Revanche Islâmica? Muçulmano Come Pênis do Inimigo para “Curar Mágoa”

Fonte/Source: Islamic Revenge? Muslim Eats Enemy’s Penis to “Cure Heartache”

Revanche Islâmica? Muçulmano Come Pênis do Inimigo para “Curar Mágoa”

Por Raymond Ibrahim

23 de dezembro de 2015

FrontPage Magazine

Será que todo ato bizarro e/ou selvagem cometido por Muçulmanos tem alguma relação com o Islã? Considere a seguinte história, a de um homem que “decapitou” o pênis do suposto estuprador de sua esposa para em seguida ordená-la a cozinhá-lo para o jantar:

Este conto bizarro começa em Setembro, na noite de núpcias, de 30 anos, de Rudi Efendi e sua nova noiva, Nuriah, em Lampurg, uma província da Indonésia. Quando Efendi descobriu que Nuriah não era virgem, exigiu uma explicação e foi informado de que ela havia sido sexualmente agredida por um homem que namorou.

Efendi ordenou a sua esposa a entrar em contato com o suposto estuprador para marcar uma reunião. Mas quando o ex chegou, encontrou apenas Efendi, que começou a esfaqueá-lo até a morte e ainda ateou fogo nele — mas primeiro tendo o cuidado de cortar fora e recolher as partes íntimas do homem.

“Eu estava tão indignado,” disse Efendi aos repórteres no mês passado, que a única maneira “de curar a minha mágoa” foi comer as genitais da vítima e que ordenou a sua esposa de 20 anos de idade a cozinhá-los. Insistiu também que ela se sentasse para comer com ele.

Contudo, o homem que fez isso é de origem Muçulmana (como evidenciado em seu próprio nome e no status da Indonésia como país Muçulmano mais populoso do mundo), mas alguém irá concluir que tal comportamento, — seja o homicídio, queima do corpo, ou a degustação do pênis — nada tem a ver com o Islã.

No entanto, existe algo a mais no curioso pronunciamento que ele fez: mutilar seu inimigo e comer sua genitália foi o único caminho “para curar a minha mágoa.”

Tal como acontece, mutilar e humilhar de forma extrema o inimigo, como forma de “curar a mágoa de alguém” é derivado direto do

Alcorão 9: 14-15. 
"Combatei-os! Alá irá castigá-los, 
por intermédio das vossas mãos, 
e irá levá-los à desgraça, 
e irá ajudá-lo contra eles 
e curar os corações de um povo fiel, 
e removerá a fúria de seus corações."

Para que se possa entender o significado de uma passagem do Alcorão, deve-se voltar a sira e o hadith — a biografia e os atos de Muhammad, —respectivamente, para ver o contexto.

Alcorão 9: 14-15 trata da zombaria, assassinato e mutilação de ‘Amr bin Hisham, um chefe de guerra árabe pagão apelidado de “Abu Jahl” (“Pai da Ignorância”) pelo Muhammad por sua firme oposição ao Islã.

Depois que ‘Amr foi mortalmente ferido durante a batalha de Badr, Abdullah ibn Mas’ud, um companheiro próximo de Muhammad, viu o chefe de guerra “infiel” tombar no chão e foi até ele. Entre outros abusos, o amigo de Muhammad agarrou e puxou a barba de ‘Amr e ficou deitado no peito do homem que morria.

Conforme Al-Bidaya wa Al-Nihaya (“O Princípio e o Fim”), a história autoritária de Ibn Kathir do Islã, (e uma controvérsia básica na Universidade Al Azhar): “Depois disso, ele [Abdullah] cortou fora a cabeça de [‘Amr] e a carregou com ele até que fosse colocada entre as mãos do Profeta. Assim fez Allah para curar os corações dos crentes com isso. (ênfase adicionada).”

Além disso, de acordo com tafsir de al-Alusi, ou exegese do Alcorão 9: 15-16, Abdullah arrastou a cabeça decapitada pelo chão com uma corda até Muhammad: “Então [o anjo] Gabriel, a paz esteja com ele, veio rindo e dizendo, ‘Ó profeta, você tem uma orelha e uma orelha — e uma cabeça no meio como bônus! ‘“

A lógica aqui é que a única maneira dos Muçulmanos injustiçados e, portanto, enfurecidos, recuperarem a sua compostura, é assistir seus inimigos totalmente esmagados — mutilados, humilhados e decapitados. Assim, seus corações enfurecidos podem ficar à vontade e “curados”:

Alcorão 9: 14-15. “Combatei-os! Alá irá castigá-los, por intermédio das vossas mãos, e irá levá-los à desgraça, e irá ajudá-lo contra eles e curar os corações de um povo fiel, e removerá a fúria de seus corações.”

O quanto dessa passagem e suas exegeses informam sobre as ações do Indonésio injustiçado que foi completamente esmagado —mutilado, humilhado e decapitado (pelo menos sua parte íntima) pelo seu inimigo, apenas para justificar suas ações, dizendo aos repórteres que “a única maneira ‘para curar a minha mágoa’ foi comer os órgãos genitais da vítima”?

Mesmo que se conclua que qualquer semelhança é pura coincidência, o fato permanece: outros Muçulmanos modernos (dos dias atuais) referem-se a essa passagem para justificar a mutilação cruenta de seus inimigos.

Por exemplo, o Estado Islâmico (ISIS) publicou várias fotos de “infiéis” abatidos, decapitados e mutilados, com o subtítulo “a cura para os corações”, escrito em Árabe verbatim que aparece no Alcorão 9: 14-15 (ver legenda em Árabe na parte inferior esquerda da foto abaixo).

Com base e, em seguida, relativo ao tratamento de ‘Amr bin Hisham, como registrado nos textos do Alcorão, hadith, sira, e tafsirs todos os atos sádicos do Islã que estão sendo praticados pelo Estado Islâmico e outros Muçulmanos foram de fato cometidos pelos primeiros Muçulmanos e tudo com a completa aprovação de Muhammad.

Uma pergunta: Se Muhammad (e, aparentemente, o “anjo” Gabriel) acharam graça da cabeça de ‘Amr ter sido decapitada, mutilada, e arrastada pelo chão, fariam alguma objeção a um marido traído, que decapitou e devorou o pênis do estuprador, denunciado pela sua esposa?

Essa questão pode ser um pouco redundante para quem conhece a história arcana do Islã inclusive porque há um relato de que o profeta Maomé teria insultado seus inimigos dizendo-lhes para “morder o pênis do seu pai,” e os antigos heróis Muçulmanos cozinhavam e devoravam porções de seus inimigos.


Tradução: Sebastian Cazeiro

 

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