Estado Islâmico (ISIS) promete “encher as ruas de Paris com cadáveres”

Photo/Cover: Champs-Elysees at night from Shutterstock

Fonte/Source: Islamic State vows to “fill the streets of Paris with dead bodies”

Estado Islâmico (ISIS) promete “encher as ruas de Paris com cadáveres”

22 de julho de 2015 por Robert Spencer

Islamic-State-13-300x174Eles amam a morte “como você ama a vida.” Eles são os inimigos da vida, da criação e da criatividade, do amor, da arte e da civilização. Tudo o que eles adoram é a morte, a dor e destruição. Eles são a quintessência da força do mal.

“O Estado Islâmico (ISIS )promete encher as ruas de Paris com cadáveres”, por  Vladi Vovcuk e Gilad Shiloach, Vocativ, 22 de julho de 2015 (agradecimentos a Jerk Chicken):

O braço midiático oficial do ISIS na província de Hama na Síria, publicou um vídeo nesta quarta-feira mostrando um militante, falando francês, atirando num prisioneiro do exército Sírio e declarando que o Estado Islâmico (ISIS) “vai encher as ruas de Paris com cadáveres“.

O militante do ISIS dirigiu a sua “mensagem” aos Franceses, à comunidade internacional e a “todos que lutam contra Alá e seu profeta”, proclamando que o Estado Islâmico ama a morte “como você ama a vida”.

O vídeo dá sequencia a revista propaganda do ISIS, em Francês, publicada na terça-feira. Na última edição, o grupo pediu aos Muçulmanos que sigam os passos de Yassin Salhi – o motorista da van que levou a cabo um ataque horrível no mês passado perto de Lyon na França. A revista forneceu aos leitores uma descrição detalhada do ataque, que ocorreu numa fábrica de gás quando Salhi dirigiu seu caminhão para dentro de uma instalação química e decapitou o chefe. O Estado Islâmico (ISIS) não reivindicou a responsabilidade pelo violento incidente, mas encorajou ataques individuais semelhantes, exortando os Muçulmanos a “atingir os interesses dos inimigos de Alá.”…

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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A ONDA E O PEIXE

Fonte/Source: 235 massacred in mosque terror attack in North Sinai


A ONDA E O PEIXE

Por Tião Cazeiro

24 de Novembro de 2017

(Photo: MCT)

O ataque brutal à mesquita de Al Rawdah em Bir al-Abed no Sinai do Norte nesta sexta-feira, 24 de novembro, contabilizou 235 mortos, 109 feridos, em sua maioria civis.

Relatos Egípcios dizem que os terroristas detonaram uma carga explosiva na mesquita, antes de abrir fogo contra os fiéis religiosos; o ataque aparentemente visava prejudicar os membros das forças de segurança que estavam na mesquita. Um outro comentário relata que o ataque foi direcionado à tribo beduína Sawarka pelo apoio às forças armadas Egípcias contra o terrorismo.

O canal de notícias Arabiya e algumas fontes locais disseram que algumas vítimas eram Sufis, os quais o Estado Islâmico considera como apóstatas porque reverenciam santos e santuários, o que para os Islâmicos equivale a idolatria.

O Presidente Abdel Fattah al-Sisi, ex-comandante das forças armadas que se apresenta como um baluarte contra militantes Islâmicos na região, convocou uma reunião de segurança de emergência logo após o ataque, disse a televisão estatal.

Entretanto, na onda terrorista de hoje foi possível ver um peixe, chamado Jeremy Corbyn, um político Britânico, atual líder do Partido Trabalhista e líder da oposição na Câmara dos Comuns.

Este tuíte da Soraya Bahgat mencionando o atentado de hoje e o político Jeremy Corbyn, compartilhado por Tommy Robinson,  oportunamente traz à tona mais uma vez o passado sinistro desse político hard-left. No tuíte, “Corbyn diz que os planos de David Cameron (ex-ministro Inglês) para convidar o Presidente do Egito al Sisi a Londres é uma ameaça à segurança nacional.”

Tommy Robinson acrescenta que Jeremy Corbyn odeia o Presidente al Sisi por ter removido o regime terrorista da Irmandade Muçulmana, e diz que “a valente tribo beduína Sawarka do Egito está combatendo os jihadistas ao lado do presidente secular al Sisi.

Existe uma lista que mostra Jeremy Corbyn, ao longo do tempo, acompanhado por mais de 100 terroristas.

O passado de Corbyn revela muito mais, como mostra este artigo:  Jeremy Corbyn amigo dos Hamas, Irã e extremistas

Este outro artigo publicado em 2015, menciona Jeremy Corbyn ajudando Sayyed Hassan al-Sadr a comemorar a “revolução abrangente”, o 35º aniversário da posse dos aiatolás no Irã. Em sua palestra, intitulada “The Case for Iran“, pediu o desmantelamento imediato das sanções ao país que até então não tinha prometido restringir seu programa nuclear, atacou sua exploração colonial pelos negócios Britânicos e pediu o fim de sua “demonização” pelo Ocidente.

Esse é o Partido Trabalhista Inglês, trabalhando para destruir o Reino Unido da mesma forma que o PT e seus satélites no Brasil. Um partido que abriu as portas para tudo aquilo que é nocivo e nefasto.


 

“Professores advertem para não dizer “Meninos” ou “Meninas”

Fonte/Souce: Teachers Warned Not to Say ‘Boys’ or ‘Girls’ as It ‘Reminds Pupils of Gender’


"Professores advertem para não dizer 
"Meninos" ou "Meninas"

Por Tião Cazeiro

23 de Novembro de 2017

Tommy Robinson sendo agredido por Muçulmanos em Luton, sua cidade natal, Reino Unido.

Repetição é um saco, mas sinto-me na obrigação de repetir ad nauseam o excerto abaixo.

“Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.” — Raymond Ibrahim em UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE?

Tenho assistido a vários vídeos/debates/comentários de pessoas inteligentíssimas como o Olavo de Carvalho, Nigel Farage, Douglas Murray, Milo Yiannopoulos, Robert Spencer, Pamela Geller, David Wood, Jamie Glazov, David Horrowitz, Raymond Ibrahim, Roger Scruton, Geert Wilders entre outros sobre o Islamismo.

O ponto de convergência é a própria cultura Ocidental como bem descreve Ralph Sidway em ‘O PESADELO’ – A EUROPA E O ÍNCUBO’

“Será que estamos nos estágios iniciais de uma longa derrota, levando à morte uma outrora grande civilização?

A menos que a paralisada e catatônica Europa e suas irmãs possam sacudir o sono para derrubar o Íncubo, acorrentando-o, a noite será longa e o futuro, de fato, escuro.”

Eis aqui a razão:

“Que o globalismo é um processo revolucionário, não há como negar. E é o processo mais vasto e ambicioso de todos. Ele abrange a mutação radical não só das estruturas de poder, mas da sociedade, da educação, da moral, e até das reações mais íntimas da alma humana. É um projeto civilizacional completo e sua demanda de poder é a mais alta e voraz que já se viu. Tantos são os aspectos que o compõem, tal a multiplicidade de movimentos que ele abrange, que sua própria unidade escapa ao horizonte de visão de muitos liberais e conservadores, levando-os a tomar decisões desastradas e suicidas no momento mesmo em que se esforçam para deter o avanço da “esquerda”.” — (Olavo de Carvalho). A revolução globalista

Enquanto os Ingleses debatem com toda aquela fleuma Britânica e paixão pela própria língua, (um jeito de ser que eu aprecio, nada contra) os Muçulmanos explodem literalmente, e dominam cidades como Luton, situada no sul da Inglaterra, cidade natal do ativista anti-Islã Tommy Robinson.

E o que dizer do prefeitinho de Londres, um tal de Sadiq Khan? Um triunfo do multiculturalismo, filiado ao Partido dos Trabalhadores e que quer “assegurar-se de que a percepção do Islã não seja contaminada por aqueles com visões extremistas”. Entretanto, o prefeitinho defende o líder Muçulmano Azzam Tamimi, que pediu a destruição de Israel e sua substituição por um estado Islâmico, e mais, “Quando o Dr. Tamimi disse à multidão que a publicação de caricaturas do Profeta Muhammad “faria o mundo tremer” e previu “Fogo … em todo o mundo se não pararem”, Khan, que compartilhou uma plataforma com Tamimi descartou as ameaças como “linguagem florida”.

Em Londres, e não é novidade, Muçulmanos com a maior cara de pau  pedem a instituição da Sharia de imediato. Não tenho dúvidas a respeito, o nome disso é guerra civil ou bye-bye Reino Unido.


Veja este exemplo que aconteceu na Alemanha.

Refugiado Sírio com 4 esposas e 22 filhos reivindica o equivalente a 320 mil libras esterlinas per ano em benefícios ao governo Alemão da Mama Merkel. Como a Alemanha não aceita poligamia, apenas uma será oficial, as outras ficarão como amigas. Esse caso, de acordo com o artigo, é uma exceção. Mas… entendeu? rsrs — Syrian refugee with FOUR WIVES and 23 CHILDREN ‘claims £320,000 a year in benefits’

Esse é o modus operandi Islâmico. Enquanto fazem milhares de filhos para avançar a causa do Islã, — o califado global, — criam seus filhos de acordo com o Alcorão.

Vamos ao artigo publicado hoje pela Breitbart e depois você tira as suas próprias conclusões. Traduzi apenas uma parte do artigo.


Professores advertem para não dizer “Meninos” ou “Meninas”, para não lembrar o gênero aos alunos“, por Lian Deacon

Professores devem evitar de chamar as alunas de “meninas” ou “senhoritas”, porque isso significa que elas estão “constantemente sendo lembradas do seu gênero”, disse um ex-czar do departamento de saúde mental do governo. [ênfase adicionada]

Natasha Devon, que foi nomeada MBE em 2015 por “serviços prestados aos jovens”, disse que o movimento ajudaria as crianças transgêneras, bem como incentivaria os estudantes do sexo feminino e masculino a desafiar as noções tradicionais de gênero, que afetam o “bem-estar”.

Ela disse à conferência anual da Girls’ School Association em Manchester que “nunca entraria numa sala de aula só de meninas” e diria  “meninas” ou “senhoritas” porque isso é “paternalismo”.

Os professores devem, em vez disso, dirigir-se aos jovens como “alunos”, “estudantes”, ou mesmo apenas “pessoas”, ela insistiu, de acordo com The Telegraph.

“Não penso que seja útil lembrar constantemente o seu gênero e todos os estereótipos que o acompanham”.

A palavra “menina” pode “criar muita ansiedade” em crianças e adolescentes do sexo feminino, afirmou, enquanto a palavra “meninos” carrega conotações “machistas, não falando sobre seus sentimentos, ensinado a ser (valente/corajoso)”. [ênfase adicionada].

Em seguida: “Se a sua narrativa está dizendo que meninas não se irritam, ou que meninos não choram, ou que meninas não têm permissão para fazer isso, ou que meninos não têm permissão para fazer isso, então isso potencialmente terá um impacto no seu bem-estar..

“Então espero que, ao tirar os estereótipos negativos associados ao gênero, podemos em última análise melhorar sua saúde mental “.


Sufismo Na Índia — Uma História Sangrenta

Fonte/Source: Sufism in India – Sufism in India – A bloodied History


Sufismo Na Índia — Uma História Sangrenta

Por Radha Arya 

IndiaFacts

18 de Julho de 2017


A arrogante percepção erudita que sugere que os Sufis recorreram apenas ao maneirismo pacífico e humilde para promover o Islã na Índia precisa ser contestada.

O advento do Islamismo na Índia foi geralmente considerado como um processo pacífico e principalmente não violento sob o qual vários Santos Sufis chegaram à Índia a partir de várias partes da Ásia Ocidental e se estabeleceram aqui. Sua interação com as pessoas locais, que em vários momentos se mostraram dispostas e em outros como discípulos relutantes, retransmite uma história de abordagem mista por esses Sufis e outros influenciadores, que ajudaram na disseminação do Islamismo na região. Existe um conceito de tempo homogêneo e vazio, como sugerido por Benedict Anderson (1), que diz que esse tempo vazio está disponível para ser preenchido com informações, e a cor dada a esse período de tempo depende dos aspectos culturais predominantes, apoiando-se sobre os historiadores e os estudiosos da época.

Anderson menciona em seus trabalhos (2) que, quando o negócio de impressão tornou-se grande na Europa por volta de 1500, um dos principais objetivos dos editores era ganhar dinheiro. Então, publicaram livros em língua Latina, já que a classe monetária era bem versada nessa linguagem. Portanto, os leitores permaneceram limitados naqueles que podiam ler o Latim. De forma semelhante, uma das maiores obras de história do subcontinente chamada de ‘Chachnama’, uma compilação de acontecimentos históricos, e que fornece detalhes sobre a chegada do Islã na Índia. O livro foi escrito em Árabe durante o século VIII, foi traduzido para o Persa em 1226 por Ali Kufi, e depois por Mirza Kalichbeg Fredunbeg (1853-1929) em 1900 (3).

De acordo com Mannan Ahmed Asif, autor de “A book of Conquest“, os primeiros historiadores e estudiosos pós-colonial como H. T. Lambrick, Peter Hardy e Yohanan Friedmann retrataram o conteúdo do livro de tal maneira que

“A noção de Chachnama como um mensageiro de textos (carrier text) virou consenso geral na área”. (4)

Manann também afirma que Romila Thapar, Gyanendra Pandey, Uma Chakravarti, Richard Eaton, Cynthia Talbot e Shahid Amin são algumas das principais figuras-chave, que com toda a probabilidade, também usaram a descrição reduzida de Chachnama, conforme descrito por Kufi, além de outras obras importantes da época, em suas obras históricas que são amplamente seguidas e consideradas como pioneiras no mundo acadêmico (5).

O advento dos Árabes na Índia começou a ocorrer antes do início do Islã na Arábia, que emergiu como o primeiro Estado Islâmico no início do século VII. O regime Muçulmano tornou sua presença conhecida em Sindh no século VIII. Mas antes disso, havia muitas famílias Árabes que estavam instaladas em Aden, Muscat, Diu e Thana (6). No entanto, não há muitos registros disponíveis de Hindus e outras religiões se convertendo ao Islã nos primeiros dias da religião. Pode-se dizer que, naquele momento, a religião ainda estava em sua infância e não tinha a maquinaria através da qual pudesse propagar a sua mensagem. Vários estudiosos, viajantes e comerciantes Muçulmanos, que visitaram a Índia durante os primeiros séculos do Islã, não conseguiram encontrar nada em si mesmos que pudesse influenciar os habitantes locais com sua fé.

O legado do Rei Chach realizado por seu filho Raja Dahir em Sindh, Multam e Uch, foi desafiado por Hajjaj Bin Yousuf, que enviou seu jovem tenente Muhammad Bin Qasim para espalhar as conquistas do Islã na Índia. Em 712, o governo Islâmico chegou à Índia pela primeira vez, quando Qasim derrotou Raja Dahir e prendeu suas filhas. Depois que Qasim foi preso sob as ordens de Hajjaj Bin Yousuf e mais tarde, quando morreu na prisão, os Muçulmanos começaram rapidamente a perder território.

Um aspecto importante e que esclarece o motivo pelo qual não-Muçulmanos se converteram ao Islã em muitas áreas, é dito,  que se deve ao impacto do pagamento da Jizya (imposto de proteção – per capita – cobrado a uma parte dos cidadãos não-Muçulmanos de um estado Islâmico), e o transtorno que isso causou nos assuntos econômicos dessas pessoas. Existem diferentes opiniões se durante o mandato de Muhammad Bin Qasim ele impôs ou não a Jizya aos não-Muçulmanos, e qual o impacto total disso. No entanto, somente mais tarde no século 13 é que surgiu forte evidência e repercussão do pagamento da Jizya, e do costume ainda mais esmagador de pagar o kharaj (Imposto imobiliário sobre a posse de terras, inicialmente aplicado às terras que os dhimmis detinham). O propósito de Jizyah (sic) era humilhar os não-Muçulmanos e lembrá-los de seu lugar na sociedade como Dhimmis, mas de acordo com M A Khan, ainda não pesava no bolso.

No entanto, ele narra:

“Os camponeses literalmente se tornaram escravos hipotecados do governo, já que de 50 a 75% dos produtos eram retirados em impostos, principalmente como kharaj.” (7).

A condição era tão ruim que os Hindus fugiam das áreas povoadas e se escondiam nas florestas para escapar do exército de cobrança de impostos do Rei. Durante esse tempo, foi mais fácil para os não-Muçulmanos se converterem ao Islã e serem salvos do fardo econômico. Essa tática trabalhou na disseminação do Islã em grande medida, como é compartilhado por Feroze Shah Tughlaq, que governou em meados do século XV. Fatuhat-i-Firoz Shahi escreve em suas memórias:

“Eu encorajei o meu infiel com assuntos, para abraçar a religião do profeta, e proclamei que todos aqueles que repetirem o credo e se tornarem um Musalman (Muçulmano) estarão isentos da Jiizyah, Essa informação atingiu as pessoas em geral, e um grande número de Hindus se apresentou e foram admitidos para a honra do Islã. Assim foram chegando, dia após dia, vindo de todos os cantos e adotando a fé, foram exonerados da Jizyah e favorecidos com presentes e honra”. (8)

Auragzeb infligiu muitas táticas regressivas aos não-Muçulmanos e foi ativamente responsável pelas conversões forçadas em sua era. Muitas de suas táticas estavam economicamente privando. Ordenou que todos os Hindus que trabalhavam na corte real fossem expulsos, dando-lhes, assim, a opção de se converterem ao Islã para salvar seus meios de subsistência (9). Ele também ofereceu dinheiro aos não-Muçulmanos para se converterem ao Islamismo, sendo Rs. 4, aos homens e Rs. 2, às mulheres. Isso era equivalente a um salário mensal naquela época (10).

Após o desaparecimento de Muhammad Bin Qasim, durante muitos séculos não houve conversões significativas ao Islã. Durante o século 10 e 11, o Imperador Turco Subuktageen e, em seguida, seu filho Mehmood de Ghazna eram conhecidos por governar parte da Índia. Mehmood de forma extraordinária atacou o templo de Somnath e seu exército pilhou e saqueou muito durante esse período, e é dito que cada vez que atacava a área, destruía templos, e converteu dezenas de pessoas ao Islã (11). Só mais tarde no século XIII é que a evidência de maiores conversões ao Islã emergiu.

O renomado pregador Indiano e fundador da Fundação de Pesquisa Islâmica, Zakir Naik, sempre sustentou que o Islã se espalhou na Índia de forma pacífica, e os Sufis desempenharam um papel positivo ao trazer todas as grandes virtudes e moralidades do Islã através da prática e da pregação. Naik escreve:

“No geral, Muçulmanos governaram a Arábia por 1400 anos. No entanto, hoje, há 14 milhões de Árabes Cristãos Coptas, isto é, Cristãos desde as gerações. Se os Muçulmanos tivessem usado a espada, não haveria um único Árabe Cristão. Os Muçulmanos governaram a Índia há cerca de mil anos. Se quisessem, tinham o poder para converter todos os não-Muçulmano da India ao Islã. Hoje, mais de 80% das pessoas da Índia são não-Muçulmanas. Todos esses Indianos não-Muçulmanos hoje testemunham que o Islã não foi espalhado pela espada.”

Sheik Yusuf al-Qaradawi, um teólogo Islâmico Egípcio baseado em Doha, Catar e presidente da União Internacional de Acadêmicos Muçulmanos, tem algo a dizer sobre o assunto

“…a espada pode conquistar terras e ocupar estados, nunca será capaz de abrir corações e inculcar a fé nas pessoas. A propagação do Islã só ocorreu após um tempo, depois que as barreiras entre as pessoas comuns desses países e o Islã foram removidas. Nesse ponto, eles foram capazes de considerar o Islã dentro de uma atmosfera pacífica, longe do distúrbio da guerra e dos campos de batalha. Assim, os não-Muçulmanos foram capazes de testemunhar a excelente moral dos Muçulmanos… “

O Dr. Fazlur Rahman é um Pregador Paquistanês moderado que teve que deixar o Paquistão por conta das suas opiniões não ortodoxas. Ele oferece aqui uma explicação através da qual um link pode ser criado entre o comentário do Dr. Naik e o de Al Qardawi. Ele afirma:

“…o que era espalhado pela espada não era a religião do Islã, mas o domínio político do Islã para que o Islã pudesse trabalhar para produzir a ordem na terra que o Alcorão procura… Por isso nunca se pode dizer que o Islamismo foi espalhado pela espada”(12)

Aqui, pode-se deduzir que a ideia do Islamismo se espalhando de forma pacífica através do Sufismo está problematizado em parte, e é sabido que o Sufismo quase sempre seguiu, ou foi acompanhado do uso da espada e da autoridade forçada

Khwaja Muinuddin Chishti de Ajmer, Rajhastan era considerado um prolífico Santo Sufi que veio para a Índia (Lahore, Delhi, Ajmer) em ou ao redor de 1192. Ajmer era governada na época por Prithviraj Chauhan. Esse é o mesmo período de tempo em que Shahabuddin Ghori atacou o reino de Prithviraj pela segunda vez, e desta vez com sucesso. Ghori também seguiu a mesma rota que Khwaja Moinuddin Chishti. Chegou pela primeira vez a Lahore e enviou uma mensagem a Prithviraj para aceitar o Islã. Quando ele recusou, uma batalha foi travada e desta vez Ajmer foi conquistada por Shahabuddin Muhammad Ghori.

Diz-se que Khwaja Muinuddin Chishti entrou em Ajmer com as tropas conquistadoras de Ghori, que então prosseguiu destruindo muitos templos e construíram Khanqahs (construção projetada especificamente para encontros de uma fraternidade Sufi ou Tariqa) e mesquitas em seu lugar (13). Hasan Nizami, um dos cronistas que têm debatido a regra dos Reis Muçulmanos na Índia, escreve em seu livro chamado Taj ul Maasir sobre a conquista de Ajmer:

‘O exército vitorioso, à direita e à esquerda, partiu para Ajmer’ Quando os Hindus com cara de corvo começaram a soar suas conchas brancas nas costas dos elefantes, você teria dito que um rio de sons escorria impetuosamente pelo rosto de uma montanha de azul’ O exército do Islã foi completamente vitorioso, e cem mil Hindus rastejando partiram rapidamente para o fogo do inferno’ Ele destruiu (em Ajmer) os pilares e fundamentos dos templos de ídolos e construíram em seu lugar mesquitas e faculdades, e os preceitos do Islã e os costumes da lei foram divulgados e estabelecidos.’ (14)

Hoje, não há dúvida de fato que Khwaja Moinuddin Chishti é reverenciado no subcontinente como Gharib Nawaz e Nabi-ul-Hind. Ele disse ter convertido milhares de não-Muçulmanos ao Islã através de seus caminhos de caridade. Conduziu sua vida em total pobreza abjeta com apenas roupas suficientes para cobrir o corpo. No entanto terras foram concedidas a ele, as quais aceitou em nome de seus filhos, que possuíam essas terras por gerações. Após o assassinato de Prithviraj Chauhan, Ajmer foi entregue ao filho Pithviraj III para legislar como uma artimanha diplomática. É narrado que Khwaja Moinuddin também se preocupou com a política, tanto que, em um ponto, Prithviraj III pediu a Ramdeva que o expulsasse de Ajmer. Além disso, é interessante notar que os três cronistas contemporâneos da época, Hasan Nizami, Fakhr-i-Mudabbir e Minhaj não se referiram a ele em seus livros

Os primeiros registros místicos, o Favaid-ul-Fuad e Khair-ul-Majalis não fornecem nenhuma informação sobre ele. Barani não faz nenhuma referência a ele. Isami nos diz apenas isso, que Muhammad bin Tughlaq tinha visitado uma vez a sua tumba”(15)

Durante uma visita pessoal ao Dargah de Khwaja Moinuddin Chishti, tive uma conversa sobre o passado histórico do dargah (santuário Sufi) com um dos membros da família. Notei também os 2 Deghs (caldeirão) maciços que servem um puro langar (cozinha comunitária) vegetariano para dezenas de pessoas, e foi dito que um dos Deghs foi fornecido pelo Imperador Akbar. Ao olhar o texto, também podemos notar que Khwaja Chishti foi muito reverenciado pelo Imperador Akbar, que prestou especial atenção ao seu dargah, e foi na época dele que o Santo Sufi começou a ser mencionado em narrativas e livros.

Outros famosos discípulos da ordem de Chishti incluem Sheik Bakhtiar Kaki, Baba Farid Ganj e Shakar, e Nizamuddin Aulia. Nizamuddin teve seu khanqah em Deli e testemunhou que 7 imperadores diferentes chegaram ao poder durante a sua vida. No entanto, diz-se que ele nunca foi a nenhum dos seus darbars (comemoração em um templo Sikh). Ele também viveu em total pobreza abjeta e foi capaz de influenciar e converter dezenas de não-Muçulmanos. É dito também que Khwaja Nizamuddin era interessado em política e costumava manter sua própria corte em seu dargah (16). Seus discípulos incluem Amir Khusru, que teve uma afiliação muito próxima com o seu Peer o Murshid (tr.,peer: semelhante; mesmo status / murshid: guia; professor). Khusru era um renomado poeta e escritor, que também escreveu uma compilação chamada Tughlaqnama sobre a vida e os tempos de Ghayasuddin Tughlaq. Nuh Sipehr é o título de um de seus escritos em que ele narra:

“Eles (Hindus) têm quatro livros naquela língua (Sânscrito), os quais têm o hábito de repetir constantemente. O nome deles é Bed (Vedas). Eles cultivam histórias de seus deuses, mas pouca vantagem pode ser derivada de sua leitura.” (17)

Esse tipo de pensamento tem predominado constantemente na mente de todos os Muçulmanos, até mesmo nos Santos Sufis, que com a melhor das intenções, consideram que, ao convencer os não-Muçulmanos de se juntarem ao Islã, estão trazendo-os para a era da iluminação.

A Islamização da Caxemira foi feita através de uma mistura de espada e conversão vigorosa pelos Sufis. Entre os homens da espada, o mais famoso na área era Alexander, ou Sikandar But Shikan, que veio à Caxemira em 1394. Ele e seu Brahmin (membro da classe sacerdotal no subcontinente Indiano e pertence à sociedade de castas superiores.) converteram o primeiro ministro, emitiram uma ordem “proibindo a residência de qualquer outro que não seja Mahomedans (Muçulmanos) em Caxemira”(18), logo após jogaram fora todos os ídolos dos templos.

Mas durante um longo período foram os Sufis que foram acolhidos em Caxemira de Hamdan, pelo imperador Sultan Shahabuddin da dinastia Shah Mir, no meio do século 14. Um santo Sufi, Syed Ali Hamdani junto com 700 de seus discípulos vieram e começaram a construir khanqahs (tariqas) e converter pessoas ao Islã, bem como convencer o governante a destruir templos e fazer khanqahs. Após a morte de Hamdani, a tarefa foi assumida por Nuruddin, que enganava os habitantes locais ao se vestir como um Rishi, “a maior denominação de videntes Hindus de Caxemira”. Nuruddin aproveitou a psique Hindu e começou a se concentrar nas conversões dos sacerdotes Bramanistas, pois sabia que eram professores naturais dos Hindus de Caxemira (19).

De acordo com a afirmação de Nehemia Levtzion, “os Sufis foram particularmente importantes para alcançar a conversão quase total no leste da Bengala”. (20) A influência Sufi e a conversão de Budistas, bem como alguns Hindus ao Islã, foram feitas num ritmo muito alto por Sheik Shah Jalal e seus discípulos durante o século 13. De acordo com algumas fontes, ele participou de uma guerra santa com 700 de seus discípulos contra o Rei Gaur Govinda (21) e foi enviado pelo seu Pir (peer:mestre) Nizamuddin Aulia.

Sheik participou do terceiro ataque contra Gaur Govinda, no qual o rei foi derrotado. Após a guerra, mais de dezenas de milhares de prisioneiros foram levados e todos foram convertidos ao Islã sob o patrocínio do Sheik Jalal. Portanto, é claro que, pelo menos, esses prisioneiros não se converteram de acordo com sua própria vontade ou depois de se apaixonaram pelos ensinamentos e estilo de vida do Sheik Jalal. De acordo com o relato de Hamilton Alexander Rosskeen Gibb sobre Ibn e Batuta, ele mencionou que “o esforço de Jalaluddin foi fundamental para converter os infiéis a abraçaram o Islã” (22), mas não especifica quais foram essas medidas. Outro conhecido santo Sufi de Bengala foi Nur Qutb-i-Alam, que influenciou o Príncipe Hindu Ganesha, — governante recentemente derrotado de Bengala, — a entregar seu filho de doze anos; Jadu foi convertido ao Islamismo e fez o governante de Bengala trocar seu nome para Sultão Jalaluddin Muhammad; Jalaluddin acabou se tornando um rei particularmente feroz e ofereceu a opção de conversão ao Islã ou morte aos seus subordinados (23). Além disso, diz-se que os métodos de conversão aplicados em Bangladesh eram muito ortodoxos, tipo “(Os Sufis) estabeleceram suas khanaqahs nos locais dos santuários Budistas e se encaixaram bem na situação religiosa de Bengala”. (24)

Há muitas opiniões diferentes à medida que olhamos o trabalho acadêmico de diferentes lugares, o que pode levar a conclusões diferentes para responder a pergunta que começamos a explorar. No entanto, as percepções acadêmicas dominantes que sugerem que os Sufis recorreram apenas ao maneirismo pacífico e humilde para promover o Islã na Índia precisam ser desafiadas. É verdade que muitos Santos Sufis podem ser indivíduos de coração humano e bondoso. No entanto, a crença global de que, para levar uma vida feliz, contente e devota, é preciso entrar no curral da própria ideologia, vem se mantendo como um ponto de vista constante dos Santos Sufis em todo o Sul da Ásia.


References:

1.P36, Imagined Communities, Benedict Anderson
2.P38, Ibid
3. Mirza Kalichbeg Fredunbeg, The Chachnamah, An Ancient History of Sind
4.P11, A Book of Conquest, Mannan Ali Arif
5. “Romila Thapar’s Somanatha: the many voices of a history, Ramya Sreenivasan’s The Many Lives of a Rajput Queen:Heroic Pasts in India c. 1500-1900, Shahid Amin’s Conquest and Community: The Afterlife of Warrior Saint Ghazi Miyan, and Cynthia Talbot’s The Last Hindu Emperor: Prithviraj Chauhan and the Indian Past, 1200-2000 approach binary categories of Hindu/Muslim by fracturing the historical certainty.” P188, A Book of Conquest, Mannan Ali Arif
6.“The Muslim polities in Sind that emerged in the eighth century undoubtedly helped the growth of trade and settlement networks between Arabia and India. Settlements in Aden, Muscat, Diu, and Thana predate the Arabian Muslim empires of Damascus and Baghdad. There are numerous mentions of Arab families who settled in these regions in political exile or as traders.” P33, ibid
7. P108, Islamic Jihad, A legacy of Imperialism, Forced conversions and Slavery, M A Khan
8. P 227, The State and Religion in Mughal India, Roy Choudhury ML
9. Exhibit No. 34, Bikaner Museum Archives, Rajasthan, India; Available at: http://according-to-mughal-records.blogspot.com
10. “Aurangzeb also promulgated an order in 1685 to his officers of the provinces to encourage the Hindus to convert to Islam by offering that ‘each Hindu male, who becomes a Musalman, is to be given Rupees four and each Hindu woman Rupees two’ from the treasury” Ibid, Exhibit 43
11. “ Mahmud Ghaznavi invaded Hindustan seventeen times, and every time he came he converted people from Peshawar to Mathura and Kashmir to Somnath. Such was the insistence on the conversion of the vanquished Hindu princes that many rulers just fled before Mahmud even without giving a battle”, p 222, Legacy of Muslim Rule in India, K S Lal
12. p92, Islamic Jihad, A legacy of Imperialism, Forced conversions and Slavery, M A Khan
13.“With the defeat and death of Prithviraj Chauhan, the task of the invader became easy. Sirsuti,Samana, Kuhram and Hansi were captured in quick succession with ruthless slaughter and a general destruction of temples and building of mosques. The Sultan then proceeded to Ajmer”. The Legacy of Muslim Rule in India. K.S.Lal
14. p214-215 Taj-ul-Maasir, Hasan Nizami
15. P134, Legacy of Muslim rule in India, K S Lal
16. “The Shaikh was so popular with the people that Sultan Alauddin Khalji began to entertain suspicions about his influence and authority in Muslim society. With a view to ascertain the real intentions of the Shaikh, and to find out to what extent he was interested in seeking political power, the Sultan sent him a note seeking his advice and guidance on certain political problems. The Shaikh immediately surmised Alauddin’s motives in sending the letter, and replied that he had nothing to do with politics and so could render no advice on political matters” P 118-19, Siyar-ul-Auliya. Urdu trs. Silsila-i-Tassavuf , Saiyyad Amir Khurd al-Kirmani
17. P563, Life and Works of Amir Khusrau, Dr. Wahid Mirza
18. P268, Tareekh e Ferishta, Muhammad Qasim Hindu Shah, History of the Rise of the Mahomedan Power in India,
19. P 19, Islamisation of India by Sufis, Purushottam
20. P8, Nehemia Levtzion , Toward a Comparative Study of Islamization, in Conversion to Islam
21. Shah Jalal (R), Banglapedia; http://banglapedia.search.com.bd/HT/S_0238.htm
22. P269,Ibn Batuta, 1304–1377 (1929), English translation by Gibb
23. “Dr James Wise wrote in the Journal of the Asiatic Society of Bengal (1894) that ‘the only condition he offered was the Koran or death… many Hindus fled to Kamrup and the jungles of Assam, but it is nevertheless possible that more Mohammedans were added to Islam during these seventeen years (1414–31) than in the next three hundred years.” P 57,KS Lal, Indian Muslims: Who are They
24. P 18, Nehemia Levtzion, Conversion to Islam
Bibliography-
1. Page 36, Imagined Communities, Benedict Anderson
2. P. 20, S. Bose and A. Jalal. Modern South Asia: History, Culture, Political Economy New York: Routledge, 2004)
3. P188, A Book of Conquest, Mannan Ali Arif
4. P214-215 Taj-ul-Maasir, Hasan Nizami
5. P38, The Legacy of Muslim Rule in India. K.S.Lal
6. Mirza Kalichbeg Fredunbeg, The Chachnamah, An Ancient History of Sind (Delhi: Idarah-i Adabiyat-i Delli, 1900).
7. P184, Islamic Jihad, A legacy of Imperialism, Forced conversions and Slavery, M A Khan
8. P 92, Islamic Jihad, A legacy of Imperialism, Forced conversions and Slavery, M A Khan
9. P 134, Legacy of Muslim Rule in India, K S Lal
10. P1, The Foundations of Muslim Rule in India, Habibullah ABM (1976) Central Book Depot, Allahabad
11. P108, Islamic Jihad, A legacy of Imperialism, Forced conversions and Slavery, M A Khan
12. P 227, The State and Religion in Mughal India, Roy Choudhury ML (1951) Indian Publicity Society, Calcutta.
13. P 118-20, Siyar-ul-Auliya. Urdu trs. Silsila-i-Tassavuf , Saiyyad Amir Khurd al-Kirmani, No. 130. Allah Wale-ki-Dukan, Kashmiri Bazar (Lahore, n.d.).
14. P 563, Life and Works of Amir Khusrau , Dr. Wahid Mirza, (Calcutta, 1935),
15. P 222, Legacy of Muslim Rule in India, K S Lal.
16. http://according-to-mughal-records.blogspot.com.
17. P 19, Islamisation of India by Sufis, Purushottam, Ist Edition : Feb. 2008
18. p. 268 Tareekh e Ferishta, Muhammad Qasim Hindu Shah, Ferishtah MQHS (1829) History of the Rise of the Mahomedan Power in India, translated by John Briggs, D.K. Publishers Distributors (P) Ltd, New Delhi, Vol. IV (1997 imprint).
19. p. 18, Toward a Comparative Study of Islamization, in Conversion to Islam, Nehemia Levtzion.
20. P 269,Ibn Batuta, 1304–1377 (1929), English translation by Gibb.
21. P 57,KS Lal, Indian Muslims: Who are They , 1990, Voice of India, New Delhi.
22. P 18, Nehemia Levtzion, Conversion to Islam, 1979


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Robert Spencer: Por Que Judeus e Cristãos Precisam Se Unir Contra a Jihad Global

Photo/Cover:  worldmediamonitoring.com

Fonte/Source: Robert Spencer: Why Jews and Christians Must Unite In Defense Against the Global Jihad


Robert Spencer: Por Que Judeus e Cristãos Precisam Se Unir Contra a Jihad Global

Por Robert Spencer

1 de Março de 2013 (Reeditado em 21/11/17)


Ao longo do Atlas Shrugs (website da ativista Pamela Geller), expliquei por que Judeus e Cristãos (e todas as outras) precisam se unir em defesa da liberdade contra a jihad global e a supremacia Islâmica. Que é também o tema do meu breve discurso no vídeo acima, realizado no último Domingo em Santa Mônica, Califórnia, na Festa de Purim da Coalizão Criativa Sionista.

Domingo à noite em Los Angeles, tive a grande honra de receber o Prêmio Shushan como Righteous Gentile (vide nota abaixo) pela Coalizão Criativa Sionista, um novo grupo digno de nota e dedicado a defesa de Israel. Num momento em que a esquerda Cristã corre para imitar o zeitgeist (tr., espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos) condenando Israel e iniciando, ao estilo Nazista, boicotes aos interesses Judaicos, é útil recordar por que uma aliança Judaico-Cristã pode ser essencial nesse momento para a sobrevivência do mundo livre.

Nota do blog:  Definição de Righteous Gentile (The Righteous Among The Nations) — Pessoas não-Judias que, durante o Holocausto, arriscaram suas vidas para salvar Judeus da perseguição Nazista. De acordo com Paul Schnee: Na verdade, Robert Spencer tem sido muito bem-sucedido conscientizando os Estados Unidos sobre o verdadeiro significado e a agenda dos praticantes da “religião de paz”, Islã. Tanto que agora vive em local sigiloso.

A história da relação do Cristianismo com o Judaísmo, é marcada por inúmeros incidentes por antagonismo e coisas piores. Leia as histórias da Europa Medieval Católica e da Rússia Ortodoxa sob os czares, me faz sentir vergonha, por dividir a mesma fé com os perseguidores; ao mesmo tempo, enquanto a Igreja Católica e outros membros Cristãos têm no nível mais alto nível rejeitado o antissemitismo e as interpretações do Novo Testamento que sustentam isso, o antissemitismo Islâmico continua profundamente enraizado no Alcorão e na Suna, e nenhuma autoridade Islâmica mostra qualquer inclinação para reexaminar o tema.

Além disso, o Islã visualiza o mesmo destino para ambos Judeus e Cristãos. A lei Islâmica designa para ambos o status de dhimmi: a subjugação institucionalizada que o Alcorão determina ao “Povo do Livro” (cf. 9:29). Os dhimmis são proibidos de ter autoridade sobre os Muçulmanos, portanto são relegados aos serviços mais subalternos da sociedade; são proibidos de construir novas casas para o culto ou reparar as antigas, consequentemente as suas comunidades estarão sempre em perpetuo estado de declínio; precisam se submeter a inúmeras outras humilhações e regulamentos discriminatórios,  e acima de tudo, pagar a jizya, — o imposto que o Alcorão prescreve como a mais viva manifestação de submissão às regras Muçulmanas impostas aos não-Muçulmanos.

Os patrões Muçulmanos dos dhimmis ao longo da história, trabalharam semeando o antagonismo entre os vários grupos de dhimmis, para assegurar que jamais se organizem contra seus opressores. Um exemplo moderno disso aconteceu em 2007, quando Ingrid Mattson que na ocasião era a Presidente da Sociedade Islâmica da América do Norte. Este grupo, que tinha admitido ligações com o Hamas e a Irmandade Muçulmana, disse numa palestra na Kennedy School of Government em Harvard, que os ‘direitistas Cristãos são aliados muito perigosos dos Judeus Americanos, porque eles [os Cristãos] são realmente antissemitas. Eles não gostam de Judeus.

Mattson não mencionou que o próprio livro sagrado dela (o Alcorão), afirma que Alá transformou os Judeus em macacos e porcos (2:63-65; 5:59-60; 7:166), e designa Judeus como “os mais veementes em hostilidade da humanidade para com aqueles que acreditam” (5:82), ou diz que estão sob a maldição de Alá (9:30), ou devem ser combatidos e subjugados (9:29).  Ela também sequer se dignou a observar que o Novo Testamento, ao mesmo tempo que contém passagens que foram usadas para justificar o antissemitismo (embora nenhuma dessas passagens prescreva ou justifique qualquer violência) não possui nenhuma¦veemente hostilidade.

O que Mattson estava tentando fazer não era advertir os Judeus sobre uma ameaça real por pura bondade do seu coração, mas para semear a discórdia entre as duas comunidades visadas pelos jihadistas, de forma a afastar a formação de uma frente unida. E Mattson é uma entre muitas, e seus esforços estão funcionando demasiadamente bem: alguns Cristãos estão tratando os Judeus hoje em dia, com um renovado antissemitismo disfarçado de indignação moral contra Israel, e alguns Judeus vêem os Cristãos com tanta suspeita que acabam não enxergando um genuíno aliado.

Tudo isso faz com que uma frente unida se torne ainda mais necessária. A pioneira historiadora Bat Ye’or tem enfatizado isso em seus escritos, e defendendo recentemente o seu ponto de vista, é a prova concreta de que o imperativo Islâmico de subjugar Judeus e Cristãos como dhimmis não é (como alegam frequentemente os apologistas Islâmicos hoje em dia) uma relíquia de um passado distante, para nunca mais ser revivido; ao contrário, Muçulmanos da Bósnia, Egito, Síria e Paquistão vêm nos últimos anos pedindo a sua reimposição.

Os elementos da lei Islâmica que pedem a jihad contra Judeus e Cristãos de modo a subjugá-los sob a lei Sharia ainda estão vivos e formam uma grande parte dessa lei; elas não foram reformadas ou rejeitadas.

Judeus e Cristãos têm uma Escritura em comum e, de várias maneiras, uma perspectiva comum. Nós somos os filhos e herdeiros da maior civilização que o mundo conheceu.

E hoje, se não nos unirmos, seguramente seremos pendurados separadamente.


Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

É HORA DE OUVIR ROBERT SPENCER

Fonte/Source: Video: Stanford dean Nanci Howe congratulates student fascists as they disrupt Robert Spencer event

Stanford and Other Universities of Gleichschaltung

Stanford Ph.D. candidate says disruption of Robert Spencer event does “not befit an institution of learning”


É HORA DE OUVIR O ROBERT SPENCER

Por Tião Cazeiro

21 de Novembro de 2017


“Hoje em dia na América, as universidades geralmente são lugares para discussão e debate aberto e livre, com uma única exceção: se a pessoa se opor ativamente ao antissemitismo (seja em Mein Kampf ou no Alcorão) e lutar pela liberdade de expressão. Numerosos indivíduos que mantêm esses pontos de vista — posições básicas do Iluminismo — tornaram-se parias em muitos campus universitários. Essas universidades, pelas ações de seus administradores, professores e estudantes, tornaram-se bastiões da Gleichschaltung.

Gleichschaltung, traduzida como Nazificação, foi posta em prática na Universidade de Freiburg, Universidade de Frankfurt, Universidade de Göttingen e em outras universidades da Alemanha nos anos de 1930, enquanto marginalizavam, frequentemente brutalizavam, e em seguida eliminaram Judeus e antifascistas que se opunham ao antissemitismo e acreditavam na liberdade de expressão.

Stanford emerge como a mais recente universidade Americana a demonstrar seu compromisso com a Gleichschaltung” — Richard Sherman

A palestra tão esperada de Robert Spencer na Stanford University, gerou muita confusão e uma reação inusitada por parte dos alunos, que de forma orquestrada abandonaram o salão. Alguns ainda chamaram o Robert Spencer de fascista, e pior, incentivados por alguns diretores associados à Reitoria de Assuntos Estudantis.

Primeiro, certificaram-se de que o salão estava repleto de estudantes que não tinham interesse em participar da palestra, mas estavam lá apenas para sabotar, negando assentos às pessoas  realmente interessadas no evento. Eles até mesmo deixaram de fora alguns membros Republicanos da faculdade, exatamente o grupo que patrocinava o evento.

Assista a estes vídeos de curtíssima duração, mesmo que você não domine a língua Inglesa, e perceba logo no primeiro vídeo a movimentação de uma diretora (dando tapinha nas costas) incentivando os alunos a deixarem o local.

O segundo vídeo, mostra Robert Spencer, — que já esperava alguma reação devido aos protestos que antecederam o evento, — assistindo a debandada geral e corretamente lembrando aos alunos o verdadeiro significado da palavra fascismo.

“Não havia nada a ganhar, mas tudo a perder, saindo propositadamente da palestra como um grupo organizado…. Inclusive negando acesso à palestra e exibindo o símbolo da  Antifa em edifícios acadêmicos.” — Qi Yang, Ph.D.

Entretanto, Ibn Warraq, um ex-Muçulmano, autor de vários livros importantes como, Por Que Não Sou Muçulmano, As Origens Do Alcorão, A Busca Pelo Muhammad Histórico e a Defesa Do Ocidente entre outros, disse o seguinte:

“Robert Spencer vem alertando e denunciando o terrorismo Islâmico desde 2003. Todos os dias ele observa atentamente todas as barbaridades do terrorismo Islâmico. Em vários momentos de tristeza, quando não o levaram a sério o suficiente, Spencer foi forçado a nos lembrar: “Eu te avisei.” É hora de ouvir o Robert Spencer.”

PJ Media: “Um líder nesta guerra há mais de uma década, documentando não apenas o que está acontecendo, mas explicando o porquê.”

Venho traduzindo os artigos do Robert Spencer, Raymond Ibrahim, Pamela Geller, Dr. Bill Warner entre outros desde 2013.  Este blog não existiria se não fossem os artigos dessas pessoas tão especiais.

Robert Spencer e Raymond Ibrahim são versados em Árabe e conhecem profundamente o Islã e a História. Ouvir o que eles têm a dizer é de extrema importância pois estamos em plena era do absurdo.


 

As Últimas Palavras De Um Terrorista

Fonte/Source: Last words of a terrorist
Via Jamie Glazov – Twitter: @JamieGlazov  — Editor do Frontpagemag.com — David Horowitz Centre — e apresentador do Web TV Show, The Glazov Gang.


Este documento foi divulgado pelo F.B.I. e traduzido para o The New York Times pela Capital Communications Group, uma empresa de consultoria internacional com sede em Washington, e por Imad Musa, tradutor contratado.

Um dos poucos — e certamente o mais impressionante e perturbador — vislumbres nas mentes e motivos dos homens que perpetraram o massacre de 11 de Setembro em Nova Iorque é um documento de quatro páginas, escrito em Árabe, encontrado na bagagem do líder suspeito por trás da carnificina, Mohamed Atta.


As Últimas Palavras De Um Terrorista


Publicado originalmente em 30 de Setembro de 2001

A ÚLTIMA NOITE

1) Faça o juramento de morte e renove as suas intenções.
Raspe o excesso de cabelo do corpo e use colônia. Chuveiro.

2) Certifique-se de conhecer bem todos os aspectos do plano e espere a resposta, ou uma reação, do inimigo.

3) Leia al-Tawba e Anfal [capítulos de guerra tradicional do Alcorão] e reflita sobre seus significados e lembre-se de todas as coisas que Alá prometeu aos mártires.

4) Lembre a sua alma para ouvir e obedecer [todas as ordens divinas] e lembre-se de que você enfrentará situações decisivas que podem impedir você de obedecer 100 por cento, dome a sua alma, purifique-a, convença-a, faça ela entender e incite. Alá disse: “Obedeça a Alá e ao Seu Mensageiro, e não lute entre vocês mesmos ou então você falhará. Seja paciente, pois Alá está com o paciente.

5) Reze durante a noite e seja persistente ao pedir a Alá que lhe dê vitória, controle e conquista, e que ele possa facilitar sua tarefa e não nos expor.

6) Lembre-se de Alá com frequência, e a melhor maneira de fazer isso é lendo o Alcorão Sagrado, de acordo com todos os estudiosos, até onde eu sei. É suficiente para nós que [o Alcorão] seja a palavra do Criador da Terra e das plantas, Aquele que você encontrará [no Dia do Juízo].

7) Purifique sua alma de todas as coisas impuras. Esqueça completamente de algo chamado de ‘este mundo’ [ou ‘esta vida’]. O tempo para diversão acabou e o tempo sério está sobre nós. Quanto tempo se perde em nossas vidas? Não devemos aproveitar essas últimas horas para oferecer boas ações e obediência?

8) Você deve sentir uma tranquilidade completa, porque o tempo entre você e seu casamento [no céu] é muito curto. Depois, começa a vida feliz, onde Alá está satisfeito com você, e a felicidade eterna “na companhia dos profetas, dos companheiros, dos mártires e das pessoas boas, que são boas companhias”. Peça a Alá a sua misericórdia e seja otimista, porque [o Profeta], a paz esteja com ele, costumava preferir o otimismo em todos os seus assuntos.

9) Tenha em mente que, se você entrar em dificuldades, como você irá agir e como você permanecerá firme e lembre-se de que você retornará a Alá e lembre-se de que tudo o que acontece com você nunca pode ser evitado e o que não aconteceu você nunca poderia ter acontecido com você. Esse teste do Alá Todo-Poderoso elevará o seu nível [níveis de céu] e apagará seus pecados. Tenha certeza de que é uma questão de momentos, que passarão, se Alá quiser, tão abençoados são aqueles que ganham a grande recompensa de Alá. O Alá Todo-Poderoso disse: “Você pensou que poderia ir para o céu antes de Alá saber quem entre vocês lutou por ele e é paciente?”

10) Lembre-se das palavras do Alá Todo-Poderoso: “Você estava olhando para a batalha antes de se envolver nela, e agora você a enxerga com seus próprios dois olhos”. Lembre-se: “Quantos grupos pequenos atingiram grandes grupos pela vontade de Alá”. As palavras Dele: ´Se Alá te der a vitória, ninguém poderá vencer. Então, os fiéis confiam em Alá.’

11) Lembre-se das súplicas e dos seus irmãos e pondere seus significados. (As súplicas da manhã e da tarde, e as súplicas de [entrando] uma cidade, e as súplicas [imprecisas], e as súplicas ditas antes de conhecer o inimigo.

12) Abençoe o seu corpo com alguns versos do Alcorão [lendo os versos em suas próprias mãos e depois esfregando as mãos sobre o que quer que seja abençoado], a bagagem, a roupa, a faca, seus efeitos pessoais, sua identificação, passaporte, e todos os seus documentos.

13) Verifica a sua arma antes de sair e muito antes de sair. (Você deve afiar sua faca e não gerar desconforto ao seu animal durante o abate).

14) Aperte as suas roupas [uma referência para certificar-se de que suas roupas cobrirão suas partes privadas em todos os momentos], pois esse é o caminho das gerações piedosas segundo o Profeta. Eles apertavam suas roupas antes da batalha. Aperte bem os sapatos, use meias para que seus pés estejam solidamente em seus sapatos. Todas essas são coisas mundanas [que os humanos podem fazer para controlar seu destino, embora Alá decrete o que funcionará e o que não] e o resto é deixado para Alá, ninguém melhor para depender.

15) Reza a oração da manhã em um grupo e pondera as grandes recompensas dessa oração. Faça súplicas após, e não saia de seu apartamento, a menos que você tenha feito uma ablução antes de sair, porque os anjos estarão pedindo o seu perdão enquanto você estiver em estado de ablução e estarão orando por você. Esta frase do Profeta foi mencionada por An-Nawawi em seu livro ‘O melhor das Súplicas’. Leia as palavras de Alá: “Você pensou que nós o criamos sem motivo…”, capítulo Al-Mu’minun.

O SEGUNDO PASSO

Quando o táxi levar você ao (M) [esta inicial poderia representar o aeroporto de matar (sic), em Árabe], lembre-se de Alá constantemente enquanto estiver no carro. (Lembre-se da súplica para entrar num carro, para entrar numa cidade, a súplica de lugar e outras súplicas).

Quando você chegar ao (M) e descer do táxi, diga uma súplica de lugar [‘Oh Senhor, eu peço o melhor deste lugar, e peço que você me proteja de seus males’], e em todos os lugares que você for, diga a oração e sorria e fique calmo, pois Alá está com os crentes. Os anjos o protegem sem que você sinta nada. Diga esta súplica: “Alá é mais querido do que toda a Sua criação”. Diga: ‘Oh Senhor, proteja-me deles como desejar.’ Diga: ‘Oh Senhor, tire sua ira do [inimigo] e pedimos que você nos proteja de seus males’. Diga: ‘Oh Senhor, bloqueia a visão deles, para que não vejam’. Diga: “Alá é tudo o que precisamos, Ele é o melhor para confiar”. Lembre-se das palavras de Alá: ‘Aqueles a quem o povo disse: “As pessoas se juntaram para te pegar, então temê-los”, mas isso só aumentou sua fé e eles disseram: Alá é tudo o que precisamos, Ele é o melhor para confiar. ‘Depois de dizer isso, você encontrará [não está claro] como Alá prometeu isso aos seus servos que dizem esta súplica:

1) Eles voltarão [da batalha] com as bênçãos de Alá
2) Eles não foram prejudicados
3) E Alá estava satisfeito com eles.

Alá diz: “Eles voltaram com as bênçãos de Alá, não foram prejudicados, e Alá ficou satisfeito com eles, e Alá é eterna bênção”.

Todos os seus equipamentos e portões e tecnologia não impedirão, nem prejudicarão, exceto pela vontade de Alá. Os crentes não temem essas coisas. Os únicos que o temem são os aliados de Satanás, que são os irmãos do diabo. Eles se tornaram seus aliados, Alá nos salve, pois o medo é uma ótima forma de adoração, e o único digno disso é Alá. Ele é o único que merece. Ele disse nos versos: “Esse é apenas o Diabo assustando seus aliados”, que estão fascinados com a civilização Ocidental, e beberam o amor [do Ocidente], como eles bebem água [não está claro] e têm medo de seu equipamento fraco” então não temas, somente a Mim, se você é crente”.

O medo é uma ótima adoração. Os aliados de Alá não oferecem tal adoração, exceto o único Alá, que controla tudo. [não está claro] com total certeza de que Alá enfraquecerá os esquemas dos infiéis. Alá disse: “Alá enfraquecerá os esquemas dos infiéis”.

Você deve se lembrar dos seus irmãos com todo o respeito. Ninguém deve notar que você está fazendo a súplica: “Não há Deus senão Alá”, porque se você diz 1000 vezes, ninguém será capaz de dizer se você está quieto ou se lembrando de Alá. Entre os seus milagres está o que o Profeta, a paz esteja com ele, disse: “Quem diz: “Não há Deus senão Alá”, com todo o seu coração, vai pro céu”. O profeta, a paz esteja com ele, disse: “Se você colocar todos os mundos e universos num lado da balança, e “Não há Deus senão Alá” no outro, “Não há Deus além de Alá” pesará mais fortemente. Você pode repetir essas palavras com confiança, e esse é apenas um dos pontos fortes dessas palavras. Quem pensa profundamente sobre essas palavras descobrirá que elas não têm pontos [na literatura Árabe] e isso é apenas uma de suas grandezas, pois as palavras que têm pontos carregam menos peso do que as que não têm.

Basta que essas sejam as palavras do monoteísmo, as quais o fará firme na batalha, como o profeta, a paz esteja com ele e com os seus companheiros e com aqueles que vieram antes dele, se Alá quiser, até o Dia do Juízo.

Não pareça confuso ou mostre sinais de tensão nervosa. Seja feliz, otimista, calmo, porque você está indo para uma ação que Alá ama e vai aceitar. Este será o dia, se Alá quiser, em que você passará o tempo com as mulheres do paraíso.

[poesia] Sorria diante da dificuldade jovem/porque você está indo ao paraíso eterno

Lembre-se de fazer súplicas aonde quer que você vá, e quando você fizer alguma coisa, e Alá está com seus servos fiéis, Ele os protegerá e facilitará suas tarefas, e lhe dará sucesso, controle, vitória e tudo…

A TERCEIRA FASE

Quando você subir no (T) [provavelmente tayyara, avião em Árabe], antes que o seu pé adentre pela porta, e mesmo antes de entrar, faça uma oração e súplicas. Lembre-se que esta é uma batalha pelo bem de Alá. Como o profeta, a paz esteja com ele, disse: “Uma ação por Alá é melhor do que tudo que existe neste mundo”. Quando você entrar no (T) e sentar-se em seu assento, comece com as súplicas conhecidas que mencionamos anteriormente. Esteja ocupado com a constante lembrança de Alá. Alá disse: “Ó fiel, quando achar o inimigo fique firme e lembre-se de Alá constantemente, para que seja bem-sucedido”. Quando o (T) se mover, mesmo um pouco, em direção a (Q) [referência desconhecida], diga a súplica de viagem. Porque você está viajando para o Alá Todo-Poderoso, então esteja atento nessa viagem.

Então, [não está claro], ele decola. Este é o momento em que ambos os grupos se juntam. Então lembre-se de Alá, como Ele disse em Seu livro: ‘Oh Senhor, derrame sua paciência sobre nós e firme os nossos pés e nos dê a vitória sobre os infiéis’. As palavras Dele: “A única coisa que eles dizem Senhor, perdoe nossos pecados e excessos e torne nossos pés firmes e nos dê a vitória sobre os infiéis”. O seu profeta disse: ‘Oh Senhor, você revelou o livro, você move as nuvens, você nos deu vitória sobre o inimigo, conquiste-os e dê-nos a vitória sobre eles’ ‘. Dê-nos a vitória e agite o chão debaixo de seus pés. Reze por si mesmo e por todos os seus irmãos para que eles possam ser vitoriosos e atingir seus alvos e pedir a Alá que lhe conceda o martírio diante do inimigo, não fugir dele e que Ele lhe conceda paciência e a sensação de que qualquer coisa que lhe aconteça é por ele.

Então, cada um de vocês deve se preparar para desempenhar seu papel de maneira que satisfaça Alá. Você deve apertar os dentes, como fizeram as piedosas gerações iniciais.

Quando o confronto começar, ataque como campeões que não querem voltar a este mundo. Grite, ‘Allahu Akbar’, porque isso gera terror nos corações dos infiéis. Alá disse: “Ataque acima do pescoço, e ataque todas as extremidades”. Saiba que os jardins do paraíso estão esperando por você com toda o seu esplendor, e as mulheres do paraíso estão esperando, exclamando: “Venha aqui, amigo de Alá”. Elas vestiram suas roupas mais lindas. [Ênfase adicionada].

Se Alá decretar que qualquer um de vocês deva matar, dedique o massacre a seus pais e [não está claro], porque você tem obrigações para com eles. Não discorde e obedeça. Se você matar, não crie desconforto àqueles que você está matando, porque esta é uma das práticas do profeta, a paz esteja com ele. Sobre uma condição: que você não se distraiam com [não está claro] e nem negligenciem o que é maior, prestando atenção ao inimigo. Isso seria traição, e causaria mais dano do que bem. Se isso acontecer, a ação em questão é mais importante do que fazer isso, porque a escritura é uma obrigação e [a outra coisa] é opcional. Uma obrigação tem prioridade sobre uma opção.

Não procure vingança por si mesmo. Ataque pela causa de Alá. Uma vez, Ali Bin Abi Talib [companheiro e parente próximo do profeta Muhammad] lutou com um infiel. O infiel cuspiu em Ali, que Alá o abençoe. Ali [não está claro] sua espada, mas não o atacou. Quando a batalha terminou, os companheiros do profeta perguntaram por que ele não tinha ferido o infiel. Ele disse: “Depois que ele cuspiu em mim, tive receio que eu fosse atacá-lo por vingança, então levantei minha espada”. Depois, com as intenções renovadas, voltou e matou o homem. Isso significa que, antes de fazer qualquer coisa, certifique-se de que a sua alma está preparada para fazer tudo somente por Alá.

Em seguida, implemente o caminho do profeta tornando-os prisioneiros. Torne-os prisioneiros e mate-os. Como Alá Todo-Poderoso disse: “Nenhum profeta deveria ter prisioneiros até que tenha encharcado a terra com sangue. Você quer as recompensas deste mundo [em troca de prisioneiros] e Alá quer o outro mundo [para você], e Alá é todo-poderoso, sapientíssimo”.

Se tudo ocorrer bem, cada um de vocês deverá afagar o ombro do outro por confiança que (M) e (T) número (K). (sic) Lembre a seus irmãos que essa ação é por Alá o Todo-Poderoso. Não confunda seus irmãos nem os distraia. Deve dar-lhes boas novas e acalmá-los, e lembrá-los [de Alá] e encorajá-los. Quão lindo é ler as palavras de Alá, como: ‘Aqueles que preferem a vida após a morte, neste mundo devem lutar pela causa de Alá”.

Suas palavras: “Não suponha que aqueles que foram mortos pela causa de Alá estão mortos; eles estão vivos… ‘ E outras. Ou deveriam cantar músicas para reforçar o moral, como as piedosas primeiras gerações fizeram na agonia da batalha, para trazer calma, tranquilidade e alegria aos corações de seus irmãos.

Não se esqueça de fazer uma caridade, mesmo que seja um copo de água para saciar a sua sede ou a de seus irmãos, se possível. Quando a hora da realidade se aproximar, a hora zero, [não está clara] e de todo o coração dê boas-vindas à morte pela causa de Alá. Sempre esteja se lembrando de Alá. Ou termine sua vida enquanto reza, segundos antes do alvo, ou faça suas últimas palavras: “Não há Deus senão Alá, Muhammad é o Seu Mensageiro”.

Depois, todos nos encontraremos no mais alto dos céus, se Alá permitir.

Se você vê o inimigo como forte, lembre-se dos grupos [que formaram uma coalizão para lutar contra o profeta Muhammad]. Eles eram muitos, 10.000. Lembre-se de como Alá deu a vitória aos seus fiéis servos. Ele disse: “Quando os fiéis avistaram os grupos, disseram: isso é o que Alá e o profeta prometeram, disseram a verdade. Isso só aumentou a fé.

E que a paz de Alá esteja sobre o profeta.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Como o Nazismo Explica o Islã “Moderado” e o “Radical”

Fonte/Source: How Nazism Explains ‘Moderate’ and ‘Radical’ Islam | Raymond Ibrahim

Como o Nazismo Explica o Islã “Moderado” e o “Radical”

Por Raymond Ibrahim

16 de agosto de 2015 (Reeditado em 19/11/2017)

PJ Media

Se as doutrinas Islâmicas são inerentemente violentas, por que então todos os Muçulmanos do mundo – cerca de 1.5 bilhão de pessoas – não são violentos?

Essa pergunta representa uma das mais populares apologias Islâmicas: uma vez que nem todo Muçulmanos é violento, intolerante ou patrocinam o terrorismo, – uma afirmação verdadeira – o Islã em si deve ser inocente.

Vamos considerar brevemente essa lógica.
isla nazism 3Primeiro, e de fato, muitas pessoas se identificam como Muçulmanas, mas não necessariamente aderem ou apoiam as doutrinas supremacistas e intolerantes do Islã. Se você vive num país de maioria Muçulmana, sabe muito bem que isso é verdade.

A pergunta mais importante é: o que esses Muçulmanos representam? Estarão seguindo uma versão legítima, “moderada”, do Islã – uma versão mais autêntica do que a variedade terrorista? Isso é o que a mídia, os políticos e os acadêmicos querem nos fazer crer.

A melhor maneira de responder a essa pergunta é por analogia:

O Nazismo Alemão é uma ideologia amplamente condenada, devido ao seu (“Ariano / Branco”) elemento supremacista. Mas o fato é que muitos Alemães que eram membros ou simpatizantes do partido Nazista eram “boas” pessoas. Não acreditavam na perseguição de Judeus e de outros “não-Arianos”, e alguns ainda ajudaram esses “indesejáveis” a escapar, mesmo correndo grande risco de vida.

Considere Oskar Schindler. Membro da etnia Alemã e do partido Nazista, que fez um grande esforço para salvar os Judeus da chacina.

Como conciliar sua boa ação com o seu mau credo?

Estava Schindler praticando uma legítima e “moderada” forma de Nazismo? Ou é mais razoável dizer que aderiu a alguns princípios do Nacional-Socialismo, mas quando chegou a hora de matar outros seres humanos, em nome da supremacia racial, sua humanidade subiu acima da sua lealdade ao Nazismo?

De fato, muitos Alemães se uniram e apoiaram o Partido Nacional Socialista, principalmente porque era um partido “vencedor”, que oferecia esperança, e menos por causa de suas teorias raciais.

Dessa forma, outros Alemães se juntaram ao partido Nazista precisamente por causa de suas teorias raciais supremacistas e estavam muito felizes em ver “subumanos” incinerados.

Agora considere como essa analogia se aplica ao Islã e Muçulmanos: em primeiro lugar, diferentemente da maioria dos Alemães que optou por aderir ou apoiar o partido Nazista, a esmagadora maioria de Muçulmanos em todo o mundo simplesmente nasceu no Islã; não tiveram escolha. Muitos desses Muçulmanos conhecem o mínimo sobre o Islã – os Cinco Pilares – e são ignorantes com relação às teorias supremacistas do Islã.

Adicione a lei Islâmica da apostasia à mistura – abandonar o Islã pode levar a pena de morte – e tudo fica claro, existem muitos “Muçulmanos” nominais que procuram não balançar o barco.

Portanto, há também um grande número de Muçulmanos que sabem exatamente o que o Islã ensina – incluindo a violência, a pilhagem e a escravização do kafir ou o infiel – e que de forma bastante feliz seguem precisamente devido à supremacia.

Em ambos, Nazismo e Islã, temos uma ideologia supremacista por um lado, e as pessoas, que por outro lado, encontram-se associadas a essa ideologia por uma série de razões: desde aqueles que nasceram dentro dela, passando pelos que aderiram a ela por suas bênçãos temporais, até aqueles que são crentes sinceros e ardentes.

A diferença mais importante é esta: quando se trata de Nazismo, o mundo já concordou que é uma ideologia supremacista. Aqueles que a seguiram fielmente eram “criminosos” – tais como Adolf Hitler. Quanto aos “bons Nazistas”, que ajudaram os Judeus perseguidos, dando abrigo e ainda realizando outros atos altruístas, o mundo reconhece que não estavam seguindo uma forma “moderada” do Nazismo, mas que o seu compromisso com o Nazismo era indiferente na melhor das hipóteses.

Esse é o paradigma correto para visualizar o Islã e os Muçulmanos: O Islã contém doutrinas violentas e supremacistas. Esse é um fato simples. Aqueles que as seguem fielmente foram e são “criminosos” – por exemplo, Osama bin Laden. Ainda assim, existem os “bons Muçulmanos.” No entanto, não são bons porque seguem um bom ou “moderado” Islã, mas porque não estão, em primeiro lugar, totalmente comprometidos com o Islã.

Tendo dito, o altruísmo de Schindler foi um produto do “Nazismo moderado” ou aconteceu apesar do Nazismo em si? O último é evidente. Da mesma forma, se um Muçulmano trata um não-Muçulmano com dignidade e igualdade, estaria fazendo isso porque segue uma marca legítima, tipo “Islã moderado”, ou faz apesar do Islã, porque o seu próprio senso de decência o compele a isso?

Considerando que a lei Islâmica é inequivocamente clara, que não-Muçulmanos têm que ser  subjugados e viverem como “cidadãos” de terceira classe — os incontáveis abusos dos direitos humanos perpetrados pelo Estado Islâmico (ISIS) contra os não-Muçulmanos, são um subproduto direto desses ensinamentos — assim como qualquer Muçulmano que tratar os “infiéis” com igualdade estará se comportando em oposição ao Islã.

Então porque o Ocidente é incapaz de aplicar o paradigma Nazista sobre a questão do Islã e os Muçulmanos? Por que é incapaz de reconhecer que os ensinamentos Islâmicos são inerentemente supremacistas, embora obviamente nem todo Muçulmano está literalmente seguindo exatamente os ensinamentos, como nem todos os membros de qualquer religião estão literalmente seguindo os ensinamentos de sua fé?

Essa questão torna-se mais premente quando se percebe que, por mais de um milênio, o Ocidente considerou o Islã como um culto inerentemente violento e intolerante. Leia os escritos dos não-Muçulmanos desde o alvorecer do Islã até recentemente, a partir de Teófanes, o Confessor (d. 818) até Winston Churchill (d.1965) — e testemunhe como todos retrataram o Islã como um credo violento que vive de conquista, de pilhagem, sempre subjugando o “outro”. (Aqui estão os pensamentos de Marco Polo).

O problema hoje é que o establishment politicamente correto — as universidades, os principais meios de comunicação, os políticos, e todas as outras cabeças falantes — ou seja, os que não querem ser incomodados com realidade ou história, fizeram disso um “fato” estabelecido, de que o Islã é “uma das grandes religiões do mundo.” Portanto, a religião em si, — e não apenas alguns de seus praticantes — é inviolável à crítica.

O ponto aqui é que a identificação dos elementos negativos de uma ideologia e a condenação adequada dos mesmos não é tão difícil. Nós já o fizemos com o Nazismo e com outras ideologias e cultos. E sabemos a diferença entre aqueles que seguem tais ideologias supremacistas (pessoas “más”), e aqueles que se encontram como casuais, membros não comprometidos (pessoas boas ou neutras).

Em épocas sensatas, quando o senso comum poderia ventilar e respirar, essa analogia teria sido considerada supérflua. Nos tempos em que vivemos, no entanto, onde um monte de ruídos sem sentidos são disseminados por toda parte pela grande mídia — e são tragicamente tratados como sérias “análises” —  o senso comum deve ser metodicamente soletrado: Sim, uma ideologia/religião pode ser reconhecida como violenta ou mesmo má, e não, muitos de seus adeptos não precisam ser violentos ou maus — eles podem até ser bons por muitas razões como discutido acima.

Essa é a maneira mais objetiva para entender a relação entre o Islã como um corpo de ensinamentos e Muçulmanos como pessoas individuais.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

Alemanha: Refugiado Muçulmano Preso Por Estuprar Um Pônei Em Zoológico Infantil

Fonte/Source: Germany: Muslim refugee arrested for raping pony at children’s zoo


Alemanha: Refugiado Muçulmano Preso Por Estuprar Um Pônei Em Zoológico Infantil

Por Nicolai Sennels 

17 de Novembro de 2017


[Nota do Editor: Com base em Resmalhe Towzih al-Masael do Ayatollah Khomeini, traduzido para o Inglês por J. Borujerdi como “Esclarecimento às Questões”:

# 2631. É repugnante comer carne de cavalo e mula e burro e se alguém faz o coito com eles, isso é uma relação sexual, eles se tornam ilegais e devem ser retirados da cidade e vendidos em outro lugar.

# 2632. Se eles tiverem relações sexuais com uma vaca, uma ovelha e um camelo, sua urina e esterco tornam-se impuros e beber seu leite também será ilegal e eles devem ser mortos e queimados sem demora, e a pessoa que teve relações sexuais com eles deve pagar dinheiro ao dono. Além disso, caso ele tenha tido relações sexuais com qualquer animal selvagem seu leite se torna ilegal.] (sic)

Um refugiado Sírio de 23 anos que estuprou um pônei na “Fazenda para Crianças” é acusado por abuso animal.

Um refugiado Sírio foi preso por ataque sexual a um pônei na “Fazenda Infantil” em Görlitzer Park, na Alemanha. Um funcionário do lugar confirmou a informação ao Berliner Morgenpost. Uma babá viu o incidente, tirou uma foto da cena e contatou a equipe. O estuprador de 23 anos saiu voado, mas foi encontrado rapidamente pela polícia através da foto da babá.

O Sírio foi banido do parque e agora é cobrado por abuso animal e por causar transtorno público.

Nós nunca tivemos um incidente como esse antes“, disse um empregado. A babá não quis comentar, já que estava muito traumatizada.


Nota: Dos links abaixo, apenas o título foi traduzido. Estes links fazem parte do artigo original.


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Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Reino Unido: Mãe Convertida Ao Islã, É Assassinada Pelo Marido Muçulmano Por Usar Roupas Ocidentais

Fonte/Source: UK: Mother converts to Islam, is murdered by her Muslim husband for wearing Western clothes

Photo Cover Credit: Pamela Geller Report


Reino Unido: Mãe Convertida Ao Islã, É Assassinada Pelo Marido Muçulmano Por Usar Roupas Ocidentais

 Por Robert Spencer

17 de Novembro de 2017

Reino Unido: vítimas do crescente crime contra a honra.

Esse é o resultado da cultura de violência criada pelos ensinamentos religiosos, que dizem aos homens para espancar as mulheres por quem “temem a desobediência” (Alcorão 4:34). É também um resultado de uma cultura que aceita o crime contra a honra. Muçulmanos cometem 91% dos crimes contra a honra no mundo.

A Autoridade Palestina concede perdões ou suspende sentenças aos assassinatos em nome da honra. Mulheres Iraquianas pediram sentenças mais duras aos assassinatos Islâmicos em nome da honra, das quais se livram com muita facilidade. A Síria em 2009 descartou uma lei que limitava a duração das sentenças por homicídios em nome da honra, mas “a nova lei diz que um homem ainda pode se beneficiar das circunstâncias atenuantes em crimes de paixão ou contra a honra”, desde que tenha pena de prisão de pelo menos dois anos em caso de assassinato”.

Em 2003, o Parlamento Jordano rejeitou por motivos Islâmicos uma disposição destinada a endurecer as penas por homicídios contra a honra. Al-Jazeera informou que “Islamistas e conservadores disseram que as leis violavam tradições religiosas e poderiam destruir famílias e valores”.

Enquanto o encorajamento fornecido pela lei Islâmica ao crime contra a honra não for reconhecido e confrontado, mais mulheres sofrerão.

“Jovem Mãe Convertida ao Islã Assassinada a Marteladas por Voltar ao Estilo de Vida Ocidental”, de Virginia Hale, Breitbart, 17 de Novembro de 2017 (Agradecimentos à Ken):

Uma jovem mãe convertida ao Islã foi brutalmente assassinada pelo marido, que a impediu de ver familiares e amigos depois de começar a usar novamente suas roupas Ocidentais, um tribunal Britânico ouviu.

Akshar Ali atingiu Sinead Wooding com um martelo e a esfaqueou repetidamente, antes de despejar e incendiar o corpo da mãe de quatro crianças numa floresta, disse o promotor Nicholas Campbell QC à Leeds Crown Court.

A Sra. Wooding estava em processo de conversão ao Islã e havia mudado seu nome para Zakirah quando conheceu o Sr. Ali, de 27 anos, que trabalhava numa tenda de alimentação no mercado interno de Leeds, de acordo com o Times.

Casaram-se numa cerimônia Islâmica no início de 2015, mas o júri ouviu que seu relacionamento era “volátil” e às vezes violento, com argumentos sobre a constante visita de Wooding, de 26 anos aos familiares e amigos de quem seu marido a “proibia” de ver.

O Sr. Campbell disse que a Sra. Wooding tinha começado a usar roupas Ocidentais, do dia-a-dia, antes de ser assassinada em 11 de Maio numa festa realizada na casa do amigo do marido, Yasmin Ahmed, que junto com o Sr. Ali, negam o assassinato.

Depois que o casal teve uma discussão, os convidados ouviram um estrondo da cozinha, momento em que a Sra. Ahmed foi verificar.

Ela voltou e disse que a Sra. Wooding havia esbarrado contra uma porta, mas que estava tudo bem, e pouco tempo depois relatou aos convidados que a jovem mãe tinha deixado a casa.
“Na verdade, Sinead Wooding não saiu da propriedade com vida”, disse Campbell, dizendo ao tribunal que ela primeiro estava incapacitada — sofrendo de uma fraturada craniana após repetidos golpes na cabeça por um martelo de unha — e em seguida assassinada após ter sido “apunhalada várias vezes”.

“Se ela estivesse consciente naquele momento, teria sido impedida de chorar”, disse Campbell ao júri, que o sangue encontrado nas paredes e chão da adega da Sra. Ahmed correspondia ao DNA da Sra. Wooding.

“Ela foi apunhalada várias vezes com pelo menos um instrumento afiado, quase definitivamente uma faca”.

Seu corpo foi supostamente mantido na adega por dois dias, e depois “embrulhado [e] amarrado com fio” antes que duas pessoas fossem vistas, por um vizinho, transportando um corpo durante a noite… “.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O Ocidente Pró-Islâmico: Nasceu Há 500 Anos

Fonte/Source: The Pro-Islamic West: Born 500 Years Ago Today


 

O Ocidente Pró-Islâmico: Nasceu Há 500 Anos

Por Raymond Ibrahim

31 de Outubro de 2017

FrontPage Magazine

Há quinhentos anos, em 31 de Outubro de 1517, um monge Católico chamado Martinho Lutero pregou suas 95 teses na porta de uma igreja Alemã, lançando assim o que seria conhecido como a Reforma Protestante. Qualquer outra coisa pode ser dita sobre ele, Lutero involuntariamente iniciou algo a mais muitas vezes negligenciado. Como o historiador Europeu Franco Cardini explica: “A Reforma produziu um resultado lógico embora inesperado: um impulso definitivo à avaliação positiva do Islã e, portanto, ao nascimento e desenvolvimento de uma postura pró-Islâmica, geralmente convencional e educada” no Ocidente.

Assim, embora Lutero tenha mantido a visão Cristã tradicional do Islã — denunciando o Alcorão como um livro “maldito, vergonhoso, desesperado” cheio de “terríveis abominações” — condenou o conceito de cruzada, que havia sido essencial para a sobrevivência de alguns Cristãos Europeus, como os da Espanha: desde a sua conquista pelo Islã no século VIII, a Península Ibérica tinha enfrentado onda após onda de incursões Islâmicas que emanavam do Norte da África (especialmente das mãos dos Almorávidas e Almohades, cujo zelo jihadista e bárbaro supera em muito tudo aquilo que o Estado Islâmico (ISIS) é capaz).

Lutero tampouco foi meramente contra a cruzada “lá” (p. ex., para libertar o Santo Sepulcro em Jerusalém, etc.). Em 1517, o mesmo ano em que ele pregou suas teses, o maior império jihadista da história — o dos Turcos Otomanos — absorveu os vastos domínios do sultanato Mameluke no Oriente Médio e Norte da África e, tendo já conquistado grande parte dos Balcãs, prepararam-se para renovar a jihad no coração da Europa. Contra isso, Lutero originalmente pregou a passividade, indo tão longe a ponto de dizer que, embora o sultão Muçulmano “se enfureça mais intensamente assassinando os Cristãos fisicamente… ele, apesar de tudo, nada faz a não ser preencher o céu com santos.” Quando os Turcos marcharam e cercaram as muralhas de Viena em 1529, soldados rebeldes Luteranos foram ouvidos gritando que o “Turco não Batizado” (significando o sultão) era preferível ao “Turco batizado”.

Ao retratar o papa Católico como uma figura mais “Anticristo” do que a figura Anticristã tradicional até então na Europa, o sultão Turco — um cargo mantido por líderes Muçulmanos que haviam sido responsáveis pela matança e escravidão de centenas de milhares de Cristãos em nome da jihad — homens como Lutero e João Calvino, que sustentavam que o profeta Islâmico Muhammad/Maomé e o Papa eram “os dois chifres do Anticristo”, inauguraram uma espécie de relativismo que prevalece até hoje no Ocidente; o de citar instintivamente (frequentemente distorcido) episódios da história Católica para relativizar e minimizar atrocidades Muçulmanas em andamento.

Para ter certeza, a Igreja Católica respondeu com sua própria invectiva “e frequentemente tentou desacreditar a doutrina Protestante ao compará-la ao Islã — Muhammad foi um dos primeiros Protestantes e os Protestantes foram os Sarracenos do último dia”, explica Bernard Lewis. Cardini elabora:

A Reforma gerou mais veementes e coerentes argumentos entre os Cristãos, cujo efeito final favoreceu os Muçulmanos. Tornou-se habitual entre Católicos e Protestantes censurar um ao outro pelos “vícios” da religião e enfatizar que os infiéis [Muçulmanos] exemplificaram a “virtude” correspondente, a qual naturalmente teria sido muito mais adequada aos Cristãos… De fato, os argumentos entre Católicos e Protestantes frequentemente levaram a uma competição sobre qual dos dois poderia prejudicar mais o adversário tecendo louvores ao infiel.

Ao mesmo tempo, Muçulmanos sentavam e riam — para a exasperação de homens sensíveis, como o humanista da Renascença, Erasmus: “Enquanto estivemos interminavelmente lutando entre nós”, argumentou o Holandês, “os Turcos expandiram amplamente seu império ou, melhor, o reinado de terror”. Incidentalmente, por causa da “contenção de Lutero de que aqueles que declaram guerra aos Turcos se rebelam contra Deus, que está punindo nossos pecados [o Catolicismo] através deles [Muçulmanos]”, Erasmus contra-atacou assim “se não for lícito resistir aos Turcos, porque Deus está punindo os pecados de seu povo através deles, então não é mais lícito chamar um médico durante a doença, porque Deus também envia doenças para purgar seu povo de seus pecados”.

Seja como for, o que começou com Lutero foi legado aos líderes Protestantes subsequentes. Isso foi apenas natural; como os primeiros Protestantes e Muçulmanos tinham o mesmo inimigo comum — a Cristandade Católica, particularmente sob a aparência do Sacro Império Romano — o princípio de que “o inimigo do meu inimigo é meu amigo” tornou-se um jogo afiado. Em 1535, “essa foi uma das verdades mais amargas”, escreve o historiador Roger Crowley, “que o rei Católico [Charles V] gastou mais tempo, dinheiro e energia lutando contra Franceses e Protestantes do que jamais devotou à guerra contra o [Sultão] Suleiman. “(não é à toa que muitas conquistas Islâmicas em território Europeu ocorreram sob o reinado do “Magnífico”). Da mesma forma, a Rainha Elizabeth I da Inglaterra formou uma aliança com os piratas Muçulmanos da Barbária — que eventualmente escravizaram cerca de 1.3 milhão de Europeus, incluindo, e não foram poucos, da Irlanda e Islândia — contra a Espanha Católica, levando o núncio papal da nação a lamentar que “não existe um mal que não seja concebido por aquela mulher, isso está perfeitamente claro, socorreu Mulocco [Abd al-Malek] com armas, e especialmente com artilharia”.

Em 1683, quando os Turcos vieram novamente para Viena, escravizando e eventualmente matando cerca de 30.000 Cristãos durante o processo — seus principais aliados não-Muçulmanos eram dois Protestantes: o Luterano Húngaro, Imre Thokoly e o Calvinista transilvano, Príncipe Apafi. De fato, o pretexto Muçulmano de marchar em direção a Viena era para fornecer ajuda militar ao Thokoly que estava até então em rebelião contra o Império Austríaco. Dizendo aos colegas comandantes Muçulmanos que “deveriam aproveitar as desordens dos Cristãos cercando o lugar [Viena], cuja conquista asseguraria a de toda a Hungria e os abriria uma passagem para maiores vitórias”. Grande Vizrigo Kara Mustafa mobilizou indiscutivelmente o maior exército Muçulmano que já invadiu a Europa. Antes de partir para o auxílio em Viena, e consciente do papel pernicioso de Thokoly, o rei Polonês, John Sobieski, escreveu “que, se ele queimasse uma palha em território aliado, ou em seu próprio, eu iria queimá-lo junto com toda a família na própria casa dele”.

O fato de que a Reforma Protestante involuntariamente beneficiou o Islã não deve ser interpretado como um ataque à Reforma ou a defesa do Catolicismo. Nem menciona alguma coisa sobre os méritos teológicos, ou as verdades, de ambos… (“eu não sou, fica aqui o registro, Protestante tampouco Católico, e não tenho um cavalo no páreo, por assim dizer”). Em vez disso, o ponto aqui é que as ações de homens falíveis, de ambas persuasões religiosas, tiveram consequências imprevisíveis. E, se as fendas históricas dentro do Cristianismo — começando por Calcedônia em 451, quando a Ortodoxia (não o Catolicismo ou o Protestantismo) se separou — sempre trabalharam para o Islã levar vantagem, não surpreenderia que a maior de todas rupturas Cristãs também tivesse o maior impacto.

Em suma, “A Reforma produziu um lógico e inesperado resultado: um impulso definitivo à avaliação positiva do Islã e, portanto, para o nascimento e o desenvolvimento de uma postura pró-Islâmica, muitas vezes convencional e educada”. Este “educada” e “com postura pró-Islâmica” persegue o Ocidente até hoje. Afinal, não é à toa que a visão ingênua e favorável ao Islã — incluindo a resposta passiva à agressão Muçulmana e o medo autodestrutivo e paralítico de ser visto como membro de uma “cruzada” contra o Islã, — está especialmente enraizado e compromete a segurança de países historicamente Protestantes, incluindo o Reino Unido, Escandinávia, Alemanha, Austrália e os EUA.

É claro que esses pontos de vista têm menos a ver com qualquer coisa intrínseca à teologia Protestante, e mais a ver com uma série de forças históricas que culminaram numa espécie de tolerância acrítica ou insensata diante de qualquer coisa, e tudo no Ocidente — inclusive o terrorismo Islâmico descarado — fica evidente num fato irônico: hoje é o papa Católico — um papel tradicionalmente preenchido pelos maiores e mais vociferantes oponentes do Islã — que exibe uma determinação sem paralelo para empoderar Muçulmanos e lavar a imagem do Islã.


Não deixe de ler: Lutero, Islã e as Mentiras que Paralisam


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Por Tião Cazeiro

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