O Islã e a Grande Mídia – IV

Foto Capa: Pintura de Frederick Goodall

O Islã e a Grande Mídia – IV

Por Tião Cazeiro

22 de Novembro de 2015

O colunista do jornal O GLOBO, Merval Pereira, no dia 15 de Novembro de 2015, publicou um artigo intitulado “Guerra pelas mentes ” onde menciona o sociólogo Francês Gilles Kepel, considerado pelo colunista como uma das maiores autoridades internacionais sobre terrorismo Islâmico.

Um tempo atrás, li um artigo intitulado “Fitzgerald: Yesterday’s Men” , o qual recomendo, e que me veio a memória quando li o artigo do Merval Pereira.

Relendo o artigo no site da Jihad Watch, encontrei algo muito interessante. Eis aqui o link: Gilles “Always Wrong” Kepel

São nove artigos escritos entre 2004-2008 criticando a incapacidade de Gilles “Always Wrong” Kepel e de Oliver “Wrong Again” Roy de interpretar os fatos sobre o universo Islâmico. Inclusive culpando ambos por terem apoiado a entrada de imigrantes Muçulmanos na Europa naquela época. Entretanto,  Gilles Kepel e Oliver Roy diziam para ninguém se preocupar, que tudo estava bem, nada de especial etc. Ambos considerados como “uma das maiores autoridades em terrorismo Islâmico” não tinham a menor ideia do que estava acontecendo, de acordo com Hugh Fiztgerld (Jihad Watch Board Vice Presidente) entre outros.

Pelo que li no texto escrito pelo Merval, e não estou criticando o colunista e sim comentando a visão de  Gilles Kepel, o  “Always Wrong”, a meu ver nada mudou. A escolha do Merval me pareceu infeliz, mas isso é normal. Terrorismo Islâmico é realmente confuso.

Muitos “especialistas em terrorismo Islâmico” não expressam o que realmente precisa ser dito, como vocês verão a seguir. Acima de tudo, respeito muito o colunista Merval Pereira.

Eis aqui alguns excertos e comentários que fiz sobre o artigo:

Os ataques coordenados em Paris, assumidos pelo Estado Islâmico (ISIS), como reação à participação militar da França no combate ao terrorismo na Síria, são vistos por especialistas como uma etapa a mais da ação horizontalizada de células autônomas”.

Nota:”imaginadas pelo ideólogo sírio Abu Mussab Al-Souri, um veterano da Al-Qaeda“, de acordo com o artigo do Merval.

Não foi uma reação à participação militar da França, isso é conversa, é o Islã invadindo a Europa, é a Jihad Global. A expressão “Células autônomas” tem nome e se chama Muçulmano. A expressão foi criada por um Muçulmano, isso explica tudo. Quando você menciona “células autônomas” você inclui de cara, nesse universo, os não-Muçulmanos. Não é mesmo? Não existe não-Muçulmanos terroristas. Se o Kafir participar de algum ato terrorista, será automaticamente convertido ao Islã ou morre. Não é lógico?

Através do Facebook, YouTube e Twitter eles cooptam jovens para matar em suas próprias cidades, ou recrutam “soldados” para enviar à Síria/Iraque“.

Isso foi dito em algum momento no artigo.  De novo, automaticamente você imagina que não-Muçulmanos (Kafirs) podem estar envolvidos. Não é ? …”eles cooptam jovens”? Por que não dizer jovens Muçulmanos, que estão in love com o ISIS? Recrutam “soldados”, ou soldados de Allah? Algo em torno de 30.000 Muçulmanos se juntaram ao ISIS. Por quê? Porque são Muçulmanos, leram o Alcorão e enxergam no ISIS o verdadeiro Islã.

E por que a violência prescrita no Alcorão não é mencionada? Se você não conhece e nem sabe o nome do inimigo, como vai lutar contra ele? Como vai saber dos seus hábitos, do tipo de informação que trocam nas mesquitas por exemplo e que supera a internet em termos de organização? Ah, você está ofendendo os Muçulmanos ! O Islã nada tem a ver com o ISIS ! 

Um Muçulmano radical baseado em Londres, conhecido como Tamimi disse o seguinte: "Somos Muçulmanos na Europa, e não Muçulmanos Europeus". Portanto, pense bem quando ouvir algo tipo: Muçulmano Americano; Muçulmano Canadense ou Brasileiro. É a Global Jihad. Muçulmanos são proibidos de fazerem amizade com o Kafir. Se o fizer, é por conveniência do momento.

Está tudo escrito no Alcorão. São obrigados a combater o Kafir (não-Muçulmano ou infiel). Nada além. E é por isso que Kepel é criticado. Pode observar a imaginação de alguém da Al-Qaeda, mas não fala o que precisa ser dito. O ISIS é o Islã, em outra vibração,  digamos assim.

Ação horizontalizada” é coisa de gente que não tem o que fazer. Por que não falam que as mesquitas são fábricas de terroristas. Pergunta ao Presidente do Egito Al-Sisi porque o seu governo mandou fechar 27.000 mesquitas.

Uma das maiores autoridades internacionais sobre terrorismo Islâmico, o francês Gilles Kepel estuda esse novo terrorismo usado pelo Estado Islâmico e divide sua atuação em dois níveis: no mundo virtual, com as mídias sociais; e no real, na guerra na Síria.”

Um novo terrorismo usado pelo Estado Islâmico? O terrorismo existe há 1.400 anos. Muhammad disse que tudo que conseguiu foi através do terror e isso está escrito nos textos sagrados do Islã. O que a internet mudou realmente? Quase tudo se resolve nas mesquitas. Isso é dito mundo afora.

Gilles “Always Wrong” Kepel não menciona que o Islã está invadindo a Europa como no passado. Gilles não menciona o nome do inimigo. A dificuldade de apontar o Islã diretamente só pode ser explicada pelo “Medo Irracional”. De resto, é pura Jihad Global. ou seja, 270 milhões de pessoas foram mortas ao longo de 1.400 anos, pelo Islã.

É por essas e outras que a turma cai de pau no Gilles “Always Wrong” Kepel.

O francês Gilles Kepel diz que a Europa é fundamental na estratégia do Estado Islâmico de ganhar as mentes das sociedades árabes e europeias, a fim de estabelecer conflitos sociais que levem a uma guerra civil”.

O medo faz com que as pessoas não expressem o que realmente precisa ser dito, por medo de retaliação. Com ou sem medo, o mundo todo está na mira do Islã. E os Estados Unidos? E o Canadá, Austrália..? O nosso querido Brasil  é a bola da vez de acordo com a turma da Turquia. Leia: América Latina na mira da inconsciência islâmica global.

Voltando ao texto… Ganhar as mentes? De quem? Dos Muçulmanos? Dos Europeus? Como assim? Guerra civil? O que existe é o Islã invadindo a Europa com força total. E todos os Muçulmanos irão se unir no momento certo. É a continuação da missão Islâmica universal de converter a todos pela paz ou pela força. De massacrar o Cristão. Vão chegar ao Vaticano se não forem confrontados.

Kepel diz que o Islã na França é amplo, e é preciso vencer a guerra de domínio de corações e mentes de descendentes para neutralizar essa estrutura horizontalizada do Estado Islâmico, que dá a recrutados capacidade de ação até individual e alimenta sonhos de poder”.

Veja com seus próprios olhos o que o Gilles “Wrong Again” Kepel diz. Que confusão, — “vencer a guerra de domínio de corações e mentes de descendentes ” — O Islã é constituído de Muçulmanos e não de Marcianos. Você não vai convencer um Muçulmano ao contrário se não discutir a causa do problema, se não houver troca de informação honesta sobre o que está escrito no Alcorão que bate de frente com o Cristianismo. Esse é o ponto. Isso o Robert Spencer está fazendo, porque conhece a matéria em questão.

O Alcorão é o problema. Toda essa loucura é ensinada nas mesquitas ao redor do mundo. Por isso o Islã se expande ao redor do mundo da mesma forma como fez Muhammad saindo de Meca para Medina, a primeira migração do Islã, a qual imitam. Se não for assim estarão contradizendo Muhammad e contrariando Allah, o que gera uma dura punição. E ainda tem a lei da Apostasia. Se abandonar o barco morre.

Portanto, não é uma “guerra de domínio”,  é invasão mesmo, é a Jihad Global  e os Muçulmanos se sentem obrigados a ir a guerra, a combater, e quem sabe conhecer o Paraíso, as Huris (Virgens).

Os Muçulmanos estão atendendo ao chamado do ISIS porque entendem que os mesmos não são space cowboys, muito menos space cadets, mas a verdadeira imagem de Muhammad (Maomé), o homem perfeito, de acordo com os próprios Muçulmanos. O Estado Islâmico (ISIS) age de acordo com o Alcorão. Sem mais, nem menos. Aprenderam a decapitar com Muhammad. São feras nisso.

Os Imams, líderes religiosos do Islã, tentam distanciar o Islã do ISIS com mensagens ao Ocidente. Mas é pura estratégia. Leia: Grande Iman de Al Azhar: Dissocia o Islã dos “ataques extremistas”

Enfim, o hijab (véu) em documentos oficiais Brasileiros precisa ser proibido definitivamente. Urgentemente. Ceder a isso é se render a Sharia e incentivar o estupro. Leia: O Hijab e a Sharia

O Islã terá que ser confrontado ou prevalecerá. Frase cunhada por Robert Spencer.


 

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