Papa Condena “silêncio cúmplice” em ataques jihadistas contra Cristãos

Capa/Cover: Ponte da Basílica de São Pedro

Fonte/Source: Pope condemns “complicit silence” on jihad attacks on Christians by  Robert Spencer

Papa Condena “silêncio cúmplice” em ataques jihadistas contra Cristãos 

05 de abril de 2015 por Robert Spencer (Jihad Watch)

Francisdoves-300x174Francisdovecrow-300x174O Papa está chateado com o “silêncio cúmplice” dos Cristãos com relação à perseguição aos Cristãos pelos Muçulmanos, mas ele não disse o nome do perpetrador e nem explicou por que a perseguição está acontecendo? Se ele o fez, não há nenhuma alusão a isso no artigo da AFP.

Papa Francisco disse: “o autêntico Islã e a leitura adequada do Alcorão se opõem a qualquer forma de violência.” Será que isso tem alguma coisa a ver com o “silêncio cúmplice”? Católicos em particular, viram que o sucessor de Pedro, o Bispo de Roma, estava dizendo que o Islã é uma religião de paz, e não há nenhuma dúvida de que isto causou um efeito arrepiante: devido à papalatria rasteira que aflige a Igreja Católica Romana, as pessoas têm medo de discutir os motivos, objetivos e a identidade dos perseguidores, por medo de ir contra a declaração do Papa e da política do Vaticano de “diálogo”.

Se o Papa está chateado com o “silêncio cúmplice”, talvez devesse chamar os bispos Americanos – e McManus é de forma alguma o único – que pensa e enxerga o silêncio cúmplice como o caminho a percorrer quando se trata de perseguição Muçulmana aos Cristãos: “Falar sobre o extremo, militantes Islâmicos e as atrocidades perpetradas globalmente por eles pode minar os resultados positivos alcançados que nós Católicos temos atingido através do diálogo inter-religioso com os Muçulmanos devotos.” – Robert McManus, bispo católico de Worcester, Massachusetts, 08 de fevereiro de 2013

O Papa Condena indiferença às atrocidades jihadistas contra os Cristãos“, AFP, 04 de abril de 2015:

Cidade do Vaticano (AFP) – O Papa Francis condenou a indiferença e o “silêncio cúmplice” sobre os ataques jihadistas contra os Cristãos quando presidia as cerimônias de Páscoa, em memória às vítimas do massacre de 150 pessoas numa universidade do Quênia pelos Islamitas Shebab.

O líder dos 1,2 bilhões de Católicos em todo mundo mencionou a extrema perseguição aos Cristãos quando as cerimônias mais sagradas do calendário da Igreja chegavam a um clímax no Domingo, quando os fiéis celebravam a ressurreição de Jesus.

Os Islamitas por trás do ataque à universidade na Quinta-Feira, que chocou o Quênia, foram vistos separando suas vítimas em muçulmanos e não-muçulmanos, antes de matar os Cristãos.

“Hoje vemos nossos irmãos perseguidos, decapitados e crucificados pela fé em você, sob os nossos olhos e muitas vezes com o nosso silêncio cúmplice”; disse o Papa, após a tradicional procissão da Via Crucis (Caminho da Cruz) pelas ruas de Roma, na Sexta-feira, que recria as últimas horas de Cristo antes de ser crucificado.

O Vaticano vem expressando cada vez mais frustração porque os ataques aos Cristãos em locais como o Iraque, Líbia, Paquistão e Nigéria não tem sido veementemente condenados pelas autoridades Muçulmanas e nem pelos governos Ocidentais…

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