Um Aviso ao Ocidente: A Esquerda e o Islã – Parte II

Fonte/Source: A Warning To The West: A Voice From Egypt | via Geert Wilders supporters

Um Aviso ao Ocidente: Uma Voz do Egito – Parte II

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Londres – Oxford Street

Nem todo indivíduo que se identifica como um Muçulmano é um especialista em Islã e nem tem que ler todos os textos associados a ideologia. Nem todo Muçulmano irá viver de acordo com os ensinamentos de Muhammad (Maomé) e nem irá tentar seguir o seu mau exemplo. Alguns Muçulmanos, da mesma forma como os Cristãos e os Judeus, nasceram na religião e não têm qualquer interesse particular nela. Entendem que trata-se apenas de um ritual e nada mais. O Islã exige morte aos apóstatas, o que de fato, ao contrário de qualquer outra religião, torna muito difícil para um Muçulmano abandonar a fé. Se não forem mortos, terão que enfrentar duras críticas, forte pressão de amigos, família e da comunidade. Muçulmanos criam guetos onde quer que se instalem. Para um incrédulo, é muito difícil se libertar desse ambiente.

Muçulmanos se apresentam como profundamente religiosos e devotos aos Ocidentais. Por conta de muitos Muçulmanos exibirem muitas características boas publicamente, o não-Muçulmano naturalmente assume que esse é o resultado da adesão a uma religião pacífica e bela. Mas um monte de Muçulmanos, como mencionado anteriormente, não mergulham profundamente ou o suficiente em seus próprios textos. Muitos são superficialmente conscientes dos ensinamentos Islâmicos.

Com demasiada frequência, vários vídeos vem emergindo das Mesquitas, revelando que os líderes Muçulmanos, clérigos e professores estão dizendo a congregação que os não-Muçulmanos são imundos e que os Muçulmanos são seres superiores. E mais, as Mesquitas e as escolas não estão sendo frequentadas unicamente por extremistas. Muçulmanos moderados e pacíficos — seus vizinhos — também as frequentam. Então, como isso atua na sua ideia de que Muçulmanos são agradáveis, pacíficos e amáveis? Os Muçulmanos podem ser muito ignorantes sobre seus ensinamentos religiosos, ou muito manipuladores quando não estão sendo totalmente honestos sobre o que realmente contêm no Alcorão e nos Hadiths.

ALshababA grande maioria de Muçulmanos são programados para recitar seus textos sagrados e não para entendê-los. Muçulmanos são ensinados a glorificar as palavras, não para analisá-las, para louvá-las e não para criticá-las. É por isso que os debates com Muçulmanos em geral se transformam em assuntos embaraçosos para o Muçulmano envolvido. Suas visões utópicas desmoronam quando disciplinas como linguística, crítica literária e hermenêutica são aplicadas aos seus textos sagrados.

Um Muçulmano é ordenado a não fazer perguntas sobre sua religião. Isso é mencionado no  Alcorão 5:101: “Ó fiéis, não interrogueis acerca de coisas que, se vos fossem reveladas, atribular-vos-iam.” Se um Muçulmano questionar alguma passagem do Alcorão, ele ou ela poderá ser considerado um apóstata, e isso pode levá-lo a morte pelos seus irmãos Muçulmanos, ou talvez ser morto por algum membro da família simplesmente por honra. Se as alegações sobre a tranquilidade do Islã fossem verdadeiras, por que então tantos Muçulmanos praticam a violência e justificam seus atos violentos com os versos do Alcorão? Se o Islã é realmente uma religião de paz, por que há incontáveis pessoas lá fora que não concordam com essa afirmação. Os Muçulmanos sabem muito bem que não há base textual Islâmica ou de jurisprudência religiosa que sustente suas reivindicações à paz. Os Muçulmanos preferem simplesmente nos dizer essas inverdades sobre o Islã.

Os Muçulmanos compreendem que os Ocidentais se apaixonaram pela noção de um Deus. A Ciência e Astronomia vêm empurrando Deus para fora do domínio público, uma vez que se torna mais difícil, à luz das descobertas e fatos, acreditar em divindades invisíveis e sobrenaturais. Mas a mentalidade Ocidental também é tolerante e inclusiva, e os Muçulmanos estão usando isso como vantagem. Os Ocidentais estão subestimando o inimigo porque eles próprios são em sua maioria céticos, e portanto não podem acreditar totalmente que alguém possa matar alguém ou explodir a si mesmo por suas crenças supersticiosas.

Muçulmanos dependem da sua ignorância, a fim de promover a agenda deles, e justamente por isso,  você deve ter em mente que quanto mais devoto e religioso um Muçulmano é, mais ele tende a se tornar odioso e perigoso em relação aos não-Muçulmanos.

Com relação aos Muçulmanos que vivem no Ocidente, seus apologistas não-Muçulmanos, políticos e os meios de comunicação são sempre muito rápidos ao repetir a seguinte declaração: “a grande maioria dos Muçulmanos são pessoas moderadas, amantes da paz e apenas uma pequena minoria é extremista.”


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Oração Muçulmana nas Ruas

Eu ainda vivia no Egito em 11 de Setembro de 2001, quando 19 sequestradores Muçulmanos mataram 3.000 pessoas inocentes, e portanto posso te dizer que quase 80 milhões de Muçulmanos Egípcios estavam comemorando o ataque em solo Americano, e a consequente perda de vidas inocentes. Todos os transportes públicos estavam livres naquele dia no Egito, e durante os próximos três dias alguns restaurantes ofereceram refeições gratuitas com sobremesas. Cinemas e jardins ofereciam entrada livre, e as estações de rádio não pararam de celebrar vitória com músicas alegres. Será que isto significa que apenas os 19 sequestradores eram “extremistas”, enquanto os 80 milhões de Egípcios Muçulmanos  que celebravam eram moderados e pessoas amantes da paz?

Você não tem que matar alguém, a fim de ser extremista, radical, ou terrorista. Isso é o que o Ocidente não entende. No Islã há muitas formas de jihad além de matar no campo de batalha. A grande maioria dos Muçulmanos são simpatizantes terroristas. Eles acreditam na mesma ideologia e compartilham os mesmos objetivos, mesmo que eles próprios não peguem em armas. É por isso que a grande maioria são silenciosos e não mostram qualquer oposição aos seus irmãos Muçulmanos que matam em nome de sua religião.

A comunidade islâmica em São Paulo se reuniu na região central da capital paulista para protestar contra o filme norte-americano “Inocência…

Um Muçulmano, geralmente, como ordena seus textos sagrados, não pode fazer amizade com um kaffir (não-Muçulmano). Para eles, o Kaffir é imundo. O Alcorão diz isto. Eles acreditam que o fogo do inferno é o destino final do kaffir, e a única razão pela qual eles podem sorrir para um não-Muçulmano é quando há o objetivo de fazer proselitismo religioso para essa pessoa. Existe o conceito de Dawah, ou Daawa دعوة., no Islã,  que é um dever religioso para todos os Muçulmanos, ou seja, o de tentar converter os não-Muçulmanos ao Islã, ou pelo menos enganá-los o suficiente para que os não-Muçulmanos não se defendam, e assim permitir que o Islã calmamente atinja o objetivo. É uma maneira de neutralizar uma pessoa, uma sociedade ou uma comunidade.

Como mencionado na Surat 3:28 do Alcorão: “Que os fiéis não tomem por confidentes os incrédulos, em detrimento de outros fiéis. Aqueles que assim procedem, de maneira alguma terão o auxílio de Deus, salvo se for para vos precaverdes e vos resguardardes…”

Essa hipocrisia é amplamente utilizada e incentivada no Islã quando se lida com Kaffirs (Não-Muçulmanos). 
É chamada de Taqqiyah e é aplicada pelos Muçulmanos que vivem em países não-Islâmicos.

Os Muçulmanos estão matando uns aos outros nos países Islâmicos e nas formas mais bárbaras. Pais ou mães Muçulmanos podem matar suas filhas por não usarem o véu (Hijab) Islâmico ou por serem muito Ocidentalizadas. Se eles são tão cruéis uns com os outros, como você espera que eles sejam simpáticos com os não-Muçulmanos ou que sejam amigos dos kaffirs?

Antes de você dizer 
que nem todos os Muçulmanos fazem isso, 
por favor, 
admita que isso acontece, 
e que acontece todos os dias 
e só é aceitável 
nas sociedades Islâmicas.

Um Aviso ao Ocidente/A Esquerda e o Islã – Parte III

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