Pro Inferno Com o Silêncio

Fonte/Source: To Hell With Silence by MICHAEL DEVOLIN

28 de fevereiro de 2015

Pro Inferno Com o Silêncio

Por MICHAEL DEVOLIN via Robert Spencer -JIHAD WATCH

“Não é bom que toda a verdade revele a sua essência; 
e muitas vezes o silêncio é para o homem 
a melhor decisão”.  
Píndaro 518-438 BC

Minha primeira inclinação para algo perturbador e pressagioso sobre Islã foi através da descoberta de todos os textos grandiloquentes antijudaicos do Alcorão. Como eles soam parecidos com algo que Ernst Zundel poderia ter escrito se tivesse nascido na época do profeta Muhammad (Maomé). Mediante a descoberta, igual à revelação de que David Irving era mais um fanático antijudaico do que um historiador sério, eu definitivamente rejeitei o Islã. Os muitos versículos do Alcorão difamando e demonizando os Judeus superam os poucos versos que advertem os Muçulmanos a respeitarem o “Povo do Livro.” Qualquer coisa antijudaica, quer seja religião, amizade ou restrições a participação nos campos de golfe e clubes sociais, é motivo suficiente na minha visão de mundo para condenação pública e rejeição.

Aceite isso ou não, tanto o Islã como o Nazismo, são ideologias antissemitas, e quem disser o contrário, seja um especialista ou não, é um mentiroso. Por que eu iria rejeitar o Nazismo por causa de sua ideologia antissemita e ainda aceitar o Islã, apesar da sua ideologia antissemita? Como eu deveria sentir desprezo pelo Nazismo e não sentir desprezo pelo Islã? Por que o ódio antissemita é uma razão para condenar o Nazismo, mas não é uma razão para condenar o Islã? Por que é admissível que um Muçulmano condene o Sionismo e a existência Judaica, bastante limitada no Oriente Médio, mas não é permitido que Judeus e Cristãos condenem a Sharia e o principal objetivo do Islã de preponderância religiosa e política sobre a face da Terra?

 Efraim Karsh escreveu: “… 66 anos depois da sua fundação por ato internacionalmente reconhecido de autodeterminação, o estado Judeu continua sendo o único estado do mundo cujo direito à autodefesa, de fato para existir como nação, é constantemente desafiado”. Ou, como nas famosas palavras sombrias de Lord Byron, “A pomba selvagem tem o seu ninho, a raposa a sua enseada, a humanidade seus países – Israel senão a sepultura”.

A relutância do mundo Ocidental para finalmente e absolutamente condenar o Islã, a religião, tornou-se uma versão moderna de “A Ponte dos Asnos” de Euclides – um julgamento difícil para apologistas, pensadores ávidos e políticos servis. De quantas provas ainda precisam?

Jonathan Halevi escreveu: “as idéias do califado, a jihad como um instrumento legítimo para difundir o Islã no mundo e a crença na profecia de Muhammad sobre Roma são compartilhadas pela grande maioria dos movimentos e organizações Islâmicas, incluindo o movimento internacional da Irmandade Muçulmana, o movimento Salafista, Hezb a-Tahrir, a Jihad Islâmica, al-Jama’a al-Islamiya, al-Qaeda e seus afiliados, o Hamas, o Hezbollah, o regime Iraniano, entre outros”.

Essas ”ideias”, afinal, especialmente o conceito de utilização da “jihad como um instrumento legítimo para difundir o Islã no mundo”, foram conservadas e empregadas por Muçulmanos por gerações desde a época de Muhammad. É um absurdo, portanto, que ainda hoje, enquanto o mundo assiste aos vídeos de Cristãos sendo decapitados por psicopatas do ISIS, apologistas Muçulmanos e jornalistas de cabeça oca ainda insistem que as atrocidades tangenciam o bom Islã; e que jamais seriam a proliferação e a ontogênese terrorista de uma guerra religiosa entre o Islã e o mundo.

Em um de seus ensaios no-nonsense para o Ariel Centre for Policy Research, o israelense Raphael escreveu: “Um paradoxo está em andamento: se os países muçulmanos estavam tão certos, como eles mesmos reivindicaram que nenhum elemento Muçulmano esteve envolvido no violento ataque anti-Americano, então por que eles estão relutantes de se juntarem à batalha contra os autores? Na verdade, eles sabem exatamente de onde os terroristas veem, que todos os envolvidos são Muçulmanos, de doutrina Muçulmana, que o financiamento vem de fontes Muçulmanas, que seu eleitorado é Muçulmano e o seu objetivo é Muçulmano”. Os Cristãos têm um provérbio: “o que ouvis ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados”.

Assim, a verdade que todo mundo está proclamando aos quatro ventos hoje em dia – aquilo que muitos de nossos oponentes e /ou inimigos estão tentando manter em segredo –  é que o Islã (com ou sem jihad) é totalmente insalubre e completamente inaceitável para o homem Ocidental e para o nosso modo de vida democrático.  O Islã faz o terrorista: essa é a verdade sem disfarces e a maior parte do mundo livre reconhece agora secretamente, mas tem medo, na minha opinião, de admitir publicamente. O Islã deu à luz ao ISIS. Ninguém “sequestrou” o Islã para perpetrar atrocidades como o massacre de Beslan, na Rússia ou na América (9/11).

Nossa sobrevivência agora depende do tempo que os líderes Ocidentais vão levar para abrirem os olhos para essa realidade maléfica. Agora está na hora de mostrar a verdade revelando a sua essência. Pro inferno com o silêncio.

Tradução: Sebastian Cazeiro

Anúncios