Um Recado ao GRUPO GLOBO

Um Recado ao GRUPO GLOBO por Sebastian Cazeiro

Comentários sobre dois artigos publicados hoje (7/03/2015) no setor “Opinião” do Jornal OGLOBO:

1. O Infrutífero comício de Netanyahu nos EUA – Artigo Editorial

2. O delírio de Mohammed Emwazi pelo jornalista Rasheed Abou-Alsamh

Vamos a eles:

  1. O Infrutífero comício de Netanyahu nos EUA – Artigo Editorial:

O artigo simplesmente menospreza o brilhante discurso do Primeiro Ministro de Israel Netanyahu o chamando de “comício”, não levando em conta o nível de preocupação real diante do que vem acontecendo entre os EUA e o Irã que de certa forma está cima de eleições.

imperial-obama-decree

As relações entre a administração do Muçulmano Barack Obama com o Irã, através do seu líder psicopata Ali Khamenei, que prega em vídeos a destruição total de Israel, Europa e já se diz em guerra com os Estados Unidos; deixa clara a certeza de que o discurso de Netanyahu foi muito bem vindo, necessário e principalmente da forma como foi realizado, ou seja, passando por cima da cabeça desse traidor da nação Americana. O Imperador Barack Hussain Obama II é reconhecido pelos maiores especialistas em Islã e Oriente Médio como – um palhaço sem caráter e sem determinação.

Dizer que Netanyahu não apresentou propostas é uma mentira. A sua presença no Congresso é a melhor proposta e a entregou ao povo Americano. A de que Barack Obama, o traidor, está destruindo a América de dentro para fora e essa estratégia já foi dita e prometida por terroristas Islâmicos no Oriente Médio. Os Muçulmanos antenados sabem disso. O discurso do Netanyahu repercutiu muito positivamente nos EUA, apoiado por quem conhece o assunto.

Diz o artigo:

“O pronunciamento de Netanyahu, além de não ajudar a construção de uma solução pacífica para o impasse nuclear iraniano, feriu o protocolo diplomático, estimulou o Congresso a intervir em negociações conduzidas pelo Executivo e colocou Israel e EUA, dois aliados históricos, em seu pior momento”. OGLOBO.

Esse tom diplomático, higiênico, cheio de protocolos, clean, executivo, com ar de secretária gostosa como expressa o jornal, não revela a brutalidade por trás da cortina Iraniana. Israel vive isso na carne, no dia a dia, não nas BMWs dos diplomatas e executivos brasileiros aqui e no exterior.

Artigos desse tipo só podem vir de alguém que protege o Islã em detrimento de Judeus e Cristãos. Esse sujeito propositalmente desinforma a sociedade brasileira, principalmente diante da carnificina que o levante Islâmico global está impondo ao mundo, principalmente aos Cristãos, o qual estamos assistindo com os olhos arregalados sem saber o que fazer para ajudar.

Como pode alguém raciocinar dessa maneira senão por um víeis Islâmico? Como pode alguém raciocinar dessa maneira no Brasil?

Para quem não conhece o Islã talvez seja difícil alcançar o que estou dizendo. Já fiz várias críticas ao jornal no meu blog pelo mesmo motivo. Os artigos mencionados são muito sutis.

O artigo em questão enfraquece o povo de Israel e os Cristãos. Todos sabem que não há outra saída senão pressionar o Irã a abdicar da violência e do financiamento ao terrorismo internacional dito inclusive por Netanyahu. Não há outra saída para o Ocidente que não seja fortalecer o povo Judeu e Cristão, caso contrário o mundo como conhecemos desaparecerá para sempre. Você quer ser um escravo? Um dhimmi? Eu não, aliás, jamais!

Se o Irã conseguir o seu objetivo o resultado será catastrófico. Não haverá conversinha, protocolo diplomático, toma lá dá cá ou sensibilidade jornalística, estilo, liberdade de expressão e de consciência, etc.

Não faço acusações sem provas. Não sei que pessoa escreveu o artigo em questão.

Entretanto, vou mencionar aqui o todo poderoso Diretor Geral de Jornalismo e Esportes, da TV Globo e colunista do jornal O Globo, o jornalista e sociólogo Muçulmano Ali Kamel como exemplo de desinformação a respeito do Islã..

Ali Kamel em seu livro “Sobre o Islã” distorceu um ponto importantíssimo e muito sensível sobre o Islã. Vou reproduzir o que mencionei no meu blog:  Leia se quiser: Sobre o Islã do Ali Kamel – Parte I http://buff.ly/190qvys

 1 — O livro “Sobre o Islã” escrito pelo jornalista e sociólogo Ali kamel, Diretor Geral de Jornalismo e Esportes da TV Globo e colunista do jornal O Globo:

O que me surpreende muito é o fato do autor ter mencionado na página 88 que:

“Maomé se casara com Ayishah quando ela ainda tinha seis anos de idade, mas o casamento, claro, só se consumou quando ela atingiu a maturidade.”

Pois esse é um dos pontos ou talvez o principal, que constrange sérios scholars ao redor do mundo e que até hoje gera polêmica de alta voltagem e desconfiança sobre  profeta do Islã.

Muhammad na verdade consumou o casamento quando Ayishah completou 9 anos de idade.  Há quem diga que antes. Isso é pedofilia? Questão de contexto, coisa da época? Uma menina de 9 anos com um profeta de 51? Isso não abala a reputação de um profeta?

Por que o autor omitiu a verdade, inclusive com um afirmativo e sonoro “CLARO”? Têm tanta certeza assim? Isso constrange o autor? Ou não sabia

2 — O delírio de Mohammed Emwazi pelo jornalista Rasheed Abou-Alsamh

Não é a primeira vez que critico o jornalista Rasheed. O Embaixador de Israel Rafael Edad também o fez e está correto. Rasheed é um desinformante.

O artigo ”O delírio de Mohammed Emwazi” é um absurdo e só um moderado poderia ter escrito isso. Não há espaço para ingenuidade quando se trata do Islã. Como diz Pamela Geller, “o moderado é o terrorista de amanhã”. O artigo é tão cara de pau que não vale a pena perder tempo com ele.

Em suma, Rasheed ocupa quase meia página do jornal para dizer que o famoso terrorista islâmico Mohammed Emwazi, o Jihad John  aquele que aparece sempre de preto na propaganda do ISIS dizendo que vai decapitar alguém  é vítima de uma vida difícil, da falta de oportunidade; e da ideologia fanática do Estado Islâmico (ISIS), ”responsáveis por desviá-lo do bem a ponto de virar um astro de vídeos pornográficos do EI (Estado Islâmico (ISIS)”.

Ora bolas, Rasheed faz de tudo para acobertar o Islã, como se os ensinamentos do profeta Muhammad (Maomé), os Hadiths nada tivesse a ver com isso quando o mundo todo já sabe que é exatamente por isso que ele chegou ao topo da barbárie. A prova é muito simples: você não entra pro ISIS se: não for Muçulmano ou não se converter. São os ensinamentos do Alcorão que o liberta e o orienta para cometer os atos mais bárbaros que o ser humano já viu. 

Não, eles não são apóstatas como muitos pensam. E também não estão ali só porque tiveram uma vida difícil. Não, nada disso, está tudo escrito no Alcorão, a fonte de tudo. E os Muçulmanos sabem muito bem, só não admitem. 

Leia: El-Sisi: O “Pensamento” Islâmico está “Antagonizando o Mundo Todo“. http://buff.ly/1BivNyx

Esses dois artigos 
estão na mesma página 
do jornal
não por acaso.
Portanto, tudo o que 123 milhões de Cristãos, 
algo em torno de 200 mil Judeus, 
Budistas, Espíritas, Umbandistas etc. 
não merecem ter nesse momento no Brasil 
é a desinformação.

O descrédito chega a galope.
Anúncios