ROBERT SPENCER NO THE HILL: LINDSAY LOHAN PODE TER FEITO A PIOR ESCOLHA DE SUA VIDA

Fonte/Source: Robert Spencer in The Hill: Lindsay Lohan may have made her worst life choice yet

ROBERT SPENCER NO THE HILL: LINDSAY LOHAN PODE TER FEITO A PIOR ESCOLHA DE SUA VIDA

 POR ROBERT SPENCER

 18 de Janeiro de 2017

UPDATE: Os fascistas de esquerda do The Hill cederam à pressão dos esquerdistas e dos neo-Brownshirts supremacistas Islâmicos, e removeram este artigo. De qualquer forma, o reproduzo aqui em sua totalidade:

Nota: Brownshirt (camisa marrom) significa: Membro de uma antiga milícia Nazista fundada por Hitler em Munique em 1921, com uniformes marrons parecidos com os dos Blackshirts (camisa preta) de Mussolini.

No The Hill, expliquei que a conversão barulhenta de Lindsay Lohan ao Islã, pode vir a ser a pior escolha da vida dela, pior do que todas as drogas, bebidas e tudo o mais que a fez famosa:

“Lindsay Lohan provocou especulação generalizada de que tenha se convertido ao Islã por ter excluído tudo da sua conta do Instagram, exceto a saudação Árabe “Alaikum salam” ou “Que a paz esteja sobre vós”.

Sua mãe negou a alegação, mas Lohan, que vive em Dubai, não o fez, mesmo quando choveu parabenizações provenientes de Muçulmanos ao redor do mundo. Se as reportagens forem verdadeiras, então Lohan, que há anos trabalha duro para acumular uma reputação comparada a um trem de celebridade descarrilhado, acaba de dar o passo mais errado de sua carreira.

Lohan alimentou esse tipo de especulação no passado, dizendo em 2015: “Meus amigos mais próximos que me deram muito apoio, em Londres são Sauditas e me deram o Alcorão, o qual eu trouxe para Nova York porque estava aprendendo. Isso me abriu as portas para experimentar espiritualmente, para encontrar outro verdadeiro significado. Isso é quem eu sou.”

Ela não disse qual o “verdadeiro significado” que encontrou nas injunções do Alcorão que sanciona o espancamento de esposa (Alcorão 4:34), a desvalorização do testemunho das mulheres (Alcorão 2: 282), o direito à herança (Alcorão 4: 11), a permissão para a poligamia (Alcorão 4: 3) ou mandato de guerra contra e subjugação de incrédulos (Alcorão 9:29), mas isso é apenas o começo do absurdo.

Será que Lindsay Lohan está preparada para se aventurar em público toda coberta, exceto seu rosto e as mãos, de acordo com a injunção de Muhammad (Abu Dawud 4092)? Será que está disposta a não sair, a menos que esteja acompanhada por um tutor masculino, de acordo com a lei Islâmica? Se sentirá feliz sendo julgada como deficiente em inteligência e compromisso religioso, como Muhammad disse sobre as mulheres (Bukhari 304)?

Lindsay Lohan provavelmente não sabe que tudo isso está no ensino Islâmico. Provavelmente o que ela conhece sobre os Islã são apenas as coisas que seus amigos lhe disseram na Arábia Saudita e Dubai, e que sem dúvida estão ansiosos para adicioná-la à lista de celebridades convertidas ao Islã. O que esses conversos ao Islã sabem sobre sua nova religião poderia ter sido tirado de um discurso do Presidente Barack Obama: que é uma religião nobre, grande, uma religião de paz, e que aqueles que levantam preocupações sobre o terrorismo jihad são xenófobos, racistas e intolerantes.

Então o que há para não gostar? Convertidos e potenciais conversos nunca são informados sobre como tantos convertidos ao Islã acabam se tornando terroristas da jihad, incluindo John Walker Lindh, o “Marin County Mujahid”, que foi descoberto lutando ao lado do Talibã e da Al-Qaeda contra as tropas Americanas no Afeganistão, e Adam Gadahn, que se descreve como “um revoltado freak de proporções em massa”, que, como Lindh, descobriu o Islã através da música rap e do teatro de ressentimento negro (nem negros eram, mas ambos queriam), leu o Alcorão e percebeu que um teste de fogo do caminho para agradar a Alá era a jihad contra os infiéis, e começaram a fazer exatamente isso.

Gadahn, antes de ser morto num ataque com drone, cresceu muito nas fileiras da al-Qaeda, até mesmo fazendo vídeos em Inglês endereçados ao povo Americano e apresentados pelo próprio chefe da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri. Neles,  Gadahn, o revoltado “freak”, em plena exibição apertando seus lábios nervosamente, argumenta pedantemente sobre a falsidade do Cristianismo e a verdade do Islã, e faz ameaças com bravatas nascidas do console de mil jogos de vídeo. Gadahn, Lindh e muitos outros conversos ilustram o apelo à conversão ao Islã entre os psiquicamente marginais, que encontram conforto no fato de que o Islã tem uma regra (e às vezes muitas regras) para cada atividade humana imaginável, aliviando-os da responsabilidade de ter que tomar decisões morais e éticas.

Pode ter sido isso que atraiu Lindsay Lohan, o epítome da celebridade sem raízes que deixou sua bússola moral há tanto tempo atrás que nem sequer se lembra de ter tido uma. É extraordinariamente improvável, é claro, que, mesmo que ela tenha se convertido ao Islã, que seguirá Lindh, Gadahn e tantos outros convertidos à atividade terrorista da jihad; entretanto, seria bom ela ponderar esse fenômeno, questionando a si mesma por que tantos Americanos que se converteram ao Islão tiveram que de alguma maneira absorver a ideia de que sua religião nova os comandam à traição e o assassinato em massa.

Isso, naturalmente, exigiria que ela lesse o Alcorão que está carregando com tanta atenção, e pensar por si mesma. Sem dúvida, isso é exatamente o que seus amigos Sauditas querem que ela o faça também. Se ela realmente o fez, colocaria os rumores da conversão para descansar de uma vez por todas. Para isso teria que resistir à elite fashion e esperta de Hollywood e a sabedoria recebida pela intelligentsia de esquerda.

Até agora, em sua estranha carreira pública, Lindsay Lohan não demonstrou coragem para fazer isso. Mas coisas estranhas tem acontecido.


Tradutor: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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