As Pessoas Mais Desprezadas do Mundo

Photo/Cover Credit: (MOHAMMED ABED/AFP/Getty Images)

Fonte/Source: The Most Despised People in the World – Political Islam

Nota do Blog:

Veja como este artigo, escrito por Bill Warner em 2013, analisa brilhantemente o passado, o presente e o futuro da civilização mundial. Ao longo dos últimos 1400 anos, para a glória do Islã político, cerca de 270 milhões de infiéis (não-muçulmanos) foram mortos. Na África morreram mais de 120 milhões de Cristãos e Animistas ao longo desse período. Os Judeus se tornaram dhimmis permanentes no mesmo período. O zoroastrismo foi eliminado da Pérsia. Metade da gloriosa civilização Hindu foi aniquilada, 80 milhões de Hindus mortos. Esse é o tamanho do desastre e que infelizmente não é ensinado. No Brasil, por exemplo, os partidos de esquerda querem o Ensino Islâmico nas escolas.

As Pessoas Mais Desprezadas do Mundo

Por Bill Warner

5 de dezembro de 2013

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Dr. Bill Warner, PHD, Diretor e Fundador do Centro para Estudo do Islã Político (CSPI)

O grupo mais perseguido no mundo hoje em dia são os Cristãos. Cristãos na Nigéria, Egito, Síria e em outras nações são assassinados, estuprados, sequestrados, escravizados e perseguidos diariamente. A razão para a grande maioria de toda essa violência é que são Cristãos entre Muçulmanos.

Mas os abusos não param com a violência. Os perpetradores de violência são medidos em milhares, mas o maior abuso está nas mãos de quem deveria exigir o fim da violência. O silêncio em face dessa perseguição é a negação e a justificação. Os perseguidores são poucos, mas os que negam, estão na casa dos bilhões.

Os Cristãos são intimados a cuidar de todas as pessoas perseguidas, mas, em particular, devem  cuidar de seus próprios irmãos e irmãs. Eles conseguem ignorar a perseguição fazendo boas ações, como cuidar dos pobres. Os Cristãos têm compaixão, mas não têm coragem para enfrentar o inimigo que quer matá-los. Em Nashville, Tennessee, (a fivela do cinto da Bíblia), o esporte indoor favorito daqueles que deveriam lidar com o inimigo, o Islã, é ir ao evento da Família de Abraão e construir pontes de diálogos onde dançam ao som dos Muçulmanos. Não há nenhum problema encontrar-se com o Islã, mas as regras de engajamento são de que nada vai ser dito que ofenda o Islã.

Na parábola do Bom Samaritano, um homem está ferido à beira da estrada. Dois líderes religiosos passam por ele pelo outro lado da estrada. Eles não prejudicam o homem ferido, simplesmente o ignoram. Isso é a mesma coisa que os líderes Cristãos fazem nos diálogos com a Família de Abraão. Eles se encontram com os Muçulmanos que aderem a uma doutrina que inclui matar os Cristãos. Mas, os líderes não trarão a perseguição até eles. A resposta da liderança Cristã ao assassinato de seus irmãos e irmãs é o silêncio. Eles passam pelo outro lado da estrada. Quem cala consente.

Mas os Cristãos não são os únicos que negam. Normalmente, os Judeus são rápidos em avançar na área da caridade e apoio às vítimas, mas não é bem assim com os Cristãos perseguidos. Parte dessa negação pode ser devido a uma aversão ao Cristianismo, mas os Judeus não são mais rápidos em ajudar a si próprios.

Se você visitar o site thereligionofpeace.com irá encontrar um banco de dados incrível sobre os ataques jihadistas desde 9/11. O número atual de ataques está acima de 22.000. É muito instrutivo analisar os dados e ver quais são as quatro principais nações atacadas pela jihad. Quando você coloca os dados numa base per capita, você obtém os seguintes países: Israel, Tailândia, Filipinas e Índia. Ou pela religião: Judeus, Budistas, Cristãos e Hindus. Então os Judeus são as vítimas da violência Islâmica, mas os Judeus da América adoram frequentar os eventos da Família Abraão e serem tão silenciosos quanto os Cristãos.

Mas, e quanto ao grupo vitimado, mas sensível — o negro Americano? Vítim-ologia é o dogma de uma miríade de grupos de “direitos civis” negros com seus altos sacerdotes racistas oportunistas como Al Sharpton. Os Cristãos mais perseguidos estão na África. Mas os charlatões dos direitos civis da América adoram conviver ao lado de Muçulmanos como irmãos. E todos os mortos Africanos? Não é um problema para os Afro-Americanos.

É surpreendente como muitos Budistas estão sendo assassinados pela jihad, mas é uma surpresa que Budistas nunca falam sobre isso? E a não ser por alguns ativistas Hindus, nem uma palavra se ouviu da comunidade Hindu sobre a morte deles pela jihad.

Os mortos nas Filipinas são Católicos e o que o Papa Francis diz sobre o Islã? Ele diz,

Confrontado com episódios desconcertantes do violento fundamentalismo, o nosso respeito para com os verdadeiros seguidores do Islã deve nos levar a evitar generalizações odiosas, pois o autêntico Islã e a leitura adequada do Alcorão se opõem a todas as formas de violência.

Ah, entendo. Mais de 1400 anos de mortes de Cristãs pelas mãos dos jihadistas significa que eles não eram os verdadeiros Muçulmanos e que os mais de 22.000 ataques jihadistas desde 11/09 não são autênticos. A aniquilação do Cristianismo na Turquia, Oriente Médio e África não é o resultado de “leitura correta do Alcorão”. O Papa é o candidato perfeito ao pensamento mágico e a compaixão idiota. E observe esse pequeno refrão do discurso de ódio: “evitar generalizações odiosas”. Papa Francis, você quer dizer generalizações, tais como conclusões que resultam da leitura do Alcorão, da Sunna, da Sharia e de 1400 anos de história de assassinato de todos os tipos de Kafirs (não-Muçulmanos)?

Mas, à sua maneira, o Papa Francis é o líder de todos os Cristãos. Acontece que ele tem um vestuário mais elaborado enquanto pratica a negação.

Assim, verifica-se que os Cristãos não são o grupo mais desprezado de pessoas no mundo. É apenas o maior subgrupo. O grupo mais desprezado no mundo é a vítima do Islã. Seja uma congregação Cristã morta, um apóstata assassinado, uma mulher Muçulmana triste com a FGM (mutilação genital feminina), ou qualquer outra vítima da jihad, ninguém vai falar abertamente pela vítima e contra o autor do crime. Todos os líderes compartilham a vergonha de serem covardes e ignorantes praticando a compaixão idiota.

Como isso vai parar? Bem, ser gentil não vai ajudar, porque se gentileza funcionasse, o problema estaria resolvido. A chave para a nossa resposta é que nós temos superioridade moral. Temos de nos opor ao opressor, o Islamismo, e ficar com os oprimidos — Cristãos, Judeus, Hindus, Budistas e todos os outros oprimidos pela jihad. Os nossos adversários, os que negam, apoiam o opressor, o Islamismo, e ignoram e suprimem o destino das vítimas. Os que negam são nefastos, ponto.

Se você é um Cristão, obtenha alguns aliados, e crie um programa sobre a igreja perseguida. O programa poderia trazer alguns Cristãos perseguidos, como os Coptas, para falar com as classes da Escola Dominical ou fazer um estudo de longo prazo sobre o holocausto Armênio na Turquia no século 20. Quando você assumir a liderança, não peça permissão ou faça um pedido. Faça exigências e se essas exigências não forem cumpridas, então alguma forma de protesto dentro de sua igreja deve ser criada.

Levante-se durante os serviços e proteste, distribua panfletos, faça o que for preciso até que a “liderança” se comprometa a não passar pelo outro lado da estrada e negligenciar os Cristãos mortos. Ressaltar a posição moral deles é errado e hostil. Não seja tímido. Peça-lhes para usarem as escrituras para justificar moralmente a negação e a ignorância deles. Seja respeitoso, mas firme e não pare até o bem prevalecer.

Essa é uma batalha moral e se você não é um Cristão, deve fazer o mesmo em outros locais. Um espaço possível é a mídia local. Faça exigências para que reconheçam as vítimas da jihad e, se elas não forem cumpridas, faça um protesto. Protesto público é uma ferramenta poderosa para mudança. Temos que reconhecer a maior tragédia de direitos humanos do mundo. Ser gentil é o caminho para a aniquilação civilizacional.

Bill Warner, Diretor do Centro para o Estudo do Islã Político.
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Tradução: Sebastian Cazeiro

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