Sobre o artigo “A deturpação do Boko Haram”

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O jornal O GLOBO publicou no dia 16/05/2014, na seção "Opinião, um artigo do colunista Rasheed Abou-Aslamh intitulado "A deturpação do Boko Haram”.

Com todo respeito ao colunista Rasheed, vou comentar o artigo com o intuito de colaborar para que possamos entender melhor os acontecimentos. Estou aberto e agradeço eventuais comentários.

O colunista Rasheed inicia o artigo da seguinte forma:

“O reinado de terror do grupo islamita Boko Haram na Nigéria……..”

Em seguida, o colunista menciona: “Talvez o mais surpreendente para mim tenha sido a interpretação deturpada e medieval do Islã feita pelo líder do Boko Haram….”

Continuando: “Não há nada de islâmico nisso, que deve ser denunciado por todo muçulmano são.”; “O fato é que Shekau….., usando o Islã para justificar sua brutalidade e venalidade.”; “Se não fizerem isso, muito mais meninas serão sequestradas, e a Nigéria vai ficar presa na Idade das Trevas.“

Em primeiro lugar, o colunista identifica o grupo como Islâmico para mais adiante afirmar que “Não há nada de islâmico nisso…”.

Não é verdade. Há tudo de islâmico nisso.  O  Boko Haram é um braço da Al-Qaeda e do Talibã e a mídia mundial já está falando sobre isso abertamente.

Numa coluna, publicada pela Lahore, The Friday Times, (Pasquistão) Shahid ressaltou:
“Falar que  muçulmanos estão usando o Islã de forma “errada” é a mesma lógica que muçulmanos usam para dizer que progressistas estão usando o Islã de forma “errada”. Jogando “verdadeiro e falso” enquanto milhares continuam sobre a mira islâmica, é um jogo muito perigoso..  
(via Robert Spencer).

Não se trata de uma “interpretação deturpada e medieval do Islâ feita pelo lider do Boko Haram.” como o colunista afirma, pois se existe alguma coisa que essa turma respeita são os ensinamentos do Profeta Muhammad (Maomé) que há 14 séculos prega o genocídio de Cristãos, Judeus e demais descrentes de Alá. Veja Irã versus USA e Israel.

Portanto, a verdade não pode ser distorcida para favorecer o avanço ou levante islâmico mundial. Entretanto, por não conhecer o colunista,  não posso afirmar aqui que esteja distorcendo propositalmente, mas me causa espanto.

Diante do sequestro das meninas nigerianas, o mundo islâmico está tentando distorcer os acontecimentos para proteger a imagem do Islã ao redor do mundo. Por que? Porque agora caiu nas graças da grande mídia mundial.

Robert Spencer em 2012 alertou os Estados Unidos sobre as atividades do Boko Haram na Nigéria e ninguém, e digo mais, ninguém deu atenção e ainda o chamaram de Islamofóbico e vive sendo ameaçado de morte há 12 anos por criticar o Islamismo. 
Muçulmanos do mundo todo ficam calados diante dos fatos. Agora querem amenizar o estrago para não atrapalhar o levante mundial.  
Não se esqueça que o Islã colaborou ativamente com Adolph Hitler.

Heil Jihad! Islam e a conexão nazista

Muitos já estão acordados para o fato de que existe um movimento muito forte tentando implantar o ensino Islâmico nas escolas brasileiras e consequentemente a Sharia num futuro próximo. Partidos aliados ao PT estão trabalhando nessa linha que é totalmente desastrosa para o país.
Existe um projeto de Lei que inclui a assinatura do Deputado Jean Willys do PSOL/RJ, Deputado Edson Santos PT/RJ entre outros. Não estou acompanhando esse projeto, mas de qualquer forma isso é puro surrealismo e precisa ser investigado. Vide: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=896884&filename=PL+1780%2F2011
O Brasil não precisa de islamismo nas escolas. O Brasil não vai abraçar a vinda da Sharia. O Brasil precisa é proteger as suas fronteiras contra o avanço islâmico mundial. Precisa investigar as mesquitas e frear o islamismo no país, pois o Islamismo não é uma religião e sim um empreendimento paramilitar e prega o genocídio de Judeus e Cristãos e demais descrentes.
Continuando…
Não vamos nos esquecer aqui que as meninas da Nigéria são Cristãs. As que escaparam são muçulmanas de acordo com o Blog do Robert Spencer.

Vamos ao que o Profeta Muhammad “Maomé” diz. Especialmente porque o Alcorão é o livro sagrado do Islã e tudo roda em torno de Muhammad. O Islã vive fechado numa caixa há 14 séculos. Não se relaciona se não for por conveniência e nem aceita o mundo atual. Tudo é feito para atingir o objetivo final que é a dominação do mundo para terem os “dhimmies” trabalhando para eles. Os Dhimmies, são os cristãos, judeus e demais descrentes que terão que pagar um imposto (Jizya) caso contrário, a morte. A ideia é se apossar dos bens alheios. Nunca fizeram nada de bom para mundo e se não forem confrontados continuarão até atingirem o objetivo.

Leia o texto abaixo sobre a “Dhimmitude em Londres!!!” e assista ao vídeo gravado recentemente. É mais uma prova de que o Islã continua o mesmo há 14 séculos e não vai mudar se não for confrontado.

Vide: https://tiaocazeiro.wordpress.com/2014/05/14/dhimmitude-em-londres/

Não há muçulmano nesse mundo que não siga Muhammad, pois ele é a imagem do homem perfeito para os muçulmanos. A quase totalidade do universo muçulmano nunca leu o Alcorão. Alguns leram e abandonaram o barco mesmo correndo risco de morte. Outros tornaram-se terroristas e outros estão sem saber direito o que fazer.  Ninguém critica os ensinamentos de Muhammad e isso é estranho. Essa informação já é de conhecimento público há muito tempo ao redor do mundo. 

Veja alguns versos:

Alcorão 3:110 – Alá disse aos muçulmanos: “Vocês são as melhores criaturas que a humanidade já produziu”.
Alcorão 98:6 – “Honestamente falando, aqueles que não crêem (na religião Islâmica, no Alcorão e no Profeta Maomé ou Muhammad) entre eles o Povo do Livro (Judeus e Cristãos) e demais descrentes, terão que aceitar o Fogo do Inferno. Eles são as piores criaturas”.
Alcorão 9:29 – Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, ou que não aceitam a proibição que tem sido imposta por Alá e seu Mensageiro Muhammad (Maomé) ou que não reconheça a religião da verdade, entre eles o Povo do Livro (Judeus e Cristãos), até eles pagarem a Jizya (imposto) através da submissão desejada e sentirem-se submissos.
Sunan Ibn Majah 2763: O mensageiro de Alá disse: “Aquele que se encontrarem com Alá sem cicatrizes no corpo (causadas por lutas) em nome de Alá, se encontrará com Alá com uma deficiência.“
Sahih Al-Bukhari 2794: “Por ele, que em suas mãos minha alma está! Eu gostaria de ser martirizado pelas Causas de Alá e então retornar a vida para ser de novo martirizado, e de novo voltar a vida e de novo ser martirizado para de novo voltar a vida para de novo ser martirizado.“

 E por último, de acordo com o colunista:

“Se não fizerem isso, muito mais meninas serão sequestradas, e a Nigéria vai ficar presa na Idade das Trevas.“. O Islã é que vive na Idade das Trevas. A Nigéria vai sair dessa. A caça ao Boko Haram começou e muita coisa vem por aí. O mundo finalmente acordou!

Os textos que seguem foram traduzidos do Blog do Robert Spencer, o mais respeitado crítico do Islamismo ao lado de Pamela Geller e David Wood.

Esses textos irão dar continuidade ao que eu penso. Espero que possa contribuir para que não haja deturpação sobre o que realmente é o Islã. Portanto, as escolas brasileiras e o Brasil como todo precisa evitar esse movimento para que o país não caia numa guerra religiosa sem fim.

Embora eu pense diferentemente do povo judeu, estou do lado de Israel. 

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Comentário do colunista Robert Spencer sobre os textos Paquistaneses:  16 de maio de 2014

Fonte: http://www.jihadwatch.org/2014/05/pakistani-writers-there-is-a-mini-boko-haram-thriving-in-every-muslim-society

“Apesar da discriminação flagrante, os apologistas muçulmanos argumentam que isso não tem nada a ver com o Islã ou com os muçulmanos. Culpam apressadamente os “inimigos do Islã” por propagarem mentiras sobre os muçulmanos.

Bode expiatório, no entanto, não serve pra nada. Boko Haram e sua laia feriram todos os muçulmanos, mais ainda as mulheres Nigerianas.

Os muçulmanos devem confrontar aqueles que prejudicam as mulheres em nome do Islã. Boko Haram talvez pareça com uma tribo Africana remota que rapta meninas, que ameaça matá-las, e de casá-las contra sua vontade. Entretanto, um pouco de introspecção, revelará que as mesmas tendências estão vivas e instrumentalizadas em todas as sociedades muçulmanas.

"É preciso ter uma coragem extraordinária para constatar verdades tão óbvias no Paquistão, ou em qualquer lugar, nos dias de hoje.” Robert Spencer.

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Colunistas Paquistaneses: “Há um mini Boko Haram prosperando em todas as sociedades muçulmanas.” 

 “Existe um mini Boko Haram prosperando em todas as sociedades muçulmanas.”; “Países muçulmanos se queimam de raiva contra os “Cartoons”, mas há uma completa ausência de revolta ou repulsa por atos hediondos como esses. ”MEMRI”, 16 de maio 2014 (Agradecimentos à Pamela Geller ):

Vários escritores paquistaneses questionaram recentemente os liberais “apologistas” por não enxergarem as ligações entre a Sharia e incidentes como o rapto de mais de 200 adolescentes de uma escola Nigeriana pelo grupo jihadista nigeriano Boko Haram. Inclusive o ataque do Talibã paquistanês em 2012 a jovem liberal e ícone Malala Yousafzai, e a justificativa dada pela Sharia ao fato.

Em um artigo intitulado “Há um mini Boko Haram prosperando em todas as sociedades muçulmanas”,  o colunista Murtaza Haider advertiu que tais situações são inerentes nas sociedades muçulmanas e pode ser visto na maneira como as meninas são criadas.

O artigo foi publicado pelo diário liberal Dawn.

Em outro artigo intitulado “Apologia sem vergonha”, o jornalista Kunwar Khuldune Shahid questionou os apologistas muçulmanos liberais e esquerdistas ocidentais por discriminarem as vozes liberais como “islamofóbicas”.

Numa coluna, publicada pela Lahore, The Friday Times, Shahid também ressaltou “Falar que  muçulmanos estão usando o Islã de forma “errada” é a mesma lógica que muçulmanos usam para dizer que progressistas estão usando o Islã de forma “errada”. Jogando “verdadeiro e falso” enquanto milhares continuam sobre a mira islâmica, é um jogo muito perigoso..

Em seguida, trechos de artigos escritos por Murtaza Haider e Kunwar Khuldune Shahid :

Murtaza Haider: “Boko Haram levou as conversões forçadas a outro nível; Sequestraram mulheres jovens fizeram-nas refém, ameaçaram matá-las, e ofereceram conversão e casamento forçado com guerreiros Boko Haram”

"Nós os conhecemos como Al- Qaeda, Boko Haram e Talibã. Sua marca pode ser diferente, mas suas ideologias misóginas não. Esses chamados islâmicos promoveram a discriminação contra as mulheres por séculos. Agora, eles sequestram as meninas adolescentes e ameaçam matá-las. Permitir que esses militantes prossigam com suas agendas equivocadas irá destruir toda a boa vontade que ainda resta para com os muçulmanos.”

“No mês passado, os militantes islâmicos baseados na Nigéria, Boko Haram (Jama’atu Ahlis Sunna wal -Jihad Lidda’awati ), invadiram uma escola em Chibok, uma pequena cidade no estado de Borno nordeste, e sequestraram mais de 200 meninas adolescentes . Um vídeo lançado recentemente pela Boko Haram mostra os jovens cristãs sequestradas vestidas de abayas . Abubakar Shekau, líder do Boko Haram, afirma que as meninas, durante o cativeiro, abraçaram o Islã.”

“Pais muçulmanos no Ocidente têm raptado as filhas e as transportado de volta para casa para evitar que suas filhas se casassem por amor. Em nome da honra, pais e irmãos muçulmanos são conhecidos por terem matado suas filhas e irmãs que se casaram contra a vontade da família. Em quase todos os bairros nas sociedades muçulmanas, um vai encontrar mulheres que foram forçadas a casar com homens escolhidos por seus pais. Há um mini-Boko Haram vivo e próspera em todos os bairros, nas sociedades muçulmanas.”

"Em algumas sociedades muçulmanas a situação piorou na medida em que as mulheres jovens muçulmanas tiveram que abandonar sua terra natal..."; "Nunca se perguntaram por que... Malala Yousafzai não está segura no Paquistão, mas está segura em Birmingham, Inglaterra?"

A migração forçada de Malala e outras jovens como ela envia uma mensagem clara para as jovens muçulmanas; conforme-se, e você terá uma vida de servidão; expressar a dissidência,  estará condenada a morte ou ao exílio.

“Enquanto os Ingleses deram as mãos à Malala, milhões como ela necessitam de resgate. Um rápido olhar para as estatísticas de desenvolvimento em sociedades muçulmanas revela um viés não tão escondido contra as meninas, que são menos educadas e enfrentam um conjunto muito restrito de opções para o seu desenvolvimento e auto-realização. Dada a escala da discriminação contra as mulheres muçulmanas, a pessoa pode sentir-se oprimida, sem saber por onde começar. Pode ser tentado a culpar o governo e pedir aos legisladores para aprovar leis para tentar salvaguardar o bem-estar das adolescentes. Embora possa ajudar, não é onde a mudança realmente precisa acontecer. Em vez disso, a mudança tem que acontecer em casa.”

“Alys Faiz, um ativista social, sabia o que estava no cerne desta questão. Ela cresceu na Inglaterra, mas viveu no Paquistão após se casar com Faiz Ahmed Faiz, um dos poetas mais reverenciados do Urdu.

Ela me perguntou: 'Por que os paquistaneses servem primeiro o pai na mesa de jantar? Por que as filhas são servidas após os filhos, e por que as mães são as últimas a jantar em uma família muçulmana? "Ela podia ver claramente o que o resto do Paquistão não tinha conhecimento.
As mulheres são submetidas à discriminação institucionalizada nos lares por causa da hierarquia que privilegia os homens em relação às mulheres. Não é de admirar, a menina no Paquistão, e em outras sociedades muçulmanas, se esforça para ser alimentada.
“A discriminação e a negligência de crianças do sexo feminino nas sociedades muçulmanas não devem continuar. Bode expiatório não é mais uma opção, nem deve ser tolerado. Em nome de nossas filhas, devemos levantar-nos para salvaguardar o bem-estar econômico, emocional, físico e social das mulheres. Podemos começar esta noite, servindo as mulheres, jovens e velhos, em primeiro lugar na mesa de jantar”. [1]
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