NYC: MUÇULMANOS REZAM NAS RUAS E FECHAM SUPERMERCADOS EM PROTESTO CONTRA A PROIBIÇÃO DE VIAJAR DO TRUMP

Fonte/Source: NYC: Muslims pray in the streets and close grocery stores to protest Trump’s travel ban – The Geller Report

NYC: MUÇULMANOS REZAM NAS RUAS E FECHAM SUPERMERCADOS EM PROTESTO CONTRA PROIBIÇÃO DE VIAJAR DO TRUMP

Por Pamela Geller

3 de Fevereiro de 2017

Alguns dos manifestantes estavam gritando “Allahu akbar”. Eles querem fazer de Nova York uma Sana’a? Qual é o propósito dessas manifestações, se não intimidar as pessoas a pensarem que é errado resistir à imigração Muçulmana maciça e irrestrita e ao próprio terror da jihad?

Se os Muçulmanos nos Estados Unidos são tão bem assimilados, por que todo esse ressentimento partidário, reclamações, processos judiciais e demandas por acomodação, etc.? Sem mencionar o ódio Islâmico aos Judeus e o apoio por uma guerra contra Israel.

A única diferença entre a América e a Europa é o número de Muçulmanos. Quanto maior a população Muçulmana, mais restritiva, hostil e violenta será — mais informações sobre a imigração Muçulmana aqui.

Centenas rezam nas ruas e fecham supermercados em protesto contra a proibição de viajar de Trump”, por Will Kirby, Express, 3 de fevereiro de 2017:

Mais de mil proprietários de lojas Americanas Iemenitas fecharam seus negócios hoje e viajaram para Brookyn Borough Hall para rezar, protestar e dar apoio aos afetados pela controversa proibição de viagem do presidente Trump.

O qual está sendo descrito como a ‘Greve de Bodega‘, milhares de imigrantes Iemenitas estão se manifestando contra a proibição de entrada em grande escala nos EUA por Trump.

A palavra Espanhola “Bodega” é literalmente traduzida como “loja de vinhos” e é uma gíria usada em Nova York para lojas de conveniência, e os organizadores da greve afirmam que há cerca de 6.000 Bodegas de propriedade Iemenita em toda a cidade.

Os fechamentos começaram ao meio-dia (5.00pm GMT) e continuarão por oito horas.

Uma página no Facebook criada para a greve afirma: “O fechamento das mercearias e bodegas será um show público para mostrar o papel vital que esses merceeiros e suas famílias desempenham no tecido econômico e social de Nova York.

“Durante este período, os proprietários de supermercados irão passar um tempo com suas famílias e entes queridos para apoiarem uns aos outros; Muitas dessas famílias foram diretamente afetadas pela proibição “.

O Presidente Trump assinou uma ordem executiva proibindo a imigração para os EUA de sete países “Muçulmanos”. Isso levou a protestos em toda a América e, agora no Reino Unido.

Debbie Almontaser, organizadora de greve e membro do Conselho da Rede de Comunidade Muçulmana, disse: “Originalmente, nós consideramos começar o fechamento às 8 da manhã, mas os merceeiros deixaram claro que não estariam dispostos a fecharem se isso significasse que seus clientes regulares ficariam sem o seu café da manhã.

“Mesmo quando suas vidas foram viradas de cabeça para baixo, se recusaram a interromper as vidas das mesmas pessoas que servem diariamente.”

Sulaiman Alaodyi, de 24 anos, que trabalha no caixa da Best and Tasty Deli, no bairro do Bronx, disse que esta foi a primeira vez que a loja fechou suas portas desde que foi inaugurada há nove meses.

“Queremos enviar uma mensagem de que estamos aqui.

“Nós vamos sair e apoiar todos os nossos irmãos e irmãs que estão detidos em aeroportos e em outros países que não podem voltar.

“Isso não é justo.”…


Pamela Geller é Presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), Editora da PamelaGeller.com e Autora do livro: The Post-American Presidency: A Guerra de Obama na América e Parar a Islamização da América: Um Guia Prático para a Resistência.


Anúncios