Geller: “Motivo Desconhecido” As consequências de negar a Jihad

Photo Cover: James Quigg / O Victor Vale Daily Press via APJames Quigg / O Victor Vale Daily Press via AP

Fonte/Source: Geller: ‘Motive Unknown’-The Consequences of Jihad Denial – Breitbart

Geller: “Motivo Desconhecido” As consequências de negar a Jihad

Por Pamela Geller 

4 de Dezembro de 2015

memorial-for-san-bernardino-shooting-victims-AP-640x480

 Obama ignorou. Hillary ignorou. A mídia ignorou.

Nós ainda não sabemos por que esse terrível evento ocorreu“, disse Barack Obama.

Não importa o que motivou esses atiradores, podemos dizer que uma coisa é certa, não deveriam estar capacitados para fazer isso“, disse Hillary Clinton.

Motivo desconhecido.” Esse é o mantra da administração Obama e os seus jornalistas servis da mídia. Obama se apressou a dizer que o motivo era indeterminado, mas quando um militante de esquerda do Southern Poverty Law Center assassinou três Muçulmanos na Carolina do Norte, Obama imediatamente atribuiu as mortes a “islamofobia“, quando na verdade foi um ato de um homem perturbado que ficou furioso numa disputa de estacionamento, e que repetidamente havia dito que preferia Muçulmanos a Cristãos.

Eis o motivo: já se sabe que, enquanto o ataque de San Bernardino estava acontecendo, a esposa e cúmplice de Syed Farook, Tashfeen Malik, postou no Facebook dizendo que prometia lealdade ao Estado Islâmico (ISIS).

Isso foi de fato terrorismo Islâmico. Foi premeditado, metódico e bem planejado. As bombas deixadas no local eram para atingir os socorristas. Apagaram suas contas de e-mail e esmagaram seus celulares, sem dúvida alguma, para encobrir os contatos com outros jihadistas.

Alguns minimizaram a possível conexão com outros jihadistas, dizendo que o ataque foi inspirado, e não dirigido, pelo Estado Islâmico (ISIS). Essa é uma distinção sem diferença. O ISIS tem orientado os Muçulmanos devotos a “pensar globalmente, agir localmente.” Eles têm orientado os Muçulmanos a aceitam sua autoridade como o califado, para matar civis Americanos em solo Americano. Essa é a orientação explícita, e foi exatamente isso que essa célula fez. Mesmo assim, Josh Earnest na conferência de imprensa de Sexta-feira ainda se recusou a reconhecer a conexão terrorista.

Entretanto, existem mais questões ainda não respondidas do que aquelas que temos clareza. Os federais ainda não foram capazes de nos dizer exatamente quem é Tashfeen Malik (se é seu nome real), ou fornecer uma foto dela, ou registros de onde ela veio, quando se casou com Syed Farook, quando seu filho nasceu, ou prova de que Syed é de fato o pai e que ela tinha uma reivindicação legítima para estar neste país.

Tashfeen Malik foi submetida à verificação de antecedentes pelo FBI e pelo Department of Homeland Security antes de ser autorizada a entrar no país. Ela passou por ambos. Isso é uma acusação formal impressionante do “processo de controle” alardeado por Obama aos refugiados Sírios que ele está decidido a infligir sobre este país.

Você pode evitar a realidade, mas não pode evitar as consequências por evitar a realidade. A imigração Muçulmana, o surgimento de exércitos Islâmicos jihadistas no Oriente Médio e na África, e da sanção (até mesmo a exaltação) de grupos do fronte jihadista nos EUA como o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR) ligada aos Hamas, (como conseguiram acessar a família Farook tão rápido?) tem fornecido ao inimigo uma ampla oportunidade de crescer exponencialmente. E eles têm aproveitado essa oportunidade.

Na sequência desse ataque jihadista, Obama pretende desarmar as vítimas — como se isso fosse parar os terror. Muçulmanos com machados em punho massacraram uma dúzia de passageiros Chineses, e feriram mais de uma centena, numa grande estação de trem na China. Os passageiros não tinham armas – não tinham como se defender.

E isso já aconteceu aqui. Como o controle de armas impediria o estudante universitário Muçulmano na Califórnia, que esfaqueou recentemente quatro pessoas inocentes, enquanto carregava uma bandeira do Estado Islâmico (ISIS), com referencias a Alá e decapitações?

San Bernardino fica em um dos mais rigorosos estados, com relação a controle de armas, do país. O fato é que esses fuzilamentos em massa, geralmente ocorrem em zonas livres de armas — com exceção da tentativa de massacre jihadista ao nosso evento, sobre a liberdade de expressão, em Garland, Texas em Maio passado. Essa tentativa jihadista teve o melhor de todos os resultados possíveis, porque os jihadis foram recebidos pelos guerreiros armados da liberdade.

Além do controle de armas, os meios de comunicação e a administração Obama, estão obcecados com a perspectiva de uma “reação anti-Muçulmana”. Obama, Hillary, a procuradora-geral Loretta Lynch, e a mídia —Todos estão rastejando diante do Islã, esfregando e limpando, após esse último ataque jihadista, e ainda não é suficiente. Devotos Muçulmanos assassinaram Americanos inocentes em plena festa de Natal, e agora vem à segunda onda do ataque — acusações de racismo (o Islã não é uma raça) e “Islamofobia”.

Os Muçulmanos na América, pela enésima vez, se lamentam com medo de represálias — represálias que nunca realmente aconteceram na realidade, mas que é sempre o foco obsessivo da mídia após cada ataque jihadista. O sangue de Cristãos e Judeus Americanos ainda está no chão, nas paredes dessa festa de Natal e ainda ficam se fazendo de vítima. Como são selvagens.

Por que os Muçulmanos na América não estão de luto pelos nossos mortos? Por que os Muçulmanos na América não estão usando seu dinheiro e influência para exigir uma “iluminação” no Islã, o expurgo do Alcorão, dos textos Islâmicos e dos ensinamentos que exigem a jihad e o genocídio?

A aplicação da lei está tão comprometida como o governo e a mídia: Tenho assistido a CNN — sim, inacreditável (a primeira), mas as falhas da FOX são grandes demais para o estômago. Então, imagine o meu horror quando conectei e vi um enxame de repórteres no interior da casa de Syed Farook e Tashfeen Malik. Alcorões por todo o lado, passaportes, carteiras de motorista dos membros da família espalhadas.

Liberaram a cena do crime? Não houve identificação de impressões digitais em lugar nenhum. Como sabem quem chegou e entrou no apartamento?

O FBI fez isso? Até mesmo os analistas da CNN pareciam chocados com o que os repórteres da CNN (e outros repórteres) estavam fazendo. Eles nunca tinham visto uma cena de crime desta magnitude aberta ao público tão cedo.

Essa foi uma célula Islâmica com muitas pessoas envolvidas. Quem deu a ordem para liberar a cena? Obama? Quanta evidência foi destruída por estes repórteres que vagavam pela casa? E quantas atividades e contatos dos assassinos jihadistas foram obscurecidos e perdidos para sempre?

Qual é o resultado do governo mundial, da aplicação da lei e da negação de mídia e do obscurecimento da realidade da jihad Islâmica contra os Estados Unidos? San Bernardino — e haverá muito mais San Bernardinos.

As políticas antiterroristas (jihad-free) do Obama e a negação da jihad, é a causa dessa catastrófica falha da inteligência e da aplicação da lei. Obama tem sangue em suas mãos (somando-se aos rios de sangue dos Cristãos na Síria e no Iraque). Mas a mensagem da administração é se acostumar com isso. Desarmar e se acostumar com isso. E a mídia o segue como o homem com a pá, após o circo do elefante, sempre ansioso para limpar a bagunça que ele faz.

Pamela Geller is the President of the American Freedom Defense Initiative (AFDI), publisher of PamelaGeller.com and author of The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America and Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance. Follow her on Twitter here. Like her on Facebook here.


Tradução: Sebastian Cazeiro

Anúncios