Robert Spencer na Breitbart: “Allahu Akbar” não significa o que a mídia divulga

Fonte/Source: Robert Spencer at Breitbart: “Allahu akbar” doesn’t mean what media says it means

“Allahu Akbar” Não Significa o Que a Grande Mídia Divulga

Por Robert Spencer

25 Dezembro de 2015

Expliquei na Breitbart, hoje,  como a frase “Allahu akbar” pode significar quase tudo exceto o que a grande mídia divulga:

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Os meios de comunicação, rotineiramente, deformam o verdadeiro significado de “Allahu akbar”, o famoso grito de guerra dos jihadistas Islâmicos, quando cometem assassinato em massa.

Esse grito de guerra é erroneamente traduzido pela mídia Ocidental como “Deus é grande”. Quando o significado real é “Alá é Maior”, significando que Alá é Maior Que o Seu Deus ou Governo.

É uma declaração agressiva, para afirmar que Alá e o Islã são dominantes sobre qualquer outra forma de governo, religião, lei ou ética, e é por isso que os jihadistas Islâmicos, em meio à matança de infiéis, com tanta frequência, exclamam dessa forma.

O objetivo principal desse clamor é “infundir terror no coração dos inimigos de Alá“.

Mohammed Atta, que chefiou o ataque terrorista contra as torres gêmeas do World Trade Center, Nova York, explicitou bem, numa carta para si mesmo, antes de realizar sua missão jihadista: “Quando começar o confronto, ataquem como campeões que não querem voltar a este mundo. Grite, ‘Allahu Akbar’, porque isto espalha o medo nos corações dos infiéis.” É por isso que o assassino jihadista do Fort Hood, Nidal Malik Hasan, gritou quando disparou matando treze Americanos em Novembro de 2009, e pela mesma razão outros jihadistas têm usado essencialmente como um anúncio de que não-Muçulmanos estão prestes a morrer.

Mas também é usado com frequência quando nenhum infiel está ao alcance do ouvido. De acordo com o Islã, Alá é soberano e dominante sobre todas as coisas, e controla tudo. Seu controle é tão absoluto que Ele decide se os incrédulos rejeitam o Islã, de acordo com o Alcorão. “E se quiséssemos, teríamos iluminado todo o ser”, “porém”, “Minha sentença foi pronunciada; sabei que encherei o inferno com gênios e humanos, todos juntos.”

Essa soberania sobre absolutamente tudo, leva os escravos entusiastas desse Deus a exclamar: “Allahu akbar” em uma infinidade de situações aparentemente contraditórias:

“Allahu akbar” pode ser uma declaração de alegria e gratidão à Alá, como neste vídeo, quando os jihadistas gritam após derrubar um helicóptero, com particular vibração, quando o helicóptero explode em chamas. E também pode ser uma expressão de tristeza e raiva, como neste vídeo, onde Sírios gritam quando um ataque aéreo atinge sua aldeia.

Neste vídeo, o lançamento de um foguete que falhou, ilustra a variedade de usos.

Quando o foguete inicia a queima de combustível, e em seguida é lançado, só para viajar alguns metros e explodir em seu próprio composto, jihadistas que assistem ao lançamento gritam “Allahu akbar!” repetidamente, como os personagens do livro de Orwell (1984), que ficam impedidos pela Novilíngua a pensar apenas aquilo que possa ser expresso por algumas palavras permitidas.

Primeiro vem o fervoroso “Por-favor-faça-isso-funcionar“, “Allahu akbars,” e em seguida, o animado “Uau-isso-funciona!“, “Allahu akbars,” seguido pelo, — enquanto o foguete falha, — resignado “Que pena“, “Allahu akbars”, e o apologético “Pedimos-desculpas-por-favor-nos-perdoem” e o reconfortante “Alá ainda está na nossa equipe” “Allahu akbars.”

Em contraste, um grupo de Cristão livre ou pós-Cristão Ocidental teria apelado à diligência, esforço, sorte e ciência — “Tenha cuidado!”, “Vai!”, “Xi!”, e finalmente, “Voltar à prancheta de desenho.”

No Islã, o desfecho determinado realmente pela escolha humana, matemática, probabilidade, sorte e máquinas estão todos sob o controle de Alá, e assim a coisa mais apropriada a dizer, não importa o que aconteça é… Allahu akbar.

Em termos de sua conotação, então, “Allahu akbar” pode significar qualquer coisa —  exceto a frase que é frequentemente substituída como em Português, “Deus é grande”.

Apesar de “Alá” significar “Deus” e ser usada pela maioria dos Cristãos de língua Árabe, para se referir ao Deus do Cristianismo, quando os jihadistas a utilizam, é para mostrar superioridade do Islã e seu deus — portanto, seria mais preciso deixar a palavra não traduzida e a substituir pela frase “Alá é maior”, em Português.

E, dizer “Deus é grande” em Árabe, exigiria uma palavra diferente , Allahu kabir, porque akbar é o relativo, ou comparativo e superlativo, da forma Kabir.

Assim, um equivalente Cristão de “Allahu akbar” não seria “Jesus é grande” ou, para usar uma frase Cristã real, “Jesus é o Senhor.” Em sua variedade de conotações e uso, corresponde aproximadamente ao Evangélico /uso Pentecostal do “Louvor ao Senhor”; no entanto, esta frase não contém nenhuma das noções de superioridade que são inerentes em “Allahu akbar”.

Se os Cristãos terroristas, um mito da mídia que nunca se tornou realidade, estivesse procurando uma frase, para usar do mesmo modo que os Muçulmanos fazem com “Allahu akbar”, poderiam tentar algo como “In hoc signo vinces.” Esta foi a visão de vitória do Imperador Romano Constantino, do século IV, sob a Cruz Cristã  — Por este sinalvencerás — pouco antes de vencer a batalha pela sucessão do Império, na Ponte Mílvio (312).

Em “Allahu akbar”, a conquista Islâmica é simultaneamente afirmada e assumida — na frase Latina, não há nenhuma compacidade e nem os múltiplos significados de “Allahu akbar”.

Nenhuma frase Cristã carrega qualquer sopro de ameaça ou perigo, que “Allahu akbar” possui.


Tradução: Sebastian Cazeiro

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Uma opinião sobre “Robert Spencer na Breitbart: “Allahu Akbar” não significa o que a mídia divulga”

  1. Os católicos dizem que Deus está acima de tudo, assim como os muçulmanos acham que é Alá. Então Deus é o Todo Poderoso único entre eles. Pena que uma minoria. enlouquecida pelas injustiças, mormente por terem perdido territórios, cometam esses malditos atos de horror humano. É uma guerra de desespero, reivindicação e vingança,

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