A Invasão da Europa e da América

Fonte/Source:  The invasion of Europe and America http://buff.ly/1V7CjkN via Robert Spencer – Jihad Watch

A Invasão da Europa e da América
"Do que os Muçulmanos estão fugindo? 
Da Lei Sharia? Boa pergunta."
A Macedonian police officer raises his baton towards migrants to stop them from entering into Macedonia at Greece's border,near the village of Idomeni, Greece, August 22, 2015. REUTERS/Alexandros Avramidis
Confronto entre polícia e imigrantes na Macedônia.
Por Pamela Geller

23 de Agosto de 2015:

A Europa está à beira de mergulhar num caos total. A Reuters relatou que “no sábado, milhares de imigrantes invadiram a Macedônia através da fronteira enquanto as forças de segurança jogavam granadas de efeito moral e atacavam com cassetetes, antes de aparentemente abandonarem a tentativa de deter o fluxo através dos Bálcãs em direção à Europa Ocidental.”

Esses milhares de Muçulmanos “refugiados”, em sua maioria provenientes das principais zonas de conflito da Síria, Afeganistão e Iraque, têm adentrado em grande número na Grécia e nos Bálcãs há algum tempo. Mas, é claro, não querem a Grécia, a Macedônia e nem a Sérvia. Querem chegar à União Europeia: principalmente na Alemanha, França e Inglaterra.

Entre 6.000 e 8.000 refugiados procedentes da Macedônia chegaram nas últimas 24 horas à cidade de Presevo, no sul da Sérvia…

Um número cada vez maior desses “refugiados” chegam todos os dias. As notícias divulgadas pela grade mídia sobre essa invasão Muçulmana focam em mulher e criança chorando, as quais parecem ter sido deliberadamente trazidas à frente da multidão. É evidente que a grande maioria desses “migrantes” é composta por homens, e por isso mesmo, em circunstâncias normais, você colocaria as mulheres, e especialmente as crianças, em um lugar seguro para que elas não se machuquem diante dos confrontos com a polícia? Em vez disso, elas são usadas ​​como escudos humanos.

Muito parecido com o Hamas. Da mesma forma quando os terroristas “Palestinos” lançam ataques a partir de áreas civis tentando provocar vítimas civis que serão usadas para manipular a opinião pública mundial, assim a mídia internacional encobre a realidade dessa avalanche de “refugiados” à Europa na tentativa de atenuar a preocupação legítima sobre tudo isso.

Isso é só manipulação emocional da pior espécie, como vimos tantas vezes no conflito de Gaza, na guerra civil da Bósnia, no suposto “genocídio” de Muçulmanos na Birmânia e muitos outros casos.

A Europa (e os EUA sob Obama) está importando a jihad. Por muitos anos, eu tenho alertado contra a imigração massiva amparada pelo Programa de Reassentamento de Refugiados.

"Do que os Muçulmanos estão fugindo? 
Da Lei Sharia? Boa pergunta."

Imigração jihadista  Hejira ou Hijra (jornada ou migração)— é a migração de Muhammad e seus seguidores de Meca para Yathrib, mais tarde renomeada por ele como Medina, no ano 622 DC. Isso aconteceu após a hijrah, quando Muhammad, pela primeira vez se tornou não somente um pregador de ideias religiosas, mas um político e líder militar. Isso é que ocasionou suas novas “revelações” exortando seus seguidores a cometerem violência contra os incrédulos. Significativamente, o calendário Islâmico marca a hijrah, e não o nascimento de Muhammad ou a ocasião da sua primeira “revelação” como o início do Islã, insinuando que o Islã não é completo sem o componente político-militar.

Fiel a ao aspecto marcial da imigração, os “refugiados” vêm se tornando cada vez mais violentos. Apesar disso, a “inimídia” (ou, a mídia inimiga) e os funcionários comprometidos do governo, sustentam que se você não concordar em deixar todas essas pessoas em seu país, você é um impiedoso, fanático, racista e odioso. Mas isso é tão absurdo quanto insidioso. Agora imagine se essa lógica for aplicada na vida diária, se alguém quiser entrar em sua casa, levar todos os seus pertences ou até mesmo morar nela. Será justo forçar você a deixá-los entrar?

A autoridade governamental de cada nação soberana deveria – se é que realmente tem um grande apreço pelos melhores interesses de sua nação – ter o direito de deixar entrar quem ela quiser no seu país; da mesma forma que qualquer um pode decidir se, ele ou ela, permite entrar na casa dele ou dela? Ninguém tem o “direito” de se mudar para um determinado país, ou se tornar um cidadão desse país, receber assistência médica ou qualquer outro tipo de assistência dele, mas parece que a nossa cultura e civilização se esqueceu completamente desse simples fato.

Então, quando todas as cidades Europeias, e até mesmo países inteiros, começarem a se assemelhar a Paris ou Londres (onde em áreas importantes da cidade a maioria da população é de origem estrangeira, e o Islamismo é a religião dominante), como hoje, será que temos “ajudado” o suficiente? Há uma guerra sendo travada em muitas cidades Europeias. Na Dinamarca, são os exércitos Muçulmanos contra ciclistas, muitas vezes classificados como “violência de gangues.”

E na proporção em que o Presidente Obama está importando as mesmas comunidades Muçulmanas, podemos esperar a mesmíssima guerra nas ruas. Obama está importando comunidades Muçulmanas inteiras das nações jihadistas, enquanto as autoridades de imigração discriminam os Cristãos que fogem do genocídio Islâmico por atrito ou perseguição. Em 2016, espera-se que o número de refugiados Muçulmanos provenientes da Síria emigrando para os EUA poderá quadruplicar.

Será que não existem funcionários na Europa ou na América que amam sua terra natal o suficiente para parar de ignorar as consequências óbvias de tudo isso?


Tradução: Sebastian Cazeiro

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Uma opinião sobre “A Invasão da Europa e da América”

  1. A islamização não sei mas o zoo multicultural/racial(com todas as consequências testemunhadas cá e ainda mais nos outros países europeus ocidentais)esse vai continuar,pelo menos se for avante a vontade destes grandes estadistas “socialistas e liberais universalistas” eleitos para defender os povos europeus mas depois de estarem no poleiro é outra música(talvez world music).Quanto ao povinho(em geral)esse está sempre a cair na teia “democrática” eleitoralista,e como não tem ideia de futuro só pensam nos futebois e caracois e como pagar menos impostos(daí o sucesso do sistema actual,que diz ao zé povinho “não gostas do partido A vota no B” que já vais ver o que é bom para a tosse,e assim por aí fora).

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