O Islã e a “Grande Mídia” – I

Foto Capa: Pintura de Frederick Goodall

O Islã e a “Grande Mídia” – I

Por Tião Cazeiro

23 de Novembro de 2015

O que a “Grande Mídia” pensa a respeito do Islã? Não entender o que está por trás da Jihad Global é razoável, mas alguns estão realmente desinformando a sociedade.

E mais, — a grande dúvida atual — o Estado Islâmico (ISIS) representa o Islã ou não?

Vou apresentar alguns exemplos ao longo de alguns artigos.

A colunista Adriana Carranca, no dia 7 de Novembro de 2015, escreveu um artigo intitulado “Feminismo de guerra” no jornal O GLOBO.

Diz a colunista em sua passagem pelos Emirados Árabes Unidos, Eis alguns excertos:

“Onde se cobrir era uma opção, perguntei repetidas vezes a mulheres por que o faziam: “Porque me sinto protegida”, é a resposta mais comum. Mas do que tentam se proteger? Do assédio dos homens. O sujeito opressor, portanto, não é o véu, mas o homem que se acha no direito de assediá-las (lá ou aqui) se exibirem o corpo. Aqui ou lá, no Islã ou no cristianismo, as mulheres são responsáveis por instigar o pecado do homem, o que confere a eles uma espécie de licença divina para o crime sexual, caso se sintam atraídos por elas. É disso que as mulheres se cobrem com hijab ou roupa discreta em São Paulo ou Rio”.

Em pleno século XXI, o estupro é uma arma de guerra usada para humilhar os inimigos porque suas companheiras, mães, irmãs são vistas como objetos deles. Para atingir os opositores, grupos armados as violentam.

“Preconceito se perpetua porque decisões são tomadas por homens.”

A colunista menciona “Onde se cobrir era uma opção” como se essa liberdade realmente existisseO artigo deforma a realidade, desconhece a Sharia e a brutalidade por trás do hijab quando gangues de estupradores Muçulmanos atacam ao redor do mundo aliviando apenas as que usam o hijab por identidade ideológica. Generaliza o homem e suas decisões.

Envolver o Cristianismo nessa confusão é uma lástima, quando 65 milhões de Cristãos sem contabilizar o genocídio atual no Oriente Médio,  morreram nas mãos do Islã.

A colunista precisa ler o seguinte artigo: “O Hijab e a Sharia“.

Alcorão 33:59 “Ó Profeta, dize a tuas esposas, tuas filhas e às mulheres dos fiéis que (quando saírem) se cubram com as suas mantas; isso é mais conveniente, para que distingam das demais e não sejam molestadas; sabei que Alá é Indulgente, Misericordiosíssimo.”

Em outro artigo, no dia 15 de Novembro de 2015, o jornal O GLOBO através do caderno OPINIÃO, intitulado “O inimigo é o fanatismo” deixou claro mais uma vez, a intenção de desassociar a imagem do Islã da Jihad Global que estamos assistindo.

Diz o Editorial:

“O inimigo é o fanatismo, como está claro desde a tragédia americana no 11 de setembro de 2001. Aparentemente, o objetivo nefasto dos terroristas é, aos poucos, conduzir o mundo a uma Terceira Guerra Mundial, como vem advertindo o Papa Francisco, a partir do acirramento da animosidade entre religiões e culturas”.

“Hoje, múltiplas facções disputam, em sucessivos banhos de sangue, a liderança na condução da bandeira da luta comum, por um novo Califado muçulmano sob a interpretação mais rígida e obscura da Sharia, a lei Islâmica. Compõe absoluta minoria extremista do Islã.”

Fico perplexo com o esforço que o jornal faz para distanciar o Islã de tudo isso, principalmente através do seu correspondente da Arabia Saudita, Rasheed Abou-Alsamh, quando o próprio Presidente Egípcio Abdel Fattah al-Sisi, um Muçulmano fervoroso, afirmou em discurso proferido na Universidade de Al Azhar, a mais conceituada universidade Islâmica do mundo e diante de uma das, senão a mais importante liderança do Islã no mundo, o seguinte:

“Esse pensamento (que é responsável por produzir “ansiedade, perigo, massacre e destruição” ao redor do mundo) — Eu não estou dizendo “religião”, mas “pensamento” — que corpus de textos e ideias que temos sacralizado ao longo dos séculos, a tal ponto que se afastar deles tornou-se quase impossível, está antagonizando o mundo inteiro. Isso está antagonizando o mundo inteiro!”.

Leia: Al-Sisi: O “Pensamento” Islâmico está “Antagonizando o Mundo Todo”.

Al-Sisi não disse tudo, e foi o líder que mais perto chegou da verdade sobre o Islã. Do seu jeito deixou uma mensagem importante para o mundo.

Algo em torno de 30.000 Muçulmanos se juntaram ao Estado Islâmico (ISIS) porque leram o Alcorão e viram no ISIS a imagem correta daquilo que leram, como a decapitação (praticada pelo próprio Muhammad/Maomé), jizya (imposto, escravidão sexual, mutilação genital feminina etc.

O Alcorão prega a destruição total dos Cristãos por causa de uma forte contenda religiosa, o que deveria ser divulgado e discutido em público pela “Grande Mídia”. É isso que impulsiona o ISIS e o Islã como um todo e os leva à destruição total do Cristianismo e demais infiéis ou Kafirs. Está tudo escrito no Alcorão. Desinformar é crime. O líder do ISIS é PhD em Estudos Islâmicos.

E é isso que está sendo ensinado nas mesquitas. Essa contenda religiosa levará ao genocídio de Cristãos no Brasil, quando a Lei dos Números se mostrar favorável ao Islã.  Desassociar o Islã do Estado Islâmico (ISIS) é expor o país a tragédia. Leia: A Imigração Muçulmana no Mundo

“…sob a interpretação mais rígida e obscura da Sharia, a lei Islâmica. Compõe absoluta minoria extremista do Islã”

Isso é desinformação. A Sharia é uma só, não há uma Sharia mais rígida e obscura. Dizer que o extremismo compõe absoluta minoria é totalmente falso.  Só na Índia, Muçulmanos e Sufis massacraram 80 milhões de Hindus. Cerca de 270 milhões de pessoas morreu nas mãos do Islã ao longo de 1.400 anos. Sem contar com o genocídio de Cristãos Coptas no Oriente Médio nos dias de hoje.

Leia:  Al-Sisi: O “Pensamento” Islâmico está “Antagonizando o Mundo Todo”.


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