“ESFORÇAR-SE PARA RETRATAR MUÇULMANOS COMO “MORENOS” E OS INIMIGOS DO TERROR DA JIHAD, COMO REPUGNANTES POR RAZÕES RACIAIS É DESONESTO “

Fonte/Source: “Endeavor to portray Muslims as ‘brown’ and foes of jihad terror as disliking them for racial reasons is dishonest”

“ESFORÇAR-SE PARA RETRATAR MUÇULMANOS COMO “MORENOS” E OS INIMIGOS DO TERROR DA JIHAD COMO REPUGNANTES POR RAZÕES RACIAIS É DESONESTO “

 

POR ROBERT SPENCER

8 de Fevereiro de 2017

Linda Sarsour afirmou recentemente que, por ser “morena” (uma afirmação duvidosa na melhor das hipóteses), “Palestina” e “Muçulmana”, além de uma “mulher franca”, era “o pior pesadelo dos Islamofóbicos”.

Isso é apenas mais uma negação e projeção. Na realidade, ela é criticada por estar a favor da opressão da Sharia e ligada de várias maneiras ao Hamas. Mas isso é apenas mais inversão esquerdista da realidade.

“Por que os liberais continuam abrindo caminho para o Islã radical — e o que será necessário para mudar de opinião”, de Dave Urbanski, The Blaze, 7 de fevereiro de 2017:

Alguém poderia concluir que, depois de tantos exemplos de atos hediondos do Islã radical em todo o mundo, mesmo depois do 11 de Setembro, os liberais deixariam de abrir caminho ou de dar o benefício da dúvida.

Mas mesmo depois dos ataques em Fort Hood, Boston, Paris, Garland, Chattanooga, San Bernardino e Orlando — para citar alguns deles — alguns liberais claramente não se sentem assim. De fato, uma nova pesquisa da CBS indica que 66% dos democratas acreditam que o Islã não é diferente de outras religiões quando se trata de incentivar a violência…

Robert Spencer — diretor da Jihad Watch e notável autoridade sobre a omnipresença do Islamismo radical — disse ao The Blaze que vê a esquerda não somente continuando a abrir caminhos para o extremismo Islâmico, mas notando também que os liberais estão começando a normalizar alguns elementos dele.

E não precisou ir muito longe para falar da tão alardeada Marcha das Mulheres, que lotou as ruas um dia após a inauguração de Trump — e que contou com a organizadora do evento, Linda Sarsour, uma “Palestina Muçulmana Americana” que está sob escrutínio por declarações ameaçadoras que ela fez contra a crítica do Islã Ayaan Hirsi Ali vários anos atrás.

“A Sra. Sarsour não está interessada em direitos humanos universais”, disse Ali ao New York Times, acrescentando que: “ela é defensora da lei da Sharia. Não há princípio que humilhe, degrade e desumanize mais as mulheres do que o princípio da lei Sharia”.

Apesar disso, Spencer disse que os liberais continuam “glamorizando e glorificando” Linda Sarsour — bem como “vilipendiando qualquer um que aponte as ligações dela com o Hamas, o ódio vicioso à Israel…. mesmo em publicações como a Elle”.

Outros exemplos de normalização incluem a “proliferação dos eventos do Dia Mundial do Hijab, que ignoram as muitas mulheres que foram brutalizadas ou até mesmo mortas por não usarem o hijab e a disseminação entre as feministas esquerdistas Ocidentais da ideia de que as restrições do hijab e da Sharia às mulheres são sinais lindos da diversidade cultural, para ser comemorado e não condenado.”

Spencer concordou, também, que o preconceito esquerdista contra o Cristianismo e o Judaísmo, encontra um parentesco espiritual com o Islamismo radical, visto que ambos compartilham “o ódio pela civilização Ocidental Judaico-Cristã”. Além disso, o objetivo do Islã radical de derrubar o “Ocidente” bate levemente num tipo de auto-aversão liberal que não se importaria de ver a América de joelhos, dado que é visto por alguns liberais como “a fonte de todo o mal no mundo”.

Outra ferramenta que a esquerda tende a usar — e vista nesta aparição do Affleck em “Tempo Real”. — é a caracterização da crítica Islâmica como “racismo”, apesar do fato de que o Islã não é uma raça. (Ênfase adicionada).

Nota: Infelizmente este vídeo não está legendado em Português e não pertence ao texto original. Resolvi publicá-lo para dar sentido ao parágrafo acima. 

“O racismo é o nosso trauma nacional”, acrescentou Spencer ao The Blaze. “Esforçar-se para retratar Muçulmanos como “morenos” e os inimigos do terror da jihad como repugnantes unicamente por razões raciais, é um cínico e desonesto empreendimento que tem o efeito de intimidar as pessoas a terem medo de se oporem ao terror jihadista. Naturalmente, muitos esquerdistas são tão mal educados e incapazes de pensar criticamente que sem dúvida acreditam nisso tudo”.

Então, o que — por acaso — poderia eventualmente mudar a maré da esquerda?

Spencer observou que muito provavelmente seria algo pelo menos tão terrível quanto outro ataque em escala como o 11 de Setembro, porque “a cada ataque de jihad algumas pessoas acordam”.

Mas, a “intelectualidade esquerdista sabe disso”, disse ele, o que coloca uma questão, já que “depois de cada ataque, há um esforço extenuante para exonerar o Islã de qualquer responsabilidade por ele”.

Aqui está Spencer discutindo o Islã e a agressão da esquerda à liberdade de expressão em 2009 — e você pode dizer que as palavras dele provaram ser bastante proféticas nos Estados Unidos nos últimos anos:

 — Infelizmente este vídeo não está legendado em Português —


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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