O Hijab e a Sharia

Photo Cover from: Video: The Political Side of Hijabs

Fonte/Source: Jamie Glazov Moment: What a Woman in Hijab is Really Saying to You  / Today is World Hijab Day! by Robert Spencer – JIhad Watch

O Hijab e a Sharia

Por Tião Cazeiro

4 de Novembro de 2015

O Islã não é uma raça e sim uma ideologia
 e, portanto acusar alguém de racismo 
por criticar o Islã não reflete a realidade.

Jamie Glazov , um membro da David Horowitz Foundation, editor do Frontpagemag.com e apresentador do  — Web, TV, Show  — The Glazov Gang comentou recentemente em vídeo o seguinte:

  • Mulheres feministas, de esquerda, se apaixonam pelo hijab (véu Islâmico) por causa da possibilidade de não serem mais julgadas pela forma ou beleza e nem por esse mundo materialista etc.
  • Esse tipo de comportamento nada tem a ver com o que o hijab significa na realidade. Isso mostra a ligação da esquerda com o universo Islâmico e a forma de como atacam a liberdade e a individualidade da nossa sociedade.
  • A esquerda sempre se alia a culturas tirânicas. Vi amigos meus curtindo esse posicionamento na internet, o que mostra como a lavagem cerebral funciona. Fatalmente me chamarão de racista, fanático, Islamofóbico etc. e esse é o formato que a esquerda/Islamismo utiliza para controlar a sociedade hoje em dia.
  • O hijab não significa pudor ou recato, não é fashion, é compromisso com a Sharia, a lei Islâmica. O brilhante acadêmico Bill Warner explica isso no vídeo The Political Side of Hijabs.
  • O hijab é puro compromisso com a Sharia e o que a Sharia diz? O Kafir (não-Muçulmano) não é igual e deve ser odiado. Alá ou Allah amaldiçoa o não-Muçulmano. Então, quando você ver um hijab — se quiser viver no mundo dos sonhos e negar o que será dito adiante, pode fechar esta página, nos chamar de racistas, Islamofóbicos, etc., mas isto é a pura verdade — quando se deparar com alguém usando o hijab, saiba que você está sendo visto como um Kafir (não-Muçulmano) inferior. As pessoas vestindo o hijab não devem fazer amizade com você, pois não podem fazer amizade com infiéis de acordo com a Sharia.
  • Da mesma forma como a Ku Klux Klan fazia com os negros, o hijab procede da mesma maneira de acordo com Bill Warner em The Political Side of Hijabs.
  • Podemos concluir que o destino da mulher Muçulmana, obrigada a vestir o hijab, é ser — e precisamos ser honestos sobre isso — refém, cativa e prisioneira desse sistema ideológico tirânico.
  • Nada a ver com pudor ou recato. A mulher no Islã tem que usar o véu ou hijab e isso têm a ver com MEDO e APRISIONAMENTO.
Alcorão 33:59
"Ó Profeta, dize a tuas esposas, tuas filhas 
e às mulheres dos fiéis que 
(quando saírem) se cubram com as suas mantas; 
isso é mais conveniente, para que 
distingam das demais e não sejam molestadas; 
sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo."
  • De acordo com essa ideologia, o Islã, se você não estiver usando o hijab — que é prescrito pela Sharia e seus membros seguidores, autoridade Islâmica etc. — a mulher deve ser estuprada. Basta ver o número assustador de estupros na Suécia e em muitas outras localidades onde a Sharia está infiltrada. Portanto, leia novamente com atenção o verso do Alcorão mencionado acima. (ênfase adicionada).

Isto é visto em vídeo: uma mulher Ocidental versada na língua Árabe ouviu “refugiados” Muçulmanos na Europa dizendo que precisavam estuprar uma mulher Kafir (não-Muçulmano) por que não estava usando hijab. Isso não é fantasia, é mandatório, prescrito e não há liberdade de escolha. É um padrão visto em guerras ao longo de 1.400 anos.

  • Jamie continua mencionando uma ex-Muçulmana que perguntou se todas as mulheres — de um país Muçulmano onde a lei Islâmica ainda não tinha sido totalmente incorporada  — estavam usando hijab e a resposta foi: quase todas, menos as putas e as vadias.
  • Jamie termina contando sobre mulheres Muçulmanas que não estavam usando o hijab e se voltaram contra ele e outros dizendo que estavam errados, que estavam difamando o Islã, que elas podiam usar o hijab ou não, que tinham liberdade sobre o uso etc. Assim que Jamie tirou uma foto delas, tudo mudou. Começaram a chorar e a implorar para que apagassem as fotos porque seus parentes na (Arábia Saudita, Irã etc.) iriam puni-las vigorosamente por não estarem usando o hijab. E isso tem acontecido com frequência.
A seguir, excertos de um artigo do Robert Spencer para conferir o que acontece com as Muçulmanas que se atrevem a não usar o hijab, citado inclusive por Jamie Glazov no vídeo comentado acima. 

Fonte/Source: Today is World Hijab Day!

O Dia Mundial do Hijab!

Por ROBERT SPENCER

1 de Fevereiro de 2014  

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Isso não é maravilhoso? Cobrir o rosto é um assunto que envolve questões de identificação e aplicação da lei, mas quem poderia opor-se a mulheres que cobrem o cabelo se elas querem fazê-lo? Nada menos que uma autoridade como o Barack Obama tem afirmado o seguinte:

Além disso, a liberdade na América é indissociável a liberdade de praticar a própria religião. É por isso que há uma mesquita em cada estado da nossa união, e mais de 1.200 mesquitas dentro de nossas fronteiras. É por isso que o governo dos Estados Unidos tem ido ao tribunal para proteger o direito das mulheres e das meninas de usarem o hijab e para punir aqueles que o querem rechaçar”  Barack Obama, Cairo, 04 de junho de 2009.

É tudo sobre a liberdade, certo? Então, estou ansioso para ver a Nazma Khan organizando o Dia Mundial do Cabelo Descoberto, em honra de Aqsa Parvez, cujo pai Muçulmano a sufocou até a morte com seu hijab depois que ela recusou a usá-lo; e de Amina Muse Ali, uma mulher Cristã da Somália, que os Muçulmanos assassinaram, por que ela não estava vestindo um hijab; e das 40 mulheres que foram assassinadas no Iraque em 2007 por não usarem o hijab; e de Alya Al-Safar, cujo primo Muçulmano ameaçou matá-la e prejudicar toda a sua família porque ela parou de usar o hijab na Grã-Bretanha; e de Amira Osman Hamid, que enfrentou chicotadas no Sudão por se recusar a usar o hijab; e da menina Egípcia, também chamada de Amira, que cometeu suicídio depois de ser sido brutalizada pela sua família por se recusar a usar o hijab; e das professoras Muçulmanas e não-Muçulmanas do Colégio Islâmico do Sul da Austrália que foram informadas de que tinham que usar o hijab ou seriam demitidas; e das mulheres na Chechênia a quem a polícia atirou com paintballs por que não estavam vestindo o hijab; e também das mulheres na Chechênia que foram ameaçadas por homens com rifles automáticos por não estarem vestindo o hijab; e das professoras do Ensino Fundamental na Tunísia que foram ameaçadas de morte por não usarem o hijab; e das estudantes Sírias que foram proibidas de ir à escola, a menos que usasse o hijab; e das mulheres em Gaza que o Hamas forçou a usar o hijab; e das mulheres no Irã que protestaram contra o regime ao ousaram tirar o legalmente exigido hijab; e das mulheres em Londres que os assassinos Muçulmanos ameaçavam matar se não usassem o hijab; e da jovem Muçulmana anônima que tirava o seu hijab fora de sua casa e começou a viver uma vida dupla com medo de seus pais, e todas as outras mulheres e meninas que foram mortas ou ameaçadas, ou que vivem com medo por se atreverem a não usar o hijab.

Quando é o dia delas? Quando é que vamos levantar a voz em solidariedade? Aqueles que insultarem ou brutalizarem mulheres vestindo hijab são arruaceiros e nefastos, e devem ser processados se cometerem quaisquer atos de violência.

Ao mesmo tempo, as mulheres que não usam o hijab em países Muçulmanos são muito mais propensas a serem vítimas de violência do que as “Hijabis” do Ocidente. Quem levantará a voz por elas?

Note que hijab não significa apenas 
um lenço na cabeça. 
Hijab = Cobertura de todo o corpo, 
incluindo a cabeça, peito, braços, pernas. 
O traje deve ser folgado.

E por último:

A permissão concedida para o uso do hijab em documentos oficiais Brasileiros significa objetivamente que a Sharia já se colocou acima da Constituição Brasileira. E não irão parar por aqui, outras “necessidades especiais” estão a caminho até a total substituição da Constituição Brasileira pela Sharia.

A nação Brasileira precisa enfrentar essa questão urgentemente ou afundaremos numa tragédia sem precedentes. Essa “exceção”, precisa ser revogada urgentemente

O Islã está antagonizando o mundo todo. Já estamos em plena guerra mundial religiosa e se não forem confrontados prevalecerão. 

Leia A Imigração Muçulmana no Mundo 
http://buff.ly/1SpUdOb

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