Paulo Coelho defende o Alcorão como “um livro que mudou o mundo”

Fonte/Source: Brazilian author Paulo Coelho defends Qur’an as “book that changed the world”

O Escritor Paulo Coelho Defende o Alcorão Como “Um Livro Que Mudou o Mundo”

Por Robert Spencer / Jihad Watch

17 de Agosto de 2015
O Alcorão realmente é um livro que mudou o mundo. Assim como Mein Kampf (livro de dois volumes de autoria de Adolf Hitler). Mas, obviamente, Paulo Coelho quis dizer, e foi compreendido neste sentido, de que o Alcorão mudou o mundo para melhor.

Agora, note o processo de pensamento tortuoso do escritor Paulo Coelho quando é desafiado.

Alguém lhe diz que o Alcorão “é a fonte de violência e assassinato.” Paulo Coelho: Não é verdade. Eu sou Cristão, e por séculos, tentamos impor nossa religião pela força da espada – verifique as “Cruzadas” no dicionário… Nós assassinamos mulheres – chamando-as de bruxas, e nós tentamos parar a ciência – como no caso de Galileu Galilei. Então, não culpe uma religião, mas o modo de como as pessoas a manipulam.”

Ninguém nega que os Cristãos fizeram o mal. Paulo Coelho aparentemente assume que as maldades enumeradas (deixo de lado, se são ou não exatas, e em que medida) não são justificadas na Bíblia, e assim conclui, “não culpe uma religião, mas o modo de como as pessoas a manipulam.” Assim, aparentemente, assume que se os Cristãos foram violentos e assassinos, e, portanto o Cristianismo não deve ser responsabilizado, por conseguinte, a violência e os assassinatos que os Muçulmanos vêm perpetrando com regularidade atualmente em nome do Islã não são justificados no Alcorão.

Mas, não há absolutamente nenhuma razão para que seja dessa forma. A Bíblia e o Alcorão são livros diferentes. Se as pessoas cometem violência em nome do Cristianismo e a violência não é justificada na Bíblia, o fato não nos diz nada sobre o Alcorão, se exorta ou não os crentes à violência e ao assassinato.

Aqui, o salto lógico de Paulo Coelho, infelizmente, é mais um compartilhado por ele com milhões de outras pessoas no Ocidente.

Sim, o Alcorão certamente mudou o mundo, tudo bem.

Paulo Coelho defende Alcorão como ‘livro que mudou o mundo“, “Al Arabiya, 17 de agosto de 2015:

Paulo-Coelho“O escritor Paulo Coelho, um best-seller internacional, defendeu publicamente o Islã e o livro sagrado da religião, o Alcorão, em sua página oficial do Facebook.

No início deste mês o escritor brasileiro Paulo Coelho postou uma imagem do Alcorão em sua página do Facebook com o subtítulo ‘Exibição “Livros que mudaram o mundo”, o qual recebeu grande atenção na rede social, ganhando mais de 36.000 curtidas e mais de 3000 compartilhamentos.

No entanto, um usuário do Facebook, sob o nome de Hiba B Dakkak, comentou: “Realmente!!! Esse livro é a fonte de violência e assassinato.”

O qual Paulo Coelho respondeu dizendo “Não é verdade. Eu sou Cristão, e por séculos, tentamos impor nossa religião pela força da espada – verifique as ‘Cruzadas’ no dicionário… Nós assassinamos mulheres – chamando-as de bruxas, e nós tentamos parar a ciência – como no caso de Galileu Galilei. Então, não se pode culpar uma religião, mas como as pessoas a manipulam“.


Nota do Blog:  Tomei a liberdade de expor e traduzir alguns comentários que seguiram o artigo no site do Robert Spencer:

abad says August 17, 2015 at 8:12 pm

Coelho is not too bright. If he cannot even distinguish the Old Testament from the New Testament (the Four Gospels actually form the core of Christian teaching, not the OT) and its role in Christianity then he really has problems.

He has even bigger problems in not knowing that the Quran, unlike the Bible, is NOT divided into the Old and New Testaments, has only one author (Muhammad) and offers no new message of hope for the human race.

He seriously needs to take some Bible and Biblical history lessons.

Idiot.

Tradução:

Coelho não é muito inteligente.

Se não pode sequer distinguir o Velho Testamento do Novo Testamento (os Quatro Evangelhos realmente formam o núcleo do ensinamento Cristão, não o VT) e seu papel no Cristianismo, então, ele realmente tem problemas.

Ele tem problemas ainda maiores em não saber que o Alcorão, ao contrário da Bíblia, não está dividido entre o Antigo e o Novo Testamento, tem apenas um autor (Muhammad) e não oferece nenhuma nova mensagem de esperança à raça humana.

Ele seriamente precisa tomar algumas aulas sobre a Bíblia e história Bíblica.

Idiota.


JIMJFOX says

August 18, 2015 at 1:25 am

Unless and until the Koran is exposed and examined on the MSM, buffoons such as Coelho will go on showing their ignorance and lies.
WHY do they do it? Surely they can’t be as stupid as they appear?

 Tradução:

A menos e até que o Alcorão seja exposto e examinado no MSM, bufões, como Coelho vão continuar mostrando sua ignorância e mentiras. Por que eles fazem isso? Certamente eles não podem ser tão estúpidos como parecem.


Steven says

August 18, 2015 at 5:45 am

an effort for selling more of his books in mohammedan countries ? or for becoming more attention ?

Tradução:

Um esforço para aumentar as vendas de seus livros nos países Islâmicos? Ou para atrair mais atenção?

CS respondeu:  August 18, 2015   Indeed he sells well in some of those countries. (Ele realmente vende bem em alguns desses países.)


Tradução: Sebastian Cazeiro

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Uma consideração sobre “Paulo Coelho defende o Alcorão como “um livro que mudou o mundo””

  1. Com Olaf diremos a Paulo Coelho……

    O texto alcorânico da vulgata mais conhecida terá sido extraído dos escritos de pregação dos judeonazarenos destinados aos árabes e foi , dessa feita, refinado por escribas sob a autoridade dos califas: terá sido adaptado a partir do esqueleto consonantal maleável (sem diacritismo) legado pelas primeiras “colecções alcorânicas», que formaram o discurso canónico das origens forçando precisamente à interpretação. Nesta lógica de círculo vicioso, este texto foi interpretado e manipulado em função das tradições que iam sendo fabricadas que, por sua vez, queriam contar com a dita vulgata. É uma hipótese verosímil que constato através das investigações académicas conhecidas do público interessado.
    O Alcorão das origens tem sido descoberto pela exegese independente e não só, através do estudo do palimpsesto de Sanaa, por exemplo. Quando eu defendo o Alcorão posso não estar a referir-me à versão imposta pela espada que esteve sujeita a interpolações durante algumas décadas. A exegese já o demonstrou plausivelmente. É o Alcorão um livro profético como referiu o Papa e já escreveu recentemente num texto oficial ao designá-lo de «sagrado»? Que essa afirmação seja um ponto de partida para o diálogo ecuménico aberto pelo Vaticano II . Há muitos anos que leio sobre o Alcorão e estudo a exegese disponível. Sinceramente acho que
    Paulo Coelho nada parece revelar e saber sobre o islão que venha ajudar ao ecumenismo. Convençam-me do contrário. Quem tiver ouvidos que oiça as palavras do Papa Francisco… e que as entenda se puder. Não direi como disse Pulido Valente recentemente que o islão pretende ser uma sociedade perfeita e que deveria ser isolado com uma muralha e que os muçulmanos consideram todos os demais como hereges. São afirmações violentas geradoras de ódio. Porque isolam o nosso semelhante. Termino ,convidando Paulo Coelho a encontrar na vulgata, versículos onde se defenda o amor pelo próximo. Quando terminar a sua pesquisa comece a estudar os textos mais antigos disponíveis. E se nada encontrar a respeito apregoe as suas conclusões com o mesmo modus operandi. O tempo é mestre e sábio

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