Padre Iraquiano: “Não Existe Essa Coisa de Islã Moderado… O ISIS é cem por cento Islã”

Fonte/Source: Iraqi priest: “There’s no such thing as moderate Islam…ISIS represents Islam one hundred percent”

Padre Iraquiano: 
“Não existe essa coisa de Islã moderado… 
O ISIS representa o Islã cem por cento

AUGUST 27, 2015  BY ROBERT SPENCER

frdouglasalbazi

Os correligionários do Padre Douglas al-Bazis no Ocidente e seus lideres dentre os Bispos Católicos Americanos ficariam extremamente embaraçados se o ouvissem falando desta forma. Eles estão certos de que o Islã é uma Religião de Paz, e ai de você se não entrar na linha. Não querem ouvir falar de supremacia Islâmica ou de perseguição aos Cristãos. Ao invés disso, eles se curvam diante e afagam os líderes Muçulmanos, os quais nunca levantaram um dedo para interromper a perseguição aos Cristãos.

Eles trabalham ativamente para silenciar e marginalizar aqueles que denunciam essa perseguição. Eles consagram os mártires de hoje a própria sorte, os sacrificando no altar da infrutífera, delirante e autodestrutiva busca pelo “dialogo” com os Muçulmanos. Quantos Cristãos esses “diálogos” impediram que fossem perseguidos e martirizados? Por isso, absolutamente nenhum, claro. Mas a confortável Igreja suburbana continua no seu caminho suburbano confortável, segura das suas ilusões e desilusões.

Um dia, contudo, a verdade que tem sido tão assiduamente encorajada a ser ignorada, negada e reprimida, despontará com a inegável e aterrorizante realidade, e assim talvez alguns desses bispos realizem quão mal serviram a seu povo, reforçando a ignorância e a complacência.

Não existe essa coisa de Islã Moderado”: Padre Iraquiano Descreve o Genocídio de Cristãos” por Matteo Matzuzzi, II Foglio, 26 de Agosto de 2015 (traduzido por Francesca Romana, Rorate Caeli):

Roma. “Por favor, se existe alguém que continua insistindo que o ISIS não representa o Islã, saiba que está errado. O ISIS representa o Islã cem por cento.” O Padre Douglas al Bazi, um Católico Iraquiano de Erbil, levantou a voz durante uma intervenção no Encontro de Rimini, com uma seleção de palavras – de forma provocativa e em tom áspero – as quais poucas pessoas se aventuram a usá-las até o momento.

Ele carrega no seu próprio corpo as cicatrizes da tortura a que foi submetido há nove anos, quando um bando de jihadistas o sequestrou por nove dias, o mantendo acorrentado e com os olhos vendados, além do nariz quebrado por uma joelhada: “Durante os primeiros quatro dias, nem água me deram para beber. Andavam perto de mim dizendo “Padre, você quer um pouco de água?”Durante todo o dia eles ouviam a leitura do Alcorão para mostrar aos vizinhos que eram fiéis”…

Padre Douglas al Bazi é responsavel por dois abrigos para refugiados Cristãos que sobreviveram ao avanço da horda negra – não muito longe de Ankawa. Depois de marcarem as casas com “N” de Nazareno, além dos Cristãos desalojados da planície Niveveh, um ano atrás, “de manhã à noite recebemos milhares de refugiados” e o êxodo continua. “Tenho orgulho de ser Iraquiano, amo o meu país. Mas, o meu país não se orgulha porque  faço parte dele. O que está acontecendo com o meu povo é genocídio.

Imploro a você: não chame isso de conflito. Isso é genocídio”, disse o padre, que não quer ouvir falar sobre Islã moderado”: ”Quando o Islã vive no seu meio, a situação pode parecer aceitável. Mas, quando alguém vive entre os Muçulmanos, tudo se torna impossível. Não estou aqui para instigar ódio ao Islã. Eu fui criado entre os Muçulmanos e tenho mais amigos entre eles do que com os Cristãos. Mas as pessoas mudam e se você vier para o meu país, ninguém vai conseguir distinguir a luz da escuridão. Existem aqueles que irão dizer: “mas eu tenho um monte de amigos Muçulmanos que são pessoas boas”. Sim, certamente! São pessoas boas por aqui! Lá a situação é muito diferente!”

Uma situação envolvendo o vice-presidente da Conferencia Francesa de Ímãs (autoridade religiosa Islâmica) também disse algumas palavras duras. Hocine Drouich, outro Ímã de Nimes, interveio em Júlio último no Parlamento Europeu: “No mundo, os Cristãos são perseguidos, caçados, privados de trabalho, presos, torturados e assassinados. Todos os meios estão sendo usados para forçá-los a negar sua fé, incluindo o ritual de estupro coletivo, considerado em alguns estados uma forma de sanção penal. Possuir uma Bíblia tornou-se um crime, o culto religioso é proibido e houve um retorno aos tempos de missas nas cavernas e os primeiros mártires. E a culpa – acrescentou Drouiche no discurso que não recebeu muito destaque na mídia Européia – é do Islã contemporâneo”, que é muito mais próximo “ao sectarismo, ao invés de, uma religião aberta universal”.

“Eu acredito que no fim eles irão nos destruir”

O relato do Padre al Bazi é de alguém que corre o risco de ser assassinado na rua todos os dias: “Nós nunca sabemos se ao sairmos da Igreja retornaremos com vida. Em Bagdá eles explodiram uma Igreja na minha frente. Atiraram nas minhas pernas com uma AK-47, um tipo de Kalashnikov, e provavelmente mais cedo ou mais tarde eles irão me matar”. “Quando fui acorrentado, durante o sequestro, apertaram um grande cadeado em meus pulsos. A corrente tinha 10 anéis extras, que usei para recitar o Rosário. Nunca orei tão seriamente como fiz naquela situação”. “Eu – acrescentou o Padre Douglas – não imploro por ajuda. Eu não estou com medo, assim como também o meu povo não está com medo. Eu acredito que no fim eles irão nos destruir. Mas eu também acredito que a última palavra será nossa. Jesus nos disse que precisamos carregar a nossa própria cruz, e é o que nós estamos fazendo no Oriente Médio. Assim, a coisa mais importante é não carregar a cruz, mas segui-la. E segui-la significa aceitar, desafiar e se comprometer até o fim”.

“Precisamos ter paciência e carregar a nossa cruz todos os dias, mas precisamos também reagir”. Disse o Padre Ibrahim Alsabagh, pároco em Aleppo, ecoando ele, e divulgar como a cidade está agora “dividida em dezenas de partes, cada uma delas nas mãos de diferentes grupos jihadistas. A nossa Igreja de São Francisco está a seis metros da linha de fogo. Eles já atingiram várias Igrejas, não sabemos quando será a nossa vez”. Aqui está o porquê do Padre Douglas, no fim de sua intervenção, enviar um alerta ao fraco Ocidente:

“Acorda! O câncer está à sua porta. 
Eles irão destruí-lo. 
Nós, Cristãos do Oriente Médio, 
somos o único grupo que 
tem visto a cara do mal:Islã”...

Tradução: Sebastian Cazeiro

Anúncios

Uma opinião sobre “Padre Iraquiano: “Não Existe Essa Coisa de Islã Moderado… O ISIS é cem por cento Islã””

  1. O islã é um perigoso desconhecido travestido de religião para nós. Nessa crença absurda não há separação entre religião e política. Seus milhares de atentados são tramados em mesquitas e não em ermos por grupos de marginais que se dizem religiosos. Aliás, como a imprensa tenta iludir a opinião pública. O Líder do Estado Islâmico é um religioso erudito em islã e filosofia.
    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/o-perigo-do-isl-no-brasil

    Curtir

Os comentários estão desativados.