ALEMANHA: MIGRANTES MUÇULMANOS QUE TESTEMUNHAREM “CRIMES DE ÓDIO DE DIREITA” ESTARÃO IMUNES À DEPORTAÇÃO

Fonte/Source: Germany: Muslim migrants who witness “right-wing hate crimes” to be immune from deportation

ALEMANHA: MIGRANTES MUÇULMANOS QUE TESTEMUNHAREM “CRIMES DE ÓDIO DE DIREITA” ESTARÃO IMUNES À DEPORTAÇÃO
POR ROBERT SPENCER

 

DE JANEIRO DE 2017

Venho notando que na maioria das várias vezes, crimes de ódio são capital político. Quando os crimes reais não existem, devem ser inventados. Isso só levará a mais crimes de ódio anti-Muçulmanos fabricados — e já houve muitos. O (CAIR) – Conselho de Relações Islâmico-Americanas vinculado ao Hamas e outros Muçulmanos, em muitas ocasiões, não hesitaram em se curvar até mesmo para fabricar “crimes de ódio”, incluindo ataques contra Mesquitas. Um Muçulmano de New Jersey foi considerado culpado de um homicídio que ele tentou retratar como um ataque “islamofóbico”, e em 2014 na Califórnia, um Muçulmano foi considerado culpado por matar sua esposa, depois de culpar a “islamofobia” pelo assassinato dela.

Este tipo de coisa acontece com bastante frequência. O New York Daily News informou que “uma mulher que disse aos policiais que foi chamada de terrorista e golpeada no rosto em plena Manhattan, admitiu mais tarde que inventou a história, disse a polícia no início da Sexta-feira. A mulher, que usava um lenço na cabeça, disse às autoridades que um excêntrico portando uma lâmina cortou o rosto dela ao sair de uma escola de cosmetologia em Manhattan, disseram fontes policiais.”

Fomos informados também que um menino Muçulmano foi atacado e espancado num ônibus escolar na Carolina do Norte — mas uma foto mostrou o menino sem um arranhão e ninguém no ônibus corroborou sua história. E recentemente, na Grã-Bretanha, o assassinato de um imã popular se espalhou por toda parte como um outro “crime de ódio islamofóbico” — até confirmarem que o assassino era um Muçulmano. O Mirror relatou que o imã “foi atacado porque tinha feito esforços para que jovens abandonassem o Islã radical.”

De acordo com o The Detroit News, uma mulher Muçulmana, Saida Chatti, foi “acusada de fazer um boletim de ocorrência falso depois que supostamente fabricou um plano para explodir a escola Dearborn Fordson em retaliação aos ataques terroristas de Novembro em Paris… A Polícia afirma que Chatti chamou os investigadores de Dearborn no dia 19 de Novembro, seis dias após extremistas Islâmicos assassinarem 130 pessoas em Paris.”

E da mesma forma na Grã-Bretanha, uma mulher Muçulmana foi “multada por mentir à polícia que tinha sido atacada por usar um hijab. A estudante de 18 anos, conhecida apenas como Senhorita Choudhury, disse que foi violentamente empurrada pelas costas e socada no rosto por um homem no centro de Birmingham, 10 dias após as atrocidades na capital Francesa no dia 13 de Novembro.”

“Migrantes serão IMUNES à deportação se testemunharem crime ‘de direita’ de acordo com a nova proposta”, de Simon Osborne, Express, 5 de janeiro de 2017:

MIGRANTES que sofrerem ou testemunharem crimes de ódio “de direita” estarão imunes à deportação de acordo com as propostas apresentadas pelo estado federal Alemão de Brandemburgo.

O parlamento estadual no ano passado tornou-se o primeiro da Alemanha a oferecer aos migrantes, direitos extras às vítimas de crimes de direita após o aumento dos ataques registrados, e a nova medida agora está sendo pressionada pelo Ministério do Interior.

Uma declaração do ministério disse: “Além de sempre prevenir e processar as infrações penais, a proteção especial às vítimas e cuidados especiais são necessários se as vítimas são pessoas de origem estrangeira”.

Os defensores do movimento argumentam que os recém-chegados são exclusivamente vulneráveis, ​​sem redes de apoio na Alemanha e que a deportação pode tornar suas vidas mais difíceis.

O parlamento regional também concordou em “pedir ao governo regional para garantir que, às vítimas de crimes violentos de direita, seja oferecida a possibilidade de serem emitidos autorizações de residência e tolerâncias”.

Migrantes que cometerem crime ou partilharem a responsabilidade por um incidente violento na Alemanha ficam isentos da nova regra proposta…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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