O Reino Unido vive seus últimos anos de liberdade.

O jornal O GLOBO publicou hoje, dia 19/11/2014, nas páginas 30/31, três reportagens com foco no conflito Israel/Palestina:

  1. A paz está distante /Terror na sinagoga.
  2. Escalada do ódio escrito pela jornalista Helena Celestino
  3. A paz distante.

A jornalista termina o texto dizendo o seguinte:

Não dá para manter a Palestina no limbo. Intransigência e intolerância são uma ameaça à segurança de Israel e só fazem crescer o desespero na região”. Helena Celestino.

Este texto nos leva ao raciocínio de que, supondo que seja criado o Estado da Palestina, tudo se resolverá.  Que o problema é a intransigência de Israel em não reconhecer o Estado Palestino. E que enquanto não reconhecerem o Estado Palestino a insegurança, ou seja, os atentados continuarão a todo vapor com viés catastrófico para ambos os lados etc. Correto?

Entretanto, não é bem assim…

Netanyahu está errado em aceitar um Estado para uma nacionalidade que foi inventada com o intuito de servir como arma para a jihad contra Israel”. Disse Zahir Muhsein, do comitê executivo da PLO em 1977.

Netanyahu: “Estou pronto para aceitar a “Palestina”, mas eles não vão aceitar Israel“.

No entanto, eles nunca aceitarão a existência de Israel, por causa do princípio da teologia islâmica de que a terra, uma vez governada pela lei islâmica, pertencerá por direito aos muçulmanos para sempre. Barack Obama e John Kerry, claro, ou não sabem ou não se preocupam com isso“. Robert Spencer Netanyahu: “I’m ready to accept “Palestine,” but they won’t accept Israel” : Jihad Watch

Tenham certeza de uma coisa. 
Se o Estado Palestino for realmente criado 
o que acontecerá depois 
será nada mais nada menos 
do que guerra e mais guerra 
para exterminar Israel. 
Portanto, vamos ao ponto... 
não é a ocupação, não é o Estado Palestino... 
é o Islã, nada mais. 
Está escrito no Alcorão e os muçulmanos 
não irão parar até explodirem o mundo todo. 
E, se por ventura conseguirem conquistar o mundo, 
se autodestruirão 
porque a luta pelo califado global 
continuará e será implacável 
e em nome de Allah e de Muhammad.

Será que é tão difícil entender isso? Muhammad, o profeta, não gostava de judeus e foi envenenado por uma judia, que o levou à morte. Muhammad simplesmente massacrou a família e a comunidade dessa judia e por isso ela o envenenou. Isso está escrito no Alcorão. Ponto.

É a inconsciência islâmica no auge e não podemos embarcar na propaganda que gera o medo-irracional nas pessoas. É preciso expor essa monstruosidade ao público e preparar o Brasil para o pior que está por vir. O Islã está crescendo assustadoramente no país e a grande mídia evita falar a respeito.

Vamos em frente…

As duas primeiras reportagens dão ênfase ao fato de que a Espanha, Reino Unido, Irlanda e a Suécia apóiam o Estado Palestino.

Vamos começar pela Suécia.  O novo governo sueco (de esquerda) anunciou que reconhecerá o Estado da Palestina. Uma manobra que fará com que a Suécia seja o primeiro membro europeu a avançar nesse sentido.  Só não disse quando e como isso irá acontecer.

A Suécia está à beira de uma guerra civil por causa dos imigrantes. Mais de 100.000 muçulmanos entram no país todos os anos. A Suécia está mudando rapidamente. Não há como integrar a todos e o resultado é a formação de áreas muçulmanas governadas pelas próprias leis, ou seja, a Sharia. Agora, como já mencionei em outro artigo, os muçulmanos não estão mais nos grandes centros e sim em 55 áreas espalhadas em 22 cidades.

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O risco de estupro na Suécia atualmente é de 1 para 4 pessoas o que já indica que com relação a estupro, a Suécia, o país mais politicamente correto, já vive uma guerra civil causada pela imigração muçulmana. A Suécia tem 75.000 crimes anualmente, numa população com somente 9.5 milhões.

Um total de 100% dos estupros cometidos nos últimos 5 anos em Oslo foi proveniente de imigrantes de países não-ocidentais. Stavanger, a maior cidade Norueguesa, contabiliza que 90% dos estupros são cometidos por imigrantes.  Fonte: When it comes to rapes, Islamized Sweden is already in a state of war : Jihad Watch

Com relação ao Reino Unido, a Câmara Municipal da cidade de Birmingham escondeu o envolvimento de taxistas muçulmanos com abuso sexual de meninas durante 23 anos.

Na mídia Britânica (newspeak), “Asian” significa “Muslim”, ou seja, muçulmano e “White” significa “não-muçulmano”.  As autoridades britânicas insistem de que o caso é um problema racial, quando na verdade esses predadores atacam as meninas por que não são muçulmanas e, portanto estão liberadas, de acordo com o Alcorão, nos versos (4:3, 4:24, 23:1-6, 33:50), para que se tornem escravas sexuais.

O fato é que as autoridades britânicas enxergam o problema como racial e isso gerou uma ansiedade enorme para que não se transformasse em “racismo” o que os levou a esconderem o problema por 23 anos.  A exploração sexual infantil por muçulmanos agora é normal em algumas partes da Grande Manchester, no Reino Unido de acordo com a mídia.

Conclusão, o Reino Unido sacrificou as meninas durante 23 anos para não serem chamados de “racistas” ou “islamofóbicos” e para evitar problemas com a selvageria da supremacia islâmica instalada no país. O Reino Unido acabou como país e vive seus últimos dias de liberdade.  Fonte: UK: Birmingham City Council hid links between Muslim cabbies and child sex victims for 23 years :

A Espanha já é conhecida como “Muslim Spain” ou “Espanha Muçulmana”. O Estado Islâmico já declarou: “nós vamos tomar a Espanha de volta”. “Espanha é a terra de nossos antepassados, e, se Alá quiser, vamos libertá-la, com a força de Deus”. Veja no mapa abaixo a Espanha (Andalus) nos planos do Estado islâmico. Fonte: Islamic State releases map of 5-year plan to spread from Spain to China : Jihad Watch

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Por último…  na Irlanda…

O juiz que disse “muçulmanos sentem que eles realmente podem bater nas suas mulheres” se desculpa e pede perdão pelo “comentário incorreto”. Fonte: Ireland: Judge who said “Muslims feel they can actually beat their wives” Jihad Watch

Diante desse fato, podemos concluir que a Irlanda está oprimida pela supremacia islâmica e, portanto apoiar o Estado Palestino é conseqüência natural. Aliás, a Irlanda tentou ser o primeiro membro da comunidade européia a vender ações islâmicas na bolsa de valores, mas Londres chegou primeiro.

O que esses países realmente esperam conseguir premiando a inconsciência? Os muçulmanos em Gaza, Judea e Samaria juraram destruir Israel. Não fazem nenhum esforço para chegar a um consenso. Comemoram quando assassinam judeus e a mídia internacional ainda insiste em não ouvir os que estão levantando a voz contra a inconsciência.

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