Por que as Nações Ocidentais Devem Aceitar Somente Refugiados Cristãos

Fonte/Source: Why Western Nations Should Only Accept Christian Refugees | Raymond Ibrahim

Nota do Blog: 

O artigo a seguir, é uma resposta à parte da “grande mídia Brasileira”, que junto com seus correspondentes, principalmente da hipócrita Arábia Saudita, querem a todo custo proteger o Islã. A ponto de dizer que “Esquecemos que Assad é a maior razão do êxodo de sírios?“, — inclusive com ‘Sírios’ no diminutivo. Que este artigo sirva como orientação à nação Brasileira, para que o extremo sofrimento dos Cristãos do Oriente Médio, não seja ofuscado por “GRUPOS”  desinformantes. E que a nação, em algum momento, através da verdadeira advocacia, processe esses mentecaptos, que querem impor de fato, uma agenda Islâmica no Brasil.

Por Que as Nações Ocidentais Devem Aceitar Somente Refugiados Cristãos

Por Raymond Ibrahim

16 de Setembro de 2015

FrontPage Magazine

 Enquanto os refugiados do Oriente Médio inundam o Ocidente, um número de países — incluindo Hungria, Bulgária, Polônia, República Checa, Eslováquia, Chipre e Austrália — está desafiando o politicamente correto porque quer aceitar apenas refugiados Cristãos.

Cristãos Oriente Médio

Enquanto cada vez mais, vozes “progressistas” gritam “racismo”, o fato permanece: existem várias razões objetivas para que o Ocidente dê prioridade, senão exclusividade, aos Cristãos refugiados  e algumas dessas razões são de fato em benefício das nações Europeias anfitriãs.

Considere:

Os Cristãos são as verdadeiras vítimas de perseguição. Do ponto de vista humanitário — e do humanitarismo, é a principal razão que está sendo citada para receber refugiados — os Cristãos devem receber prioridade máxima simplesmente porque é o grupo mais perseguido no Oriente Médio — muito antes do fenômeno Estado Islâmico (ISIS) surgir. Como disse o Ministro das Relações Exteriores da Austrália, Julie Bishop, “Penso que as minorias Cristãs estão sendo perseguidas na Síria, e mesmo que o conflito termine, ainda assim serão perseguidos.”

De fato. Enquanto são especialmente visados pelo Estado Islâmico (ISIS), antes do novo “califado” ter sido estabelecido, os Cristãos eram e continuam a ser alvejados pelos Muçulmanos — máfia Muçulmana, indivíduos Muçulmanos, regimes Muçulmanos e terroristas Muçulmanos de países Muçulmanos de todas as raças (Árabes, Africanos, Asiáticos, etc.) — e pela mesma razão: Cristão é o infiel número um. Leia Crucified Again: Exposing a Nova guerra do Islã contra os Cristãos para ver centenas de anedotas anteriores ao surgimento do ISIS, bem como as doutrinas Muçulmanas que criam tamanho ódio e desprezo contra os Cristãos.

Por outro lado, os refugiados Muçulmanos — ao contrário de muitos do Estado Islâmico (ISIS) entre outros jihadistas infiltrados posando de “refugiados” — não estão fugindo da perseguição direta, mas do caos criado pelos ensinamentos violentos e supremacistas da sua religião, no caso, o Islã. Não é à toa que Samuel Hutington, que de forma esplêndida, ressaltou que “As fronteiras do Islã são sangrentas, e assim são suas entranhas.” Isto significa que, quando os Muçulmanos entram em nações Ocidentais, o caos, a perseguição e a mutilação seguem coesas. Dê uma olhada nas cidades da Europa Ocidental – como exemplo Londonistan — que já possui uma enorme população Muçulmana para ter uma ideia.

Nota do tradutor: Londonistan é o apelido pejorativo atualmente em uso, por partes da mídia, referente à Londres, pela tolerância do Governo Britânico a presença de vários grupos Islâmicos.

A perseguição de Cristãos tem sido cada vez mais ativada por políticas Ocidentais, especialmente pela administração Obama. Em outras palavras, as nações Ocidentais deveriam aceitar refugiados Cristãos, tendo como base o fato de que a intromissão Ocidental no Oriente Médio é diretamente responsável pela agravação da situação das minorias Cristãs. Afinal, os Cristãos não fugiram da Síria de Bashar Assad, ou do Iraque de Saddam Hussein. A perseguição sistemática deles começou de fato, depois que os Estados Unidos entre outros, interferiram nessas nações em nome da “democracia”. Tudo que fizeram foi libertar as forças jihadistas que os ditadores mantiveram reprimidas por muito tempo.  Agora, o Estado Islâmico (ISIS) está profundamente incrustado em todas as três nações, escravizando, estuprando e massacrando inúmeros Cristãos “infiéis” e outras minorias.

As reflexões de Vladimir Putim sobre os refugiados são claramente verdadeiras:

Essa é uma crise que foi absolutamente esperada… Nós na Rússia e o seu humilde servo, dissemos alguns anos atrás que haveria grandes problemas, caso os nossos chamados parceiros Ocidentais comandassem, o que eu sempre chamei de política externa “errada” especialmente em regiões do Mundo Muçulmano, como o Oriente Médio e o norte da África  a qual continuam praticamente até os dias de hoje.

O líder Russo corretamente acrescentou que “as pessoas estão fugindo não do regime de Bashar Assad, mas do Estado Islâmico (ISIS), que tomou grandes áreas na Síria e no Iraque, e estão cometendo atrocidades por lá. É disso que estão escapando.”

Assim, se o Ocidente é responsável por desencadear a jihad com força total sobre os Cristãos, certamente é para eles que o Ocidente deve dar prioridade, do ponto de vista humanitário.

Diferente dos Muçulmanos ou mesmos dos Yazidis, Cristãos são facilmente assimilados nos países Ocidentais, devido à herança Cristã compartilhada. Como a Eslováquia, que prefere refugiados Cristãos, esclarece corretamente que, os Muçulmanos não se adaptam, inclusive porque não existem mesquitas na Eslováquia. Por outro lado, “a Eslováquia, como um país Cristão, pode realmente ajudar os Cristãos da Síria a encontrar uma nova casa na Eslováquia”, disse o ministro do Interior.

Isso também é senso comum. Os mesmos ensinamentos Cristãos que moldaram a Europa ao longo dos séculos são os mesmos que moldam os Cristãos do Oriente Médio — seja ortodoxo, católico ou protestante. Como disse o Padre Noel de San Diego, com relação aos refugiados Cristãos Iraquianos que conseguiram fugir do Estado Islâmico (ISIS), mas que agora estão apodrecendo num centro de detenção dos Estados Unidos: os Cristãos do Oriente Médio “que vieram pra cá [América] ‘querem se tornar bons cidadãos’ e outros que chegaram há uma década tornaram-se advogados, professores ou outro membro produtivo da sociedade.”

Enquanto isso, os Muçulmanos seguem um modelo completamente diferente, ou seja, o Alcorão — que condena Cristãos pelo nome, apela à guerra constantemente (jihad) contra todos os não-Muçulmanos e apóiam um grande número de práticas totalmente anti-Ocidentais. Por isso, não é nenhuma surpresa que muitos requerentes de asilo são no fundo Muçulmanos anti-Ocidentais, se não forem membros de organizações jihadistas.

Os Cristãos do Oriente Médio trazem uma linguagem confiável e habilidades culturais que são benéficas ao Ocidente. Entendem o Oriente Médio,— incluindo a mentalidade Islâmica, — por conseguinte, podem ajudar o Ocidente a compreendê-la. Além disso, ao contrário dos Muçulmanos, os Cristãos não têm questões tipo “conflito de lealdade”: A lei Islâmica proíbe os Muçulmanos de ajudar “infiéis” contra concidadãos Muçulmanos (clique aqui para ver algumas deslealdades que acontece nos Estados Unidos e clique aqui para ver outras deslealdades que os Cristãos sofreram por parte dos vizinhos e “amigos” Muçulmanos de longa data). Realmente, existe um livro inteiro sobre como os “agentes duplos” Muçulmanos se infiltram em cada esquina do governo dos Estados Unidos. Não existe esse tipo de ameaça entre os Cristãos do Oriente Médio. Eles também rendem a Deus o que é de Deus e a César o que é de César.

Nota do tradutor: Para os não versados na língua Inglesa, que é o objetivo deste blog, a ideia sobre as deslealdades é o seguinte: O Barack Obama mudou a lei para que os cidadãos Muçulmanos com cidadania Americana, possam ser eximidos, caso o país entre em guerra contra algum país Muçulmano.
E a segunda circunstância, mencionada pelo autor via link, fala sobre as comunidades Muçulmanas que durante longa data, vivendo lado a lado com os não-Muçulmanos,  com fortes laços afetivos, mudaram de lado assim que o Estado Islâmico (ISIS) invadiu a região. Ou seja, se alinharam aos Muçulmanos, abandonando os não-Muçulmanos à própria sorte. Entenderam?

Finalmente, torna-se desnecessário dizer que os Cristãos do Oriente Médio não possuem nenhuma simpatia pelas mesmas pessoas e  a ideologia que fizeram de suas vidas um inferno vivo  — as mesmas pessoas e a ideologia que são também hostis a todo o Ocidente. Dessa forma, todos ganham: Ocidente e o Oriente Médio se complementarão na medida em que ambos os lados compartilham o mesmo inimigo.


As razões apresentadas acima — desde aquelas que oferecem ajuda humanitária às verdadeiras vítimas da perseguição até as que oferecem benefícios ao Ocidente —  são inatacáveis em lógica e sabedoria. Contudo, diante do fato de que progressistas Ocidentais priorizam ideias politicamente corretas e fantasias sobre a dura realidade, a chance de serem consideradas é muito pequena.

Muito pelo contrário: na América e na Grã-Bretanha, Cristãos perseguidos estão “no fundo do poço” dos refugiados a conseguirem asilo. Muçulmanos têm prioridade. Desde Janeiro de 2015, os Estados Unidos concederam asilo na relação de seis Muçulmanos para cada Cristão aceito.

A razão disso é simples: De acordo com a mentalidade progressista  que domina os governos Ocidentais, mídia e o meio acadêmico — receber refugiados tem pouco a ver com altruísmo, mas tudo a ver com o egoísmo: Representa pouco, aquele que está sendo perseguido, — mas como visto, o Ocidente é diretamente responsável por exacerbar, de forma extrema, o sofrimento dos Cristãos.

Não, o importante é “nos sentirmos bem” a cerca de nós mesmos. Mas, receber Muçulmanos “estrangeiros” ao invés de “ficar ao lado” do “familiar” Cristão deixa os progressistas “iluminados”, “de cabeça aberta”, “tolerantes” e “multiculturais” —  e isso é tudo o que importa.

Enquanto isso, a realidade caminha calmamente sobre: A mesma mentalidade Islâmica que massacra os Cristãos “infiéis” no Oriente Médio e que agora é bem-vinda no Ocidente com braços abertos.


Tradução: Sebastian Cazeiro

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