MUÇULMANOS PODEM USAR A CRUZ PARA ENGANAR CRISTÃOS

Fonte/Source: Muslims May Wear the Cross to Deceive Christians – Raymond Ibrahim

MUÇULMANOS PODEM USAR A CRUZ PARA ENGANAR CRISTÃOS

Por Raymond Ibrahim

10 de Novembro de 2016

Tradução do texto da foto: JESUS DESTRUIRÁ A CRUZ E SEGUIRÁ O ALCORÃO

Um vídeo na língua Árabe do professor da Al Azhar, Dr. Salim Abdul Galil, é muito instrutivo porque demonstra como a instituição Egípcia vê a relação entre Muçulmanos e Cristãos.

Em vídeo, ele discute o Alcorão 3:28:

“Que os fiéis não tomem por confidentes os incrédulos, em detrimento de outros fiéis. Aqueles que assim procede, de maneira alguma terão o auxílio de Alá, salvo se for para vos precaverdes e vos resguardardes. Alá vos exorta a d´Ele vos lembrardes, porque para Ele será o retorno.”

Galil começou explicando esse verso, mostrando por que os Muçulmanos nunca devem ser amigos ou ajudar os não-Muçulmanos, especialmente contra os companheiros Muçulmanos.

No entanto, se os Muçulmanos se encontram sob autoridade não-Muçulmana e temem por si mesmos, podem, nas palavras desse verso do Alcorão, “vos precaverdes”, e “vos resguardardes”. O Sheik explicou que é permitido aos Muçulmanos fingir que é “um deles”, os infiéis, mas apenas como fachada.

A título de exemplo, disse que se o Muçulmano está sob a autoridade dos Cristãos, e a cruz está em toda parte, o Muçulmano pode usar a cruz e pendurá-la — apesar do conhecido ódio virulento do Islã pela cruz. Ele também pode fingir que é um Cristão e esconder suas práticas Muçulmanas. Sheik Galil chamou essa estratégia — também conhecida como a doutrina da taqiyya — como uma “licença” concedida por Alá aos Muçulmanos para se protegerem contra os infiéis.

Aqui, novamente, é um lembrete nítido do porquê Al Azhar é regularmente acusada de ensinar o mesmo padrão Islâmico que os “radicais” aderem. A Al-Qaeda publicou um longo tratado sobre esse tema, “Lealdade e Inimizade”, apelando aos Muçulmanos para odiarem os não-Muçulmanos, mas permitindo que finjam ser um deles sempre que as circunstâncias exigirem prudência.

Finalmente, não esqueçam que é por isso que população Cristã Copta do Egito vive sob circunstâncias nada invejáveis?


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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