Um Aviso ao Ocidente/A Esquerda e o Islã – Parte I

Fonte/Source: A Warning To The West: A Voice From Egypt | via Geert Wilders supporters

Um Aviso ao Ocidente: Uma Voz do Egito – Parte I

Islamofobia, racismo e fanatismo — são as palavras mais usadas atualmente pelos Muçulmanos e seus simpatizantes de esquerda para caluniar, manchar a reputação, difamar e falsamente acusar os que optam por falar e criticar o Islã. Usam essas palavras com o intuito de encerrar o debate e promover a própria agenda.

Essas falsas acusações 
não me intimidam. 
Nem vão me calar, porque falo a verdade.

Eu venho do Egito, e tenho visto o meu país se transformar numa nação Muçulmana rigorosa ao longo dos últimos 30 anos. Como muitos outros, fui gravemente queimado por essa transformação. O Islã arruinou a minha terra, e os seus seguidores estão agora levando o mesmo destino a outros países, particularmente ao Ocidente.

O Islã não é como qualquer outra religião.  É supremacista,  racista, totalitário, jurídico, político e socialmente envolto num disfarce religioso. Ele procura o domínio sobre todos os outros sistemas jurídicos e religiões. O Islã é pior que o Nazismo. Seguidores do Islã acreditam que são as únicas pessoas justas na terra, e os únicos que têm acesso a verdades mais elevadas. Os Muçulmanos acreditam que o Islã é a última e a única religião verdadeira.


article-1328703-0C05A0CB000005DC-102_638x429Muçulmanos referem-se aos não-Muçulmanos como Kaffirs (um termo insultante e extremamente depreciativo para os incrédulos). O Alcorão e os Hadiths (palavras e atos de Muhammad / Maomé) dizem aos Muçulmanos que elas são as melhores criaturas que a humanidade produziu. Por exemplo, de acordo com a Surata 3: 110 do Alcorão. Allah disse aos Muçulmanos: “Sois a melhor nação que surgiu na humanidade.”

Os Muçulmanos não buscam se integrar na cultura de uma nação anfitriã. Nem tentam assimilar ou se adaptar às práticas culturais das terras que escolhem para assentamento. Também não se sentem felizes quando recebem o status de igualdade numa sociedade com raças e crenças religiosas variadas. Muçulmanos procuram dominar e ditar o discurso público, e tentam ser o mais privilegiado grupo. Eles  refletem a Mesquita no local de trabalho, através de exigências nutricionais e de demandas por tempo e espaço para orações, usando a ofensa como um meio de obter o seu próprio caminho, e controlam a fala dos outros na medida em que nunca permitem qualquer crítica ao Islã.

Os Muçulmanos emigram para outros países carregando consigo as mesmas crenças e ideias que formaram as sociedades, nações e estados do qual procuram escapar. Falta inteligência para perceberem que é o próprio sistema político e religioso ao qual aderiram, que transformou suas vidas e o local onde nasceram num inferno. O elemento político no Islã é responsável por transformar seus países em zonas de guerra com conflitos intermináveis.

Os Muçulmanos não estão no seu país para ajudá-lo a construí-lo ou fazê-lo prosperar. Os Muçulmanos atuam como parasitas nos países que os acolhem. As estatísticas apoiam uma visão particular dos Muçulmanos na sociedade, e como resultado, temos agora os políticos criticando os enormes gastos em Providência Social causados por homens Muçulmanos e suas múltiplas esposas e uma multidão de crianças.

169_feature_kaufmann

A única verdadeira lealdade dos Muçulmanos não é e nunca será para com os outros países, mas somente à Umma (Comunidade Islâmica Global).

Por favor, não me interpretem mal. Eu não estou dizendo que todos os Muçulmanos são maus,  mas ainda não temos escolha, portanto precisamos ter cuidado com as pessoas que concordam com os ensinamentos do Islã. Todos acreditam em Muhammad (Maomé), um homem mau para os padrões de qualquer pessoa, em qualquer período da história e em qualquer contexto. Muçulmanos apoiam o Halal, e todos pagam o Zakat. Assim, enquanto os Muçulmanos pacíficos não estão jogando bombas em nós, eles certamente estão financiando os que estão.

No mundo de cobras e víboras, a maioria das pessoas não conseguem distinguir entre a serpente venenosa e a não-venenosa. Sendo esse o caso, a pessoa média, portanto, não tem escolha, a não ser evitar todos os tipos de cobras. Já que o mundo ainda não inventou uma ferramenta que possa detectar o Muçulmano devoto e o Muçulmano nominal ou apenas no nome, ou um dispositivo para detectar quem está dizendo a verdade e quem pratica taqqiyah تقية “(contando mentiras para os descrentes, a fim de avançar a causa do Islã), é aconselhável tomar precauções contra todos os Muçulmanos e não aceitá-los como imigrantes ou requerentes de asilo. Seu comportamento histórico e presente não nos deixa outra escolha senão excluí-los para a segurança e o bem-estar dos povos nativos da região.

Os Muçulmanos foram colocados nessa situação por causa dos seus textos sagrados. O Alcorão e os Hadiths incitam milhares de Muçulmanos a cometerem atos de terrorismo. Também é proibido criticar Muhammad e seus ensinamentos, o que tornará a reforma do Islã uma coisa extremamente difícil de se alcançar. Muhammad, de acordo com os Muçulmanos, é o melhor exemplo para toda a humanidade. Esse é o homem que mentiu, roubou, trapaceou, decapitou, estuprou, pilhou, e teve relações sexuais com crianças. E isso é só para começar.

NA
ITÁLIA: MUÇULMANOS DESTROEM E URINAM SOBRE A ESTÁTUA DA VIRGEM MARIA
Até que os Muçulmanos assumam a responsabilidade 
por todas as passagens violentas do Alcorão, 
e a menos que comessem a ignorá-las ou omiti-las,  
não terão o direito de exigir respeito. 
A recitação monótona e robótica de que o Islã é uma religião de paz não tem credibilidade, 
nem tem qualquer fundamento na realidade.

Muçulmanos não devem esperar que o mundo vá respeitá-los quando os próprios Muçulmanos não se dão o devido respeito em troca. Muçulmanos vão tão longe a ponto de ignorar as leis das terras que estão vivendo, e constroem seus próprios tribunais de justiça (Sharia), que são geralmente sempre ilegais, enquanto tentam impor o seu sistema jurídico e o seu modo de vida sobre todos os outros.


Cristãos na cruz
O Genocídio Islâmico de Cristãos: Passado e Presente

A mentalidade Islâmica continua a ser a mesma desde sua origem no deserto há 1.400 anos. Há um duplo padrão que é aplicado aos não-Muçulmanos pelos Muçulmanos. Os Muçulmanos exigem tolerância quando são minoria numa terra, mas não mostram muita tolerância às minorias das terras onde são maioria. Proíbem os não-Muçulmanos de sua liberdade de religião, e exigem que os não-Muçulmanos paguem pesados ​​impostos para obter o privilégio de viver ao lado deles. No Paquistão, as comunidades Cristãs são construídas em pontos de coleta de esgoto. Os Muçulmanos insistem que suas necessidades sejam acomodadas, mas não acomodam as necessidades de qualquer outra pessoa. Quando os Muçulmanos emigram para países Ocidentais, sentem que é dever de outras pessoas se integrarem na maneira Islâmica de pensar, e não o contrário. Os Muçulmanos não parecem compreender que respeito não é algo que se busca ou se exige, é algo que se dá e se recebe.

O Islã transforma a vida dos Muçulmanos e a vida dos outros num inferno vivo. Agora estamos vendo Muçulmanos emigrando de suas terras desoladas em grande número e invadindo outras. Fazem o que podem para emigrar para a Europa, América e Austrália. Estão dispostos a arriscar suas próprias vidas viajando em barcos superlotados, e atravessam as fronteiras ilegalmente. Todos os dias, milhares de Muçulmanos ficam na frente dos consulados Ocidentais com a esperança de obterem um visto para deixarem suas terras, político religiosa e economicamente fracassadas. Chegam as terras estrangeiras tentando replicar a fracassada e corrupta terra que deixaram. Essa incapacidade de alterar a própria percepção pode ser devido ao analfabetismo. Estudo após estudo mostra que os Muçulmanos têm uma percentagem muito elevada de analfabetismo dentro de suas comunidades, em todas as terras de maioria Muçulmana.

Em circunstancias onde Muçulmanos têm vivido por muitas gerações, percebe-se que as segunda e terceira gerações são ainda mais fanáticas e violentas do que os seus colonos originais. As gerações posteriores aprenderam que ser um Muçulmano e gritar que você foi ofendido vem causando um grande impacto na mudança do perfil demográfico e nas leis do país para obter privilégios extras, e assim continuam com a prática de serem ofendidos.

Comunidades Muçulmanas também têm uma elevada taxa de natalidade em comparação a todas as outras, o que representa mais um artifício para se tornarem o grupo majoritário e portanto estabelecer o controle sobre a sociedade. Isso irá inevitavelmente causar uma série de alterações e modificações às liberdades que as pessoas Ocidentais tanto apreciam enquanto assistimos palestras sendo censuradas e críticas a religião, em particular, proibidas. Mulheres e meninas são violentadas em massa em todos os países em que o Islã está se instalando. Esse é um evento cultural e comunitário, e mais uma vez sancionado por Muhammad (Maomé), que permite que os Muçulmanos tenham escravas sexuais. Gangues de estupro são compostas de parentes do sexo masculino  — tios, pais, filhos, primos — o que prova que as comunidades Muçulmanas concordam com esse tipo de comportamento. Se algo está ocorrendo com um certo padrão, da forma como essas violações em grupo estão, então não é uma coincidência. Essa é a prova de que é um evento cultural e comunitário sancionado pelo Islã. (Exemplo: Inglaterra)

Haverá consequências catastróficas, porque as pessoas livres e não-religiosas não irão tolerar viver sob uma teocracia, e a única solução será uma eventual guerra civil.

Um Aviso ao Ocidente: A Esquerda e o Islã – Parte II

Seja Sociável, Divulgue

Anúncios