O Islã e a “Grande Mídia” – VIII

Foto/Capa: O berço de ‘guerreiros santos’ na Alemanha

O Islã e a “Grande Mídia” – VIII

Por Tião Cazeiro

O artigo intitulado “O berço de ‘guerreiros santos’ na Alemanha”, escrito pela correspondente Graça Magalhães-Ruether e publicado no dia 29 de Novembro no jornal O GLOBO, não expressa aquilo que realmente a sociedade precisa saber.

Ou por ignorância ou por desinformação em prol de uma agenda Islâmica no Brasil.

Cuspert o berço 2
Rapper Denis Cuspert (Deso Dogg)

Observe bem a foto acima. O que você realmente vê?  

 Eu vejo um ex-rapper chamado Denis Cuspert, conhecido como Deso Dogg, morto em Outubro deste ano na Síria, por conta de um ataque aéreo dos Estados Unidos.

Convertido ao Islã, assim como Muhammad Ali (Cassius Clay), não tinha a menor ideia de que foi o Islã, e não algum extraterrestre, que massacrou 120 milhões de pessoas, seus brothers, na África.

Além disso, perceba que o ex-rapper está com o dedo indicador em riste, um dos símbolos do Estado Islâmico (ISIS). E mais, Cuspert está lento os textos sagrados do Islã. Sim, ele está lendo Quranic Tafsiir, ou Exegese Corânica (Tafsir/Interpretação do Alcorão). Se ampliar bem a imagem verá o nome na capa do livro. Aliás, um livro bem grosso.

A foto foi muito bem pensada. Com uma mensagem subliminar, ou seja: Leia o Alcorão e junte-se ao Estado Islâmico (ISIS).

Eis alguns excertos do artigo “O berço de ‘guerreiros santos’ na Alemanha: 

Sentimento de exclusão social por parte da juventude muçulmana é explorado por Imãs extremistas

Veja bem, a frase culpa as sociedades da (Europa, Estados Unidos, etc.) por excluir a juventude Muçulmana, o que não é verdade. Acusa e culpa os Imãs extremistas, desassociando os mesmos, da imagem de um “Islã moderado” que jamais faria isso. Não menciona a causa, a razão por trás de tudo isso, aquilo que dá a liga, ou seja, os ensinamentos violentos de Muhammad/Maomé no Alcorão.

Milhares de jovens deixam a vida confortável na Europa para aderir ao Estado Islâmico, onde fazem treinamento de guerra, para depois morrer em um atentado suicida, como os ataques de Paris no último dia 13.”

Veja, “milhares de jovens” pode significar que não-Muçulmanos também estão envolvidos, o que não é verdade. Veja o caso do rapper, ele se converteu.  Só assim você seria aceito pelo ISIS. A conversão não é algo fácil, vai depender muito do sujeito. Portanto, a maioria esmagadora é Muçulmana. E se deixou a “vida confortável na Europa” é porque não foram rejeitados pela sociedade.

Quatro dos cem templos muçulmanos de Berlim estão sendo investigados pelas autoridades. Entre eles está a Al-Nur, onde as pregações do ódio radicalizaram Denis Cuspert, berlinense que deixou uma carreira bem sucedida de rapper para aderir ao EI.

A mesquita de Al-Nur está sendo investigada porque radicalizou Denis Cuspert, um bem sucedido rapper (?). O artigo menciona também que em Hamburgo, fecharam a mesquita al-Quds (Taiba), onde nos anos 90 o egípcio Mohammed Atta se radicalizou para, em 2001, praticar o atentado contra o World Trade Center. Dezenas de outras mesquitas estão na lista.

Considere: Mesquitas foram fechadas por conta de nomes famosos. Dezenas de outras Mesquitas estão na lista. A ideia de que algumas Mesquitas radicalizam e outras não, mantém acesa a esperança no Islã moderado, aquele que jamais “radicalizará” alguém. Tudo isso mostra que algo está profundamente errado.

  • A ideia de que a sociedade marginaliza as comunidades Muçulmanas é totalmente falsa. Basta ver que a mesma sociedade que agora está sendo acusada, permitiu a construção de cem templos só em Berlim. Quantas Igrejas existem na Arábia Saudita, terra de Muhammad?
  • A ideia de que imãs radicalizam é ridícula. A verdadeira natureza do Islã, ou seja, os ensinamentos violentos prescritos no Alcorão é em si absolutamente radical. É violência pura contra o Kafir, o não-Muçulmano porque o Alcorão questiona a veracidade do Cristianismo, etc.
Alcorão 09:30  
E dizem os Judeus: Uzair é o filho de Deus; 
e dizem os Cristãos: O Messias é filho de Deus; 
Essas são as palavras de suas bocas; 
Eles imitam o ditado daqueles que descreram antes; 
que Alá os destrua; 
como eles são falsos!

Nota: De acordo com Robert Spencer, os Judeus nunca disseram que Uzair é o filho de Deus. Fonte: Video: Robert Spencer on the theological aspects of Islam that lead to jihad

      Alcorão:3:151         
Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, 
por terem atribuído parceiros a Alá, 
sem que Ele lhes tivesse conferido 
autoridade alguma para isso. 
Sua morada será o fogo infernal. 
Quão funesta é a morada dos iníquos!

Continuando…

O artigo menciona uma professora de religião chamada Lamya, “alemã filha de imigrantes sírios”, que diz o seguinte:

Segundo Lamya Kaddor, autora do livro “Zum Toten Bereit” (“Pronto para matar”, em tradução livre), o papel dos europeus — descendentes de imigrante e convertidos — nas tropas do Estado Islâmico, é cada vez maior. “

Cinco dos meus alunos de religião desapareceram um dia, sendo mais tarde localizados na Síria, para onde tinham ido lutar com o EI (Estado Islâmico). Fiquei perplexa, tentando descobrir as possíveis causas. Em todos eles havia uma sensação de exclusão, déficit emocional ou simplesmente a falta de amor na família, o que fez deles vítimas fáceis de mesquitas radicais – disse a escritora de 37 anos.”

Depois de ter traduzido tantos artigos de pessoas de extrema competência e lisura, ouvir alguém dizer que o papel dos Europeus nas tropas do ISIS é cada vez maior me deixa muito irritado.

O Islã está invadindo a Europa. Ponto. 
Não existe Muçulmano Europeu 
e sim Muçulmano na Europa.  
E isso é dito pelos próprios Muçulmanos. Ponto. 
Portanto, é um erro dizer que 
o papel dos Europeus 
— descendentes de imigrante e convertidos —
nas tropas do ISIS é cada vez maior. 
Isso deprecia a Europa. 
Um absurdo!

De qualquer forma, a ideia de um Imã que atrai como um imã me parece fantasiosa. Aquela coisa tipo “lobo mau” que pega as criancinhas pra fazer mingau, etc.

O que acontece, é que esses homens, com idade ideal para a guerra, vêem no ISIS exatamente aquilo que está escrito no Alcorão. Algo em torno de 30.000 “guerreiros santos”, Muçulmanos voluntários, segue os textos sagrados, da mesma forma como fez o falecido Deso Dog, ex-rapper Cuspert. Radicalizar 30.000 deve ser tarefa árdua para alguns Imãs não é mesmo?

O Alcorão proíbe o Muçulmano de fazer amizade, — se não for por conveniência ou sobrevivência, — com o kafir, não-Muçulmano. Assim, quando vêem no ISIS aquilo que leram no Alcorão, fica fácil para um Imã orientar e conduzir o novo guerreiro ao lugar exato para se explodir em nome de Alá.

O artigo ainda menciona o psicólogo e especialista em Islã Ahmad Mansour que diz que…

os problemas que levam os jovens a aderirem a jihad são mais psicológicos do que socioeconômicos. Cerca de 40% dos novos jihadistas sofrem de depressão e descobre a ideologia como conteúdo para preencher uma vida que julgam vazias. O aspecto da violência só se torna presente mais tarde.”

Eu não acredito nisso. Pode haver algum elemento aqui ou ali, mas não justifica de fato o que está acontecendo no mundo. Uma Jihad Global está em pleno andamento. Impulsionada pelos textos sagrados do Islã.

O artigo menciona outra pérola:

Um dia, Reda descobriu a religião por meio de imãs extremistas, que o submeteram a uma lavagem cerebral, diz o pai. Depois disso, ele perdeu o interesse por tudo: a discoteca, as garotas e o estudo.”

Para um não-Muçulmano isso é incompreensível, mas para um Muçulmano a coisa pega. Quando entra em contato com o que realmente o Islã representa e aprende que, para o Islã, Muhammad é o homem perfeito e que antagoniza o mundo todo, o sujeito muda de cor.

Um Imã, não é o elemento radicalizador. O aluno quando alcança um determinado nível, automaticamente se torna a imagem de Muhammad. O sujeito perde a liberdade de consciência. Passa a ser o que está escrito no Alcorão. É proibido questionar os textos. Esse encontro com Muhammad faz do jovem guerreiro, um caso muito sério.

Na mesma página, o jornal O GLOBO menciona outro artigo intitulado “Na radicalização na Europa, alguns padrões” da correspondente Vivian Oswald.

Mesmo assim, podemos dizer que política, mazelas sociais e a crença em um futuro diferente os motiva.” Katherine Brown, do Departamento de Estudos de Defesa do King´s College London e membro da Rede de Estudos Islâmicos.

Como vêem, em nenhum momento, o jornal O GLOBO e seus correspondentes mencionam a verdadeira causa. Aquilo que realmente justifica e premia a Jihad Global contra o kafir, o não-Muçulmano. Pura violência antagonizando o mundo todo.

Os ensinamentos violentos, prescritos no Alcorão, contra Cristãos, Judeus e demais kafirs (não Muçulmanos), são omitidos. Culpam a sociedade, a política, as mazelas sociais e até a crença em um futuro diferente. Ou seja, quando o Islã dominar o mundo e instalar a dhimmittude através da Sharia a paz reinará(?).

Alcorão 5:33 
“O castigo, para aqueles que lutam contra Alá 
e contra o Seu Mensageiro Muhammad 
e semeiam a corrupção na terra, 
é que sejam mortos, ou crucificados, 
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos,
ou banidos...”
O historiador, filósofo pioneiro e jurista teórico, Ibn Khaldun (1332-1406), 
observou em seu famoso “Muqaddimah”, 
a primeira obra de teoria histórica que:    
“Na comunidade muçulmana, 
a guerra santa é um dever religioso 
por causa do universalismo da missão muçulmana 
e (da obrigação de) converter a todos ao Islã        ou pela persuasão ou pela força".

 

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