‘O Pesadelo’ – a Europa e o Íncubo

Fonte/Source: ‘The Nightmare’ — Europa and the Incubus

‘O Pesadelo’ – a Europa e o Íncubo

29 de julho de 2015

Por RALPH SIDWAY  (via Robert Spencer – Jihad Watch)

Europa, Grã-Bretanha e o Ocidente estão imobilizados pela Paralisia do Sono sob o peso do Islã e da imigração Muçulmana.

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‘O Pesadelo’, por Henry Fuseli (1781); uma metáfora visual com um Íncubo do Islã montado sobre a paralisada, Europa adormecida.

Às vezes, uma imagem – metáfora – é muito mais eficaz para apresentar a verdade do que o argumento mais persuasivo ou  até mesmo a exposição dos fatos. ‘O Pesadelo’ é esse tipo de imagem…

Os Europeus ainda devem ter, mesmo que de forma tênue, alguma memória coletiva com relação à conquista Muçulmana da Península Ibérica (Espanha) no início do século VIII; da colonização quase bem sucedida do Islã sobre o resto da Europa Ocidental (Gália, etc.); de séculos de invasões Muçulmanas na Itália; da pirataria Muçulmana e domínio sobre o mar Mediterrâneo; das tentativas Muçulmanas de invadir a Europa através dos Bálcãs repetidamente; da eventual queda de Constantinopla em 1453; dos crimes Turcos contra os Gregos durante o século XVIII e XIX, e do Genocídio Armênio nos primórdios do século XX.

Em seguida, as grandes batalhas providenciais e os movimentos que interromperam, fizeram recuar e expulsaram os invasores Muçulmanos do Ocidente: Charles Martel (“O Martelo”) e sua vitória na Batalha de Tours (732); a “Reconquista” da Espanha; o valente auto-sacrifício do Tsar-Mártir Lázaro e os Sérvios na Batalha de Kosovo (1389), e a famosa defesa da Europa contra os Muçulmanos Otomanos nos Portões de Viena, em 1683.

Contudo, a Europa de hoje parece completamente moribunda, ignorando tanto sua própria história, bem como a história da expansão Islâmica.

Como se a Europa e suas Irmãs (Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, Austrália, etc.) sofressem um pesadelo, em meio à paralisia do sono; como virgens idosas indefesas, com um íncubo Islâmico imobilizando-as, minando completamente sua força e vontade para resistir.

Os Britânicos têm tudo, mas praticamente se renderam, fazendo vista grossa às gangues de estupro Muçulmanas que vêm atacando milhares de meninas Britânicas; pisoteando a liberdade de expressão ao ocultar as críticas contra o Islã; e avançando com tribunais da Sharia e sistemas financeiros Islâmicos. O reino que nos deu a Carta Magna está se comportando como se voluntariamente tivesse levantado a bandeira negra da jihad sobre o Palácio de Buckingham, o ato simbólico final de apaziguamento enquanto o crocodilo Islâmico rói as extremidades da Inglaterra.

A metáfora do demoníaco Íncubo (Islã) caçando a adormecida e paralisada Europa não é um exagero. Tanto que sobre esse demônio em particular, era dito que se envolvia em atividade sexual com sua vítima, tentando forjar um híbrido demônio-humano criança; e caso não conseguisse realizar o seu objetivo, trazia a loucura, a possessão demoníaca, doenças e em última análise a morte ao anfitrião.

Será que isso não descreve esse horrível pesadelo que está tomando as cidades da Europa e da Inglaterra? A imigração Muçulmana (o “Íncubo”) literalmente “penetra” nas sociedades Ocidentais (a “Vítima-Adormecida”), criando hostilidade, enclaves alienígenas os quais começam de forma embrionária, mas que eventualmente dão à luz a infernais zonas controladas pela Sharia (Lei Islâmica). Enquanto isso o anfitrião adormecido começa a despertar, depois de ter sido levado à beira da loucura pelo conflito interno entre as liberdades liberais e o seu impulso enfraquecido para se defender. Um rápido exame do mal revela o comportamento supremacista das populações Muçulmanas na França, Suécia, Dinamarca et al dão testemunho dessa praga.

A grande ironia desse conflito interior social patológico é que aqueles que permitem a destruição da civilização Ocidental – defendendo a imigração Muçulmana e o tratamento preferencial ao Islã – rotineiramente demonizam com acusação de “Islamofobia” aqueles que vêem os perigos do Islã e se atrevem a levantar a voz contra eles. Aqueles que voluntariamente ajudam e estimulam o Íncubo, e de bom grado recebem sementes do demônio, acusam os Cristãos e os amantes da liberdade, de serem os demônios.

Os Estados Unidos, pelo menos agora, parecem estar despertando da atonia política (cujo sintoma é a administração Obama apagando todas as diretrizes de segurança nacional a partir de qualquer referência ao Islã, o que inspira 90% de todos os atos terroristas ao redor do mundo); e mais, essa administração não pode e não vai enfrentar a causa real, a raiz do terrorismo Muçulmano e a jihad, que está incorporada no DNA do Islã, através do Alcorão e do exemplo de Muhammad.

O dilema dos Estados Unidos parece ser menos um caso de paralisia e sim de vontade. Por exemplo, o Almirante James Lyons (de 4 estrelas), ex-Comandante da Frota do Pacífico dos Estados Unidos, informou recentemente que a Irmandade Muçulmana tem “penetrado” (olha essa palavra de novo) em todas as agências de Segurança Nacional do Obama. E o Presidente da “Cúpula de Luta Contra o Extremismo Violento” na verdade inclui como um dos seus parceiros, a Sociedade Islâmica de Boston que além de terrorista é ligada ao Estado Islâmico (ISIS).

O Estado Islâmico (ISIS) enxerga a paralisia da Europa, a desordem moral e ideológica da América, e exatamente por isso, estão cada vez mais ousados. Muçulmanos em todo mundo também a enxergam, consequentemente as notícias de que dezenas de milhares de Muçulmanos ao redor do mundo, incluindo os das democracias Ocidentais, estão fluindo em direção ao Levante para se juntar ao Estado Islâmico, assim como a imigração Muçulmana para dentro das sociedades Ocidentais continuam se intensificando.

Será que estamos nos estágios iniciais de uma longa derrota, levando à morte uma outrora grande civilização?

A menos que a paralisada e catatônica Europa e suas irmãs possam sacudir o sono para derrubar o Íncubo, acorrentando-o, a noite será longa e o futuro, de fato, escuro.

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Ralph Sidway é pesquisador, escritor Cristão Ortodoxo, e autor de Enfrentando o Islã: O que a Antiga Igreja tem a dizer sobre a Religião de Maomé.   Ralph é diretor do blog Facing Islam.

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Tradução: Sebastian Cazeiro

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