PARIS JIHAD ASSASSINO EM MASSA: “NÃO ESTOU ENVERGONHADO DE MIM MESMO… SOU UM MUÇULMANO E ME SUBMETI A ALÁ”

Fonte/Source: Paris jihad mass murderer: “I am not ashamed of myself…I am a Muslim, and I submitted to Allah”


PARIS JIHAD ASSASSINO EM MASSA: “NÃO ESTOU ENVERGONHADO DE MIM MESMO… SOU UM MUÇULMANO E ME SUBMETI A ALÁ”

POR ROBERT SPENCER

13 de Janeiro de 2017

“Católicos escrevem para fazer perguntas religiosas.”

Isso não é surpreendente, dada a insistente solicitude da hierarquia Católica com o Islã. Não é de admirar, que depois de todo esse absurdo sobre “diálogo” e “respeito”, Católicos viessem para ver um assassino em massa da jihad Islâmica como tendo mais para lhes dizer sobre assuntos espirituais do que seus próprios clérigos.

“Algumas mulheres prometem seu amor eterno a ele, e dizem que querem ter seus bebês.”

“Toda mulher adora um fascista”, como Sylvia Plath escreveu, e mesmo que isso não seja verdade, é certo que muitas mulheres — e homens — admiram os assassinos em massa da jihad Islâmica por sua força, ao contrário da covardia quase universal e da pusilanimidade que vemos no Ocidente.

‘‘’Não estou envergonhado’  — O assassino em massa de Paris, Salah Abdeslam, diz em carta para fã, que não sente NENHUM REMOSSO”, de Romina McGuinness, Express, 13 de janeiro de 2017:

SALAH Abdeslam, um dos terroristas por trás dos ataques de Paris, disse que não estava “envergonhado” de si mesmo numa carta de amor enviada a um amigo anônimo.

É a primeira vez que o depravado jihadista, tido como o único membro sobrevivente da célula que matou 130 pessoas nos ataques terroristas de Novembro de 2015, falou desde sua prisão em Março passado.

A carta, que estava destinada a um endereço desconhecido em Côte-d’Or, no nordeste da França, foi entregue a funcionários antiterroristas no dia 11 de Outubro — cerca de 24 horas antes dos advogados do jihadista recluso anunciassem que “não mais o defenderiam”.

Abdeslam tem repetidamente exercido o seu direito de permanecer em silêncio e se recusou a falar durante o interrogatório.

Na carta, o suicida que falhou — e que está sendo mantido em isolamento, diz ter se tornado ainda mais radicalizado na prisão e conta sobre suas crenças religiosas distorcidas, de acordo com o diário Francês Libération.

Ele escreveu: “Eu não sei por onde começar. Eu não seria capaz de dizer se suas cartas me trazem alegria ou dor. Mas o que eu sei é que elas são o meu único elo com o mundo exterior.”

“Eu não tenho medo de falar, porque não tenho vergonha de mim mesmo. As pessoas dizem coisas horríveis sobre mim, tudo já foi dito.

“Quero que sejamos honestos uns com os outros. Suas intenções são sinceras? Eu não quero que você me ame porque pensa que eu sou uma “estrela pop”. A única pessoa que merece ser adorada é Alá, o criador do mundo.”

A carta também parece confirmar os temores de que Abdeslam tenha se reclusado ainda mais para dentro de sua concha, abrigando pensamentos cada vez mais radicais.

Ele escreveu: “Não estou tentando causar caos. Eu quero abalar o status quo. Sou Muçulmano e sou submetido a Alá. Já se submeteu? Apresse-se, arrependa-se e submeta-se a ele, pois ele o guiará pelo caminho certo. Não ouça o que as pessoas dizem, ouça-o.”…

Uma fonte anônima próxima ao caso disse que Abdeslam recebe “um monte de mensagens dos fãs”.

Ele disse: “Os Católicos escrevem para fazer perguntas religiosas. Algumas mulheres prometem seu amor eterno a ele, e dizem que querem ter seus bebês. Advogados se oferecem para defendê-lo — e as cartas continuam chegando.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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