Não é a “Ocupação” — É o Islã !

ISRAEL-PALESTINIANS-CONFLICT-KIDNAPPING

 

Fonte:  It’s Not the ‘Occupation’ —  It’s Islam | FrontPage Magazine                                          http://buff.ly/1xnavgr

Os corpos de três adolescentes israelenses assassinados recentemente, Naftali de 16 anos, que gostava de jogar basquete, Gilad de 16 anos, que tinha acabado de terminar um curso de mergulho e Eyal de 19 anos, com sua guitarra, serão levados ao cemitério pela mesma multidão indignada que acompanha todas as vítimas do terrorismo.

Os repórteres escreverão algo sobre “assentamentos” e “Ciclo da Violência”.  Diplomatas pedirão contenção e lembrarão a todos que a única solução é seguir negociando com os terroristas. E os especialistas colocarão tudo em perspectiva, enterrando sob camadas de palavras e ponderações, os caixões sob pedras e esquecimento.

Mas, todas as palavras vazias sobre a “Ocupação” e o “Ciclo da Violência”, a invocação de uma solução pacífica que está sempre prestes a chegar, mas nunca chega, e os mapas que cedem mais territórios para os terroristas,  estão a abordar um problema que não existe.

Não se trata de território físico. 
É sobre território espiritual. 
Não se trata de nacionalismo. 
É sobre o islamismo.
Não é sobre a "Ocupação." 
É sobre o Islã.

“Eu criei meus filhos “de joelho” na religião [islâmica], eles são pessoas religiosas, honestas e de mão limpas, e seu objetivo é trazer a vitória ao Islã”, disse a mãe de um dos assassinos do Hamas.

Não é uma nação palestina. 
Não é uma solução de dois estados. 
Não é quarenta por cento disso e sessenta por cento daquilo. 
É a vitória do Islã.

Naftali, Gilad e Eyal foram assassinados pela mesma razão que inúmeras pessoas foram mortas na Síria, Iraque, Egito, Afeganistão, Nigéria e Paquistão.  Sem mencionar o Reino Unido e os Estados Unidos.

Eles foram assassinados em nome de uma guerra religiosa que já se arrasta por mais de mil anos. Os muçulmanos não começaram a matar judeus de repente, em 1948 ou 1929.

Eles não começaram a matar os cristãos por conta da política externa norte-americana ou por petróleo.  Começaram a perseguir e matar seus vizinhos cristãos e judeus porque sua religião os obriga a fazê-lo.

Hamas, o grupo terrorista que assassinou os três adolescentes, não é uma organização nacionalista palestina, embora, ocasionalmente, faça o papel.

A carta começa com Deus e termina com Allah. O Artigo Quinto da carta afirma que o grupo se estende “aonde quer que haja muçulmanos na terra,  que adotam o Islã como seu modo de vida.”

Seu objetivo é criar um estado islâmico. 
Todo o resto é secundário.

O estatuto do Hamas descreve isso como parte do “Movimento Mundial da Irmandade Muçulmana”.

Terroristas da Irmandade Muçulmana matam judeus em Israel, pela mesma razão que matam xiitas na Síria ou cristãos coptas no Egito.

O Artigo Sétimo da Carta do Hamas 
termina com um infame Hadith islâmico 
que proclama que o fim dos tempos muçulmano, 
só virá quando 
"os muçulmanos lutarem contra os judeus 
(para matá-los); 
até que os judeus se escondam atrás de pedras 
e árvores, que irão sussurrar: 
O muçulmano! 
Há um judeu se escondendo atrás de mim, 
venha e mate-o!”

Apesar da óbvia intolerância religiosa genocídica, esta é uma citação sobre um texto de mais de mil anos de idade. Seu autor não estava pregando o assassinato em massa de judeus por causa de assentamentos na Cisjordânia.

Na época, muçulmanos haviam subjugado e governado a população judaica do Oriente Médio. Os judeus não eram uma ameaça.  A idéia de um exército judeu era tão ridícula quanto viajar a lua.  O ódio que vaza do texto não tem nada a ver com Israel, mas tudo a ver com o Islã.

A insistência de uma explicação via política externa para o anti-semitismo muçulmano é tão falsa  quanto afirmar que Hitler odiava os judeus só por causa da Guerra do Yom Kippur. Exceto que ao menos esses dois eventos aconteceram no século XX.

Islã vem odiando e perseguindo os judeus 
por mais de 1300 anos 
antes do renascimento do moderno 
Estado de Israel.

Há duas maneiras de ver o terrorismo islâmico em todo o mundo. A primeira é tratar cada conflito islâmico com cristãos, judeus, budistas, hindus e mais uma dúzia de outras religiões como devido a alguma queixa política local recente. A outra é a entendê-los como expressões locais de uma guerra religiosa histórica e a continuação da onda de conquistas que fez do Islã uma religião mundial.

Podemos ser como os seis homens cegos tateando o elefante islâmico e assumindo que o seu corpo e presas são fenômenos totalmente distintos. Ou podemos abrir os olhos e ver o elefante na sala.

A Carta do Hamas começa com o Alcorão elogiando os muçulmanos, “como as melhores pessoas” e amaldiçoando cristãos e judeus para serem “castigados com humilhações” por terem “provocado a ira de Deus.”

Esta não é uma afirmação 
do nacionalismo palestino. 
É supremacia islâmica.
Não há negociação com a supremacia. 
A supremacia não pode ser apaziguada. 
A supremacia não quer um pedaço do bolo. 
Ela quer o bolo todo.

Os aliados aprenderam isso e da pior maneira possível com Hitler. Assim fizeram os incontáveis ​​reinos que tentaram viver em paz com os exércitos dos conquistadores Maometanos (do profeta Maomé).

Se Israel não tivesse existido, o Hamas ainda assim existiria, assim como os outros ramos da Irmandade Muçulmana existem em outros lugares e em todo o Oriente Médio. Mesmo que o sionismo não tivesse existido, a Irmandade Muçulmana iria perseguir os judeus, assim como os cristãos no Egito e na Síria.

Se Netanyahu, Sharon, Begin e mil outros vilões israelenses dos apologistas do Islã nunca tivessem existido, os seguidores de Maomé continuariam matando judeus da mesma forma que há mais de mil anos.

Se a bandeira branca e azul nunca tivesse tremulado sobre Jerusalém; se os judeus tivessem permanecido oprimidos e perseguidos nas terras do Islã como os coptas e o zoroástricos; Naftali, Gilad e Eyal ainda assim teriam sido mortos, por dois assassinos que foram criados por suas mães para inaugurar “a vitória do Islã.”

Não há solução política para o conflito da supremacia. Não há nenhuma quantidade de saques que possa acabar com a intolerância. Se mil anos de humilhação e perseguição à comunidade judaica não é suficiente para os ancestrais dos assassinos desses três adolescentes, o que adiantará entregar parte de Jerusalém para tentar resolver a questão?

Soluções começam com a verdade. A verdade é que a violência islâmica contra os judeus não é recente ou excepcional. O assassinato de judeus pelos muçulmanos seja em Israel ou na Bélgica, não é diferente do que a carnificina muçulmana aos cristãos, Hindus, budistas e até mesmo credos minoritários de dissidentes muçulmanos.

Esses conflitos não podem ser resolvidos por meio de conciliação. 
Eles só podem ser resolvidos através da resistência.

Não são as vítimas de uma campanha milenar (14 séculos) supremacista que terão que apaziguar seus conquistadores. São os conquistadores que devem chegar a um acordo com os horrores que vem infligindo através de uma campanha colonialista e de limpeza étnica e buscar o perdão de suas vítimas.

Não pode haver paz até que os muçulmanos entendam que conquistas Maometanas produziram assaltos genocídios que destruíram povos e culturas inteiras.

Só então eles poderão honestamente 
condenar os terroristas Islâmicos do ISIS 
por tentar repetir 
as atrocidades do passado.
E só então eles vão ser capazes 
de viver em paz com o resto do mundo.
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