Por que vou me unir ao PEGIDA em Birmingham

Fonte/Source: PEGIDA UK – Why I’m Joining PEGIDA in Birmingham on 6th February

Nota: PEGIDA  Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente.

Por que vou me unir ao PEGIDA em Birmingham no dia 6 de Fevereiro

29 de Janeiro de 20016

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É muito mais provável que você encontre homens de meia idade passando o tempo com suas famílias, jogando golfe, pescando ou assistindo futebol num sábado à tarde do que tomando as ruas em protesto. E quem pode culpa-los? A vida pode realmente ser confortável e agradável.

Mas poucos deles percebem a ameaça existencial que desafia a nossa sociedade, e se percebessem iriam se sentir tão à vontade?

Esqueça o terror e o assassinato, embora para aqueles de nós que vivem nas cidades, essas ameaças agora fazem parte da nossa vida diária. A evolução demográfica terá um efeito profundo sobre este país e sua cultura ao longo das próximas décadas. Não agir agora só vai acelerar o desaparecimento do Reino Unido e levar a uma metamorfose irrevogável do nosso país em algo menos tolerante, menos democrático e mais desigual do que é hoje. Uma cultura enraizada em sua herança Cristã e encorajada pelo espírito do Iluminismo está correndo o risco de sucumbir a uma ideologia supremacista, os agentes que temos literalmente convidado para dentro de nossas vilas e cidades.

24-PEGIDA-AFP-Getty

O Islã já está produzindo um efeito pernicioso na sociedade. A autocensura da mídia em grande escala. Representações de Maomé não são mostradas, supostamente para não ofender, mas na realidade é porque jornalistas e empresas de radiodifusão têm medo de serem alvos de massacres ao estilo Charlie Hebdo. O estupro e o abuso sistemático de milhares de meninas brancas vulneráveis ​​ não foram coibidos, porque os assistentes sociais e a polícia estavam com muito medo de serem acusados de racismo ou de “Islamofobia”. O culto ao multiculturalismo tem sido imposto sobre nós, o que torna impossível a defesa do que é decente e verdadeiro.

A crítica ao Islã se tornou “discurso de ódio”; Aqueles que levantam questões legítimas sobre a ideologia são marcados como ‘Islamofóbicos’. Se você está na escola poderá ser chamado de racista, seus registros irão mostrar isso e você será penalizado e condenado ao ostracismo e suas perspectivas estarão limitadas. Pior ainda, você poderá ser processado por “crime de ódio”.

Os Judeus da França, entre muitos outros países da Europa Ocidental, estão sendo submetidos a um número crescente de ataques antissemitas, e muitos fogem para Israel, acreditando que a Europa já não é mais um lar seguro. Enquanto isso, a grande mídia aprecia conectar isso ao ressurgimento da “extrema direita”, mas na realidade é devido ao antissemitismo, que é inerente ao Islamismo e endêmico em todas as nações Islâmicas.

FILE - In this Dec. 15, 2014 file photo thousands of participants of a rally called 'Patriotic Europeans against the Islamization of the West' (PEGIDA) gather in Dresden, eastern Germany. The group said Sunday Jan. 18, 2015 it is calling off a rally planned next week in the city of Dresden because of a threat against one of its organizers. The group calling itself PEGIDA, or Patriotic Europeans against the Islamization of the West, has organized rallies every Monday in the eastern German city. Last week's event drew the biggest crowd yet, with police estimating some 25,000 people attended. It called on supporters to instead hang flags out of their windows and light candles on Monday evening. Banner reads : Nonviolent and United against Faith Wars on German soil. AP Photo/Jens Meyer)
AP Photo/Jens Meyer)

Os recentes problemas em toda Alemanha, Suécia, França entre outros países Europeus já deixaram muito claro o que esperar dos migrantes Muçulmanos, largados numa cultura alienígena, cujas normas de conduta eles não têm conhecimento ou optaram por ignorar.

Enquanto a Alemanha pode ter aberto as portas para mais de um milhão de migrantes do Oriente Médio, é preciso lembrar que dentro de poucos anos todas essas pessoas — a maioria das quais são jovens e do sexo masculino — terão o direito de vir para o Reino Unido; terão acesso aos benefícios previdenciários; terão a liberdade de impor sua cultura retrógrada, e seus costumes, sobre uma população muito assustada e subjugada para reagir contra isso. Em tal situação, a perspectiva para as nossas crianças e mulheres é muito sombria. Em poucos meses, o influxo continuará, uma vez mais, com previsões de 2-3 milhões de Muçulmanos em direção à Europa num futuro muito próximo.

Na educação temos visto o escândalo chamado Trojan Horse, em Birmingham, mas o pior, em muitos aspectos, é até que ponto os nossos próprios filhos estão sendo doutrinados.

Nota: Trojan Horse, ou seja, Operação Cavalo de Tróia, refere-se a uma tentativa organizada, por um número de indivíduos associados, para introduzir o Islamismo  em várias escolas de Birmingham, Inglaterra.

São ensinados de que o Islã é uma “religião de paz”, doutrinados para aprender os Cinco Pilares do Islã e podem até ser levados a uma mesquita e forçados a orar de joelhos para Alá — que simbolismo! Uma visão inofensiva de paz e serenidade é alimentada, completamente desprovida de verdade e da realidade do que constitui o Islã e as sociedades que o promovem. O Islã é colocado num pedestal enquanto sua própria cultura, religião e história são deformadas e ignoradas.

O Islã é em essência uma ideologia profundamente misógina, por isso não deve ser visto com surpresa quando migrantes Muçulmanos estupram meninas e mulheres Europeias. O que é profundamente chocante é a forma de como os meios de comunicação têm acobertado esses ataques, tentando nos manter acreditando que a utopia multicultural criada por nossos políticos está viva e bem. O influxo de Muçulmanos para este país tem visto o aumento de mutilação genital feminina, assassinatos “de honra”, casamento entre primos em primeiro grau — associado à maior incidência de defeitos congênitos de nascença — e a supressão e opressão de mulheres dentro de nossas fronteiras. A poligamia é essencialmente financiada pelo Estado, e os tribunais da Sharia estão operando em paralelo com o sistema legal Britânico, perpetuando assim a desigualdade feminina.

Tudo isso poderia não ser um problema se tivéssemos uma classe política educada, que tivesse conhecimento do seu próprio patrimônio cultural, que tivesse a capacidade de evitar a propaganda e ver o Islã como realmente é.

Mas nós não. Temos políticos fracos, mais interessados ​​em seus próprios interesses e em reeleição do que em apoiar os descendentes daqueles que se esforçaram para fazer do Reino Unido o que é e morreram para defendê-lo. Temos parlamentares iludidos que não entendem os dogmas do Islã, nem os escritos suprematistas, totalitários, violentos dos textos canônicos os quais exortam Muçulmanos a cometerem atos terríveis e a subverterem as sociedades daqueles que não são Muçulmanos. E só nesta semana temos Trevor Phillips, ex-chefe da Comissão de Igualdade e Direitos Humanos, dizendo que os Muçulmanos são diferentes e que nós simplesmente não podemos esperar que se integrem ou adotem nossos valores.

epa04493686 People march with a banner reading 'nonviolent and united against religious wars on German soil! Pegida' during a protest of right-wing initiative PEGIDA ('Patriotische Europaeer gegen die Islamisierung des Abendlandes', lit: 'Patriotic Europeans against Islamization of the Occident') in Dresden, Germany, 17 November 2014. PEGIDA claims to be against religious fanatism in any form, left-wing initiatives say the PEGIDA is promoting a hatred towards Islam and saylum seekers. EPA/MATTHIAS HIEKEL
EPA/MATTHIAS HIEKEL

Por isso, precisamos do PEGIDA UK (Reino Unido). Precisamos apoiar aqueles indivíduos corajosos como Tommy Robinson, Paul Weston e Marie Anne Waters que colocaram suas cabeças acima do parapeito, na tentativa de sensibilizar o público para essas questões. Nós precisamos dizer aos nossos políticos traidores que pensamos na dizimação que estão trazendo para este país, e os problemas incomensuráveis que resultarão se a situação continuar do jeito que está. Também precisamos educar nossos concidadãos, levantar questões que a mídia tem medo de discutir. Nós precisamos confrontar a extrema Esquerda, que está preparada para por o nosso país de joelhos, numa tentativa de derrubar o governo e o Estado de Direito.

É por isso que devemos marchar, e é por isso que PEGIDA UK (Reino Unido) merece o nosso apoio.

Por que não abrir mão de algumas horas numa tarde de inverno sombrio, dado o que está em jogo? Você pode até achar o ar fresco, e camaradagem vai te fazer bem.

Marchar no dia 06 de fevereiro é apenas um pequeno esforço, mas um que é vital para a salvaguarda do Reino Unido e do legado que nós deixaremos para os nossos filhos e netos.


Tradução: Sebastian Cazeiro

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