Acordo Nuclear Iraniano: “A decisão mais catastrófica da história da humanidade”

Iran Nuke Deal: “The Most Catastrophic Decision In Human History” | Pamela Geller, Atlas Shrugs: Islam, Jihad, Israel and the Islamic War on the West by Pamela Geller, Atlas Shrugs

Programa Nuclear Iraniano: “A decisão mais catastrófica da
história da humanidade”  

Por Pamela Geller

Thomas Sowell é um tesouro nacional. O Intelectual dos Intelectuais, e é um dos, se não o mais lúcido, brilhante pensador americano.

Eu, também, estou chocada porque mesmo agora, e mesmo assim, a mídia e as elites culturais exercem um poder tipicamente totalitário sobre o espaço de batalha da informação. Sofremos cobertura sem parar pelo fracasso de uma lei de liberdade religiosa em Indiana (que atualmente é lei em outros estados, lei que uma vez foi defendida pelos Democratas) e ainda assim nenhuma ou pouca menção é dada a pior negociação já feita pela América – Obama dando arma nuclear ao Irã.

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Etiquette Versus Annihilation | Etiqueta Versus Aniquilação       1 de Abril de 2015

Por Thomas Sowell

Limpar o caminho para que o Irã obtenha armas nucleares pode – provavelmente – ser a decisão mais catastrófica da história humana.

As declarações recentes de autoridades das Nações Unidas, de que o Irã já está bloqueando os esforços existentes para que se possa manter o controle sobre o que está acontecendo no programa nuclear deles, deveria deixar bem claro, para quem ainda não sabe que qualquer acordo com o Irã será totalmente inútil na prática. Não importam os termos do acordo, se o Irã pode trapacear.

Isso é incrível – de fato, impressionante – que tão poucos americanos estejam falando sobre o que significaria para o maior patrocinador mundial do terrorismo internacional, o Irã, possuir bombas nucleares, e estar desenvolvendo mísseis intercontinentais que poderão lançá-los muito além do Oriente Médio.

No passado, durante a Guerra Fria entre a União Soviética e os Estados Unidos, contemplar o que uma guerra nuclear poderia representar era chamado de “pensar o impensável”. Mas seguramente, o Holocausto Nazista durante a Segunda Guerra Mundial, deixou claro que o que existe além da imaginação das pessoas decentes é de forma alguma impossível para pessoas que – como Churchill advertiu sobre Hitler antes da guerra – tinham; “correntes de ódio tão intensas que cauterizam as almas daqueles que nadam sobre elas”.

Já não temos visto esse tipo de ódio no Oriente Médio? Não temos visto isso em atentados suicidas no país e em ataques suicidas contra os Estados Unidos perpetrado por pessoas dispostas a sacrificar suas próprias vidas lançando aviões em construções maciças, para desabafar seu ódio desenfreado?

A União Soviética nunca foi suicida, porque o fato de que poderíamos aniquilar suas cidades se eles nos atacassem sinalizava um impedimento suficiente para um ataque nuclear da parte deles. Mas será que isso vai impedir fanáticos, com visão apocalíptica? Devemos apostar a vida de milhões de americanos na nossa habilidade para deter uma guerra nuclear com o Irã?

Estamos quase completando 70 anos desde que as bombas nucleares foram utilizadas na guerra. Longos períodos de segurança, a esse respeito, aparentemente, levaram muitos a se sentir como se o perigo não fosse real. Mas os perigos agora são maiores e mais devastadores.

Abrindo o caminho para que o Irã obtenha armas nucleares pode – provavelmente – ser a decisão mais catastrófica da história humana. Certamente E isso pode mudar a história humana, de forma irrevogável, para pior.

Nesse contexto sombrio, é quase incompreensível como algumas pessoas podem estar preocupadas questionando se o comportamento do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu ao abordar o Congresso, alertando contra o acordo proposto, sem a aprovação prévia do presidente Obama, foi uma violação do protocolo.

Nesse contexto sombrio, em que as negociações da administração Obama podem vir a ser o acordo internacional mais catastrófico na história do país, reclamar sobre o protocolo é colocar questões de etiqueta sobre questões de aniquilação.

Por que Barack Obama está tão ansioso por um acordo internacional que não têm legitimidade legal no âmbito da Constituição por dois anos a partir de agora, uma vez que será apenas uma autorização presidencial, em vez de um tratado exigindo “conselho e aprovação” do Senado?

Há pelo menos duas razões. Uma delas é que esse acordo servirá como camuflagem para cobrir a incapacidade do Obama de fazer qualquer coisa séria que tenha realmente alguma chance de evitar que o Irã se torne uma potência nuclear. Esse tipo de acordo protege Obama politicamente, apesar de expor o povo Americano a um perigo sem precedente.

A outra razão é que, indo à Organização das Nações Unidas com o intuito de conseguir uma bênção sobre o seu acordo com o Irã, ele poderá conseguir uma camuflagem ainda maior para encobrir a sua cumplicidade em armar nuclearmente o inimigo mais perigoso da América. Na visão de Obama, como um cidadão do mundo, não há razão alguma para que o Irã não possa obter as armas nucleares enquanto outras nações as têm.

Politicamente, o presidente Obama não poderia simplesmente dizer essas coisas em público. Mas, ele pode obter o mesmo resultado final fingindo ter acabado com os perigos por ter alcançado um acordo com o Irã. Existe, há muito tempo, pessoas em democracias ocidentais que saúdam todo acordo internacional que declare reduzir os perigos de uma guerra.

O caminho para a II Guerra Mundial foi coberto com documentos de acordos armamentistas que as nações agressoras ignoraram na prática. Entretanto esses acordos acalmaram as democracias com um falso senso de segurança que os levou a cortar despesas militares enquanto seus inimigos construíam novas forças militares para atacá-los.

Thomas Sowell é um membro sênior do Instituto Hoover e autor de The Housing Boom e Bust.

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Uma opinião sobre “Acordo Nuclear Iraniano: “A decisão mais catastrófica da história da humanidade””

  1. Haverá ataques suicidas e nuvens de cogumelo.
    O Oriente Médio se tornará inabitável, incluindo Israel.
    Fim.

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