O Vaticano não enxerga a barbárie fundamental do Islã

Foto: Papa Francisco conversando com o Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu e com o ex-presidente de Israel, Shimon Peres  no museu do Holocausto de Jerusalém                         (Foto: Gali Tibbon/AFP)

Nota do Blog:
"Esse post não representa 
uma crítica ao Vaticano
e sim uma colaboração positiva 
proveniente de várias consciências. 
Junte-se também ao Papa Francisco 
através da bela mensagem 
do Pontifício Conselho."  

O Pontifício Conselho 
para o Diálogo Inter-religioso, 
está agradecido a todos aqueles 
que já elevaram sua voz 
para denunciar o terrorismo, 
especialmente quem usa 
a religião para justificá-lo. 
Unamos nossa voz à do Papa Francisco: 

“O Deus da paz 
suscite em todos um autêntico desejo 
de diálogo e de reconciliação.  
A violência não se vence com a violência,  
mas com a paz”.

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Do Ex-Presidente de Israel Shimon Peres 
para o Papa Francisco:

"As organizações terroristas estão 
justificando as decapitações 
citando passagens do Alcorão. 
É preciso formar uma coligação 
internacional antiterror, 
e um dos deveres dos líderes religiosos 
é trazer a tolerância e a reconciliação", 
disse Peres ao Papa: 
“Eu, por exemplo, aprecio a sua demonstração 
de apoio ao diálogo 
para trazer a paz 
entre todos os povos", 
afirmou Peres.
Enfim, um líder mundial expressou 
a simples verdade, nua e crua, 
e essa pessoa é o ex-presidente de Israel 
Shimon Peres.

Agora, isso foi realmente tão difícil assim?                                                         Será que Barack Obama, David Cameron, John Kerry e o resto irão se apressar para repreender Peres e  censurá-lo com a ideia de que Alcorão não ensina decapitação, mas a paz? Ou haverá, por fim, uma avaliação realista de como os terroristas da jihad usam os textos e os ensinamentos do Islã para justificar a violência e a supremacia? Haverá uma reflexão séria sobre o que pode e deve ser feito sobre isso?                                                                                               Aconteça o que acontecer, é quase certo de que nada acontecerá.

Texto de Robert Spencer / Jihad Watch http://buff.ly/1xlWkfb

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O artigo a seguir foi escrito por Michael Copeland  http://buff.ly/1xgnCUg

O Vaticano não enxerga a barbárie fundamental do Islã

O Vaticano denunciou e condenou práticas que são básicas para o Islã. Isso aconteceu no recente pronunciamento do Conselho para o Diálogo inter-religioso.  Essas práticas podem ser encontradas no Alcorão e na Lei Islâmica.

No Islã, o Alcorão tem um status especial que o torna muito diferente do Antigo Testamento. O Alcorão na verdade faz parte da Lei Islâmica, assim como as “confiáveis​​” tradições do Hadith, de Muhammad(Profeta Maomé). Os componentes da Lei Islâmica não são opcionais, não estão abertas a questionamentos, e não são modificáveis​​:

"Não é apropriado para um crente, 
seja homem ou mulher, 
quando o assunto foi decidido 
por Deus e Seu Mensageiro, 
ter qualquer opção sobre a sua decisão" 
(Alcorão 33:36).
"Ó você que tem acreditado, não indague sobre as coisas que, se forem mostradas a você, irão te afligir" (5, 101). O Alcorão não pode ser alterado: "Nada pode mudar suas palavras" (18:27).

É uma ofensa capital no Islã negar qualquer verso do Alcorão. A chacina pode ser feita sem penalidade por qualquer pessoa, “se estiver matando alguém que mereça morrer”  (Manual de Direito Islâmico) 08.7 (7), 08.4).

Os ensinamentos do Alcorão“, explica o Imam Ahmad Saad, da Mesquita Central do Norte de Londres, “não são limitados por tempo e espaço. Eles são universais e atemporais.” O Alcorão é apresentado como “válido de eternidade a eternidade“, explica Sam Solomon, ex-professor de lei islâmica (Sharia Law).

Aqui, alinhado com homens e mulheres de boa vontade, está o anúncio feito pelo Conselho Pontifício para o Diálogo inter-religioso: VATICANO – Declaração do Pontifício Conselho para o Diálogo inter-religioso http://buff.ly/WpIbfT

Neste Conselho Pontifício, todas as pessoas envolvidas
no diálogo inter-religioso, seguidores de todas as religiões,
assim como homens e mulheres
de boa vontade, só podem inequivocamente
denunciar e condenar essas práticas
indignas do homem”.

- O massacre por motivos de pertença religiosa:

O Alcorão obriga os muçulmanos a “lutarem” contra as pessoas (até a morte), pela única razão de sua filiação religiosa:

Alcorão 09:29: 
"Lute contra aqueles 
que não creem em Allah [Deus do Islã], 
nem no Dia do Juízo [da doutrina islâmica], 
nem sustentam o que foi proibido 
por Deus e Seu Mensageiro [Maomé/Muhammad], 
nem reconhecem a religião da Verdade [o Islã] ... ".

Isso é uma obrigação (ou uma ordem) “válido de eternidade a eternidade“. Como pode ser visto, não depende se muçulmanos são atacados primeiro ou confrontados, ele não está lutando em defesa própria, ele está lutando contra “aqueles que não creem” na religião islâmica.

- As práticas execráveis 
da decapitação, da crucifixão, 
de cadáveres pendurados em locais públicos:

Decapitação é prescrito no Alcorão:

47:4 - Quando você encontrar os infiéis 
no campo de batalha, 
cortem-lhes as suas cabeças 
até que os tenha derrotados completamente 
e depois leve os prisioneiros 
e amarre-os com firmeza.

Crucificação e mutilação (amputação) são também prescritos:

"De fato, a pena para aqueles 
que travam uma guerra contra Alá e Seu Mensageiro 
e espalham corrupção na terra, 
é que sejam mortos ou crucificados 
ou que suas mãos e pés sejam cortados 
a partir de lados opostos 
ou que sejam exilados da terra. 
Isso é uma vergonha para eles neste mundo; 
e no outro é um grande castigo" 
(Alcorão 5:33)

A frase “vandalismo (mischief) na terra”, como dito acima, é um conceito quase que eternamente extensível e que pode cobrir qualquer tipo de ação anti-islâmica ou simplesmente não-islâmica como desenhar caricaturas.

- A escolha imposta aos Cristãos e Yazidis 
entre a conversão ao Islã, 
o pagamento de uma taxa ou 
o êxodo:

O Islã obriga os muçulmanos a forçar os não-muçulmanos (descrentes) a se converterem ao Islã, com concessões ao “Povo do Livro” (principalmente judeus e cristãos). Eis aqui o verso completo escrito no Alcorão 9:29:

Alcorão 9:29
"Combatei aqueles que não creem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya"

Dessa forma, o muçulmano é instruído à “luta” (o que significa: “lutar para matar qualquer um que não for muçulmano”, de acordo com o árabe Ashraf Ramelah da Voz dos Coptas).

O Alcorão concede determinadas concessões aos judeus, cristãos e zoroastristas, ou seja, o Povo do Livro. Eles são autorizados a manter a sua religião, se pagarem um imposto especial, a Jizya e aceitarem o status de segunda classe com inúmeras restrições (veja o Pacto de Umar):  http://buff.ly/1vTv85L

"Muçulmanos devem matar os descrentes 
onde quer que eles estejam, 
a menos que se convertam ao islamismo", 
disse Ali Gomaa, o Grande Mufti do Egito, 
a máxima autoridade religiosa muçulmana do mundo.

Texto de um “Sahih” (confiável) Hadith:

"Quando se encontrar com seus inimigos, 
que são politeístas [que incluem cristãos] 
convida-os  para três tipos de ação. 
Se eles responderem a qualquer uma das ações, 
você também aceita e se retém de fazer mal a eles. Convide-os  para [aceitar] o Islã 
e se eles responderem a você, 
aceite isso deles e desista de lutar contra eles... 
Se eles recusarem a aceitar o Islã, 
demanda deles a Jizya. 
Se eles concordarem em pagar, 
aceita isso deles e afasta as suas mãos...  
Se eles se recusarem a pagar o imposto 
busque a ajuda de Deus e lute contra eles.", 
Sahih Muslim (19: 4294).
Essa doutrina é confirmada 
pelo rebelde Sírio entrevistado pela Sky News: 
Tim marshall - Sky News - 
  http://buff.ly/1lMg1YG   
Posicione o vídeo em 3:08 segundos para agilizar.
Diz o rebelde sírio no vídeo sobre a minoria Cristã:
"Ok, eles têm três opções:  
se converter ao Islã, pagar a Jizya ou morrer."

Yazidis não fazem parte do “Povo do Livro”, de modo que para eles a opção de imposto jizya não está disponível, suas únicas opções são se converter ou morrer. É por isso que eles fugiram em massa para a montanha deixando tudo para trás.

- A expulsão forçada de dezenas de milhares 
de pessoas, incluindo crianças, 
idosos, mulheres grávidas e doentes:
"Deus é o inimigo dos descrentes" (2:98): 
ele "não os ama" (3:32). 
Simplesmente por não serem muçulmanos 
"invocam a guerra contra Allah". 
É irrelevante se são crianças, 
idosos, doentes ou grávidas: 
"elas são "imundas" (9:28), 
"o mais vil dos animais" (8:22), 
atraindo apenas "animosidade e ódio" (60: 4). 
Alá disse aos muçulmanos: 
“Vocês são as melhores criaturas que a humanidade já produziu”. (3:110), 
"severos contra os incrédulos, 
porém compassivos entre si" (48:29); 
"Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos 
para que sintam severidade em vós..."(9:123).
- O sequestro de jovens como troféu de guerra:

O Capítulo 8 do Alcorão é intitulado “Espólios de Guerra”. Muhammad não pagava seus seguidores. Quando os acompanhavam nas batalhas ou realizavam ataques na sua ausência ele permitia o saque depois de tomar um quinto para si mesmo. Ele tinha a primeira escolha das mulheres cativas. Suas ações representam o “belo padrão [a seguir]” 33:2, para os muçulmanos, ele é “o homem perfeito”. Nada do que ele fez pode ser menosprezado ou proibido. O rapto de meninas e mulheres como espólios de guerra é definitivo para o Islã: e não pode ser mudado.

"Quando uma criança ou uma mulher é levada c
omo cativa, tornam-se escravas pelo fato da captura 
e o casamento anterior da mulher 
é imediatamente anulado", 
Manual de Direito Islâmico, 
Reliance of the Traveller, 09.13.
- A imposição da prática bárbara de infibulação (oclusão do prepúcio ou dos grandes lábios da vagina por meio de um anel ou sutura, 
a fim de impedir o coito ou a masturbação):
"A circuncisão é obrigatória 
[para todos os homem e mulheres]", 
Manual de Direito Islâmico (E4.2).
- A destruição de locais de culto 
e mausoléus cristãos e muçulmanos:
Muhammad disse: 
"Vou expulsar os judeus e os cristãos 
da Península Arábica 
e não vai ficar ninguém 
que não seja muçulmano", 
Sahih Muslim, 19: 4366.

O Grande Mufti da Arábia Saudita declarou recentemente que todas as igrejas na Península Arábica devem ser destruídas.

EDITORIAL: Destroy all churches – Washington Times http://buff.ly/WpzySI

- A ocupação forçada ou a profanação 
das igrejas e mosteiros:

Igrejas e mosteiros são desprovidos
de significado no Islã:
É a incredulidade“, diz o Manual da Lei Islâmica, ”sustentar cultos remanescentes
agora com os nomes de religiões
anteriormente válidas,
como cristianismo ou judaísmo,
são aceitáveis…
”,
manual de Direito islâmico, W4. 1 (2).

Apenas o Islã é aceitável:

"Se alguém quiser uma religião 
diferente do Islã (submissão a Allah), 
nunca ele será aceito por Ele", 
Alcorão 3:85,
 que faz parte da Lei Islâmica.
- A remoção de crucifixos e outros 
símbolos religiosos cristãos, 
bem como os de outras comunidades religiosas:
"Indivíduos não-muçulmanos  são obrigados 
a cumprir as regras islâmicas...
 eles são proibidos de tocar 
os sinos das igrejas 
           ou exibir cruzes"            
Manual de Direito Islâmico 011. 5 (6).
- A destruição do patrimônio 
religioso cristão de valor inestimável:

O Islã define um valor baixo em termos de patrimônio não-islâmico, como pertencentes à Jahiliyya, o período pré-islâmico da ignorância, apto à queima, demolição e terraplenagem.

- A violência insana 
que visa aterrorizar as pessoas 
para forçá-los a se render ou fugir:
O Alcorão (8:60): 
"Mobilizai tudo quando dispuserdes, 
armas e cavalaria, para intimidar,com isso, 
o inimigo de Deus e vosso, 
e se intimidarem ainda outros 
que não conheceis, mas que Deus bem conhece. 
Tudo quanto investirdes na causa de Deus, 
ser-vos á retribuído e não sereis defraudados."
Muhammad disse: 
"Eu fui feito vitorioso através do terror".

Como Muhammad é visto como o “Homem perfeito” ou “o belo padrão”, os muçulmanos não são apenas autorizados, mas encorajados a imitá-lo. Suas palavras e suas ações são a lei.

Aliás, “Make Ready” ou “Prepare-se” (citando este versículo) é o lema da Irmandade Muçulmana. Ele parece inofensivo, como os escoteiros “Esteja Preparado” ou “Be Prepared”, mas é hostil e ligado ao terror.

O pronunciamento do Vaticano é significativo. 
É simultaneamente uma denúncia ao Ocidente 
e um catálogo de incompatibilidade do Islã.
As práticas listadas são o básico do Islã: 
o Pontifício Conselho 
"claramente denuncia e condena estas práticas". 
O Vaticano, assim, denuncia e condena o Islã.

Posteriormente, o Vaticano fez um apelo à comunidade internacional:

“Os ataques violentos que estão varrendo 
o norte do Iraque, 
não podem deixar de despertar a consciência 
de todos os homens e mulheres de boa vontade 
para atos concretos de solidariedade 
com o intuito de proteger pessoas afetadas 
ou ameaçadas pela violência; 
para garantir assistência necessária e urgente 
às muitas pessoas deslocadas; 
bem como o retorno seguro 
para suas cidades e suas casas. 
As trágicas experiências do século XX 
e o mais básico entendimento da dignidade humana obrigam a comunidade internacional, 
particularmente através de normas e mecanismos 
de direito internacional, 
a fazerem tudo o que puder para parar e para evitar mais violência sistemática 
contra minorias étnicas e religiosas”.

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