Reza Aslan, o queridinho…

Reza Aslan, o queridinho…

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Fontes: David Wood / Answering Muslims: Reza Aslan e  “Scholar” Reza Aslan / Jihad Watch

O “lindinho” acima é um Iraniano-Americano (nascido em Teerã, Irã), professor de escrita criativa da Universidade da Califórnia, Riverside. Frequentou a Harvard Divinity School entre outras e é membro da Academia Americana de Religião.

Conhecido como um acadêmico muçulmano moderado, um scholar, que despreza rudemente qualquer um que se atreva a questionar o seu conhecimento sobre o Islã.

Como diz Robert Spencer:

Se você se opuser a América por defender-se contra a jihad global; afirmar que Muhammad foi pacífico e que Jesus foi violento; professar e desmascarar o cristianismo ortodoxo; e que acima de tudo, odeia Israel e ama aqueles que desejam destruir tanto os EUA quanto Israel, você poderá se tornar o próximo queridinho da mídia, um “media darling” do establishment. De fato, a grande mídia entrevista especialmente os críticos de Israel e absolutamente ninguém que defenda Israel.

E assim chegamos a Reza Aslan, o queridinho, adorado pela mídia de esquerda americana, mas, principalmente por ele ser membro do conselho de lobistas sanguinários e genocidas anti-semitas do regime iraniano. 

RezaAslandancesAslan, o “Happy” ao lado, apelou ao Governo dos EUA para negociar com o próprio Ahmadinejad, e com o grupo terrorista Hamas; elogiou o grupo jihadista terrorista Hezbollah como “a organização política e social mais dinâmica no Líbano”; elogiou também a anti-semita, misógina, supremacia islâmica Irmandade Muçulmana, que se dedica as suas próprias palavras, de acordo com um documento interno capturado, para “eliminar e destruir a civilização ocidental a partir de dentro”; e que também aplaudiu e pediu a paralisação forçada da liberdade de expressão daqueles que odeiam – um impulso essencialmente delinquente e fascista.

Agora, o queridinho debochado, tem apoiado fortemente o Hamas em vários programas. Ele nega praticamente tudo que diz mas, exala fortemente a propaganda do Hamas sobre Israel alvejar civis, mesmo alegando ridiculamente que não há nenhuma evidência de que o Hamas tenha usado escudos humanos.

Recentemente, Reza Aslan cometeu um erro e portanto não deu em outra…  Robert Spencer e David Wood detonaram o cara e é por isso que estou  escrevendo e (transcrevendo) alguns textos o qual espero que sirvam para que as pessoas conheçam um muçulmano moderado.

Vamos em frente…

Reza Aslan convidou os jihadistas do Estado Islâmico (ISIS) para matar os apóstatas (aqueles que abandonam a sua religião) e os fazerem prisioneiros (mas provavelmente nem percebeu isso!)

Reza Aslan convidou os jihadistas do Estado islâmico (ISIS) para seguir as “regras de guerra” estabelecidas por Abu Bakr (companheiro mais próximo de Muhammad (Maomé) e o primeiro dos califas “corretamente guiados”). Aqui está o tweet de Aslan:

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Tradução do texto escrito por Reza Aslan: “Ei, você assim chamado Califa. Tenta ler as regras de guerra estabelecidas pelo primeiro Califa. Você conhece o cara que você adotou o nome.”

Não há necessidade de se traduzir o restante… representa o lado brando do que vamos falar…

David Wood considera que Aslan talvez estivesse querendo compartilhar o contexto dessas “regras” com seus leitores (para nos mostrar quais as “regras” que o ISIS está violando) junto com a fonte.

Então, vamos ver algumas orientações adicionais indicadas pelo Califa Abu Bakr com relação às regras de guerra:

Com vocês David Wood:

Após a morte de Muhammad, muitos muçulmanos deixaram o Islã em graus diferentes. Alguns simplesmente abandonaram o Islã ou retornaram às suas religiões anteriores, enquanto outros abandonaram algumas práticas prescritas (como pagar o zakat à autoridade muçulmana central). Abu Bakr decidiu então confrontar todos eles até que eles retornassem ao Islã ortodoxo.

Eis aqui um trecho da longa carta que Abu Bakr enviou (junto com um exército) aos apóstatas e rebeldes. Diferentemente de Aslan, irei de fato documentar a fonte para que as pessoas possam ver de perto, caso queiram:

(Para encurtar leia somente a parte em vermelho.)

“Em nome de Deus (sic), o Clemente, o Misericordioso. De Abu Bakr, califa do Apóstolo de Deus, a quem esta carta minha pode chegar, entre os plebeus e notáveis, que permaneceu firme com o Islã ou que se desviou dele: Que a paz esteja com aqueles que seguem a [verdadeira] orientação e que não voltaram ao erro e a escuridão após [ter recebido] [a verdadeira] orientação. Verdadeiramente eu louvo por você Deus, além de que não há outro deus. Eu testemunho que não há outro Deus senão Deus, que não tem nenhum associado, e que Muhammad é Seu servo e Seu Mensageiro; afirmamos que ao que ele trouxe, e ao que ele negou, declaramos ser incrédulos e lutamos contra isso.

Agora, então: Verdadeiramente Deus, e que Ele seja exaltado, enviou Maomé com a Sua verdade e a sua criação como um portador de boas notícias e como portador, como um que chama [outros] a Deus, com a sua permissão, e como uma lâmpada que traz a luz, para que ele possa avisar [a todos] que vivem, e de modo que o ditado contra os incrédulos se cumpra. Então, Deus guiou com a Verdade aqueles que responderam a Ele e o Apóstolo de Deus, com a Sua permissão, atacou aqueles que viraram as costas para Ele até voltarem para o Islã, por vontade própria ou de má vontade. Então Deus entregou Seu Apóstolo a Ele, após ter realizado os mandamentos de Deus. . .

Aprendi que alguns de vocês retornaram às suas religiões depois de terem reconhecido o Islã e trabalhado com ela, por negligenciar Deus ou por ignorar o seu comando, e em conformidade com o diabo. . . . Enviei-lhe alguém da liderança de um exército do Muhajirun e do Ansar e aqueles que os seguem em boas obras. Eu pedi a ele para não lutar com qualquer um ou para matar qualquer um, até que tenha chamado para a causa da Deus; até que aquele que responder à ele e reconhecer (Ele) e renunciar (descrença) e fizer bons trabalhos, (meu enviado) deve aceitá-lo e ajudá-lo (a fazer o certo), mas ordenei-o a lutar contra aqueles que se rebelarem contra (Ele) por qualquer razão. Desse modo, ele não poupará ninguém da usa autoridade, (mas talvez) queime eles com fogo, massacre eles de qualquer jeito, e que capturem as mulheres e as crianças; ele não deve aceitar nada de ninguém que não seja o Islã. Então, qualquer um que o siga, é melhor para ele; mas quem o deixar, não enfraquecerá Deus…   (A história de al-Tabari, Volume X, State University of New York Pres, 1993, pp. 55-57)

Cinco comentários do David Wood sobre as trechos acima:

De acordo com Abu Bakr,  Maomé “atacou aqueles que viraram as costas para” Allah “até voltarem para o Islã, por vontade própria ou de má vontadeSerá que Aslan concorda com Abu Bakr que Muhammad obrigou as pessoas a se converterem ao islamismo, querendo ou não a conversão?

  1. Abu Bakr envia a carta junto com um exército, e o exército é instruído “não lutar com qualquer um ou para matar qualquer um, até que tenha chamado para a causa da Deus“. Aqueles que retornaram ao Islã eram para ser deixados em paz, enquanto aqueles que se recusaram a voltar ao islamismo deveriam ser massacrados.
  2. Khalid bin al-Walid (o comandante do exército) foi ordenado a não poupar nenhum deles da sua autoridade”.
  3. Os castigos para aqueles que recusassem a se submeter ao Islã incluía “queime eles com fogo” e “massacre eles de qualquer jeito”.
  4. Mulheres e crianças devem ser capturadas.

Como você pode ver, o Estado islâmico (ISIS) está seguindo as orientações de Abu Bakr ao pé da letra. No entanto, o queridinho Reza Aslan convida jihadistas do Estado islâmico para seguirem as orientações de Abu Bakr.  Ao dizer aos jihadistas do ISIS que precisam obedecer ao califa Abu Bakr, Aslan está dizendo para: (1) convidar as pessoas ao Islã, (2) o massacrar aqueles que se recusam a se submeterem, e (3) para capturar as mulheres e crianças.

Isto é o que acontece quando os apologistas Ocidentais sem noção sobre o Islã começam a compartilhar o que aprenderam de seus professores americanos sobre o Islã. Distorcem citações copiadas da internet, zombam de pessoas como o líder do Estado Islâmico o Califa (auto-intitulado) Abu Bakr al-Baghdadi (alguém que não obteve informações sobre o Islã filtradas através de universidades ocidentais). Esses tweets ajudam a sedar os ignorantes, mas não fazem nada para parar aqueles que realmente executam os comandos do Islã.

 Nota do Blog:

Do jeito que as coisas estão indo, muito em breve o Brasil será de fato a bola da vez com relação à supremacia islâmica. Principalmente por parte do Irã, com relação a isenção de visto para diplomatas iranianos por 30 dias. Considero esse procedimento um absurdo e uma irresponsabilidade total por parte das autoridades brasileiras. Respeito zero com os judeus principalmente.

Tendo dito, o bonitinho Reza Aslan, será visto como figurinha fácil no noticiário nacional. Comentará sobre as maravilhas do Irã e irá faturar alto com palestras deslumbrantes para muçulmanos moderados da mídia e líderes do Califado Bolivariano do Brasil.  

Por outro lado, 
jogará todo o seu charme ácido 
pra cima daqueles que estão denunciando  o jogo macabro do califado 
que o Islã está apresentando ao mundo. 
No final irá sugerir a 
“República Islâmica do Brasil” 
que será recebida com 
lágrimas, berros e uivos 
pelos 
“Cowboys” da “Free boi” 
que já estão 
em conformidade com a Sharia do Brasil.
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Uma consideração sobre “Reza Aslan, o queridinho…”

  1. Republicou isso em MUHAMMAD E OS SUFISe comentado:

    Em Outubro de 2014 publiquei este artigo sobre o Reza Aslan, um Iraniano-Americano (nascido em Teerã, Irã) e conhecido como um polêmico acadêmico Muçulmano moderado, que despreza rudemente qualquer um que se atreva a questionar o seu conhecimento sobre o Islã.
    Agora, a verdade veio à tona. Reza Aslan é uma farsa.
    Assista a este vídeo (Inglês, não legendado):

    Reza Aslan Cannot Be Trusted http://buff.ly/1Q0tnvn

    Curtir

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