Principal Autoridade Islâmica do Egito emite Fatwa contra Campanha da AFDI em Ônibus

Fonte/Source: BREAKING: Egypt’s Leading Islamic Authority Issues FATWA Against AFDI’s Bus Ads | Pamela Geller, Atlas Shrugs: Islam, Jihad, Israel and the Islamic War on the West

Breaking News: A Principal Autoridade Islâmica do Egito emite Fatwa (Decreto Islâmico) contra  campanha da AFDI em Ônibus

Por Pamela Geller, Atlas Shrugs

Pamela Geller – Atlas Shrugs

Sério? A principal autoridade Islâmica do Egito emitiu um decreto religioso contra os meus anúncios.

Por que a maior autoridade Islâmica do Egito não emitiu uma Fatwa contra o anti-Semitismo vicioso no Alcorão?

Por que a maior autoridade Islâmica do Egito não emitiu uma Fatwa contra o racismo e o ódio vicioso no Alcorão?

Por que a maior autoridade Islâmica do Egito não emitiu uma Fatwa contra a misoginia, o apartheid de gênero e o apartheid de credo no Alcorão?

Por que a maior autoridade Islâmica do Egito não emitiu uma Fatwa contra a matança de não-muçulmanos nos países Muçulmanos?

Por que a maior autoridade Islâmica do Egito não emitiu uma Fatwa contra o papel que o mundo muçulmano desempenhou durante a Segunda Guerra Mundial?

Por que a maior autoridade Islâmica do Egito não emitiu uma Fatwa contra o Mufti al Hussseini?

Em vez disso, esses selvagens piedosos emitem uma Fatwa contra a verdade. Esta Fatwa mostra para quem e o que eles são.

O Mufti foi aliado de Hitler – responsável pelo assassinato de 400.000 mulheres e crianças Judias. O Mufti viveu em Berlim à custa de Hitler de 1941 a 1945. O Mufti ergueu exércitos Muçulmanos na Bósnia para Hitler. Mais informações sobre a aliança do mundo Muçulmano com Hitler aqui.

“Ódio Islâmico-Judeu: Está no Alcorão”

Autoridade Islâmica emite Fatwa contra os Cartazes Anti-Islã nos Ônibus da Filadélfia

Por Lora Moftah, International Business Times, 8 de Abril de 2015

A mais proeminente autoridade religiosa do Egito condenou nesta Quarta-feira os cartazes de da campanha exibida atualmente em ônibus na Filadélfia. Também se juntaram na condenação dos anúncios um número de funcionários públicos dos EUA, incluindo o Prefeito da Filadélfia Michael Nutter (foto), mostrado na Filadélfia em 17 de novembro de 2014. Reuters / Tom Mihalek

A mais proeminente autoridade religiosa do Egito emitiu um decreto religioso, ou Fatwa, detonando a controversa campanha de cartazes anti-Islã exibida no transporte público da Filadélfia durante a semana passada.

A Fatwa de Dar al-Ifta na Quarta-feira proclamando de racista os cartazes é a mais notável crítica internacional a ser adicionada à onda de condenação contra a campanha, que conta com slogans que ligam o Islã ao Nazismo.

Os cartazes incluem uma imagem de Adolf Hitler tendo uma reunião com Haj Amin al-Husseini, um líder nacionalista Palestino Muçulmano durante os anos de 1920 e 1930, a quem o anúncio caracterizou como “o líder do Mundo Muçulmano.” O anúncio pede um fim a “ajuda para todos os países Islâmicos”, sob o slogan “Ódio Islâmico-Judeu: Está no Alcorão”. Pelo menos 84 ônibus da Filadélfia, a quinta maior cidade dos Estados Unidos, estão programados para exibir os cartazes até o final de Abril.

A Fatwa emitida pela autoridade religiosa Egípcia condenou a campanha, alegando que tal mensagem não apenas retrata o Islã de forma incorreta, mas também espalha o preconceito, o ódio e o conflito nos EUA; um comunicado publicado no site da instituição disse o seguinte. “Essa campanha perigosa deixará o portão do confronto e colisão escancarada em vez de exercer esforços para a coexistência pacífica e harmônica“.

O anúncio também argumentou que não respeitar as minorias Muçulmanas nos EUA poderia marginalizar a integração das minorias religiosas na sociedade Americana. Fatwas, que são pareceres jurídicos não obrigatórios emitidos pelos estudiosos, pode ser emitida sobre qualquer assunto, no entanto essas proclamações muitas vezes podem carregar mais peso quando emitidas por entidades religiosas do topo, como Dar al-Ifta.

Outras cidades Americanas, incluindo Nova York, São Francisco e Washington, DC, já exibiram anteriormente os cartazes, que são financiados pela Iniciativa Americana de Defesa da Liberdade (AFDI), uma organização com sede em New Hampshire e que a Lei Southern Poverty Law Center lista como um grupo de ódio anti-Muçulmano. A organização gastou US$ 30.000 para comprar os cartazes apesar da resistência da autoridade em transportes da Filadélfia, que desafiou sem sucesso a compra dos anúncios no tribunal. Co-fundadora do AFDI, a blogueira política Pamela Geller, alegou que os anúncios nos ônibus eram necessários, a fim de combater as campanhas anti-Israel.

No entanto, a campanha tem atraído forte oposição dos funcionários públicos, dos direitos civis e grupos de defesa. O prefeito da Filadélfia Michael Nutter liderou um comício interreligioso pedindo tolerância para combater a mensagem dos cartazes, enquanto o Interfaith Center da Filadélfia também lançou uma campanha para duelo público com mensagens incentivando as pessoas de todas as tradições de fé a buscar o entendimento mútuo.

O Cair (Conselho de Relações Americano-Islâmicas) chamou o anúncio de intolerante, embora reconheça o direito da AFDI de exibir a campanha. “A Primeira Emenda protege a todos, o odioso e o amoroso iguais”, disse o advogado pessoal do Cair Ryan Tack-Hooper em um comunicado. “Em vez de suprimir o discurso desonesto e ofensivo, a tradição Americana é de responder com fala própria. Tenha certeza que nós o faremos“.

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