VITIMIZAÇÃO

 VITIMIZAÇÃO

Por  Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

9 de Janeiro de 2017

Fica registrado aqui minha solidariedade 
ao excelente blog "LEI ISLÂMICA EM AÇÃO".

O texto a seguir é a reprodução ipsis litteris de um post das “Mulheres do Islam do Brasil” no Facebook.

Caros irmãos,

Ajude-nos a denunciar esta pagina que vem difundindo o discurso de odio contra os muculmanos brasileiros (islamofobia). Compartilhem com seus contatos.

https://www.facebook.com/LeiIslamicaEmAcao/

Sem dúvida alguma será um grande prazer ver também o meu blog “Muhammad e os Sufis” ser denunciado. Mas, o que realmente precisa ser denunciado? A verdade?

Significado de Vitimização: 
Ação de vitimizar 
(tornar alguém vítima ou tornar-se vítima). 
É, pois, forma derivada deste verbo vitimizar.

Quando se fala em “islamofobia”, quem realmente é a vítima? Os 90.000 Cristãos assassinados só em 2016 pelo “ultra-fundamentalismo islâmico” ou os Muçulmanos que acusam os Cristãos entre outros não-Muçulmanos de “islamofóbicos” porque estão denunciando o Islã Político em blogs entre outras mídias? É uma boa pergunta, não é mesmo?

Eis a prova do que foi dito acima?

Enquanto “as últimas salvas do comunismo” ainda são responsáveis por alguns maus-tratos dos Cristãos, disse Introvigne à Breitbart, o “ultra-fundamentalismo islâmico” tomou seu lugar como o agente número um de perseguição.” Report: 90,000 Christians Killed for Their Faith in 2016

"Islamofobia" 
é um vocábulo criado para você não criticar o Islã. 
Não criticar o Islã significa se render ao Islã
 e é exatamente por isso 
que precisa ser criticado. 

O que tem sido dito sobre o Islã, por mim, em grande parte, foi escrito por acadêmicos respeitados pela comunidade internacional, especialmente por serem versados na língua Árabe. A ideia de que o Alcorão só é compreendido na língua Árabe é totalmente falsa.

Robert Spencer (Jihad Watch) e Raymond Ibrahim são os autores que mais traduzo. Ambos, têm capacidade, além do normal, para debater publicamente qualquer questão sobre o Islã e consequentemente com qualquer líder religioso Islâmico.

Robert Spencer é diretor da Jihad Watch. Tem 16 livros sobre o Islã publicados, vários Best Sellers, além de serviços prestados aos EUA através de seminários para as seguintes instituições:

FBI, the United States Central Command, United States Army Command and General Staff College, the U.S. Army’s Asymmetric Warfare Group, the Joint Terrorism Task Force (JTTF), the Justice Department’s Anti-Terrorism Advisory Council, the U.S. intelligence community,  the U.S. State Department, the German Foreign Ministry, the Center for Security Policy  e além disso é vice presidente da American Freedom Defense Initiative.

Raymond Ibrahim:

 Autor de dois Best Sellers: Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians (2013) and The Al Qaeda Reader (2007). Seu trabalho tem sido publicado em várias e importantes mídias como the New York Times, CNN, LA Times, Fox News, Financial Times, Jerusalem Post, New York Times Syndicate, United Press International, USA Today, Washington Post, Washington Times, and Weekly Standard;  Almanac of Islamism, Chronicle of Higher Education, Hoover Institution’s Strategika, Jane’s Islamic Affairs Analyst, Middle East Quarterly, Middle East Review of International Affairs; American Thinker, the Blaze, Bloomberg, Breitbart, Christian Post, Daily Caller, FrontPage Magazine, Gatestone Institute, the Inquisitr, Jihad Watch, NewsMax, National Review Online, PJ Media, the UK’s Commentator, World Magazine entre outros.

Traduzi algo em torno de 230 artigos para o meu blog “Muhammad e os Sufis”,  para que a população Brasileira entenda o porquê do antagonismo Islâmico no mundo.

O próprio presidente Abdel Fattah alSisi, um Muçulmano fervoroso, considerado um herói nacional, inclusive por Israel, já reconheceu isso em vídeo, diante das maiores lideranças religiosa do Islã, na Universidade de Al Azhar, a mais importante autoridade Islâmica do Egito: — Al-Sisi: O “Pensamento” Islâmico está “Antagonizando o Mundo Todo”.

“É inconcebível”, disse ele, “que o pensamento que guardamos como o mais sagrado deva fazer com que toda a ummah [Mundo Islâmico] seja uma fonte de ansiedade, perigo, matança e de destruição para o resto do mundo. Impossível!”

“Esse pensamento (que é responsável por produzir “ansiedade, perigo, massacre e destruição” ao redor do mundo) — Eu não estou dizendo “religião”, mas “pensamento” — inserido nos corpus de textos e ideias que temos sacralizado ao longo dos séculos, a tal ponto que se afastar deles tornou-se quase impossível, está antagonizando o mundo inteiro. Isso está antagonizando o mundo inteiro!”

Entretanto, o Sheikh Ahmed al-Tayeb, a mais alta autoridade do Egito sobre o Islã e Grande Imã da Universidade de Al Azhar, a universidade Islâmica mais conceituada do mundo, rejeitou a reforma do “Discurso Religioso”. Al Azhar Rejeita Reforma do “Discurso Religioso”

A maioria dos Brasileiros, através de vários blogs e páginas do Facebook, estão agora podendo acessar os 1.400 anos de história do Islã. Estão se conscientizando que ao longo de 1.400 anos,  270 milhões de pessoas foram assassinadas, estupradas, saqueadas entre muitas outras coisas pela religião Islâmica.

Ao longo de 1.400 anos: 548 batalhas contra a Civilização Clássica versus 16 Cruzadas sem falar do mundo atual.

O segundo maior país Católico do mundo tem o direito e o dever de expressar a sua indignação diante do crescimento acelerado do Islã no Brasil. Principalmente quando turbinado por emissoras de TV como a Globo News entre outros veículos: Em dez anos, número de muçulmanos no Brasil dobra e chega a 1,5 milhão

Uma pergunta, quem está financiando esse crescimento acelerado do Islã no Brasil?

Não existe Muçulmano Brasileiro e sim Muçulmano no Brasil.


Assista a estes dois vídeos legendados em Português. Ajuste o idioma caso necessário no “settings” do vídeo.

Produzido por Dr. Bill Warner, Phd – Diretor do CSPI International

Ambos legendados pelo blog “LEI ISLÂMICA EM AÇÃO”.

 

 

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