto está no Alcorão.

A UE está tornando o sonho de Hitler uma realidade — uma Europa Judenrein. [depurada de Judeus]

Os comentários abaixo do artigo contam a verdadeira história

“Nós estamos unidos em nossos esforços para resistir a esta onda atual de ódio e do mal”.

Exceto, é claro, quando se trata de votar na ONU e no terreno de ação, ambos exigem que a UE esteja na cama com os terroristas Islâmicos entre outros que desprezam os Estados Unidos e Israel.

Para a União Europeia: Stick it! — Nota do tradutor: neste caso, ‘stick it!’ é o mesmo que  ‘shove it (up your ass)’, ou seja, ‘enfia na bunda!’. 

A UE não pode proteger os seus próprios cidadãos nativos contra ataques terroristas dos seus cidadãos mais favorecidos, os descontentes Muçulmanos e os terroristas. Eles estão fazendo tudo o que podem para mostrar aos Judeus que não os querem, então como podem protegê-los?


Não são os Judeus mortos que precisam se sentir mais seguros — agora é tarde e muito tarde para nós, Judeus vivos!

Quanta hipocrisia, fazer esse pronunciamento no HaShoah Day; a REALIDADE é que não estamos “seguros” e nem somos queridos na Europa. (Quão ingênuos pensam que somos?) Repita essa mentira para si mesmo se isso o faz sentir menos culpado; nós conhecemos melhor do que ninguém. (e mais importante ainda é que D-us sabe)

Aproveite a sua Europa Juden Frei!! — [Livre de Judeus]


Os Europeus sabem disso — escolheram os Muçulmanos às custas dos Judeus; escolhem o apaziguamento/dhimmitude sobre a coragem e os princípios; escolheram a morte sobre a vida.

E esta não é a primeira vez, mas será a última vez; a Europa acabou.

(E o coisa doente é que provavelmente culparão os Judeus pela morte deles).


Por que devemos acreditar em você? Você está um pouco atrasada, cerca de 7 décadas.

De fato.


UE PROMETE “GARANTIR QUE JUDEUS SINTAM-SE TOTALMENTE SEGUROS NA EUROPA  — World News Israel, 24 de abril de 2017:

Emissários da UE e dignitários estacionados em Israel “reafirmaram o seu dever e responsabilidade, agora e para o bem das gerações futuras, de nunca esquecer” o Holocausto e as suas lições.

Em uma declaração conjunta divulgada no Dia da Memória do Holocausto, a delegação da União Européia (UE) para Israel e as embaixadas dos Estados membros da UE no país se comprometeram a garantir que os Judeus na Europa vivam em segurança por causa do antissemitismo.

Na atual realidade de aumento do antissemitismo, do fanatismo e da violência em todo o mundo, a União Européia está determinada a prevenir e combater o antissemitismo em todas as suas formas, e garantir que os Judeus se sintam totalmente seguros na Europa. “Nós estamos unidos em nossos esforços para resistir a esta onda atual de ódio e do mal”.

Os dignitários da UE reconheceram a importância de manter viva a memória do Holocausto.

“A União Europeia reafirma o seu dever e responsabilidade, agora e para o bem das gerações futuras, de nunca esquecer”, sublinharam. Como lembrou o vencedor do Prêmio Nobel Elie Wiesel, “a memória tornou-se um dever sagrado de todas as pessoas de boa vontade”.

“Nós nos juntamos ao povo de Israel e às comunidades Judaicas em toda a UE em sua comemoração das vítimas do Holocausto e estamos com eles em suas orações”.

Os emissários da UE sublinharam também o seu desejo de proteger os direitos de todas as minorias em toda a UE, afirmando que

“os valores da democracia e da dignidade humana em que a União Europeia foi fundada e continua a orientar-nos nestes tempos difíceis à medida que procuramos manter a nossa visão de paz e tolerância para todos os cidadãos da União Europeia “.

Dirigindo-se ao Congresso Judaico Mundial no Domingo à noite, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, prometeu combater o antissemitismo global.


Pamela Geller é presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America e Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance.


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros essenciais sobre o Islamismo.  Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O BRASIL E OS EMIRADOS ÁRABES

Fonte: Aprovado acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos


O BRASIL E OS EMIRADOS ÁRABES

Por Tião Cazeiro

24 de Abril de 2017


Publiquei recentemente neste blog um artigo do Raymond Ibrahim intitulado “Uma ‘Fobia’ De 1.389 Anos De Idade?”  que  observa o seguinte:

“Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.”

Em Novembro de 2016, o governador Marconi Perillo oficializou os entendimentos para que uma fábrica de armamentos e munições dos Emirados Árabes, exclusivas para as forças de segurança pública do Brasil e com atenção voltada para o mercado da América Latina, fosse instalada em Goiás.

No dia 19 de Abril de 2017, foi aprovado um acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), da Câmara dos Deputados, que acatou o parecer do deputado Miguel Haddad (PSDB-SP).

“Segundo Miguel Haddad, “adentrar o Oriente Médio, através dos Emirados Árabes Unidos, representa incremento substantivo nessa diversificação, o que nos traz mais segurança para o desenvolvimento de futuros projetos de interesse dos dois países e, potencialmente, de outros daquela região”.

Portanto, resolvi questionar os brasileiros envolvidos nesse projeto, — e o faço com todo respeito, sem que isso deixe margem para o medo, pois se este fosse o caso eu não teria traduzido e publicado mais de 250 artigos dos mais respeitados experts em Islã do mundo.

Eis aqui algumas perguntas:

• O que vocês sabem sobre o Islã?
• O que os levou a não considerar os 175 milhões de Cristãos entre outras religões etc.?

Gostaria de deixar claro que não estou particularizando a religião em si, e sim as 175 milhões de pessoas que irão ser massacradas pelo antagonismo Islâmico, o Islã Político. Falo de pessoas, mulheres, crianças, pais de família etc. que serão punidas/massacradas pela sua fé. As igrejas do Egito, por exemplo, que foram e continuam sendo bombardeadas pela intolerânica Islâmica.

A Arábia Saudita é um problema para o mundo. — Arábia Saudita: O Grande Hipócrita do Mundo

Em vários artigos, sempre menciono o impressionante discurso do Presidente do Egito al Sisi, um Muçulmano fervoroso, diante das maiores autoridades do Islã e em Al Azhar:

“É inconcebível”, disse ele, “que o pensamento que guardamos como o mais sagrado deva fazer com que toda a umma [Mundo Islâmico] seja uma fonte de ansiedade, perigo, matança e de destruição para o resto do mundo. Impossível!”

“Esse pensamento (que é responsável por produzir “ansiedade, perigo, massacre e destruição” ao redor do mundo) — Eu não estou dizendo “religião”, mas “pensamento” — que corpus de textos e ideias que temos sacralizado ao longo dos séculos, a tal ponto que se afastar deles tornou-se quase impossível, está antagonizando o mundo inteiro. Isso está antagonizando o mundo inteiro!”

Ele também apelou publicamente à instituição Al Azhar para reconsiderar o uso dos livros auxiliares, num esforço para mudar a imagem internacional do Islã, de guerra e inimizade, para algo mais tolerante.

Agora, a mais alta autoridade Muçulmana do Egito deixou claro que Al Azhar nunca teve nenhuma intenção de mudar nada, que o “discurso religioso” articulado na era Medieval — o de hostilidade e violência para com o outro, em uma palavra, jihad — é o único “discurso” que os Muçulmanos podem/devem aceitar.

Al-Azhar, a principal instituição do Islã Sunita, recusa-se a declarar que o Estado Islâmico (ISIS) comete apostasia — Al-Azhar, the foremost institution in Sunni Islam, refuses to declare the Islamic State apostate

Tendo dito, gostaria de finalizar este artigo raciocinando sobre a frase do Miguel Haddad:

“Adentrar o Oriente Médio, através dos Emirados Árabes Unidos, representa incremento substantivo nessa diversificação, o que nos traz mais segurança para o desenvolvimento de futuros projetos de interesse dos dois países…”

‘Adentrar o Oriente Médio’ deve induzir realmente muita fantasia na mente do criativo Miguel Haddad, o que me faz lembrar alguns excertos e versos do Alcorão. É importante neste raciocício, ter em mente o Exército de Muhammad (Maomé), o “homem perfeito” aos olhos dos Muçulmanos. E não é à toa que estão antagonizando o mundo todo. O genocídio de Cristãos no Oriente Médio é a prova disso. Leia também: A INVASÃO ISLÂMICA DA ÍNDIA: O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

Será que estes excertos e versos irão contribuir com a sociedade Brasileira através desse acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos?

“Sira, p. 463-4: Em seguida, renderam {a tribo de Quraiza}, e o Apóstolo os aprisionou em Medina, na região de d. al-Harith, uma mulher de Bani al-Najar. Depois disso, o Apóstolo foi até o mercado de Medina, onde cavou trincheiras. E assim os enviou e decapitou suas cabeças nas trincheiras, que foram trazidas para fora diante dele, em lotes. Entre eles estavam o inimigo de Alá, Huyayy bin Akhtab e Kab bin Asad, chefe deles. Havia 600 ou 700 ao todo, embora alguns registrem de 800 a 900. Como eles estavam sendo levados para fora em lotes, para o Apóstolo, perguntaram a Kab o que pensou que seria feito com eles. Kab respondeu: “Você não percebe? Não vê que a soma nunca para e aqueles que são levados jamais retornam? Por Alá isso é a morte!” E continuou até o Apóstolo ter dado um fim a todos eles.” — Islã 101 — A Guerra do Islã Contra o Mundo

Alcorão 5:33
“O castigo, para aqueles que lutam contra Deus
e contra o Seu Mensageiro Muhammad
e semeiam a corrupção na terra,
é que sejam mortos, ou crucificados,
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos,
ou banidos…”

Alcorão 8:12
“Vou lançar o terror
nos corações dos incrédulos.
Portanto cortarei suas cabeças
e cortarei todos os dedos deles.”

O historiador, filósofo pioneiro e jurista teórico, Ibn Khaldun (1332-1406),
 observou em seu famoso “Muqaddimah”,
 a primeira obra de teoria histórica que:
 “Na comunidade Muçulmana,
 a guerra santa é um dever religioso
 por causa do
 universalismo da missão Muçulmana
 e (da obrigação de) converter a todos ao Islã
 ou pela persuasão ou pela força".

Alcorão 98:6
“Honestamente falando, aqueles que não creem
na religião Islâmica, no Alcorão
e no Profeta Muhammad/Maomé)
entre eles o
Povo do Livro (Judeus e Cristãos)
e demais infiéis,
terão que aceitar o
Fogo do Inferno.
Eles são as piores criaturas”.

Esses versos estão disponíveis online, podem ser acessados em sites Islâmicos (Alcorão), e são ensinados nas mesquitas instaladas no Brasil.

E agora? Vão me chamar de racista, Islamofóbico, xenófogo etc… Isso é público, não estou inventando nada.

Que futuro estão buscando para o país?  Uma “República Islâmica do Brasil“, com partidos comunistas controlando o poder, — e quem sabe dividindo as Huris no paraíso?

Ops! já ia me esquecendo de mencionar o prefeitinho de São Paulo e suas andanças pelos Emirados Árabes…. e a Lei de Migração do Aloysio Nunes… e o Papa Francisco, e a CNBB… Xiitas no Brasil…

Ideias têm consequências e no caso do Brasil, tenho a nítida impressão que o mundo vai se envolver.

Se isso não for uma invasão…

Grato pela atenção! Espero ter contribuído de alguma forma.


BRAZIL OPENS ITS BORDERS TO DRUG TRAFFICKING AND ISLAMIC CALIPHATE

Fonte/Source: Brazil, first nation to officially eliminate its borders: Muslims welcome

Photo/Credit: Andressa Anholete/AFP from Brazil’s Rousseff impeached from presidency


Brazil opens its borders to drug trafficking and Islamic Caliphate

By José Atento

21 de Abril de 2017

IN. President Michel Temer waves as he takes office before the plenary of the Brazilian Senate in Brasilia, on August 31, 2016. Andressa Anholete/AFP

New immigration law opens Brazil’s borders to trafficking and Islamic Caliphate

This article deals with the situation of the Islamization of Brazil in light of the new Law of Immigration, approved by the country’s Senate and sent for presidential signing. It highlights steps that have been taken to increase the nonexistent Islamic presence in Brazil into becoming an influential power. To understand the situation one needs to understand the deterioration of the political landscape of the country, which is briefly discussed in the course of the article (keeping in mind that politics in Brazil has a huge complicating factor: endemic corruption).

During an Islamic conference in Chicago in 2008 I heard the audio of a speech from an Imam in which he described how Brazil would become an Islamic nation within 50 years. I was aware of what was happening in the West but I thought that Brazil would not be in the axis of Islamic interest. I was wrong. After all, Brazil is the powerhouse of South America not just due to the size of the country (remember, Brazil is larger than the US without Alaska) but also due to the size of its economy and influence. It is said that where Brazil goes so goes South America.  Indeed.

In 1964 a democratic but USSR-leaning government was overthrown by the Brazilian military under the pretext of keeping Brazil from becoming a “New Cuba.” The military regime remained in power, relinquishing it slowly under pressure from a democratic front that encompassed politicians, civil society and the Brazilian Roman Catholic bishops, most of them adherents of the Liberation Theology. During this time communist-style guerrilla warfare took place and several of the guerrilla leaders ended up deported, mostly to Chile (under Allende), Cuba or France. In 1988, a new Constitution was promulgated and in 1989 presidential elections were held. The guerrilla leaders returned to the country under an amnesty law and joined a number of pro-Socialist parties. The most notable of them was the Labor Party (PT), led by the union leader Lula da Silva, who was compared by many to Lech Walesa and Václav Havel. The difference is that unlike Walesa and Havel, Lula wanted Socialism and Globalism.

The new civilian regime reached its apex during the presidency of Fernando Cardoso (1995-2003), of the also Left-leaning Social Democrats (PSDB). He controlled inflation and led the country to phenomenal growth, even though under accusations of rampant corruption. Lula da Silva was elected in 2003, remaining in power until 2011. He used the economic legacy of his predecessor, creating his own corruption base in an attempt to solidify power. His goal was to keep the Labor Party in permanent control of the Federal Government. He was followed by Dilma Roussef in 2012, but the economy did not survive 8 years of Lula da Silva and corruption that reached unprecedented levels. The corruption was made public by a few young and courageous judges in what has been know as Operation Car Wash. Dilma Roussef was impeached, being replaced by her vice-president, Michel Temer.

It should be mentioned that since Fernando Cardoso’s presidency, Brazil has turned towards the Left and several former guerrilla members have become Ministers of State. It continues up to today under the current president.

Then enters the unholy alliance between the Left and Islam, Brazilian style. 

Most of the Left in Brazil is anti-Semitic, anti-Israel and Pro-Palestinian. Add to the equation the inherent animosity against the USA (accused of helping the military in 1964) and the overthrow of Saddam Hussein and al-Khadafi, as well as their sympathy for Iran, and you have open doors for any Islamic leader to the high echelons of power.

Since the late 1990s there has been a growing presence of Saudi and UAE support for an exponential effort in building mosques and madrassas, even though the number of Muslims remains small (official records mention fewer than 100,000 whereas Islamic leaders mention two million).

There has been also an increase in the number of visits by Islamic leaders of any kind to government officials at state, municipal and federal levels. There has also been increasing activity dealing with public safety, including the arrest of several Muslims accused of terror plots, as well as increasing activity of Hezbollah in connection with organized crime.

But Islam has not made an impact on the local population as its leaders would like. The only way for a faster growth is by fostering Muslim immigration to Brazil. There has been a concerted effort linking government officials, NGOs (e.g., funded by the likes of George Soros’ Open Society Foundation and the Ford Foundation), Christian groups and Islamic leaders to open the doors for more immigrants and refugees. The halal industry is a door, but not to import enough Muslims. Meet the new Law of Immigration.

Senator Aloysio Nunes, himself a former guerrilla fighter, now Minister of Foreign Affairs, is the author of this legislation that, among other things, destroys the borders of the country. The main intention of the Brazilian Left is the “continental integration”, i.e., that South America becomes a single Socialist entity (they have Venezuela as a model, seriously). So, the new legislation targets primarily the free transit of foreigners from bordering countries, giving them full citizenship rights. But anyone who comes to Brazil, even as tourist, can claim the same. The doors are open to anyone, from anywhere.

This law, in practical terms, leaves Brazilian migration policy in the hands of international organizations (for example, the UN and The Union of South American Nations [UNASUR]), without limiting the number of immigrants coming to Brazil. As the Minister of Justice said: there may be one thousand, ten thousand, one hundred thousand per year, everyone is welcome. It turns out that Brazil cannot provide for its people, with tens of millions living in poverty; how will it provide for “one hundred thousand refugees per year”?

This law guarantees that foreigners — anyone who wants to stay in Brazil — will have access to all services — public health services, welfare — as if they were Brazilians. But Brazil is not Sweden nor Germany. Who will pay this bill?

Resultado de imagem para corcovado rio de janeiro Brazil pictures

Visitors (tourists) are considered immigrants, with all rights, they just need to say so. 

Foreigners are allowed to form political parties and trade unions. Who will they represent? Are they committed to the public common good or to external forces and entities? 

The law allows the creation of “common spaces”. In this way several enclaves of foreigners will be created in the Brazilian territory. No-go zones, anyone?

By creating a borderless country, this law makes it more difficult to fight drug and arms trafficking, which is already a big problem. The control of criminals is compromised, because the law allows for the “non-criminalization of immigration”, ignoring the fact that illegal or dangerous immigrants and tourists exist!

Brazil is facing confrontations of the worst kind. A crisis of confidence, a moral crisis, an economic crisis, lack of employment with tens of millions of unemployed people, an overloading of social security, a serious crisis in its public health system, and an excessive tax burden that hampers economic prosperity. There are 60,000 murders per year, 38,000 rapes, and 7.6 million illegal weapons crossing our borders, and an undisputed level of power for organized crime and drug traffickers.

Laws that allow a world without borders have failed in Europe. We need to be honest and realistic. Humanitarian discourse will not survive the lack of employment, the prejudice that will arise in the melee of disputes for bread, medicine, crumbs thrown to the wind, and this law comes with wrong values, without looking at what is inside the door. To open our doors to the unknown world is to close the door to a life worthy of Brazilians.

Before proposing a law to accept hundreds of thousands of refugees and immigrants without controls and boundaries, our representatives should understand that any absorption of migration can only be made by those who have the conditions and under the criteria on which these conditions are sustained. But it seems that our representatives are no better than the European ones.

Considering that the European Union has already expressed its interest in relocating refugees outside of Europe, Brazil is in danger of becoming the sewer of the European Union.

Just one last thing. The mayor of São Paulo, João Dória, a Social Democrat, is selling municipal assets under the excuse that he wants to improve services. Where did he go to advertise them? To the Gulf countries. He is a strong presidential candidate for the elections next year. The prospects are not good.

 This article was written for VladTepes blog.

José Atento is a Brazilian blogger, writing in Portuguese at Lei Islâmica em Ação. José Atento can be reached at joseatento@gmail.com.


 

LEI ROUANET E AS ‘1001 INVENÇÕES…’

Fonte: Distribuição de 115 mil cartilhas muçulmanas pode captar 7 milhões via Lei Rouanet


LEI ROUANET E AS ‘1001 INVENÇÕES…’

Por Tião Cazeiro

21 de Abril de 2017

Em 26 de Julho de 2015, a ativista Pamela Geller escreveu este artigo, o qual traduzi e publiquei neste blog:

Pamela Geller: “1001 Mitos Muçulmanos e Revisões Históricas”

Eis aqui alguns excertos:

Durante um discurso na Universidade de Regensburg na Bavária em 2006, o Papa Benedito XVI citou um diálogo do século XIV entre o Imperador Bizantino Manuel II Paleólogo e um erudito Muçulmano Persa:

Me mostra exatamente o que Muhammad (Maomé) trouxe de novo, e lá você encontrará apenas coisas más e desumanas, como sua ordem de difundir pela espada a fé que pregava”.

O quarto lugar na lista da CNN Top 10 maiores invenções Muçulmanas: “No ano 859, uma jovem princesa chamada Fatima al-Firhi, fundou a primeira universidade a expedir concessão de grau em Fez, Marrocos.” A primeira universidade? Diga isto aos Judeus, um povo de 6.000 anos de idade, que tem a educação como um pilar de sua cultura. E mais, a universidade de Nalanda na Índia remonta ao século V.

Em seguida vem a álgebra, e essa reivindicação bem como as outras é um total absurdo. O Muçulmano, Abu Já’far ibn Muhammad Musa, é frequentemente descrito como o criador da álgebra. Mas Abu Já’far viveu entre 780 e 850 DC; a álgebra teve início na antiga Babilônia, Egito, e Atenas, 2.500 anos antes de Abu Já’far nascer.

Hoje pela manhã, o meu amigo Ernane Oliveira me enviou o link do blog Terça Livre sobre um artigo do Instituto Liberal que diz o seguinte:

A farra com o dinheiro dos pagadores de impostos feita pelo Ministério da Cultura (MinC) continua. O MinC ofereceu, ainda sob o governo Dilma Rousseff, parecer favorável para a captação via Lei Rouanet de R$ 7.095.007,39 para a organização da exposição “1001 Invenções: descobrindo o duradouro legado da civilização Muçulmana”, idealizada pelo “1001 Inventions Ltda”, de Londres (Reino Unido), a ser realizada no “Catavento Cultural e Educacional”, em São Paulo, no período de 29/08/2017 a 03/12/2017. Resta apenas que a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) aprove o parecer em sua 245a reunião, a qual deve acontecer nos próximos dias 7 a 9 de junho, em Brasília. [Ênfase adicionada]

Veja, a Pamela Geller é uma ativista respeitadíssima nos EUA. Foi eleita a “Mulher do Ano em 2015” e trabalha com Robert Spencer/ Jihad Watch. Ambos jamais acusariam uma instituição sem qualquer prova concreta, o qual envolveria processos judiciais de alta voltagem.

Eis aqui o que a Pamela Geller disse:

A CNN, na quarta-feira passada, publicou um “artigo” viciosamente mentiroso persistindo no mito das “invenções Muçulmanas” — mais uma vez.

Nada de novo. Já havia escrito sobre isso em 2012. A CNN está lançando um novo livro baseado nas 1001 Invenções Muçulmanas, um museu itinerante em exibição que vem percorrendo todo o Ocidente com grande sucesso e aclamado por gente como o Príncipe Charles. Isso tem induzido centenas de milhares de crianças a uma visão otimista e romantizada sobre o Islã, a qual os torna menos capazes de apreciar as realizações da sua própria cultura, e mais complacentes com a Islamização no Ocidente.

Portanto, a exibição “1001 Invenções: descobrindo o duradouro legado da civilização muçulmana”, precisa ser investigada para que as pessoas não sejam iludidas, principalmente devido a faixa etária, objetivo maior da exibição.

Além da exposição, que deve durar três meses, o projeto também prevê a entrega de 115 mil cartilhas para os estudantes de 7 a 17 anos que visitarem a exposição.

A princípio, a informação que tenho é que este projeto foi aprovado ao custo de R$ 7.825.451,58 — US$ 2.485.606,88 (taxa de hoje).

Portanto, espero que leiam os artigos mencionados acima e se possível direcione este artigo…

Que a verdade prevaleça.

Grato!


 

POR QUE A PÁSCOA REVELA O PIOR DO ISLÃ

Fonte/Source: Why Easter Brings Out the Worst in Islam – Raymond Ibrahim


POR QUE A PÁSCOA REVELA O PIOR DO ISLÃ

Por Raymond Ibrahim

17 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Por que alguns Cristãos são assassinados e muitos aterrorizados em nome do Islã nos feriados da Páscoa?

O ataque mais notável deste ano ocorreu no Egito, onde duas igrejas Cristãs Coptas foram bombardeadas durante a missa do Domingo de Ramos, deixando 50 mortos e 120 feridos.

Embora este incidente tenha recebido alguma cobertura da mídia Ocidental, os ataques às igrejas do Egito na Páscoa, ou em torno dela, não são incomuns. Por exemplo, neste último dia 12 de Abril, apenas dois dias após os ataques do Domingo de Ramos, as autoridades frustraram outro ataque terrorista Islâmico visando um monastério Copta no Alto Egito. Da mesma forma, no dia 12 de Abril de 2015, Domingo de Páscoa, duas explosões dirigidas a duas igrejas separadas ocorreram no Egito. Apesar de nenhuma ocorrência fatal— e por esta razão não houve relatos na mídia Ocidental —poderia facilmente ter resultado num grande número, baseado em precedentes (por exemplo, em 1 de Janeiro de 2011, quando os Cristãos do Egito inauguravam o Ano Novo — outro feriado Cristão para as comunidades Ortodoxas — carrosbomba explodiram perto da Igreja dos Dois Santos em Alexandria, resultando em 23 mortos e dezenas de feridos em estado crítico).

Menos espetacular, mas não menos contundente, depois de 45 anos de espera, os Cristãos de Nag Shenouda, no Egito, finalmente conseguiram uma autorização para construir uma igreja; os Muçulmanos locais responderam com tumultos e até queimaram a tenda temporária que os Coptas tinham erguido para o culto (um incidente diferente deste aqui). Rejeitados, os Cristãos de Nag Shenouda comemoraram a Páscoa na rua, para zombaria e escárnio (foto aqui)

Enquanto quase tudo pode provocar os Muçulmanos a atacar as igrejas em todo o mundo, há uma razão para que o acirramento de ânimos possa atingir um pico febril durante a Páscoa: mais do que qualquer outra festa Cristã, o Domingo da Ressurreição comemora e celebra três doutrinas centrais Cristãs que o Islã manifestamente rejeita: que Cristo foi crucificado e morreu; que ressuscitou; e que por virtude especial do último, é o Filho de Deus. Como disse o Dr. Abdul Rahman al-Bir, mufti da Irmandade Muçulmana do Egito em 2013, os Muçulmanos não devem elogiar os Cristãos durante a Páscoa, pois esse feriado “contradiz e colide com a doutrina Islâmica, ao contrário do Natal”.

Daqui por diante a carnificina faz sentido. Assim, no Domingo de Páscoa de 2016, outro atentado suicida com bombas Islâmicas ocorreu perto de um parque público infantil no Paquistão, onde os Cristãos eram conhecidos por estarem congregados e celebrando. Cerca de 70 pessoas — em sua maioria mulheres e crianças — foram mortas e quase 400 feridas. Algo semelhante estava reservado ao Paquistão este ano, em 2017, quando os funcionários frustraram um “grande ataque terrorista” dirigido aos Cristãos no Domingo de Páscoa.

Celebrar a Páscoa é um assunto especialmente perigoso nas regiões de maioria Muçulmana na Nigéria: uma igreja foi incendiada no Domingo de Páscoa de 2014, deixando 150 mortos; outra igreja foi bombardeada no Domingo de Páscoa de 2012, deixando cerca de 50 fiéis mortos; os pastores Muçulmanos lançaram uma série de ataques durante a semana da Páscoa, em 2013, matando pelo menos 80 Cristãos — principalmente crianças e idosos; além disso, mais de 200 casas Cristãs foram destruídas, oito igrejas queimadas e 4.500 Cristãos removidos.

Como a presença do Islã continua crescendo na Europa, e de acordo com a regra de números do Islã, os ataques relacionados com a Páscoa também estão crescendo. De acordo com um relatório, “a célula terrorista que atingiu Bruxelas [em Março de 2016, matando 34] estava planejando massacrar os fiéis nos cultos da Páscoa em toda a Europa, incluindo a Grã-Bretanha”. Na Escócia, em 2016, um homem Muçulmano apunhalou outro Muçulmano até a morte por desejar aos Cristãos uma Sexta-Feira Santa e uma Feliz Páscoa. E se um plano terrorista da al-Qaeda visando os consumidores durante a Páscoa no Reino Unido não fosse frustrado “certamente teria sido o pior ataque terrorista da Grã-Bretanha, com o potencial de causar mais mortes do que os ataques suicidas de 7 de Julho de 2005, quando 52 pessoas foram assassinadas”.

Episódio atrás de episódio…

É claro que, embora o Domingo da Ressurreição tenha a capacidade de ofender — e, assim, revelar o pior em alguns Muçulmanos mais do que em qualquer outro dia santo Cristão, deve-se ter cuidado para não atribuir muito dano doutrinário aos agressores. Afinal, os Muçulmanos bombardearam e queimaram igrejas Cristãs em outros feriados — uma igreja do Cairo foi bombardeada deixando 27 mortos antes do último Natal — e sem feriados. (Veja aqui o Natal de 2016, aqui o Natal de 2015, e aqui o Natal de 2014 para ver dezenas de episódios de violência Muçulmana contra e assassinato de Cristãos no contexto do Natal.)

Em suma, qualquer que seja o feriado, um número crescente de Muçulmanos parece concordar com a opinião de um clérigo Egípcio de que “o culto Cristão é pior do que assassinato e derramamento de sangue” —significando, derramando o sangue dos Cristãos e os assassinando é preferível do que permitir que exibam sua oposição aos ensinamentos de Muhammad/Maomé, como fazem naturalmente todos os Domingos na igreja. Somente os Muçulmanos doutrinariamente sintonizados, e que estão em minoria, salvam seus ataques para aquele dia especial do ano que tão flagrantemente desafia o Islã: Domingo da Ressureição.


Tradução: Tião Cazeiro —Muhammad e os Sufis

No Caminho Das Folhas

 

No Caminho Das Folhas

Por Tião Cazeiro

Resultado de imagem para coelhinho da pascoa
Coelhinho da Páscoa, o que trazes?   —   Crédito da foto: http://buff.ly/2pFNabD

Fui batizado e crismado na igreja Católica. Entretanto, desde criança, tive contato com outras religiões como a Umbanda, a qual sigo há muito tempo, embora lá no fundo eu sinto que não tenho religião, (mas a grande música), porque gosto de todas, excluindo as que antagonizam todas as outras.

Minha falecida mãe frequentou a Mahikari durante décadas até o fim da vida, e no entanto visitava e gostava da Umbanda, do Budismo etc. Adoro o Budismo, já frequentei e tenho muitos amigos Budistas. Gosto da Índia (Hinduísmo), gosto dos amigos Judeus, dos amigos do Candomblé…

Pense o que quiser… Existe um ditado na Umbanda, — não sei se é exclusivo da mesma — que diz o seguinte: “O pensamento é do homem; o sentimento é de Deus”.

Veja o que disse al Sisi, o Presidente do Egito, um Muçulmano fervoroso, no seu famoso discurso em Al Azhar, diante das maiores lideranças do Islã:

Esse pensamento (que é responsável por produzir “ansiedade, perigo, massacre e destruição” ao redor do mundo) — Eu não estou dizendo “religião”, mas “pensamento” — que corpus de textos e ideias que temos sacralizado ao longo dos séculos, a tal ponto que se afastar deles tornou-se quase impossível, está antagonizando o mundo inteiro. Isso está antagonizando o mundo inteiro!

Hoje, Domingo de Páscoa, diante de tanta tragédia no Egito etc. e outras que virão, em nome do Islã, acordei com a seguinte imagem…

Lembrei de uma amiga especial, de ascendência Pomerana, que adora e me mostrou a tradição das folhas na Páscoa, ou seja, colocam folhas no chão, — para quando as crianças acordarem — formando um caminho, ou trilha pela casa até chegar aos ovinhos escondidos, deixados pelo coelhinho da Páscoa…

Resultado de imagem para people celebrating easter

Rever essa imagem deixa os olhos embaçados, pois trata-se de um sentimento especial, um sentimento precioso, muitíssimo delicado, que praticamente se perdeu por conta do pensamento antagônico em ascensão, sem luz, nefasto, destruidor, atrelado à violência, a supremacia Islâmica e a ignorância espiritual.

Um exemplo de escuridão espiritual é o senador Aloysio Nunes e sua lei de Migração, a qual tem grande chance de ser aprovada, e nesse caso será uma tragédia.

Como bem diz Leandro Ruschel, “eu gostaria de saber quanto esses Senadores estão recebendo para acabar com o Brasil, para destruir com o conceito de Brasil como uma nação?”

Ainda há tempo para tentar impedir, precisamos lutar como nunca, para que isso não aconteça.

Criticar o Cristianismo, a Umbanda, o Budismo, o Judaísmo, o Hinduísmo etc. é natural e saudável porque existe luz nesses caminhos… no caminho das folhas…

Aceitar a natureza antagônica do Islamismo 
através do globalismo é suicídio.

Feliz Páscoa a todos vocês! Vamos seguindo as folhas…

Resultado de imagem para forest beautiful

BIA KICIS, JAIR BOLSONARO, JOICE HASSELMANN, LEANDRO RUSCHEL, LUIZ PHILIPPE DE ORLEANS E BRAGANÇA

BIA KICIS, JAIR BOLSONARO, JOICE HASSELMANN, LEANDRO RUSCHEL, E LUIZ PHILIPPE DE ORLEANS E BRAGANÇA

    E A ABSURDA LEI DE MIGRAÇÃO DE ALOYSIO NUNES

Por Tião Cazeiro

15 de Abril de 2017


A pergunta que Leandro Ruschel levanta é a que todos os Brasileiros precisam ter em mente neste momento gravíssimo:

“Já que nós sabemos, que esses Senadores de uma maneira geral são bandidos, as evidências abundam, quanto eles estão recebendo para aprovar isso por lei, qual é a contrapartida, o que está sendo oferecido? Nós já sabemos que vários aprovaram medidas provisórias por conta de propinas que a Odebrecht ofereceu, isso está mais do que claro, eu gostaria de saber quanto esses Senadores estão recebendo para acabar com o Brasil, para destruir com o conceito de Brasil como uma nação?” 

Portanto, resolvi abrir este espaço para ajudar e pedir a sua colaboração neste momento de grande apreensão.

Sim, essa lei é um absurdo e vai levar o país ao caos. Por conseguinte, precisamos pressionar para que não seja implementada.

Faça a sua parte divulgando este artigo ou os vídeos individualmente, tanto faz.  Entre em contato com Senadores etc.

O momento é gravíssimo, e infelizmente poucos Brasileiros têm realmente consciência disso.

Grato!

Por Que Os Cristãos Estão Sendo Assassinados No Egito

Fonte/Source: Why Christians Are Being Slaughtered in Egypt – Raymond Ibrahim


Por Que Os Cristãos Estão Sendo Assassinados No Egito

Por Raymond Ibrahim

14 de Abril de 2017

Mulheres aos prantos durante o funeral das vítimas dos ataques à igreja de Domingo de Ramos.

PJ Media

No dia 9 de Abril — Domingo de Ramos, início da Semana Santa da Páscoa — duas igrejas Cristãs foram bombardeadas durante a missa no Egito, deixando pelo menos 50 fiéis mortos e quase 130 feridos e/ou mutilados.  (Imagens Fortes / vídeo sobre as consequencias aqui).

Menos de quatro meses antes, em torno do Natal, outra igreja Cristã foi bombardeada no Egito, deixando 27 fiéis — em sua maioria mulheres e crianças — mortos e ferindo quase 70. No Ano Novo de 2011, outra igreja Egípcia foi bombardeada, deixando 23 fiéis mortos.

Em 2013, cerca de 70 igrejas Cristãs no Egito foram atacadas, muitas delas queimadas pela Irmandade Muçulmana e seus adeptos.

E mais, muitos outros ataques “menores” às igrejas Egípciastentativas fracassadas de bombardeios, grafites cheios de ódio e revoltas de “multidões irritadas” — que são tão “cotidianas” que não recebem praticamente nenhuma cobertura de mídia no Ocidente.

Basta ouvir as palavras e os ensinamentos de alguns dos pregadores Muçulmanos do Egito para entender por que os Cristãos do Egito — estão sendo assassinados em número crescente — e suas igrejas estão constantemente sob ataque.

Veja Dr. Ahmed al-Naqib, por exemplo. Estudou nas melhores madrassas (escolas) Islâmicas, incluindo Al Azhar, autor de vários livros sobre a doutrina, recebeu prêmios e condecorações por suas realizações acadêmicas, e aparece regularmente na televisão. Em vídeo, aparece discutindo um ataque recente, perpetrado por um bando de Muçulmanos numa igreja no Egito, que a mídia e o governo sempre denunciam como fitna, uma palavra Árabe que significa tentação ou discórdia e a qual o Islã comanda aos Muçulmanos para se oporem.

Nota do tradutor: A palavra “shirk (شرك)”, que será vista no parágrafo seguinte, significa “ser parceiro”, “ser parceiro em alguma coisa”, …de outro que não seja Alá; assim, esse tipo de shirk é chamado de “Shirk Maior” ou “Shirk Aberto”.

Citando textos Islâmicos venerados, incluindo o Alcorão, o Dr. Naqib explicou que a exibição aberta, chamada de shirk, o maior pecado no Islã, associando alguém a Deus, do qual o Alcorão acusa os Cristãos de o cometer através da Trindade — é a pior forma de fitna, pior que assassinato e derramamento de sangue.”

Em outras palavras, e como deixou claro no restante do vídeo, fitna (ou discórdia) não é quando os Muçulmanos atacam as igrejas Cristãs — longe disso —, mas sim quando os Cristãos são autorizados a exibir seu shirk (ou “Blasfêmias”) em igrejas próximas dos Muçulmanos. Combater isso — até mesmo ao ponto de “assassinato e derramamento de sangue” — é preferível.

Em seguida, temos o Dr. Yasser Burhami, a face do movimento Salafista Egípcio, tão credenciado e prolífico como Naqib: o qual pode ser visto em vídeo dizendo que, embora um homem Muçulmano tenha permissão para se casar com mulheres Cristãs ou Judias, deve certificar-se de que ainda as odeia em seu coração — e sempre mostrar que as odeia — porque são infiéis; caso contrário, corre o risco de comprometer o seu Islã.

Quanto às igrejas, Burhami emitiu uma vez uma fatwa proibindo táxis Muçulmanos e motoristas de ônibus de transportarem sacerdotes Cristãos para as igrejas, um ato, dito por ele, “mais proibido do que levar alguém a um bar de bebidas alcoólicas”.

Mas não são apenas os sheiks “radicais” ou Salafistas que fazem tais declarações odiosas. Mesmo as chamadas instituições Islâmicas “moderadas”, como Dar al-Ifta de Al Azhar, emitiram uma fatwa em Agosto de 2009 comparando a construção de uma igreja a “uma boate, um cassino ou um celeiro para criação de porcos, gatos ou cães “.

Tais analogias não são originárias dos Salafitas ou Dar al-Ifta, remontam às mais reverenciadas doutrinas do Islã, incluindo Ibn Taymiyya e Ibn Qayyim, cujos livros são vendidos e usados ​​em todo o Egito, incluindo escolas. Eles ensinaram que “construir igrejas é pior do que construir bares e bordéis, porque as essas [igrejas] simbolizam a infidelidade, enquanto os [bares e bordéis] representam a imoralidade”.

Isto explica o motivo, o porquê após o bombardeamento fatal à igreja em 11 de Dezembro de 2016 que deixou 27 mortos, Muçulmanos escreveram “diariamente” coisas como “Deus abençoe a pessoa que fez este ato abençoado” nas mídias sociais. Uma mulher Muçulmana de aparência média aparece nas ruas do Egito celebrando jubilosamente o massacre (vídeo legendado em Inglês). Ela triunfantemente grita “Allahu Akbar!” E diz que “nosso amado profeta Muhammad está pagando os infiéis [Cristãos] de volta… por rejeitar o tawhid, que deve ser proclamado em todos os cantos do Egito!”

Os Americanos devem se lembrar de que os Muçulmanos em todo o mundo também celebraram os ataques terroristas de 11 de Setembro. Diante disso, a premissa era “devemos ter feito algo para fazer os Muçulmanos nos odiarem tanto”. Mas se a poderosa América é capaz de provocar Muçulmanos com suas políticas externas, o que a tão oprimida e excluída minoria Cristã do Egito fez para fazer com que os Muçulmanos celebrem a notícia de que uma igreja foi bombardeada e Cristãos assassinados?

Qualquer um poderia continuar indefinidamente com os exemplos dos clérigos Muçulmanos e suas instituições incitando — com absoluta impunidade — a violência contra os Cristãos e suas igrejas no Egito. Muitos Egípcios seculares e/ou moderados concordam. Por exemplo, em 2014, os partidários da Irmandade Muçulmana espancaram e mataram uma mulher depois que uma cruz a identificou como Cristã. Pouco tempo depois, um editorial Egípcio intitulado “Encontre o verdadeiro assassino de Maria” argumentou que:

“Aqueles que mataram a jovem e vulnerável Mary Sameh George, por pendurar uma cruz em seu carro, não são criminosos, mas sim miseráveis ​​que seguem aqueles que legalizaram, para eles, o homicídio, o linchamento, o desmembramento, e o desnudamento de jovens Cristãs – sem nem precisar dizer “mate.” Do [clérigo Islâmico] Yassir Burhami e seus colegas que anunciam seu ódio pelos Cristãos através de canais via satélite e nas mesquitas, alegando que o ódio dos cristãos é sinônimo de amor a Alá, — são os verdadeiros assassinos que precisam ser denunciados e processados.”

Pode-se dizer a mesma coisa sobre os bombardeios da última igreja de Domingo de Ramos que assassinou 50 pessoas. Embora o Estado Islâmico (ISIS) tenha rapidamente reivindicado os ataques terroristas, isso não é realmente relevante para a história. “ISIS” — como Al-Qaeda, Boko Haram, Al-Shabaab, Hamas, Taliban, Wahabbi Saudi, e os Muçulmanos que perseguem Cristãos em 40 das 50 piores nações do mundo — é um sintoma, não a fonte do ódio.

Em suma, até que o governo Egípcio remova os sheiks “radicais” e seus ensinamentos nas mesquitas, nas escolas, nas estações de televisão e em todas as outras posições de influência, os Muçulmanos continuarão a ser radicalizados, as igrejas continuarão a ser bombardeadas, e os Cristãos continuarão a serem assassinados.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Por Que O Cristianismo Representa Uma Clara Ameaça À Índia

Fonte/Source: Why Christianity poses a clear threat to India | IndiaFacts


allahjehovah11-816x500

Por Que O Cristianismo Representa Uma Clara Ameaça À Índia

O Cristianismo ainda não falhou na Índia. 
Com poderosos aliados no Ocidente, 
está se preparando para mais uma grande colheita.

Por  /@ByRakeshSimha


Se você pudesse resumir a história do Cristianismo na Índia em uma palavra, essa palavra seria ingratidão. Entre os primeiros refugiados a chegar à Índia estavam os Cristãos Sírios, perseguidos em suas terras nativas no Império Persa, século IV CE.

Perseguição não seria a palavra correta nesse caso porque os Cristãos Sírios do Império Persa foram encontrados colaborando com a Roma Cristianizada. Horrorizado com a traição de seus súditos Cristãos — em meio à guerra da Pérsia com os Romanos —, o Rei Zoroastriano Shapur II lamentou: “Nós estamos em estado de guerra; Eles estão num estado de alegria e prazer. Vivem em nossa terra, mas pensam como o Imperador, nosso inimigo.”

Shahpur II deportou alguns Cristãos de sua província Oriental na Síria e impôs um duplo imposto sobre os que permaneceram. Os vassalos Cristãos foram então ordenados a reverterem-se à sua religião Zoroastriana nativa.

Por falta de sorte, os Cristãos Sírios procuraram refúgio na Índia. A costa de Malabar, em Kerala, os atraiu — porque tinham ouvido falar de uma comunidade antiga de Judeus que viveram nesse local desde o primeiro século CE, fugindo da turbulência do Oriente Médio.

Como os Cristãos Sírios — ou Nasaranis — como ainda são chamados pelos moradores locais, foram tratados? “O Rei Indiano os recebeu com grande bondade”, escreve George David Malec na História da Nação Síria e da Antiga Evangélica-Igreja Apostólica do Oriente.

“Na escola de Kotem em Malabar ainda existem algumas placas de cobre com mensagens escritas pelo Rei ao líder Cristão, permitindo que ele e seus seguidores se instalassem em alguns lugares e recomendassem aos chefes vizinhos”.

De fato, por volta de (1498 CE) quando os saqueadores Portugueses conduzidos por Vasco Da Gama chegaram em Malabar, a comunidade Cristã Síria estava florescendo, com pelo menos 30.000 membros. Agora, eis aqui como retribuíram a generosidade da Índia. Quando Da Gama retornou pela segunda vez em 1502, foi recebido por uma delegação de Cristãos Sírios: “Eles se identificaram, renderam suas antigas honrarias e documentos, e o convidaram — para fazer a guerra contra seus Reis Hindus“, escreve Ishwar Sharan em O Mito de Santo Tomás e do Templo Mylapore Shiva.

De acordo com George Menachery, um apologista Católico e antigo conselheiro do Departamento de Arqueologia do Estado de Kerala, os Cristãos Sírios apresentaram ao Da Gama uma “Vara de Justiça” e juraram fidelidade aos Reis Portugueses e imploraram a proteção Portuguesa.

K.M. Panikkar descreve em Malabar e os Portugueses: “Mais do que isso, sugeriram (para Da Gama) que com a ajuda deles conquistaria os Reinos Hindus e o convidou — a construir uma fortaleza para esse propósito em Cranganore (Kodungallur). Essa foi a recompensa que os rajas Hindus receberam por tratar com liberalidade e bondade os Cristãos em seu meio“.

vascoO autor e pesquisador Sanjay Subrahmanyam, que não era amigo dos Hindus, escreve no extensamente comentado A Carreira e a Lenda de Vasco da Gama:

A perspectiva dos Cristãos Sírios sobre as primeiras atividades Portuguesas em Kerala é interessante; claramente apoiam os seus correligionários, e não os governantes locais…

Em carta datada de 1524, o Bispo Sírio-Cristão Mar Jacob escreve depois de relatar todas as suas ações a favor da Coroa Portuguesa: “Isto, Majestade, é o serviço que fiz nessas partes, com a intenção de levá-lo a ajudar-me na expansão dessas pessoas (Cristãos Sírios) através desta Índia na fé de Jesus Cristo, nosso Redentor.

Subrahmanyam continua: “No mesmo contexto, ofereceu a ajuda dos Cristãos Sírios como uma força militar auxiliar, para ajudar os Portugueses, alegando que representam ‘mais de 250.000 guerreiros’”. O bispo pede a Vasco Da Gama para interceder — para que use a força militar — em nome da comunidade Cristã Síria. Mar Jacob também propôs a construção de uma fortaleza Portuguesa em Cranganore, uma proposta que entrou em vigor uma década mais tarde, em 1536, abrindo caminho para a colonização Portuguesa.

Porém, uma vez que usaram cinicamente a ajuda da comunidade traidora, os fanáticos Portugueses perseguiram os Cristãos Sírios como vingança e os forçaram — sob pena de morte — a abandonar sua antiga Igreja Ortodoxa e a jurar lealdade ao Catolicismo Romano.

Avançando pelo Século XX

A história dos Cristãos de Kerala — que hoje constituem cerca de 20% da população do Estado — não tem sido totalmente exemplar nos tempos modernos. No início da década de 1970, quando— a Primeira Ministra Indira Gandhi denunciou publicamente a ameaça de subversão da CIA na Índia, o embaixador dos EUA em Nova Delhi, Daniel Patrick Moynihan, ordenou uma investigação sobre o assunto.

A Embaixada dos Estados Unidos descobriu em duas ocasiões durante o governo do pai de Indira, o Primeiro-Ministro Jawaharlal Nehru, que a CIA secretamente forneceu fundos para ajudar os adversários dos comunistas nas eleições estatais. A primeira ocasião foi na década de 1950, em Kerala, onde o dinheiro foi fornecido à Igreja Cristã Síria para desestabilizar o Partido Comunista democraticamente eleito na Índia. Segundo Moynihan, “Ambas as vezes o dinheiro foi dado ao Partido do Congresso, o qual havia solicitado. Uma vez que foi dado à própria Sra. Gandhi, que era então uma funcionária do partido“.

Assim como os Cristãos Sírios apoiaram seus correligionários Ocidentais em detrimento das comunidades Hindus e Muçulmanas locais, com quem coexistiram — e de cuja ajuda floresceram, prosperaram e gentrificaram — os Cristãos Indianos modernos protegem o Ocidente, especialmente os Estados Unidos. De acordo com eles, a América, sendo a maior nação Cristã, deve ajudá-los a manter a Índia — e, portanto, os Hindus — na linha.

Papel Dos Cristãos Na Divisão Indiana

Em um artigo intitulado O Papel dos Cristãos no Movimento da Liberdade do Paquistão, publicado no Jornal de Ciências Sociais do Paquistão, Munir-ul-Anjum e Shahnaz Tariq escreve:

O apoio dos Cristãos em prol do Paquistão foi baseado na crença de que a sociedade Muçulmana em sua natureza era mais secular do que o sistema de casta da sociedade Hindu, portanto, mais permissiva aos direitos e salvaguardas das minorias religiosas”.

Os Cristãos apoiaram fortemente Quaid-e-Azam e a Liga Muçulmana naquele momento crítico quando havia muita oposição à formação de um novo estado Muçulmano. A All India Christian Association garantiu a cooperação incondicional plena ao fundador do Paquistão. Este papel crucial da população Cristã da região foi reconhecido pelo fundador do Paquistão e da All India Muslim League em todos os níveis. Esses Cristãos desempenharam um papel muito forte na criação do Paquistão… O voto Cristão antes da Comissão de Fronteiras foi o único voto decisivo para a verdadeira fundação do Paquistão. Líderes Cristãos votaram pelo Paquistão porque acreditavam que Quaid-e-Azam seria o verdadeiro protetor de seus direitos e interesses“.

Quando os procedimentos da Comissão de Fronteiras tomou forma, os líderes Cristãos Dewan Bahadur S.P. Singha, C.E. Gibbon e Fazal Elahi, numa declaração registrada, exigiram que na demarcação das fronteiras, a população Cristã fosse incluída e denominada como população Muçulmana“.

Nos últimos dias da Índia unida, Jinnah visitou Lahore como parte de sua campanha para buscar o apoio da comunidade minoritária para o Paquistão. Ele conheceu o líder Cristão Chandu Lal e o líder Sikh Giani Kartar Singh. O líder Sikh recusou sua oferta enquanto Chandu Lal declarou apoio incondicional dos Cristãos ao Paquistão. Quando a resolução de juntar o Paquistão ou a Índia foi transferida e votada na Assembleia Legislativa de Punjab, os três membros Cristãos votaram a favor do Paquistão e salvaram a situação. Oitenta e oito e 91 votos foram expressos a favor da Índia e do Paquistão, respectivamente. Desta forma, os três votos Cristãos decidiram o destino da província.” [Ênfase adicionada]

No entanto, não contentes com a criação do Paquistão, os Cristãos “denunciaram e condenaram a injusta distribuição da província de Punjab com mais ímpeto que os Muçulmanos e tentaram o melhor possível para incluir os distritos de Pathankot e Gurdaspur no Punjab Ocidental”.

Os Cristãos São Uma Quinta Coluna?

Os fundamentalistas Cristãos prosperam no sofrimento e no desastre. Em Fevereiro de 2001, T. John, ministro da aviação civil de Karnataka e membro da Igreja Ortodoxa, descreveu o terremoto de Gujarat, que resultou na morte de mais de 20.000 pessoas, como “a punição de Deus ao povo por maltratar Cristãos e Minorias no estado“.

John também viu uma conexão divina entre os ataques aos Cristãos em Orissa e o ciclone que atingiu a região em Dezembro de 1999, matando 10.000 pessoas. Isso não é nada além de prazer vicário à custa de Indianos não-Cristãos.

asia

O Evangelista da Ásia, K.P. Yohannan, fundador e presidente do grupo Evangelista, Gospel for Asia (investigado por IndiaFacts várias vezes anteriormente), saudou o tsunami de 2004 como “uma das maiores oportunidades que Deus nos deu para compartilhar seu amor com as pessoas“.

Ele não foi o único a expressar tais sentimentos. O tsunami na Índia — no qual 10.136 pessoas foram mortas e centenas de milhares desabrigadas — foi de fato uma surpresa para muitas Igrejas Americanas, as quais derramaram bilhões de dólares para converter um grande número de pescadores pobres da região de Kudankulam.

Dez anos mais tarde, esses conversos foram lançados contra a importante central nuclear Kudankulam. Em 2014, a Intelligence Bureau (IB) — principal órgão de segurança interna da Índia — apresentou um relatório ao Primeiro Ministro Narendra Modi, identificando várias ONGs financiadas por estrangeiros que estão “afetando negativamente o desenvolvimento econômico”.

O relatório do IB relaciona-se perfeitamente com as declarações do ex-primeiro-ministro Manmohan Singh de que as ONGs financiadas pelos Americanos estavam liderando os protestos contra os reatores nucleares Russos construídos em Kudankulam. Ouvir o irritante e taciturno Singh — apesar de ter o seu cargo de Primeiro Ministro nas mãos do chefe do partido, uma pró-Cristã e Católica Sonia Gandhi — é uma indicação do perigo colocado à segurança nacional da Índia por forças controladas remotamente pelo Ocidente.

As ONGs que estavam no centro dos protestos de massa foram associadas com o Bispo Yvon Ambroise, o líder da Igreja de Tuticorin, que esteve ativo durante a viciosa campanha contra a usina.

Na verdade, há evidências de que os Cristãos mais antigos convertidos do Hinduísmo traíram interesses Indianos. Também ilustra como os Cristãos são facilmente coagidos por seus mestres Ocidentais.

O processo pelo qual o algodão é tingido (Animalizing) — era um segredo que permaneceu um mistério para os Europeus. Stephen Yafa explica em seu livro Cotton: The Biography of a Revolutionary Fiber como este segredo comercial foi roubado: “Ironicamente, foi um homem do tecido, o Padre Jesuíta Coeur-doux, que traiu esses segredos ferozmente guardados. Em 1742, o clérigo Francês aproveitou o seu posto missionário na costa de Coromandel para ganhar a confiança dos mestres tintureiros Indianos que ele havia convertido ao Catolicismo.”

Esses Cristãos Indianos lhe confiaram seu processo secreto com a compreensão de que nunca o revelaria. E o que o padre fez? “Coerdoux(sic) imediatamente deu uma descrição detalhada em uma carta, passo a passo, publicada na França. Em um piscar de olhos, 3000 anos de prática artesanal clandestina tornou-se de conhecimento público.”

O ponto não é a traição pelos recém convertidos Indianos Cristãos. Certamente, havia — embora ingenuamente — pedido ao sacerdote Europeu para guardar o segredo para si mesmo. O ponto é que isso mostra exatamente como os Indianos Cristãos podem ser usados pelos seus mestres Ocidentais. Por exemplo, a pressão pode ser aplicada na família de um Indiano Cristão aparentemente leal que, digamos, poderia ser um cientista de foguetes da Organização de Pesquisa Espacial Indiana.

A pressão pode vir de várias maneiras, mas a abordagem mais provável que uma agência de inteligência Ocidental usaria é a de aproximar-se primeiro do padre da paróquia do cientista Cristão através do bispo local, que pode ser abordado através de alguém do Vaticano.

Pressão paroquial não é brincadeira. Os Hindus, que não se reúnem formalmente sob um sacerdote, não conseguem entender quão estreitamente integrada é a Igreja com as famílias de Cristãos locais numa determinada área ou paróquia. Quando este escritor estava estudando em St. Thomas College, Thrissur, Kerala, foi testemunha de sacerdotes, alguns dos quais eram palestrantes, exigindo saber por que um determinado estudante tinha faltado à missa de Domingo.

A família pode ser ameaçada com status de pária. Por exemplo, para muitos Cristãos de Kerala, que se juntaram ao Partido Comunista da Índia, foram negados serviços de sepultamento pela Igreja após a sua morte. Isso pode ser traumático para os membros sobreviventes porque o resto dos membros da comunidade tendem a tratá-los como marginalizados. (Imagine o estado das crianças que não são capazes de enterrar seu pai morto.)

Sob tais circunstâncias, a transferência de segredos nacionais para um pen drive e entregá-los a um agente de uma agência de inteligência Ocidental pode parecer um pequeno inconveniente. Certamente, os Cristãos individuais em posições de alto nível podem não estar predispostos à traição. Mas porque todo o ecossistema Cristão está orientado para o controle total de seu rebanho, é improvável que muitos deles possam suportar a imensa pressão exercida sobre eles e suas famílias. Como escreve Subrahmanyam, os Portugueses consideravam os Cristãos Sírios como um meio de obter “quilometragem política e econômica”. Da mesma forma, hoje os Indianos Cristãos servem como meio para o Ocidente penetrar nos escalões mais elevados do poder em Nova Deli.

Por que o Cristianismo não tem lugar na Índia

Alguns argumentam que o sistema de castas do Hinduísmo é injusto com as castas inferiores e, portanto, o Cristianismo pode levantá-las tratando-as como iguais. Este é provavelmente o argumento mais lamentável a favor da fé Abraâmica. Pois, se o Cristianismo não fez, digamos, dos Europeus ou Americanos, seres humanos melhores, o que os faz pensar que isso tornará os Indianos melhores?

Em primeiro lugar, o racismo nunca esteve tão em alta no Ocidente. Igrejas Cristãs Americanas citaram a Bíblia para dar aprovação ao tráfico de escravos. Hoje, os Cristãos negros estão sendo novamente linchados por Cristãos brancos na América. O que eles podem ensinar à Índia sobre igualdade?

Além disso, apesar do derramamento de sangue terrível nas duas guerras mundiais, essas nações Cristãs ainda estão na garganta uns dos outros e ainda bombardeando civis inocentes ao redor do mundo. E se os eventos na Ucrânia indicam alguma coisa, os Cristãos Europeus não aprenderam nada e estão criando uma situação que poderia levar à III Guerra Mundial.

De qualquer forma, as separarão de castas entre os Indianos Cristãos reflete as divisões de castas no Hinduísmo. “A conversão ao Cristianismo não parece erradicar o preconceito sobre as castas da Índia mais do que elimina a discriminação racial nos Estados Unidos. Apesar do chamado de Jesus para o amor fraternal, o Domingo não é o dia mais segregado na América? “, Escreve C. Alex Alexander, um cidadão Norte-Americano naturalizado e ex-chefe de gabinete do Departamento de Assuntos de Veteranos dos EUA numa exposição detalhada da ameaça Cristã à Índia.

Há outros que argumentam que os Hindus convertidos permanecerão Indianos, portanto, qual é o problema da conversão? Bem, há um grande problema e Swami Vivekananda o define no documento fundador da Missão Ramakrishna em 1897. Se a Índia abraça uma religião estrangeira, ele escreve: “A civilização Indiana será destruída. Pois quem quer que saia da religião Hindu não é apenas um a menos entre nós, mas também temos nele um inimigo a mais.”

Porque o Ocidente usurpou a alma do Cristianismo, a Cristianização — como a Islamização — equivale à desnacionalização. Os missionários Ocidentais que estavam se debatendo na China nos anos 40 gostaram da frase “Um Cristão a mais, um Chinês menos”.

A conversão religiosa é, portanto, um movimento de um interruptor que transforma um Indiano — ou, nesse caso, qualquer seguidor de uma religião nativa — em uma extensão da cultura e influência Ocidental.

ianEm seu livro, The Armies Of God: A Study In Militant Christianity, Ian Buchanan, um acadêmico Britânico nascido na Malásia, explicou como o Cristianismo importado do Ocidente pode causar estragos nos países em desenvolvimento. Em entrevista ao jornal DNA, ele diz:

Não há dúvida alguma de que a estratégia Americana faz uso deliberado (e um pouco cínico) das agências Cristãs em busca da política externa — e que a distinção entre religioso e secular é deliberadamente nebulosa no processo… A maioria das corporações evangélicas (World Vision, Campus Crusade, Youth with a Mission e Samaritan’s Purse) operam em parceria com o governo dos EUA em busca da política externa — World Vision, que é efetivamente um braço do Departamento de Estado, é talvez o mais notável exemplo disso.”

O que isso significa, na prática, para um país alvo?

Acima de tudo, significa que muitas vezes é muito difícil distinguir as agências de evangelização. A ativa proselitização Cristã é muitas vezes apenas uma pequena parte do processo; Além disso, deve haver infiltração de todos os setores de influência numa sociedade, de grupos religiosos para os departamentos governamentais para as instituições de caridade locais para as empresas privadas, de forma que obscurecem a linha entre a doutrinação Cristã e a mudança secular“.

Alex Alexander concorda:

Os auto professos grupos de pressão Cristã têm tanto uma sociedade altamente influente como um poderoso controle sobre a política. A rede de influência Evangélica vai muito além disso: há dezenas desses grupos trabalhando no Congresso, nas Forças Armadas e nos departamentos de Estado. Todos atuam para conectar a política, os negócios, os meios de comunicação e os militares entre si em busca de uma visão comum, de um domínio Cristão Americano sobre o mundo“.

É fato bem conhecido que Cristãos Indianos em conluio com políticos fundamentalistas Americanos, grupos de Igrejas e Marxistas Indianos desempenharam um papel de liderança conseguindo que o Primeiro Ministro Narendra Modi fosse proibido de entrar nos EUA por seu suposto envolvimento nos tumultos religiosos em 2002, Gujarat.

No entanto, os Cristãos vêm trabalhando contra os interesses Indianos mesmo antes disso. Em Setembro de 2000, quando o Primeiro Ministro Atal Bihari Vajpayee esteve em visita oficial nos EUA, o fundamentalista Cristão John Dayal compareceu perante a Comissão de Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF) dos Estados Unidos, em Washington DC.

De acordo com Alexander, o virulento anti-Hindu “Dayal deveria ter pensado na possibilidade de que o timing do convite estendido a ele pela USCIRF não foi um acidente. É muito provável que fizesse parte do plano do Departamento de Estado dos EUA colocar o visitante Primeiro Ministro na defensiva, e assim, enfraquecer os esforços da Índia para transmitir ao público Americano as consequências destrutivas do terrorismo transfronteiriço auxiliado e apoiado pelo Paquistão.”

Alexander oferece um exemplo do nexo Cristão Ocidental:

Uma página da história recente do Timor-Leste pode ser apropriada para os Indianos reverem, a fim de compreender o potencial negativo da proselitização offshore. As tribos indígenas daquela ilha foram primeiramente convertidas ao Cristianismo por missionários Holandeses e Portugueses. Em seguida, foram ajudados pelas nações Ocidentais a se separarem da Indonésia. A Índia pode correr riscos semelhantes se continuar a permitir que missionários estrangeiros tenham acesso irrestrito a suas populações tribais“.

Na verdade, as atividades dos missionários Cristãos podem causar tumulto como aconteceu em grande escala em 1857. Historian R.C. Majumdar escreve:

A sensibilidade dos Cipaios (Sipais) às suas crenças e práticas religiosas e o temor da conversão ao Cristianismo funcionaram como um pesadelo em suas mentes…. Um vago temor de que o governo estivesse decidido, por bem ou por mal, a converter os Indianos ao Cristianismo, impregnou todas as fileiras da sociedade, e os Cipaios compartilharam plenamente essas apreensões com os demais…. A atitude agressiva dos missionários Cristãos… em matéria de proselitismo tinha sido motivo de queixa frequente“.

Entre tais atividades agressivas, Majumdar observou a prática dos missionários de “denunciar abertamente sem verificar, os usos e costumes sociais (Indianos) estimados, em linguagem de extrema violência, e abusos imundos de seus deuses e deusas por bandos de missionários Cristãos“.

O Mito Dos Cristãos Passivos

Exteriormente, o Cristianismo pode parecer uma religião benigna. De fato, quando comparado com a face agressiva do Islã, ele definitivamente aparece como a irmã Abraâmica mais domesticada. Em Why Christianity Failed in India, Tony Joseph escreve na revista Outlook que após 2000 anos de tentativa de converter a Índia, os Cristãos formam apenas cerca de 2 por cento da população. No entanto, ele erra totalmente o ponto.

O Cristianismo não cresceu muito durante os séculos que antecederam o período do colonialismo Europeu porque os primeiros Cristãos eram refugiados e não gostavam de converter Indianos nativos. Novamente, durante o período colonial, quando hordas de missionários Europeus entraram na Índia, o ritmo de conversão fracassou, porque os Indianos sabiam quem era o inimigo — os Cristãos Europeus, que vieram destruir a civilização Indiana assim como destruíram as culturas Aborígenes Americana e Australiana.

Hoje, os Europeus se foram, mas a agenda permanece. Onde antes poderíamos localizar um Cristão ou um evangelista pela cor de sua pele, agora estão em nosso meio. Eles têm nomes como Mahesh Bhupathi, cuja mãe uma vez disse: “Meu fardo é por causa da Índia, já que neste país nós lutamos com cerca de 33 milhões de outros deuses.” Se ela não tivesse pronunciado essas observações insípidas, ninguém teria sido mais iluminado para com ela e as atividades prosiletistas de seu filho.

Sob o manto da Democracia, os missionários Cristãos podem infiltrar-se e conduzir sua obra profana entre pobres e desamparados. Igrejas Cristãs surgiram como uma erupção na costa leste após o tsunami atingir o sul da Índia. Nagaland, que era inteiramente animista, apesar de dois séculos de domínio Britânico, tornou-se 100% Cristã durante 50 anos de governo democrático — ou melhor, da dinastia Nehru-Gandhi.

O Cristianismo ainda não falhou na Índia. Com poderosos aliados no Ocidente, está se preparando para mais uma grande colheita. Ao visitar a Índia em 1999, o Papa proclamou abertamente seu desejo de “testemunhar uma grande colheita de fé” por meio da Cristianização de todo o país. Previsivelmente, isso levou a uma reação dos Hindus que se sentiram ameaçados — e traídos — pelas grandes multidões de Cristãos Indianos que vieram cumprimentar o Papa.

Quebrando a Índia

Líderes Cristãos e organizações em sintonia com as ONGs Ocidentais e organismos apoiados por Igrejas estão apostando num jogo de divisão destinado a quebrar a Índia. O autor Rajiv Malhotra expôs isso com abundante evidência no livro Breaking India, o qual é co-autor com Aravindan Neelakandan.

Koenraad Elst diz: “Há uma tentativa viciosa de deslegitimar o Hinduísmo como religião nativa da Índia e de mobilizar as seções mais fracas da sociedade Hindu contra ela com slogans “de sangue e solo”.”

india
Livro disponível, clique no link para adquirir—  Breaking India

Vendo como o movimento nativista nas Américas é parcialmente dirigido contra o Cristianismo por causa de sua agressão histórica contra a sociedade nativa (apesar das tentativas da Teologia da Libertação de recuperar o movimento), a Igreja Indiana tenta dominar essa tendência nativista e forjá-la numa arma Contra o Hinduísmo.

O envolvimento Cristão nos chamados movimentos Dalit (“oprimidos”) e Adivasi (“aborígenes”) é uma tentativa de canalizar o avivamento nativista e perversamente dirigi-lo contra a própria sociedade nativa. Ele anuncia seus serviços como o guardião dos interesses dos “verdadeiros nativos” (significando as Castas e Tribos Agendadas) contra a sociedade nativa, enquanto rotulando as castas superiores como “invasores Arianos”, com base numa teoria desatualizada postulando uma imigração em 1500 a.C.

Elst acrescenta:

Declarar pessoas como “invasores” por causa de uma suposta imigração de alguns de seus antepassados há 3500 anos é um feito incomum da retórica de ódio político em si mesma, mas o ponto é que segue um padrão de rodadas anteriores de agressão Cristã. Eis aqui o Cortés mais uma vez: Cortés, o conquistador do México, poderia derrotar os Astecas, a nação dominante que havia imigrado de Utah três séculos antes, ao alistar o apoio de nações subjugadas pelos Astecas, com ele próprio posando como seu libertador (claro, eles deveriam lamentar sua “libertação”). A tentativa de dividir as pessoas de um país com base étnica — se é uma distinção étnica real, como no caso do México de Cortés, ou intencionalmente inventada, como no caso da Índia — é um ato óbvio de hostilidade, inequivocamente um elemento de guerra.”

“Portanto, “sem qualquer restrição”, Cristãos estão ensinando alguns setores da sociedade Hindu a odiarem outros setores. Normalmente, você não tenta criar hostilidade entre seus amigos, de modo que a política da Igreja de dividir os setores da sociedade Hindu entre si deve ser vista pelo que é: um ato de agressão, que garante uma política ativa de autodefesa e contra-ataque. Este contra-ataque deve assumir uma forma adequada, adaptada ao gênio do Hinduísmo”.

Da a aliança com os fanáticos Portugueses ao apoio às turbas da Liga Muçulmana assassina dos anos 1940, os Indianos Cristãos mostraram uma linha incrivelmente estúpida e oportunista. Sua bússola Abraâmica está fixada no oeste e há pouca esperança de que os Cristãos se tornem de repente nacionalistas. Pois, a identificação com o estado-nação Indiano também implicaria a aceitação do Hinduísmo. Isso, mais que tudo, é incompatível com a cosmovisão Cristã. O ex-policial Julio Ribeiro e o juiz da Suprema Corte Kurian Joseph — que tanto criticaram o estado-nação Indiano — são símbolos vivos dessa incompatibilidade. Descendo a cortina de fundo, Ghar Wapsi (Híndi, significando “regresso a casa”) — ou reversão de Cristãos ao Hinduísmo — não é uma ideia tão ruim depois de tudo.


Rakesh Krishnan Simha é um jornalista baseado na Nova Zelândia. Ele escreve sobre assuntos externos e defesa para a Rússia Beyond the Headlines, um projeto do grupo Rossiyskaya Gazeta, com sede em Moscou, o maior grupo de mídia da Rússia. Ele está no conselho consultivo da Diplomacia Moderna baseada na Europa.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

BRUXELAS TENTA “PRESSIONAR” A HUNGRIA…

Fonte/Source: Brussels Trying to ‘Pressure’ Hungary into Accepting Migrant Quotas, Relaxing Border Controls


Por Tião Cazeiro

Se Bruxelas tem a arrogância de pressionar a Hungria, o que deve estar acontecendo em Brasília para que a nova Lei de Migração seja implementada? Uma lei que chegou exatamente como uma avalanche, inclusive com o ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes em vídeo anunciando que “o Brasil não limita quantidades“…..

O ativista e empresário Luiz Philippe de Orleans e Bragança está coberto de razão, e é por isso que o apoio ao seu excelente trabalho contra essa nefasta Lei de Migração está crescendo vertiginosamente.

O Brasil precisa seguir os passos da Hungria ou irá perder o seu território. Não substime o inimigo. 


Excerto do brilhante artigo escrito por Raymond Ibrahim: Por que Victor Orbán da Hungria tem razão sobre o Islã :

“O crime de Orbán é querer defender a sua nação contra os Muçulmanos e preservar a sua identidade Cristã. De acordo com o primeiro Ministro da Hungria:

Victor Orbán
Victor Orbán: Um dos poucos líderes da Europa disposto a romper com o politicamente correto do Ocidente no interesse de sua nação.

Aqueles que chegam foram criados em outra religião, e representam uma cultura radicalmente diferente. A maioria deles não é Cristã, e sim Muçulmana. Essa é uma pergunta importante, porque a Europa e a identidade Europeia estão enraizadas no Cristianismo… Nós não queremos criticar a França, a Bélgica, ou qualquer outro país, mas entendemos que todos os países têm o direito de decidir se querem ou não um grande número de Muçulmanos em seu território. Se querem viver juntos, tudo bem. Nós não queremos e entendo que temos o direito de decidir que não queremos um grande número de pessoas Muçulmanas no nosso país. Nós não desejamos as consequências de ter um grande número de comunidades Muçulmanas como vemos em outros países, e não vejo nenhuma razão para alguém nos forçar a criar condições para vivermos juntos em uma Hungria que nós não queremos ver…

O primeiro ministro passou a citar a história — e não de forma politicamente correta, para condenar Cristãos, e acobertar Muçulmanos, mas de acordo com a realidade:

Tenho que dizer que quando se trata de viver junto com comunidades Muçulmanas, nós somos os únicos que possuem experiência porque tivemos a possibilidade de passar por essa experiência durante 150 anos.

Orbán se refere à conquista Muçulmana, e a ocupação da Hungria de 1541 a 1699. Naquela época, a jihad Islâmica, o terrorismo, e a perseguição aos Cristãos eram incontroláveis. [Ênfase adicionada].”


BRUXELAS TENTA “PRESSIONAR” A HUNGRIA A ACEITAR COTAS DE MIGRANTES, RELAXANDO O CONTROLE DAS FRONTEIRAS

Por JACK MONTGOMERY 

14 de Abril de 2017

Brussels
AP Photo/Ronald Zak

O executivo não eleito da União Europeia está tentando “pressionar” a Hungria para aceitar cotas obrigatórias de migrantes e relaxar suas duras medidas de controle das fronteiras, de acordo com o governo.

“A Hungria está pronta para os debates, mas não vamos dar um passo em relação à questão da imigração”, disse uma declaração citada pelo The Times.

O Vice-Presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, apresentou nas últimas semanas uma série de acusações na Hungria, principalmente em relação à sua resistência às quotas compulsórias de migrantes, à detenção automática de requerentes de asilo e à remoção de privilégios especiais da Universidade Central Europeia fundada pelo bilionário e veterano/ativista pelas fronteiras abertas, George Soros.

As quotas de migrantes, impostas apesar da oposição de vários países da Europa Central, foram rejeitadas de forma esmagadora pelo povo Húngaro num referendo em 2016. A detenção de requerentes de asilo até que seus pedidos sejam processados é uma medida de segurança; falsos requerentes de asilo deixados em liberdade pelas autoridades realizaram ataques terroristas em massa recentemente em Berlim e Estocolmo.

Budapeste nega que esteja tentando fechar a universidade de Soros, com a nova legislação apenas visando assegurar a sua atuação em pé de igualdade com as universidades locais.

Respondendo ao Vice-Presidente Timmermans, o ministro das Relações Exteriores, Péter Szijjártó, denunciou o que descreveu como “acusações patéticas”.

Repreendendo de forma impressionante o burocrata, Szijjártó declarou: “O primeiro Vice-Presidente da Comissão Europeia atacou a Hungria nos últimos dois anos porque, apesar da posição pessoal da Comissão, nós fomos capazes de dar uma resposta bem sucedida à Imigração ilegal”.

A Hungria introduziu controles de fronteira robustos e altamente eficazes numa velocidade vertiginosa depois que a Chanceler Alemã Angela Merkel declarou que não haveria “limite” sobre o número de migrantes que aceitaria, o que fez com que milhões de pessoas entrassem pelo sul e sudeste da UE.

As medidas da Hungria reduziram o número de imigrantes que entram na Hungria através da rota Sérvia de 200.000 em 2015 para apenas 25.000 em 2016 — ações pelas quais o governo Húngaro é parabenizado em particular, de acordo com o Primeiro-Ministro Orbán.

“Se não estivéssemos protegendo as fronteiras externas da Europa, os Austríacos e os Alemães estariam em grandes dificuldades”, disse o líder da Fidesz a Kossuth Rádió.

“Quando a Hungria foi incapaz de proteger as fronteiras externas da Europa … milhões de migrantes marcharam através da Hungria para a Áustria e a Alemanha. Nós acabamos com isso, e todos na Áustria e na Alemanha estão felizes com isso — embora a política de dupla negociação não lhes permita dizer isso, ou escrever sobre isso”, revelou.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

"Muhammad (Maomé) e os Sufis" e a Jihad Global

%d blogueiros gostam disto: