Sobre o Islã do Ali Kamel – Parte I

Há 7 anos… 

"A lição que a comunidade muçulmana 
radicada em países do Ocidente 
tem a tirar é uma só. 
Ela deve se alinhar com os países que as acolheram, colaborando de maneira explícita 
e engajada na caça aos terroristas. 
Seus líderes religiosos 
devem condenar de maneira mais veemente e sincera 
os radicais que aderem às idéias de Bin Laden, classificando-as como antiislâmicas". 
Do livro "Sobre o Islã" de Ali Kamel, página 281.

Exatamente hoje, 24/09/2014, o Presidente americano Barack Obama disse na ONU que chegou a hora do mundo rejeitar a ideologia dos grupos terroristas como o Estado Islâmico (ISIS) e convocou países a se unirem aos EUA para destruir o “câncer do mundo muçulmano“.

Ao mesmo tempo, um grupo de jovens muçulmanos Britânicos, através de uma campanha recém lançada na internet via hashtag #NotInMyName (tradução: “Não em meu nome“) levantam a voz na mídia social contra o Estado Islâmico (ISIS) através de vídeos, alegando que os militantes do ISISnão mostram compaixão” e  “abusam de corações e mentes” e portanto não os representam.

Conclusão, 7 anos após o livro “Sobre o Islã” de  Ali kamel ter sido escrito, vemos uma mudança importantíssima no cenário mundial.
Um presidente americano condenando o Alcorão (sem perceber) diante da ONU e uma campanha contra a violência do ISIS
por parte dos muçulmanos, em escala global, embora via internet.

Mas quando se fala de “Free Palestina“, um código para “Matem os judeus“, milhões de muçulmanos vão às ruas. Como saber se são pacíficos ou não? Como podemos entender esse fato?

Existem muçulmanos pacíficos? Sim, existem, certamente, mas infelizmente eles não têm a luz para se levantar contra os ensinamentos do profeta Muhammad (Maomé). 

A seguir,  um texto do livro “Sobre o Islã” de Ali Kamel:

“Acreditava-se erroneamente que os fundamentalistas islâmicos pregavam o retorno do Islã à literalidade do Alcorão. Foi um equívoco. Não existe texto mais metafórico , cheio de simbolismos. Não se presta a uma leitura literal. A exegese sempre foi uma arte das mais tradicionais entre as escolas muçulmanas. A discussão quanto ao exato significado do que está no Alcorão ou do que o profeta disse sempre foi saudada como algo extremamente positiva. Os que os chamados fundamentalistas islâmicos fazem é dar ao Alcorão uma interpretação radical.” Página 172.

Ou seja, o jornalista afirma que o Alcorão pode ser interpretado de várias formas, inclusive de forma pacífica ou violenta e que não se presta a uma leitura literal. O resultado disso é a tragédia que estamos assistindo e que demonstra que algo está profundamente errado. O Alcorão é o ponto de partida. O que o profeta Muhammad disse não pode ser saudado como algo “extramente positivo” como disse o jornalista. Veja:

Alcorão 5:33
“O castigo, para aqueles que lutam contra Deus 
e contra o Seu Mensageiro Muhammad
e semeiam a corrupção na terra, 
é que sejam mortos, ou crucificados, 
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, 
ou banidos...”
Bukhari 52:177 
O Apóstolo de Allah disse, 
"A Hora não será estabelecida 
até que você lute com os judeus, 
e a pedra atrás da qual um judeu 
estará escondido vai dizer.
"O muçulmano! 
Há um judeu escondido atrás de mim, 
venha matá-lo. "
Alcorão 8:12 
"Vou lançar o terror 
nos corações dos incrédulos. 
Portanto cortarei suas cabeças 
e cortarei todos os dedos deles." 

Esses versos, que prescrevem a violência contra os descrentes estão no Alcorão, ou seja, há 1.400 anos.

Robert Spencer, diretor da Jihad Watch,  conta uma estória muito “engraçada” e diz que embora seja realmente verdadeira quase ninguém acredita. Veja:

Um paquistanês muçulmano disse com toda sinceridade ao Robert Spencer:                             

“Tenho muito orgulho da minha religião. Já decorei quase todo o Alcorão. Estou inclusive me planejando para um dia desses comprar uma dessas traduções para saber realmente o que o Alcorão significa”.

Ou seja, dos 1.6 bilhões de muçulmanos, a maioria encontram-se na situação comentada acima por Robert Spencer e o restante são muçulmanos “radicais“, por entenderem o que Muhammad prega, ou seja, a violência contra judeus, cristãos e demais descrentes.  O que acontecerá quando a maioria entender os textos violentos do Islã?

O Islã é a única entre as religiões 
que tem uma doutrina teológica apoiada 
em um sistema jurídico 
que determina a violência contra os 
descrentes ou infiéis.

Todos os sectários considerados ortodoxos e em todas as escolas de Jurisprudência Islâmica ensinam a guerra contra os descrentes como parte da religião.  (Robert Spencer Jihad Watch). 

Dizer que o grupo terrorista Estado Islâmico, 
Al-Qaeda, Boko Haram etc não representam 
a religião islâmica é ingenuidade ou enganação, 
pois é exatamente através dos ensinamentos de 
Muhammad(Maomé) no Alcorão, 
dos Hadiths e da Lei Islâmica 
que o terrorismo encontra a sua identidade 
e a justificação para cometer barbáries como decapitação, mutilação de mãos e pés etc.  
Tudo isso está escrito nos textos sagrados do Islã.
E todos os terroristas islãmico
 exaltam Allah e o seu profeta.

O problema é que se você conversar com algum muçulmano moderado ele vai sempre comentar sobre os textos pacíficos e omitir os violentos. Vai te levar para um labirinto de ideias e conclusões, jogando uma religião contra a outra, quando na verdade, um texto sagrado não deveria ser assim, não deveria ter tanta contradição e um grande número de violência prescrita como os textos sagrados do Islã.

A seguir,  outro texto do livro “Sobre o Islã” de Ali Kamel:

Num mundo como o de hoje, cada vez mais gente deseja agir como Jehoshua e Tarfon, Abraão e Jó e Muhammad (Maomé). E eu tenho para mim que, quanto mais gente assim o fizer, mais harmonia haverá. Isso de modo algum afasta o mundo da religião“. Página 171.

Será que no mundo de hoje, cada vez mais, precisamos da violência causada pelos ensinamentos de Muhammad (Maomé)??? Não acredito que o jornalista pensa assim.  O jornalista entende que os ensinamentos de Muhammad causam violência apenas quando interpretados pelos radicais islâmicos.

Não é possível afirmar que o Califa Ibrahim do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS) não saiba o que é o Alcorão. Mesmo em Árabe o Alcorão é muito claro quanto a violência. Isso é fato.

O novo Califa, líder do grupo terrorista ISIS é BA, MA e PHD em estudos islâmicos formado na Universidade Islâmica de Bagdá. Ele não pode estar equivocado sobre o que é o Islã pois conhece a matéria como poucos. Eles não são apóstatas.

Quando um muçulmano diz que o Islã não é violento ou que o Islã é pacífico (harmonioso) ele está se referindo a paz que virá quando o mundo todo se submeter a Jurisprudência Islâmica (a Lei Sharia), ou seja, ao Islã.

Outro texto do “Sobre o Islã” de Ali kamel:

Um muçulmano não tem nenhuma nacionalidade senão a sua crença“.  Pagina 183

Não possuem nacionalidade porque consideram que o mundo pertence a eles e somente a eles de acordo com o universalismo da missão islâmica.

Muitos blogs, sites e vídeos hoje em dia mostram o que está sendo dito aqui e ainda tem gente que não acredita, que não acorda.

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Esse anuncio vai estar em 100 ônibus e duas estações do metro de Nova York nos próximos dias. A mídia (moderada) já partiu pra cima denunciando a peça como “chocante” e “anti-islâmica”.

Tradução: “Os moderados de ontem são a manchete de hoje” “A foto da esquerda mostra o executor que decapitou um jornalista antes de se tornar jihadista”; “A foto da direita mostra o executor que decapitou o jornalista depois que virou devoto”;

Isso não é islamofobia; isto é islamorealismo” – Pamela Geller, Atlas Shrugs http://buff.ly/1wRucPK

Chocante é ver jornalistas sendo decapitados e centenas de não-muçulmanas sequestradas sendo estupradas por gangs e vendidas no mercado de escravos. Chocante é ver 1 milhão de Cristãos sob massacre e limpeza étnica na Síria. Chocante é ver centenas de muçulmanos Americanos, Europeus, Australianos, Canadenses debandando para a Síria e Iraque para se juntarem ao grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS)”. – Pamela Geller.

Para quem não sabe, em 1924, o Presidente da Republica da Turquia, Mustafa Kemal Atatürk, aboliu a instituição do Califado mas, recentemente, o grupo terrorista Estado Islâmico mais conhecido como ISIS o reconstituiu.

O novo Califa (Abu Bakr al-Baghdadi) conhecido como                             Califa Ibrahim se diz sucessor (autoproclamado) do profeta Muhammad anunciou que obedece o Alcorão e a Jurisprudência Islâmica (a Sharia) em toda sua plenitude, o que atraiu muita atenção.

O que faz o ISIS para atrair esse número tão grande de voluntários para a guerra a tal ponto que nos Estados Unidos pessoas estão alertando de que esse número é maior do que o próprio governo americano admite?                                                                                                         Existem várias razões: dinheiro, marketing hollywoodiano, desamparo, desilusão, inconsciência etc. mas dizem também que “a maioria dos jovens adoram montar num cavalo selvagem“, e aí, junto com Muhammad…, bingo.

Como disse Netanyahu (Primeiro-ministro de Israel):
Nós já vimos isso antes. Há uma raça superior; Agora há uma fé superior.”  

Ter isso em mente facilita muito, evitando assim muita firula intelectual que se derreterá como a neve sob o sol.

O historiador, filósofo pioneiro e jurista teórico, Ibn Khaldun (1332-1406), 
observou em seu famoso “Muqaddimah”, 
a primeira obra de teoria histórica que:   
 “Na comunidade muçulmana, 
a guerra santa é um dever religioso 
por causa do 
universalismo da missão muçulmana 
e (da obrigação de) converter a todos ao Islã 
       ou pela persuasão ou pela força".          
Alcorão 98:6  
“Honestamente falando, aqueles que não creem 
na religião Islâmica, no Alcorão 
e no Profeta Muhammad/Maomé) 
entre eles o 
Povo do Livro (Judeus e Cristãos) 
e demais infiéis, 
terão que aceitar o 
Fogo do Inferno. 
Eles são as piores criaturas”.

Muçulmanos em todo o mundo chamam judeus de “macacos” e “porcos“. O Islã colaborou ostensivamente com Hitler na segunda guerra mundial. Não se esqueça disso quando disser que o Islã é uma religião pacífica.

E sobre a presença islâmica no Brasil? Você tem noção do tamanho e o que estão realmente ensinando nas mesquitas? E os Sufis? Já ouviu falar? Não?  Representam uma perspectiva mistica do Islã. Os Sufis seguem o profeta Muhammad…

Você acredita mesmo que o Brasil está fora do radar? Fora dos planos do Supremacia Islâmica Global? Você realmente acredita? 

Existe algum controle ou filtro 
por parte da mídia 
proveniente de grupos e indivíduos interessados 
em preservar a imagem do Islã no Brasil? 

Nota do Blog:  Não existe a intenção de depreciar as pessoas e sim de discutir ideias e fatos. O objetivo deste blog é mostrar o que está sendo dito pelos maiores críticos do Islã da atualidade. O jornalista Ali Kamel por exemplo, é um profissional competente e do bem. Entendo inclusive que é o único capaz de criar uma nova era no Brasil para que a informação sobre o Islã seja aberta, intensa e transparente nos meios de comunicação porque tudo vai mudar daqui pra frente por causa da guerra no Oriente Médio . A ideia é não repetir os erros que assistimos no exterior todos os dias.

1- Discurso da Presidente Dilma (LULA) na ONU no dia 25/09/2012:

Ainda como presidenta de um país 
no qual vivem milhares e milhares 
de brasileiros de confissão islâmica, 
registro neste plenário 
nosso mais veemente repúdio 
à escalada de preconceito 
islamofóbico 
em países ocidentais.”
Islamofobia é uma palavra inventada 
para você simplesmente não criticar o Islã. 
Não criticar o Islã significa 
se render ao Islã 
e, portanto é a prova 
de que algo 
está errado e deve ser criticado. 

2 – O livro “Sobre o Islã” escrito pelo jornalista e sociólogo                          Ali kamel – jornalista e Diretor Geral de Jornalismo e Esportes da TV Globo e colunista do jornal O Globo:

Outro trecho desse livro que me surpreende muito é o fato do autor ter mencionado na página 88 que:

  “Maomé se casara com Ayishah 
quando ela ainda tinha seis anos de idade, 
mas o casamento, claro, só se consumou 
quando ela atingiu a maturidade.”

Pois esse é um dos pontos ou talvez o principal,  que constrange sérios scholars ao redor do mundo e que até hoje gera polêmica de alta voltagem e desconfiança sobre  profeta do Islã.

Muhammad na verdade consumou o casamento quando Ayishah completou 9 anos de idade.  Há quem diga que antes.                               Isso é pedofilia? Questão de contexto, coisa da época? Uma menina de 9 anos com um profeta de 51? Isso não abala a reputação de um profeta?

Por que o autor omitiu a verdade, inclusive com um afirmativo e sonoro “CLARO”? Têm tanta certeza assim? Isso constrange o autor? Ou não sabia?

Estamos falando aqui do profeta do Islã, o mensageiro de Allah que não admite intermediários entre ele e Allah. Que se diz o último profeta e que embora Allah seja o mesmo Deus dos Cristãos, não aceita Jesus como filho de Deus embora tenha Jesus num patamar especial. Essa ideia do Islã sobre Jesus, num patamar especial, não passa de um convite disfarçado para que você se converta ao Islã. (Robert Spencer).

Como Muhammad é visto pelos muçulmanos como a imagem perfeita, o homem perfeito e tudo que Muhammad fez ou disse virou lei resultou no seguinte:                                                                                                   IS marriageVirgens no paraíso para os mártires ; o grupo terrorista islâmico ISIS anunciando casamento com crianças sequestradas de 6, 7 anos imitando o profeta e por aí vai.

Foto: Militante do ISIS anunciando o seu casamento com uma criança de 7 anos, aterrorizada,  da cidade ocupada de Mosul. http://buff.ly/1qyuBhC

É bizarro a ideia que o Islã ensina de que as “Huris são moças celestiais que são feitas da mais pura bondade” e não “virgens no paraíso”, para quem se martirizar, em nome de Allah.  A simples visão de um profeta mencionando o “outro mundo“, como se de fato o conhecesse e visse as “Huris” é uma fantasia que não cabe mais no mundo moderno e tecnológico.

De acordo com Robert Spencer, um dos mais, se não for o mais respeitado crítico do Islã na atualidade, e que vive infelizmente ameaçado de morte, explica que as revelações divinas do profeta Muhammad escritas no Alcorão, são na verdade revelações convenientes que serviam para justificar tudo o que ele quis fazer durante toda a sua carreira.

Uma das suas esposas, a menina Ayishah, mencionada acima, expressa isso quando o profeta adota a mulher do seu próprio filho adotivo como esposa e justifica essa monstruosidade através de outra revelação divina.  Veja o que Ayishah comentou:

Parece que Allah está sempre pronto, 
para rapidamente conceder os seus desejos”. 

Robert Spencer comenta que o Alcorão é uma fraude e que o mesmo foi baseado nos textos sagrados anteriores incluindo o Antigo e o Novo Testamento, como já sabemos.

Fala também que os textos 
não foram repetidos como se alguém estivesse trabalhado 
em cima de uma cópia do texto antigo, 
e sim como se tivesse ouvido 
alguém contar as estórias e as recontasse 
como se fossem suas próprias revelações divinas.

O ano islâmico, por exemplo, começou quando Muhammad se tornou um líder político-militar e não a partir das revelações divinas ou data do seu nascimento etc.

Grupos terroristas como o Estado Islâmico (ISIS) refletem o profeta Muhammad através do Alcorão e da Jurisprudência Islâmica.              

Robert Spencer é autor de 13 livros, com dois deles na lista do The New York Times Best Sellers: The Truth about Muhammad e The Politically Incorrect Guide to Islam (and The Crusades). Conduz seminários para o Comando Central dos Estados Unidos, FBI, U.S. Intelligence Agency incluindo artigos em todos os jornais e palestras em universidades americanas.                                                 Conheça Robert Spencer : Jihad Watch http://buff.ly/1qyxbUT

Se você domina a língua inglesa poderá assistir duas entrevistas com Robert Spencer através de 2 vídeos inseridos no fim deste post.

Leia em seguida “Sobre o Islã do Ali Kamel” Parte II.

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