Muhammad em Medina: De Refugiado a Conquistador

Fonte/Source: Muhammad in Medina: from Refugee to Conqueror | Raymond Ibrahim

Muhammad em Medina: De Refugiado a Conquistador

Por Raymond Ibrahim

3 de Dezembro de 2015

Medina 1
MEDINA

William Kilpatrick escreveu um artigo esperto, relativo ao influxo de migrantes Muçulmanos em países Ocidentais, incluindo a América. Como de costume, quando se trata de compreender o Islã, é preciso olhar para os precedentes históricos,  começando com o próprio profeta Muhammad/Maomé, cujo exemplo, 98% de todos os refugiados que estão entrando nos EUA seguirá. Eis aqui o ponto chave do artigo de Kilpatrick:

No que diz respeito à crise dos refugiados Sírios, os Cristãos são regularmente lembrados de que a Sagrada Família, no passado, era refugiada no Egito. Sim, mas a cultura trazida ao mundo pela Sagrada Família está a mundos de distancia do que foi introduzido seis séculos mais tarde por Muhammad.

Não vamos esquecer de que uma vez a Sagrada Família foi refugiada. Mas no que diz respeito à atual crise, há outra analogia, talvez mais apropriada. Considere: Muhammad e seus seguidores também já foram refugiados. Ele e seu grupo, com cerca de 100 homens, mulheres e crianças, abusaram da hospitalidade e das boas vindas em Meca. De acordo com cronistas Muçulmanos, tiveram de fugir, a fim de evitar a perseguição. Felizmente para Muhammad, os cidadãos mais “iluminados” de Medina estenderam um convite aos Muçulmanos para vir morar na cidade. Não há registros, se ergueram ou não, vários e grandes banners de “bem-vindos, refugiados”, como é de costume hoje em dia nas estações de trem da Europa. Mas, rapidamente experimentaram o mesmo tipo de arrependimento que os Europeus agora estão sentindo. Muhammad gradualmente adquiriu riqueza e convertidos e dentro de uma meia dúzia de anos dominou Medina. Os habitantes de Medina que não foram exilados ou assassinados foram completamente subjugados. Muhammad então usou Medina como plataforma de lançamento para conquistar toda a Arábia. No mesmo século de sua morte, seus seguidores conquistaram quase metade do mundo civilizado.

Além disso, por que Maomé foi “perseguido”, como a hagiografia Islâmica defende? Porque estava dizendo ao povo de Meca como viver suas vidas,  ou seja, para abandonar seus deuses e tradições, e aceitar suas “revelações”, conhecida agora como Sharia. Então, o expulsaram, foi aceito como um “refugiado” em Medina e o resto é história — uma história que continua a se repetir até os dias atuais.

Para mais precedentes históricos, leia “A Europa Deveria Aprender a Lição Islâmica da Etiópia” e ver como a hospitalidade da nação Africana aos discípulos de Maomé terminou.


Tradução: Sebastian Cazeiro

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