O Islã é muito mais um Sistema Político que uma Religião

O Islã é muito mais um Sistema Político que uma Religião.

Por Tião Cazeiro

22 de Novembro de 2015

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Batalha das Cruzadas

No dia 13 de Novembro, por pura coincidência, abri uma página no Facebook para este blog. Veja: Muhammad e os Sufis  –  Exatamente no dia em que a jihad explodiu em Paris.

Mais tarde, por volta das  23 h, percebi uma movimentação anormal no blog. Depois da meia-noite, em poucas horas o blog recebeu 14.932 visitantes.

Para um blog pequeno, foi algo surpreendente. O motivo? Um artigo escrito por Robert Spencer, traduzido por mim, intitulado “Estado Islâmico (ISIS) Promete Encher as Ruas de Paris com Cadáveres”.

O ponto mais importante é que esse artigo foi escrito e publicado neste blog no dia 22 de Julho de 2015. O Estado Islâmico (ISIS) prometeu e cumpriu. Por outro lado, deixou claro que Robert Spencer (Jihad Watch) conhece profundamente o Islã e as suas reações contra o não-Muçulmano, ou seja, o Kafir (infiel).

A jihad em Paris praticamente obrigou a todos os jornalistas a falarem alguma coisa sobre a jihad. De repente todos se transformaram em connaisseur de l’Islam.  Toda a grande mídia dando palpite, fazendo previsões. Mas não se atrevem a mencionar o nome do inimigo, o que confunde cada vez mais a opinião pública. Sim, claro, o Islã não tem nada a ver com isso.

Entretanto, ninguém menciona a vulnerabilidade em que o Brasil se encontra com relação ao Islã. Eis algumas questões importantes que precisam ser cobradas:

O que realmente sabemos sobre o Islã no Brasil? Muito se escreve a respeito, falando bem do Islã. Vários livros conduzem o leitor a uma visão de que o Islã é uma religião de paz e amor.

Que tipo de informação de qualidade o país possui sobre o crescimento do Islã no Brasil? O que está acontecendo por trás das aparências? Em que grau o país já está comprometido? Por que permitiram o uso do hijab (véu) em documentos oficiais do Brasil? Quem e por que querem o ensino Islâmico nas escolas Brasileiras? E sobre os Sufis no Brasil, o que sabem a respeito?

Então, vamos começar da seguinte forma. Eis aqui o que a grande mídia não noticia e que não é ensinado nas escolas Brasileiras.

Conheça o grau de destruição gerado pelo Islã, ou seja, pelos ensinamentos extremamente violentos de Muhammad (Maomé) contra o não-Muçulmano, o Kafir, ao longo de 1.400 anos.

Vamos aos fatos.

Dados fornecidos pelo Dr. Bill Warner, PhD – Political Islam

Dr. Bill Warner é PhD em Física e Matemática. Escreveu vários e importantíssimos livros sobre o Islã. Veja: Bill Warner | Books

De acordo com Dr. Bill Warner, métodos estatísticos aplicados aos textos Islâmicos mostraram que:

  • O Islã é muito mais um sistema político que uma religião.
  • Não há bem absoluto no Islã para o Kafir (não-Muçulmano).
  • O sistema ético do Islã é dualista e não se baseia na Regra de Ouro.
  • A doutrina Islâmica não pode ser conciliada com os nossos conceitos de direitos humanos e nossa Constituição.
  • A grande maioria, 96%, de toda a doutrina Islâmica sobre as mulheres a subjuga.
  • A Sunna (o que fez e disse Mohammed) é mais importante do que o Alcorão na vida diária de um Muçulmano.

Dr. Bill Warner revela mais:

O Islã levou à morte 
270 milhões de pessoas ao longo de 1.400 anos. 
65 milhões de Cristãos
10 milhões de Budistas
80 milhões de Hindus
120 milhões de Africanos

O Islã provocou 548 batalhas contra a civilização Clássica. As Cruzadas: 16 batalhas. Os dados acima não refletem todas as batalhas, pois não inclui África, Índia, Afeganistão e tudo mais.

Assista a esse vídeo legendado em Português e você ficará surpreso com os fatos:

Desde o ataque as torres do World Trade Center em Nova York em 11 de Setembro de 2001, nada menos que 27.308 ataques jihadistas envolvendo mortes (dados atualizados diariamente) foram registrados ao redor do mundo. Causado por quem? Pelo Islã.

Dizer que o terrorismo Islâmico 
nada tem a ver com o Islã é ignorar os fatos. 
É não querer enxergar a realidade. 
É suicídio.

 

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