Por Que os Estupradores Muçulmanos Preferem as Loiras: A História

Fonte/Source: Why Muslim Rapists Prefer Blondes: A History | Raymond Ibrahim

Por Que os Estupradores Muçulmanos Preferem as Loiras: A História 

Por Raymond Ibrahim  – 30 de Julho de 2015

FrontPage Magazine
A propensão Muçulmana de atacar mulheres “brancas” para fins de exploração sexual – uma epidemia que assola atualmente a Europa, especialmente a Grã-Bretanha e a Escandinávia – é tão antiga quanto o Islã em si, e os vestígios remontam a Muhammad.

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Cabeça Bizantina – A Loira – 1897 – Artista: Alphonse-Mucha

Muitas evidências literárias demonstram isso no contexto das primeiras predações do Islã em Bizâncio (durante séculos, o baluarte mais Oriental da Cristandade contra a jihad). De acordo com Ahmad M. H. Shboul (autor de “Bizâncio e os Árabes: A Imagem dos Bizantinos como Espelhada na Literatura Árabe“) o Cristão Bizâncio foi o “exemplo clássico da Casa de Guerra”, ou Dar al-Harb –  isto é, o reino quintessencial que precisava ser conquistado pela jihad. Além disso, Bizâncio foi vista “como um símbolo de poder militar, político e social de grande abundância.”

As semelhanças entre o ponto de vista Islâmico pré-moderno sobre Bizâncio e o ponto de vista Islâmico moderno sobre o Ocidente — poderoso, rico, desejável e o maior de todos os infiéis — são evidentes. Mas elas não param por aqui. Para a mente Muçulmana medieval, Bizâncio foi ainda mais representativa devido às “pessoas brancas” — de cabelos loiros / olhos azuis Cristãos, ou, como eram conhecidos em Árabe, Banu al-Asfar, “filhos de amarelos” (referência ao cabelo loiro).

Shboul continua:

Os Bizantinos, como povo, eram considerados bons exemplos de beleza física, e os escravos jovens e as escravas de origem Bizantina eram altamente valorizados… A apreciação do Árabe pela mulher Bizantina tem de fato uma longa história. Para o período Islâmico, a mais antiga evidência literária que temos é um hadith (dito do Profeta). Muhammad disse ter se referido a um recém-convertido [ao Islã] Árabe: “Você gosta das meninas de Banu al-Asfar?” As escravas Bizantinas não só eram requisitadas para o Califado e outros palácios (onde algumas se tornariam mães de califas futuros), mas também se tornaram epítome da beleza física, economia doméstica, e realizações refinadas. A típica donzela Bizantina que captura a imaginação dos literatos e poetas tinha cabelos loiros, olhos azuis ou verdes, um rosto puro e saudável, seios encantadores, uma cintura delicada, e um corpo que é como cânfora ou um fluxo de luz ofuscante. [1]

Embora a essência do trecho acima seja verdade, o leitor não deve ser enganado por seu tom excessivamente “romântico”. Escrito para uma publicação acadêmica Ocidental e por um acadêmico de origem Muçulmana, o ensaio é naturalmente eufemístico, a ponto de implicar que ser um escravo sexual era desejável — como se seus donos Árabes fossem devotos apaixonados, que simplesmente as adoravam e admiravam a sua beleza de longe. [2]

Na verdade, Muhammad perguntou ao novo convertido “Você gosta das meninas de Banu al-Asfar?” como forma de tentar convencê-lo a se juntar a jihad e portanto poder colher sua recompensa — que nesse caso, incluía a possibilidade de escravizar e estuprar as mulheres loiras Bizantinas — não como alguma discussão idealista sobre beleza.

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A tentação parece ter saído pela culatra com outro Muçulmano que recusou o chamado de Muhammad para invadir o território Bizantino (a campanha de Tabuk). “Oh Abu Wahb,” persuadiu Muhammad, “você não gostaria de ter um grande número de mulheres e homens Bizantinos como concubinas e servos?” Wahb respondeu: “Oh Mensageiro de Deus, meu povo sabe que eu sou um grande apreciador de mulheres e, se eu vir mulheres de Bizantinos, eu temo que não seja capaz de me controlar. Portanto, não me tenta por elas, e permita-me a não me juntar porque, ao invés disso, vou ajudá-lo com a minha riqueza. “[3] O profeta concordou, mas ficou aparentemente impressionado, afinal, Wahb poderia ter todas as mulheres Bizantinas que desejasse se a jihad fosse bem sucedida — e uma nova Sura para o Alcorão (9:49) foi prontamente entregue, condenando o homem ao inferno por sua suposta hipocrisia e fracasso por não se juntar a jihad.

Assim, uma leitura mais crítica do trecho de Shboul acima mencionado revela que as escravas Europeias não eram “altamente valorizadas” ou “apreciadas” como se fossem estátuas preciosas — eram mantidas como troféus sexuais para atrair os Muçulmanos a jihad.

Além disso, a ideia de que algumas escravas sexuais se tornariam mães de califas futuros não tem sentido, uma vez que na cultura patriarcal do Islã, mães — Muçulmanas ou não-Muçulmanas — eram irrelevantes para a linhagem e não tinham status político. E falar de “literatos e poetas” e de “um corpo que é como cânfora ou um fluxo de luz ofuscante” é ainda mais anacrônico e traz um grande desserviço à realidade: Essas mulheres eram — como ainda são — escravas sexuais, tratadas não de forma diferente das muitas escravas do Estado Islâmico hoje em dia.

dhimmitude 4Por exemplo, durante um recente leilão de escravas sexuais realizado pelo Estado Islâmico (ISIS), meninas Yazidis de olhos azuis e verdes eram muito cobiçadas e obtiveram o preço mais alto. Mesmo assim, essas concubinas estão sendo cruelmente torturadas. Num dos casos, um Muçulmano golpeou o filho — de um ano de idade —da sua escrava Yazidi, até ela concordar em atender a todas as suas exigências sexuais.


Existe outro paralelo relevante entre o universo Islâmico medieval e moderno: as mulheres brancas eram e continuam a ser vistas como sexualmente promíscuas por natureza — essencialmente “provocando” a cobiça dos homens Muçulmanos.

Uma grande parte disso é discutida no Byzantium Viewed by the Arabs por Nadia Maria El Cheikh.  Ela escreveu:

Fitna, [um termo Islâmico] significando desordem e caos, refere-se também a bela femme fatale que faz os homens perderem o seu autocontrole. Fitna é um conceito-chave na definição dos perigos que as mulheres, mais particularmente seus corpos, eram capazes de provocar no universo mental dos Árabes Muçulmanos.

Depois de explicar como a mulher de cabelos loiros /olhos azuis Bizantinos exemplificou a femme fatale ou fitna do Islã, Cheikh escreveu:

Em nossos textos [Muçulmanos], as mulheres Bizantinas estão fortemente associadas à imoralidade sexual… 

Nossas fontes revelam, não as mulheres Bizantinas, mas as imagens que os escritores Muçulmanos fazem dessas mulheres, que serviram como símbolos da eterna fêmea —uma ameaça potencial constante, particularmente devido aos exageros gritantes de sua promiscuidade sexual…

Cheikh documenta como os Muçulmanos reivindicaram que as fêmeas Bizantinas (ou “Cristãs brancas”) eram as “mulheres mais sem vergonha de todo o mundo“; de modo que, “por acharem o sexo mais agradável, são propensas ao adultério”; e mais “o adultério é comum nas cidades e nos mercados de Bizâncio” — tanto assim que “as freiras dos conventos foram às fortalezas para se oferecerem aos monges.”

Cheikh conclui:

Se existe uma qualidade que as nossas fontes [Muçulmanas] nunca rejeitam é a beleza das mulheres Bizantinas, a imagem que criaram ao descrever essas mulheres é muito bonita. Suas ilustrações são, ocasionalmente, excessivas, praticamente caricaturas, esmagadoramente negativas…

Tais anedotas [de promiscuidade sexual] estão claramente longe da realidade Bizantina e devem ser reconhecidas por aquilo que são: tentativas de denegrir e difamar uma cultura rival através do exagero sobre a frouxidão com que a cultura Bizantina tratou suas mulheres…

Na verdade, em Bizâncio, esperava-se que a mulher se aposentasse tímida, modesta e dedicada a sua família e a observância religiosa… O comportamento da maioria das mulheres em Bizâncio está muito longe das ilustrações que aparecem em fontes Árabes. “[4]


Baseado em tudo que foi exposto acima, alguns fatos históricos emergem: Bizâncio foi visto durante muito tempo pelos Muçulmanos primitivos como o mais poderoso, avançado e rico império “infiel”, algo muito desejado — não muito diferente do ponto de vista Islâmico moderno a respeito do Ocidente de hoje. E as mulheres Bizantinas, ou “as mulheres brancas”, foram durante muito tempo vistas como a “femme fatale” do Islã — e de uma perspectiva carnal, a mais desejada, e a partir de uma perspectiva piedosa, a mais desprezada das mulheres.

Hoje em dia, encontramos todos esses mesmos padrões funcionando — incluindo a ideia de que “as mulheres brancas” são naturalmente promíscuas e induzem os homens Muçulmanos piedosos a estuprá-las. Assim, em Dezembro último, no Reino Unido, enquanto Muçulmano estuprava uma mulher Britânica, disse a elavocê, mulher branca, é boa nisso” — ecoando desse modo aquele antigo motivo Islâmico quanto à alegada promiscuidade das mulheres brancas.

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Mulher Sueca Espancada e Estuprada por Gangue Muçulmana

O Reino Unido também é o lar de um dos mais notórios escândalos sexuais liderado por Muçulmanos: em Rotherham como em outros lugares, milhares de jovens meninas Britânicas nativas têm sido sistematicamente assediadas, traficadas, espancadas e abusadas sexualmente por Muçulmanos, mesmo quando as autoridades “multiculturalistas” e a polícia apoiaram e assistiram. (Para mais informações sobre o escândalo no Reino Unido e lei islâmica na escravidão sexual, clique aqui).

Na verdade, por toda a Europa — especialmente nas nações Nórdicas —milhares de mulheres do “tipo Bizantino” vem sendo violentamente estupradas e flagrantemente espancadas por Muçulmanos. Na Noruega, Dinamarca e Suécia — onde cabelos loiros e olhos azuis predominam — o estupro têm aumentado astronomicamente  desde que essas nações abraçaram a doutrina do multiculturalismo e abriram suas portas para dezenas de milhares de imigrantes Muçulmanos.

De acordo com a Gatestone Institute, “Quarenta anos depois do Parlamento Sueco decidir, por unanimidade, alterar a anteriormente homogênea Suécia num país multicultural, o crime violento aumentou em 300% e o estupro em 1472%.” A esmagadora maioria dos estupradores são imigrantes Muçulmanos. A epidemia é tão ruim que algumas mulheres loiras Escandinavas estão tingindo o cabelo de preto na esperança de afastar os predadores potenciais Muçulmanos.

Nem é esse fenômeno um produto do acaso; alguns Muçulmanos modernos realmente defendem isso. Em 2011, uma ativista política tentando combater a imoralidade sexual no Kuwait sugeriu que os Muçulmanos importassem escravas sexuais brancas. Depois de explicar como ela certa vez perguntou aos clérigos Islâmicos que vivem na cidade de Meca sobre a legalidade da escravidão sexual e como todos confirmaram ser perfeitamente legítimo, ela explicou:

Um estado Muçulmano deve [em primeiro lugar] atacar um estado Cristão — desculpas,  quero dizer qualquer estado não-Muçulmano — e elas [as mulheres, as futuras escravas sexuais] devem ser prisioneiras de guerra. Isso é proibido? De modo algum; de acordo com o Islã, escravas sexuais não são de todo proibidas. [Veja aqui, aqui e aqui para saber mais sobre a lei Islâmica e escravidão sexual.]

Quanto ao tipo de mulher “infiel” ideal, o ativista kuwaitiano sugeriu as mulheres Russas (a maioria das quais têm cabelos loiros e olhos azuis; ironicamente, a Rússia é muitas vezes vista como a sucessora de Bizâncio):

Na guerra da Chechênia, certamente há mulheres prisioneiras Russas. Então, vá comprá-las para serem vendidas aqui no Kuwait; melhor do que ter que nossos homens se envolvendo em relações sexuais proibidas. Eu não vejo nenhum problema nisso, nenhum problema.

Resumindo, a epidemia em curso no Reino Unido, Escandinávia e em outros lugares — em que os Muçulmanos atacam sexualmente as mulheres brancas — é tão antigo quanto o Islã; tem precedentes com o Profeta Muhammad (Maomé) e seus companheiros e até hoje vêm sendo recomendado como prática legítima por alguns no mundo Muçulmano.


[1] O ensaio de Shboul pode ser encontrado no Arab-Byzantine Relations in Early Islamic Times (ed. Michael Bonner, Burlington: Ashgate Publishing, 2004), 240, 248.

[2] Esta abordagem apologética é também encontrada nos trabalhos acadêmicos modernos que discutem os meninos Cristãos que foram capturados pelo Império Otomano, convertidos ao Islã e doutrinados para serem extraordinários jihadistas, e que, em seguida, desencadearam ataques as antigas famílias Cristãs. Embora os jovens meninos aterrorizados fossem retirados dos braços de seus pais devastados, acadêmicos modernos afirmam que as famílias Cristãs realmente esperavam que seus meninos fossem treinados como janízaros (a elite do exército dos Sultões Otomanos), pois isso seria garantir que teriam um “futuro brilhante” na hierarquia Otomana.

[3] Arabic tafsir here:  The Tafsirs – التفاسير http://buff.ly/1SIZoN4                                                Uma pequena versão da narrativa aparece no Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (trans. A. Guillaume, NY: Oxford University Press, 1997), 602-603.

[4] Nadia Maria el Cheikh, Byzantium Viewed by the Arabs (Cambridge: Harvard University Press, 2004), 123-129


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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4 comentários em “Por Que os Estupradores Muçulmanos Preferem as Loiras: A História”

  1. Devia jogar uma bomba de hiroshima e Nagasaki senão me engano é assim que escreve pra varrer da face da terra esses demônios.

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  2. Eu quero ver esse bando de cuzão otário fazer isso, sequestrar mulheres, nos EUA e na RUSSIA, geralmente eles são agressivos com os mais fracos, ve se depois de os eua quase acabarem com oriente medio, esses muçulmerdas se meteram com eles? ou com os russos, como diz o velho ditado aqui no brasil, passarinho que come pedra sabe o cu que tem…

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