Tenessi promove abertamente o Islã: Graduados da 7ª série feitos para recitar testemunho de fé Islâmica

Fonte/Source: Tennessee openly promotes Islam: 7th graders made to recite Islamic statement of faith via Robert Spencer – Jihad Watch

Tenessi promove abertamente o Islã: Graduados da 7ª série feitos para recitar testemunho de fé Islâmica

Por RALPH SIDWAY

10 de setembro de 2015

Mais dawah Islâmico no Tenessi: A escola pública Maury County pula capítulos sobre a ascensão do Cristianismo e do Judaísmo, mas gasta três semanas estudando o Islã, e instrui especificamente os alunos a escreverem e recitarem a Shahada, o testemunho de fé Islâmica, através da qual, alguém se torna Muçulmano. Os pais estão indignados e com razão pela flagrante tentativa de doutrinar seus filhos aos princípios do Islã. O tratamento preferencial ao Islã em educação pública pode gerar processos judiciais ao estado doTenessi por violar a Constituição dos Estados Unidos “Establishment Clause“.

Pamela Geller alertou para essas táticas num artigo que virou um marco em 2013, no qual ela pesquisou alguns dos proselitismos Islâmicos ultrajantes sendo forçados aos alunos das escolas públicas:

As escolas públicas da Flórida estão ensinando que Muhammed (Maomé) é o “mensageiro de Deus”. Em Indiana, uma família Muçulmana passou de sala em aula numa escola pública, entregando material de proselitismo Islâmico. Estudantes das escolas públicas do Texas foram feitos para usarem burcas. Em janeiro de 2013, em Maryland, estudantes Muçulmanos do ensino médio exigiram alojamento para oração numa escola pública.

Em agosto de 2013, uma escola de ensino fundamental do Tenessi proibiu carne de porco para não ofender os Muçulmanos. As crianças estão desenhando os Cinco Pilares do Islã nas escolas públicas do Tenessi. O sistema público de ensino em Nashville,Tenessi, está ensinando mentiras perigosas através de um plano de ensino Islâmico escrito por hipócritas Islâmicos e ainda cheio de erros gramaticais, um Inglês pobre. Onde estão os desenhos das crianças sobre Cristo na cruz? Onde estão os Ensinamentos de Rashi? Onde está o Chumash?

Isso não é educação pública. Isso é dawah. E está acontecendo por toda parte, mas os patriotas estão resistindo: em Setembro de 2013, uma mãe de Ohio removeu um vídeo de proselitismo Islâmico da classe de história da sétima série do seu filho. Em Novembro de 2013, centenas de pais protestaram contra a doutrinação pró-Islâmica contida no livro didático das escolas públicas.

Pais, estejam atentos ao que estão ensinando para os seus filhos! Façam sua vozes serem ouvidas! A confrontação pública contra essas táticas é muitas vezes bem sucedida, forçando os agentes do governo a recuarem e retirarem a propaganda Islâmica do currículo escolar, como documenta Pamela Geller num artigo. Para obterem mais estímulos e recursos, confiram este recente e excelente artigo, combatendo a Islamização e o anti-semitismo na América.

7ª série no Tenessi é feita para recitar ‘Alá é o único Deus’ nas escolas públicas,” por Thomas D. Williams, PhD, Breitbart News, 10 de setembro de 2015:

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Não há nenhum deus além de Alá e Maomé (Muhammad) é o profeta.

Os pais dos alunos do ensino médio no Tenessi estraram em guerra ao saberem que seus filhos foram instruídos a recitar e escrever, “Alá é o único Deus”, como parte de um projeto da história do mundo.

No escola pública Maury County, os alunos foram incumbidos de um projeto chamado Os Cinco Pilares do Islã que incluía a tradução de um dos pilares da “Shahada” como sendo, “Não há nenhum deus além de Alá e Maomé (Muhammad) é o profeta.”

Joy Ellis, a mãe de uma aluna da sétima série do Spring Hill Middle School, disse que crianças Cristãs não devem ser ensinadas a escreverem a Shahada.

“Esse é o padrão estadual da sétima série, e será no TCAP”, disse Ellis. “Eu não tinha nenhum problema com a história do Islã sendo ensinada, mas ir tão longe a ponto de fazer o meu filho escrever o Shahada é inaceitável.”

Outra mãe de uma menina da sétima série, Brandee Porterfield, queixou-se aos funcionários da Spring Hill Middle School por sua ênfase excessiva sobre o Islã excluindo o Cristianismo e o Judaísmo.

Porterfield disse que não tinha objeção quanto a sua filha aprender detalhes da religião Islâmica, mas opõem-se pelo fato da unidade de história não dedicar tempo semelhante ao Cristianismo ou o Judaísmo.

“Isso realmente me incomodou, o fato de passarem por cima de todo o capítulo sobre a ascensão do Cristianismo e gastarem três semanas só estudando o Islã”, disse ela.

Porterfield entre outros pais estavam também preocupados com a decisão da escola de fazer com que as crianças escrevessem e recitassem o credo Islâmico.

“Mas o que realmente me incomodou”, disse Porterfield, “foi que fizeram essa incumbência onde tinham escrito os Cinco Pilares do Islã, incluindo a exigência, das crianças aprenderem e escreverem a Shahada, a qual é o credo de conversão Islâmica.”

“Eu conversei com o professor e com o diretor”, disse ela. “Eles não irão aprender nenhuma outra religião, doutrinas ou credos e não voltarão sobre esse capítulo. Apesar deles discutirem um pouco sobre o Cristianismo durante a Idade Média, eles nunca mais terão como base o Judaísmo ou o Cristianismo daqui pra frente.”

Porterfield disse que a classe pulou o Cristianismo porque não é exigido pelas normas do Estado. Essas normas, núcleo TN , são muito parecidas com as normas nacionais de Núcleo Comum, embora o governador Bill Haslam tenha assinado em Maio um projeto de remoção do Núcleo Comum.

NoTenessi, 85 por cento dos residentes se identificam como Cristão, segundo o Levantamento do Panorama Religioso dos Estados Unidos pela Pew Center em 2008. Apenas um por cento dos residentes se identificou como Muçulmano.

Jan Hanvey, supervisor do ensino médio da escola pública Maury County, disse que a maioria da ‘unidade de três semanas’ discute coisas como governo, cultura, geografia e economia, em vez de teologia. Ela também mencionou que os capítulos sobre Cristianismo e Judaísmo estão programados para serem ensinados no final do ano com a unidade “Era da Exploração”.

O Diretor das Escolas Mary County, Chris Marczak, defendeu o currículo num comunicado, dizendo que o sistema escolar de forma alguma está endossando o Islã sobre as outras religiões ou tentando “doutrinar” os alunos.

“É nosso trabalho, como um sistema de escolas públicas, educarem os nossos alunos na história do mundo, a fim de estarem prontos para competir numa sociedade global, não para endossar uma religião em detrimento de outra ou doutrinar”, disse Marczak.

Porterfield, no entanto, acha que as garantias de Marczak inconvincentes.

“Eles não vão passar por cima de mais nada. Para os alunos que têm de memorizar essa oração, isso parece doutrinação”, disse ele.

A reunião entre pais, professores e administradores foi agendada para o dia 17 de Setembro, para permitir que Porterfield e outros pais preocupados, como os da Springhill, possam expressar a inquietação sobre currículo de história do estado.


Tradução: Sebastian Cazeiro

 

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