UMA NOVA AGENDA PARA UM NOVO PAÍS

Fonte/Source: Fonte: Robert Spencer for Presidente 2016!

Robert Spencer para Presidente 2016! 

Por Robert Spencer (Jihad Watch)

SpencerDHFC-300x168 (1)No dia 16 de Novembro de 2014, palestrei no David Horowitz Freedom Center’s Restoration Weekend, The Breakers em West Palm Beach, Florida. Preparei o texto abaixo porque muitas pessoas presentes no evento me pediram para postá-lo aqui, para que sirva de referência a todos os reais candidatos à presidência. Desviei-me consideravelmente deste texto preparado, como o vídeo irá mostrar, mas o texto mantém a ideia geral:

Obrigado. Esta é uma ocasião memorável. Eu decidi aproveitar esta oportunidade, por estar diante de tantos patriotas e amantes da liberdade, para anunciar minha candidatura à presidência dos Estados Unidos em 2016.

Agora, eu sei que isto pode soar como uma piada e é claro que é uma piada. Eu não tenho experiência política alguma. Eu nunca ocupei um cargo eleito. Na verdade, eu nunca sequer concorri a um cargo. Eu não tenho nenhuma organização, nenhuma equipe e nem dinheiro. Eu não faço agora e nunca fiz parte do stablishment de Washington.

Em outras palavras, sou o cara certo para fazer este serviço.

Há uma questão séria que eu estou fazendo sobre isso. O ponto é que o problema não é o Barack Obama. O problema não são os democratas. Barack Obama e os democratas são apenas sintomas do problema. O problema é um establishment  entrincheirado em Washington que continua falhando de novo e de novo, e ainda continua aplicando as mesmas soluções fracassadas nos problemas.

Presidentes vêm e presidentes vão, mas o establishment da política externa do Departamento de Estado é para sempre. E não importam quantas vezes seus remédios fracassem na cura dos problemas (e geralmente os agravam), continuam sendo aplicados, sem um pingo de auto-reflexão.

Na presidência de Barack Obama, é claro, isso se tornou ainda pior: os condenados à prisão perpétua no Estado têm um presidente do peito – aquele cuja visão do mundo coincide exatamente com a deles, e que assume as suas recomendações sem questionar e ainda dissimula por eles ansiosamente, não importando quantas vezes e quão abissalmente eles, os condenados, falharam.

Tudo o que precisamos no Salão Oval é de alguém de fora. Não me refiro a alguém de fora que tenha feito parte do mesmo establishment, mas que venha trabalhando nisso, mas fora do círculo de influencias. Não, o que precisamos é de um verdadeiro forasteiro, eleito com um mandato para fazer a faxina necessária – uma real abertura de janela e uma limpeza de primavera no Departamento de Estado; para deixar entrar a luz do sol e limpar as teias de aranha dessas ideias fracassadas que estão fazendo nada menos que levar esta nação ao desastre.

Agora, o establishment entrincheirado está operando em todas as áreas, mas vou me concentrar nesta manhã sobre a política externa, porque se a direção da política externa deste país não for radicalmente alterada num futuro próximo, nós não vamos ter que nos preocupar mais com a política interna.

Além disso, a política externa e a política interna estão, naturalmente, intrinsecamente interligadas. Uma das razões pela qual a economia americana está à beira do abismo, hoje, é porque temos desperdiçado bilhões e bilhões de dólares em muitas desventuras mal concebidas pela política externa.

Liderando a lista, os milhões que estão sendo derramados sobre os Palestinos e investidos no chamado “processo de paz”. Só há uma palavra para demonstrar que isto é, obvio, gritantemente falso e esta palavra é Gaza. Ouvimos essa música antes. Em 2005, fomos informados de que a ocupação era o problema e se Israel se retirasse de Gaza os habitantes obteriam a paz. Mortimer Zuckerman intermediou 14 milhões dólares americanos para comprar as estufas que os israelenses haviam construído em Gaza, com o intuito dar aos palestinos para que eles tivessem emprego remunerado. Os palestinos receberam com gratidão as estufas e imediatamente as destruíram e as converteram em túneis de contrabando de armas entre o Sinai e Gaza para obter armas para o Hamas.

Obama, claro, culpa Israel por não fazer a paz, culpando o fracasso das negociações de paz sobre os chamados “assentamentos” na Cisjordânia (West Bank) – o qual é com precisão mais conhecido como a construção de casas para Judeus em terra Judaica.

Qualquer pessoa que ainda acha, após a retirada de Gaza, que o Estado Palestino poderia trazer a paz entre Israel e os Palestinos não tem prestado atenção. Fomos informados em 2005 que a “ocupação” era o problema, e caso Israel se retirasse de Gaza, os habitantes de Gaza se voltariam para atividades pacíficas. Apenas algumas pessoas, inclusive eu, advertiram que Gaza iria se tornar simplesmente numa nova e virulenta base para ataques jihadistas contra Israel. Os eventos provaram que estávamos corretos.

Agora Obama e Kerry querem que Israel de se retire da Judéia e da Samaria, também conhecido como West Bank. Eles nos prometem que esta retirada e esta “ocupação” são as que realmente irão finalmente trazer a paz e tirar o vento das velas dos jihadistas.

Por que a criação de um Estado Palestino agora, depois que Árabes Muçulmanos a rejeitaram em 1948 e os “Palestinos” também a rejeitaram em 2000 (entre outras vezes) trará a paz? Como poderia, quando o objetivo é a destruição total de Israel, que o Hamas tem repetidamente e recentemente reiterado que permaneceria? Por que outra retirada israelense realizaria o que as retiradas israelenses anteriores – não só a partir de Gaza, mas também a partir do Sinai e do Sul do Líbano – não conseguiram?

Israel não é a única vítima dos nossos formuladores de políticas que se baseiam em fantasias. Outra vítima é o contribuinte Americano. E isso nos leva a outra falsa suposição e que é sempre usada como base na política: a ideia de que a pobreza causa o terrorismo, e que, portanto dólares podem erradicar o terrorismo.

No final de 2013, os EUA e a Turquia lançaram o que chamaram de “Fundo Global para o Envolvimento da Comunidade e Resiliência”. Tendo como objetivo “apoiar as comunidades e as organizações locais no combate a ideologia extremista e promover a tolerância.” E faria isso, essencialmente, dando a potenciais terroristas jihadistas dinheiro e empregos. Estamos dedicando pelo menos 200 milhões de dólares para este projeto.

Durante o evento, anunciando este projeto, John Kerry falou sobre a importância de “proporcionar mais oportunidades econômicas para os jovens marginalizados, em risco de recrutamento” por grupos jihadistas

Agora veja, acabamos de assistir no noticiário esta manhã outra decapitação de um refém norte-americano, Peter Kassig, Abdul-Rahman Kassig, cuja conversão ao Islã não o salvou, porque ele ainda era considerado um veterano militar da “Cruzada Americana”. As pessoas que o decapitaram, as pessoas que estavam lá naquele vídeo e que emitiram um alerta aos Estados Unidos e ao mundo livre, se consideram os guerreiros da lei. Eles pensam que estão na vanguarda de uma revolução global que trará a lei de Deus ao mundo e derrotarão o poder dos inimigos infiéis.

Você realmente acha que um jihadista no West Bank determinado a matar Israelenses, talvez os executando com o seu próprio carro, iria desistir de tudo, se você desse a ele a chance de dizer: “Bem vindo ao McDonalds, posso anotar o seu pedido, por favor?”. Aparentemente, John Kerry acha.

Isto é jogar $200 milhões de dólares pelo ralo. A falta de “oportunidades econômicas para os jovens marginalizados” não abastece o terrorismo islâmico jihadista em primeiro lugar. Na realidade, estudos após estudos mostram que os jihadistas não são pobres e desprovidos de oportunidades econômicas, mas, geralmente, mais ricos e mais instruídos do que seus pares. Em 2009, a Rand Corporation preparou um relatório para a Secretaria de Defesa. Que diz: “Terroristas não são particularmente pobres, sem instrução, ou atingidos por doença mental,… líderes terroristas tendem realmente a vir de uma base relativamente privilegiada”.

Terroristas geralmente são mais instruídos e mais ricos do que os seus pares. O secretário de Defesa não deu ouvidos. Ninguém mais, tampouco. E continuamos jogando dinheiro no problema – e, a propósito, ainda ontem, um médico rico da Grã-Bretanha fugiu do Reino Unido e se juntou ao Talibã.

Além do desperdício de dinheiro, a nossa política externa é amplamente caracterizada hoje em dia pela sua espantosa incoerência.

Tome a postura de Obama sobre a Síria. O Presidente há muito tempo tem Bashar Assad na sua mira, mas tem se frustrado pelo fato de que a única oposição significativa ao regime Assad são os terroristas islâmicos jihadistas. Alguns dos “vetted moderates” de Obama, no passado, expulsaram Cristãos de suas casas e saquearam igrejas em três cidades na Síria.

Nota: “vetted moderates”: Exército Sírio Livre, ou seja, mercenários treinados pelo Departamento de Estado Americano.

Mas agora Obama acha que, se ele remover Assad, a “raison d’etre” dos jihadistas desaparecerá, e o Estado Islâmico se derreterá. Ele pediu a sua equipe para elaborar uma estratégia para remover Assad, e assim — ele pensa — tirar o vento das velas do Estado islâmico.

Alistair Baskey, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, disse que: “Assad tem sido o maior ímã para o extremismo na Síria, e o Presidente deixou claro que Assad perdeu toda a legitimidade para governar.”

O fato de que isso ainda está sendo considerado mostra que Obama não leva a sério as proclamações do Estado Islâmico de que é um novo califado e vai continuar tentando se expandir. Mas quem ele pensa que pode substituir Assad? Será que leva a sério que pode encontrar alguém que possa mobilizar imediatamente apoio suficiente para ser capaz de suportar o Estado Islâmico? Se ele remover Assad, o Estado Islâmico será a principal força em posição de aproveitar o vácuo de poder.

Então, o que Obama está dizendo é que para derrotar o Estado Islâmico, temos que deixar o Estado Islâmico ser vitorioso.

Esta miopia e a ignorância intencional fazem parte da ideia de que os EUA deveriam estar trabalhando para levar a “democracia” ao Oriente Médio. Durante anos, os EUA foram criticados por apoiar ditadores no Oriente Médio, impedindo as aspirações das pessoas de lá para escolher seus próprios governos.

Barack Obama escutou. Ele adotou a política que nós já não suportamos esses ditadores, mas encorajaria seus adversários e trabalharia por mudança pacífica e eleições livres. George W. Bush começou realmente isso quando tirou Saddam Hussein do poder. Agora Obama ajudou na queda de Mubarak no Egito e Gaddafi na Síria, e quer adicionar Assad à lista.

Como tantas políticas de Obama, parecem ótimas no papel, mas é um desastre na vida real.

Quando os EUA pararam de apoiar esses ditadores e em vez disso apoiou movimentos populares revolucionários e o “processo democrático”, o resultado não foi estabilidade e o enfraquecimento dos grupos jihadistas. Ao contrário, foi o caos e a anarquia na Líbia, inquietação e instabilidade no Egito, e o fortalecimento de grupos jihadistas em todo o mundo.

Os ditadores eram sangrentos e repreensíveis; o “processo democrático” em todos os demais países muçulmanos resultou em regimes que são raramente menos sangrentos e muito menos estáveis.

Estas são apenas algumas das razões porque precisamos de uma mudança em toda a cultura política, e uma boa faxina nas mentalidades e nas falsas suposições que conduziram a essas políticas fracassadas que ainda são aplicadas repetidamente.

Portanto, quando eu assumir o Salão Oval em 20 de janeiro de 2017 – onde eu não colocarei jamais os meus pés sobre a mesa – vou varrer tudo aquilo e aplicar estas políticas.

Primeiro de tudo, não haverá mais ajuda dos EUA aos países que estiverem envolvidos com a tirânica Sharia.

Depois que uma multidão muçulmana assassinou um casal Cristão acusado de blasfêmia, um líder Cristão Paquistanês pediu ao Obama para levar ajuda Americana ao Paquistão subordinada à revogação de suas leis de blasfêmia. Eu faria melhor: não haverá mais ajuda a qualquer país ou grupo que permita ou defenda a tirânica Sharia sobre as mulheres e não-muçulmanos, e que limita a liberdade de expressão de acordo com a proibição do Islã a qualquer crítica ao Islã.

E, para os Palestinos, nada receberão até que parem com o incitamento genocida na TV Palestina e ensinem aos seus filhos que Israel tem de existir e que eles devem viver em paz com ele.

Minha segunda ordem executiva vai exigir que as agências do governo, de inteligência e de aplicação da lei digam a verdade sobre a ameaça que enfrentamos.

Obama e Kerry, e todos os outros líderes do Ocidente, têm insistido repetidamente que “a ideologia do ódio (Estado Islâmico/ISIS) não tem nada a ver com o Islã”. Essa é a política oficial da sua administração em relação à ameaça jihadista. Em outubro de 2011, John Brennan curvou-se às exigências de grupos islâmicos com ligações com o Hamas e a Irmandade Muçulmana; e ordenou a remoção de qualquer menção ao Islã e a jihad de materiais de treinamento contra terrorismo, e a demissão de todos aqueles – inclusive eu – que havia treinado o FBI e os militares sobre o que a ameaça da jihad significa.

Esta negação e ignorância intencional sobre o fato de que os jihadistas islâmicos usam os textos e os ensinamentos do Islã para justificar suas ações e fazer recrutas só promove a complacência, e a complacência é mortal. O politicamente correto também é mortal. Treze pessoas foram mortas em Fort Hood, porque os oficiais do Exército dos Estados Unidos ficaram com medo de quebrar a regra da cultura politicamente correta contra um oficial muçulmano que estava em contato com Anwar al-Awlaki e tinha assustado seus colegas de trabalho com o seu discurso jihadista. Três foram mortos e centenas ficaram feridas na Maratona de Boston em 2013 porque o FBI desconsiderou as informações de inteligência que recebeu dos Russos sobre os terroristas. Os Russos avisaram sobre os jihadistas no período em que infelizmente se tornou política oficial considerar a jihad como uma luta espiritual benigna e nada mais.

Nada de bom vem da ilusão e do ofuscamento da verdade. A realidade sempre colidirá com fantasia, não importa quão habilmente seja construída.

Nós também temos que acabar com a deferência exagerada com relação às mesquitas, e começar a monitorá-las. Também invocarei grupos muçulmanos a renunciarem aos aspectos da Sharia que contradizem as liberdades constitucionais.

O governo dos EUA deve convocar os grupos de defesa dos direitos Islâmicos neste país a renunciar, de forma sincera e verdadeira, qualquer intenção agora ou no futuro, de substituir a Constituição dos Estados Unidos pela Sharia Islâmica. A sinceridade desta renúncia deve ser demonstrada por ação transparente e ser ensinada nas mesquitas e nas escolas islâmicas contra esta intenção, e contra os elementos da Sharia que contradizem as liberdades Americanas.

Aqueles que se recusarem ou que sejam pegos ensinando estes aspectos da Sharia deverão ser imediatamente reclassificados como organizações políticas, e não religiosas, e sujeitos a toda responsabilidade que os grupos políticos têm ordinariamente. Aqueles que mesmo assim continuarem a ensinar o Islã político serão fechados e processados.

Chegará a um fim abrupto, em 20 de janeiro de 2017, toda cooperação do governo dos EUA aos grupos ligados ao Hamas e a Irmandade Muçulmana.

Os Emirados Árabes Unidos estão reprimindo a Irmandade Muçulmana. Ontem, eles designaram uma série de grupos da Irmandade como “organizações terroristas“. Ironicamente, incluíram o Conselho das Relações Americanoislâmicas (CAIR). No entanto, 13 anos após o ataque de 11/9 (World Trade Center), CAIR e outras organizações muçulmanas com vínculos comprovados com o Hamas e a Irmandade Muçulmana desfrutam de uma extraordinária influência em Washington (particularmente no Departamento de Justiça), bem como na grande mídia.

Devemos proibir funcionários do governo de ter qualquer contato com as organizações às quais o Departamento de Justiça tenha designado como coconspirador nãoincriminado em casos que envolvam atividade de terrorismo jihadista. Uma decisão muito fácil ou óbvia. Será que o Departamento de Justiça de Roosevelt, em 1943, realizou programas de extensão com grupos que tinham laços demonstráveis com os nazistas?

Como Geert Wilders disse ontem, também temos de acabar com a imigração de países muçulmanos para os Estados Unidos, com exceção dos refugiados não-muçulmanos em virtude da perseguição.

Esta é uma simples questão de segurança nacional. Isto será condenado como “racista”, mas a dura realidade é que os muçulmanos que são pacíficos não podem ser distinguidos dos jihadistas islâmicos. Pode a América realmente permitir o risco de segurança nacional da importação de comunidades inteiras muçulmanas do Iraque e da Somália, como está acontecendo agora, sem sequer tentar filtrar os potenciais jihadistas?

Precisamos reconfigurar nossas alianças internacionais.

Alianças globais da América ainda são baseadas em modelos da Guerra Fria ultrapassados. Eles precisam ser reconfigurados à luz da jihad global. Os antigos acordos da Guerra Fria simplesmente não fazem qualquer sentido hoje em dia e leva a isto: NATO prometendo defender a Turquia contra o Estado islâmico que hoje existe, em grande parte, graças à ajuda Turca.

Temos de repensar e reestruturar os programas de ajuda externa.

Muito simples: Nenhum estado que oprima as mulheres ou os não-muçulmanos de acordo com as disposições da Sharia deve receber um centavo de ajuda Americana.

E, finalmente, temos de começar um projeto Manhattan para encontrar novas fontes de petróleo e de novas fontes de energia viáveis.

Perfuração offshore. Dutos do Alasca e do Canadá. Fracking (Fraturamento). E investigação concertada para encontrar alternativas ao petróleo. Tudo isto e muito mais é necessário, de modo a sufocar o fluxo de dinheiro para estados islâmicos. É lamentável, mas é verdade, o nosso dinheiro do petróleo paga a jihad global.

Acabar com essa situação deveria ter sido a primeira prioridade após o ataque de 11/9. Não foi. E hoje, mesmo 13 anos após o ataque de 11/9, com jihadistas em todo o mundo mais poderosos, brutais e agressivos que nunca, uma coisa é certa: nenhuma destas recomendações será adotada. Nenhum político está disposto a pagar o preço político para defendê-las. No entanto, em pouco tempo se tornará claro para todos que o preço por não defendê-las será muito, muito mais íngreme.

Quanto à minha candidatura, a idéia é claro, um absurdo. Mas estas idéias não são. Certamente, os establishments não se tornam establishments por decreto ou sorte. As pessoas que lideram essas idéias ruins têm enormes quantidades de dinheiro e poder extraordinário. A única coisa que eles não têm é a arma que usaremos para derrotá-los: a verdade.

E para que a verdade prevaleça, há mais uma coisa que temos de lutar contra acima de tudo.

Os EUA hoje enfrentam um inimigo ainda mais forte que os jihadistas islâmicos – e mais forte do que a Rússia e a China também. Este inimigo é a cultura arraigada do auto-ódio que denigre qualquer coisa, tudo que é Americano, exaltando os mais inveterados antiamericanos como heróis desamparados que lutam bravamente contra um gigante brutal e cego. Esta cultura arraigada é o obstáculo mais importante à nossa defesa contra o terror jihadista e a supremacia islâmica, num conto interminável que ofusca a verdadeira ameaça e difama aqueles que chamam a atenção para isto.

No rescaldo de 11/9, George W. Bush deveria ter chamado o establishment do ensino para rejeitar o revisionismo e o auto-ódio que dominam o livro-texto da história Americana e inclusive a civilização Ocidental nos dias de hoje. E reconhecer que a cultura e a civilização Ocidental estão hoje em dia seriamente ameaçadas, mas que vale à pena defendê-las.

A supremacia islâmica calculadamente emprega a retórica da inclusão e do multiculturalismo para conseguir para si mesmos o direito de edição final da discussão sobre o Islã nos livros didáticos da história Americana. Temos de exigir um fim a isso, e re-aprender a nossa própria história e ensiná-la aos nossos filhos. Precisamos ensiná-los a reverenciar, e não encontrar novas maneiras de ridicularizar aqueles que construíram as instituições políticas e jurídicas do país.

Precisamos fazer também um requerimento às escolas públicas exigindo o ensino sobre a real existência da jihad islâmica já em curso contra os Estados Unidos. Como também o significado e a forma pela qual a jihad atua para conseguir o seu objetivo final, e porque deve ser resistida.

Como nunca terei a chance de transmitir um Discurso de Posse, vou fechar com este excerto daquilo que eu teria dito:

“Não buscamos a guerra com as nações muçulmanas. Se a guerra é trazida até nós, por qualquer meio, vamos defender a nossa nação, nossos aliados, nossa liberdade e nossas famílias. Nós não seremos subjugados. Este é um tipo diferente de guerra, das guerras que lutamos no passado. É uma guerra ideológica e uma guerra travada pelos crentes com certas ideias e não por soldados de nações específicas. Vamos, portanto, lutar contra esse novo tipo de guerra de uma maneira nova. Nenhuma nação do mundo vai ser um amigo dos Estados Unidos se mantiverem as crenças que levaram a este ataque hediondo hoje e o permita ser ensinado.

Convido e convoco todos os muçulmanos do mundo para escolher uma sociedade baseada nos princípios da liberdade de expressão e igualdade de direitos perante a lei.

Não se engane: vamos defender esses princípios. E nós vamos prevalecer.”

Obrigado.

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