A INVASÃO ISLÂMICA DA ÍNDIA: O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

Fonte/Source: Islamic Invasion Of India: The Greatest Genocide In History — The Muslim Issue


A INVASÃO ISLÂMICA DA ÍNDIA:
O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

Por The Muslim Issue

O historiador Muçulmano Firishta [nome completo Muhammad Qasim Hindu Shah, 1560 – 1620], autor de Tarikh-i Firishta (A História da Índia (Dos tempos antigos até os dia de Jahangir) e Gulshan-I Ibrahim, foi o primeiro a dar uma ideia do banho de sangue medieval que foi a Índia durante o domínio Muçulmano, quando declarou que mais de 400 milhões de Hindus foram massacrados durante a invasão e ocupação Muçulmana da Índia. Os sobreviventes foram escravizados e castrados. A população da Índia era estimada em cerca de 600 milhões na época da invasão Muçulmana. Em meados de 1500, a população Hindu era de 200 milhões.

Quando os Britânicos chegaram às margens da Índia, depois de séculos de lei Islâmica governando a Índia, a população Hindu não estava mais se comportando como Hindus; Estavam agora se comportando como Muçulmanos. Existem muitos relatos de testemunhas nos arquivos Britânicos, sobre os horríveis  incidentes com Hindus que chocaram os Britânicos pelo grau de crueldade — e, por isso, às vezes se referiam ao povo como “selvagens”. Sim, qualquer pessoa contaminada pela associação com a “cultura” Islâmica fica realmente infectado e selvagem. É exatamente por isso que ela  é tão prejudicial e perigosa.

Hoje, como outras culturas com a alma massacrada pelo Islã, a Índia não é verdadeiramente uma nação Hindu. A Índia é uma sombra do Islã, uma versão “Hinduzida” pelo Islã, onde cada atrocidade humana tem sido emulada e adotada por uma cultura anteriormente alheia a tal brutalidade. E em associação com a praga mohamedana estrangeira, esses hábitos Islâmicos foram adotados e aceitos como parte “normal” da cultura Indiana. Mas se olharmos para a cultura Indiana pré-Islâmica, era em grande parte uma cultura de conhecimento e aprendizagem benevolente, muito mais que hoje em dia.

Desde a época da Dinastia Umayyad (711 d.C.) até o último Mughal, Bahadur Shah Zafar (1858), tão amplamente elogiada como grandes líderes pelos próprios historiadores Indianos, cidades inteiras foram queimadas e as populações massacradas, com centenas de milhares mortos em cada campanha, e números semelhantes deportados como escravos. Cada novo invasor fez (muitas vezes literalmente) suas colinas com crânios de Hindus. Assim, a conquista do Afeganistão no ano 1000 foi seguida pela aniquilação da população Hindu; A região é ainda chamada de Hindu Kush, isto é, “abate Hindu”.

O genocídio sofrido pelos Hindus e Sikhs na Índia, pelas mãos das forças de ocupação Árabes, Turcas, Mughal e Afegãs, durante um período de 800 anos, é ainda formalmente não reconhecido pelo mundo.

O único genocídio semelhante no passado recente foi o do povo Judeu nas mãos dos Nazistas.

O holocausto dos Hindus na Índia foi de proporções ainda maiores, a única diferença é que continuou por 800 anos, até que os regimes brutais fossem efetivamente dominados em uma luta de vida ou morte pelos Sikhs em Punjab e pelos exércitos Hindu Maratha em outras partes da Índia no final de 1700.

Temos elaboradas evidências literárias do maior holocausto do mundo a partir de relatos de testemunhas oculares contemporâneas. Os historiadores e biógrafos dos exércitos invasores e governantes subseqüentes da Índia deixaram registros bastante detalhados das atrocidades que cometeram em seus encontros cotidianos com os Hindus da Índia.

Esses registros contemporâneos gabavam-se e glorificavam os crimes cometidos — e o genocídio de dezenas de milhões de Hindus, estupros em massa de mulheres Hindus e a destruição de milhares de templos e bibliotecas Hindus/Budistas antigos foram bem documentados e fornecem provas sólidas ao maior holocausto do Mundo.

Dr. Koenraad Elst em seu artigo “Havia um genocídio Islâmico dos Hindus?” Afirma:

“Não há nenhuma estimativa oficial do número total de mortos dos Hindus pelas mãos do Islã. Uma primeira olhada nos importantes testemunhos de cronistas Muçulmanos sugere que, ao longo de 13 séculos e um território tão vasto como o Subcontinente, os Guerreiros Sagrados Muçulmanos facilmente mataram mais Hindus do que os 6 milhões do Holocausto. Ferishtha enumera várias ocasiões em que os sultões Bahmani da índia central (1347-1528) mataram cem mil Hindus, que estabeleceram como meta mínima sempre que sentiam-se com vontade de punir os Hindus; E era apenas uma dinastia provincial de terceiro grau.

Os maiores assassinatos ocorreram durante os ataques de Mahmud Ghaznavi (cerca de 1000 EC); durante a conquista real da Índia do Norte por Mohammed Ghori e seus tenentes (1192 ff.); e sob o Sultanato de Delhi (1206-1526).”

Ele também escreveu em seu livro “Negação na Índia“:

“As conquistas Muçulmanas, até o século 16, foram para os Hindus, uma luta pura de vida ou morte. Cidades inteiras foram queimadas e populações massacradas, com centenas de milhares mortos em cada campanha, e números semelhantes deportados como escravos. Cada novo invasor fez (muitas vezes literalmente) suas colinas de crânios Hindus. Assim, a conquista do Afeganistão no ano 1000 foi seguida pela aniquilação da população Hindu; A região é ainda chamada de Hindu Kush, ou seja, abate Hindu. “

Will Durant argumentou em seu livro de 1935 “A História da Civilização: Nossa Herança Oriental” (página 459):

“A conquista Mahometana da Índia é provavelmente o relato mais sangrento da história. Os historiadores e estudiosos Islâmicos registraram com grande alegria e orgulho os massacres de Hindus, conversões forçadas, rapto de mulheres e crianças Hindus nos mercados de escravos e a destruição de templos realizados pelos guerreiros do Islã desde 800 d.C. até 1700 d.C. Milhões de Hindus foram convertidos ao Islã pela espada durante este período. “

Francois Gautier em seu livro ‘Rewriting Indian History‘ (1996) escreveu:

“Os massacres perpetrados por Muçulmanos na Índia são incomparáveis na história, maior do que o Holocausto dos Judeus pelos Nazistas; Ou o massacre dos Armênios pelos Turcos; Mais extenso ainda que o abate das populações nativas da América do Sul pelo invasor Espanhol e Português “.

O escritor Fernand Braudel relatou em  “A History of Civilizations” (1995), o governo Islâmico na Índia desta forma:

“Experimento colonial” foi “extremamente violento”, e “os Muçulmanos não podiam governar o país exceto pelo terror sistemático. A crueldade era a norma — queimaduras, execuções sumárias, crucificações ou empalações, torturas inventivas. Templos Hindus foram destruídos para dar lugar às mesquitas. Às vezes houveram conversões forçadas. Se alguma vez houve uma revolta, ela foi instantaneamente e brutalmente reprimida: casas foram queimadas, o campo foi devastado, homens foram abatidos e mulheres levadas como escravas “.

Alain Danielou em seu livro, “Histoire de l ‘Inde” escreve:

“A partir do momento em que os Muçulmanos começaram a chegar, por volta de 632 d.C., a história da Índia se transforma em uma longa e monótona série de assassinatos, massacres, espoliação e destruições. É, como de costume, em nome de uma “guerra santa”, pela fé, em seu único Deus, que os bárbaros destruíram civilizações, destruíram raças inteiras “.

Irfan Husain em seu artigo “Demons from the Past” observa:

“Enquanto os eventos históricos devem ser julgados pelo contexto do período em que viveram, não se pode negar que mesmo naquele período sangrento da história, nenhuma misericórdia foi mostrada aos Hindus, infelizes o suficiente para estar no caminho dos conquistadores Árabes do Sindh e Punjab do sul, ou os Asiáticos Centrais que varreram do Afeganistão… Os heróis Muçulmanos vistos como maiores que a vida em nossos livros de história, cometiam crimes terríveis. Mahmud de Ghazni, Qutb-ud-Din Aibak, Balban, Mohammed bin Qasim e Sultan Mohammad Tughlak, todos têm as mãos manchadas de sangue que a passagem dos anos não as limpou. Aos olhos Hindus, a invasão Muçulmana de sua pátria foi um desastre absoluto.”

“Seus templos foram arrasados, seus ídolos esmagados, suas mulheres estupradas, seus homens mortos ou levados como escravos. Quando Mahmud de Ghazni entrou em Somnath, em um de seus ataques anuais, massacrou todos os 50.000 habitantes. Aibak matou e escravizou centenas de milhares. A lista de horrores é longa e dolorosa. Esses conquistadores justificaram suas ações alegando que era seu dever religioso ferir os não-crentes. Escondendo-se na bandeira do Islã, alegaram que estavam lutando pela fé quando, na realidade, estavam massacrando e saqueando por puro e simples prazer… “

Uma amostra de relatos de testemunhas oculares contemporâneas dos invasores e governantes, durante as conquistas Indianas.

O governante Afegão Mahmud al-Ghazni invadiu a Índia nada menos que dezessete vezes entre 1001 – 1026 d.C. O livro ‘Tarikh-i-Yamini’ — escrito por seu secretário, documenta vários episódios de suas sangrentas campanhas militares:

“O sangue dos infiéis fluía tão copiosamente derramado [na cidade Indiana de Thanesar] que a corrente estava descolorida, apesar da sua pureza, e as pessoas não conseguiam beber… os infiéis abandonaram o forte e tentaram atravessar o rio espumante… mas muitos deles foram mortos, carregados ou afogados… Quase cinquenta mil homens foram mortos.”

No registro contemporâneo — ‘Taj-ul-Ma’asir’ por Hassn Nizam-i-Naishapuri, afirma que quando Qutb-ul-Din Aibak (de origem Turko-Afegã e primeiro Sultão de Delhi de 1194-1210 AD) conquistou Meerat, demoliu todos os templos Hindus da cidade e erigiu mesquitas em seus locais. Na cidade de Aligarh, converteu os habitantes Hindus ao Islã pela espada e decapitou todos aqueles que aderiram à sua própria religião.

O historiador Persa Wassaf escreve em seu livro ‘Tazjiyat-ul-Amsar wa Tajriyat ul Asar’ que quando o Alaul-Din Khilji (um Afegão de origem Turca e segundo governante da dinastia Khilji na Índia 1295-1316 d.C.) capturou a cidade de Kambayat na cabeceira do golfo de Cambay, matou os habitantes machos adultos Hindus para a glória do Islã, deixou rios de sangue, enviou as mulheres do país com todo o seu ouro, prata e jóias, para sua própria casa, e ainda levou cerca de vinte mil meninas Hindus como suas escravas particulares.

A Índia tem uma história cultural profunda e longa. O Hinduísmo começou em torno de 1500 a.C. e o Budismo em torno do século VI a.C. Essa cultura tinha conseguido uma evolução intelectual, religiosa e artística impressionante. Antes e depois dos primeiros dias do Islã, estudiosos Indianos levaram seus trabalhos de ciência, matemática (zero, álgebra, geometria, o sistema decimal, os chamados algarismo “Arábicos” são, na verdade, Hindus!), medicina, filosofia etc. para as cortes dos outros (incluindo Muçulmanos. e.g. Baghdad).

Outros foram estudar em universidades estabelecidas na Índia. As crianças Indianas (meninos e meninas) foram educadas em um sistema de educação relativamente difundido e com ampla variedade de assuntos e.g. ciência, medicina e filosofia, e a arte e arquitetura da Índia foram magníficas. Eram um povo próspero. Aí o Islã chegou — massacre, escravidão, estupro, violência, pilhagem; destruição de sítios religiosos, arte e arquitetura; pobreza, exploração, humilhação, fome, conversão forçada, declínio das atividades intelectuais, destruição social e agravamento dos males sociais. Para o Islã, tudo o que não é Islâmico pertence a um tempo de ignorância — Jahiliyya — e deve ser destruído (ou apropriado e chamado de Islã!). O ataque devastador criou os Roma (ciganos), destruiu o Afeganistão Hindu e formou o Paquistão (Kashmir) e Bangladesh.

O custo das invasões Muçulmanas é enorme no que se refere à vida, riqueza e cultura. Estimativas sugerem que entre 60-80 MILHÕES morreram nas mãos de invasores Muçulmanos e governantes e somente de 1000 à 1525 (ou seja, mais de 500 anos — a população foi ABATIDA). (Lal citado em Khan p. 216) “Você pensa que isso é impossível? Na guerra da Independência de Bangladesh, em 1971, o exército Paquistanês Muçulmano matou de 1,5 a 3 milhões de pessoas (principalmente Muçulmanos…) em apenas 9 meses.” (Khan p 216) ! O número real de Hindus brutalmente abatidos pelos Muçulmanos foi algo em torno de 400 milhões, e não 60-80 milhões, de acordo com Firishta [1560-1620], o autor de Tarikh-i Firishta e do Gulshan-i Ibrahim]

Com base em números disponíveis, a quantidade de Indianos escravizados é enorme!

A conquista Muçulmana da Índia foi provavelmente a mais sangrenta da história:

Historiadores e scholars Islâmicos registraram com alegria e orgulho os abates dos Hindus, conversões forçadas, rapto de mulheres, crianças Hindus nos mercados de escravos e a destruição de templos realizadas pelos guerreiros do Islã a partir de 800 d.C. até 1700 d.C. Milhões de Hindus foram convertidos ao Islã pela espada neste período “(cita o historiador Durant;  Khan p 201)

E Rizwan Salim (1997) conta o que os invasores Árabes realmente fizeram:

“Selvagens, de baixo nível civilizatório e nenhuma cultura, vale o nome, partindo da Arábia e da Ásia Ocidental, começaram a entrar na Índia desde o início do século em diante. Os invasores Islâmicos derrubaram inúmeros templos Hindus e inúmeras esculturas e ídolos foram destruídas para sempre; saquearam incontáveis fortalezas e palácios de reis Hindus; mataram um grande número de homens Hindus e levaram as mulheres Hindus… mas muitos Indianos parecem não reconhecer que os alienígenas Muçulmanos destruíram a evolução histórica da civilização mais avançada mentalmente, da cultura mais ricamente imaginativa e da sociedade mais vigorosamente criativa “(citado em Khan, p. 179)

É claro que os Indianos pré-Islâmicos lutaram, mas NÃO com a intenção de escravizar ou devastar, nem massacrar, nem destruir locais religiosos, nem prejudicar culturas e agricultores. As batalhas eram geralmente conduzidas em solo aberto, entre militares. (Khan p 205-207) Não havia o conceito de “espólio”, então os Indianos não estavam preparados para o ataque do Islã. Nativos Indianos foram forçados a fugir para selvas e montanhas, ou enfrentariam explorações extenuantes e impostos, abate ou escravidão, enquanto sua sociedade era humilhada e destruída. Os Muçulmanos atacaram constantemente a população Indiana, idólatra e também lutaram uns contra os outros em revoltas incessantes causadas por generais, chefes e príncipes durante todo o tempo do governo Islâmico (Khan p 205).

Escravidão: Inicialmente a “Índia” incluía parte do Paquistão de hoje (Sindh), Bangladesh/Bengala e Kashmir. O Hinduísmo e o Budismo floresceram no Afeganistão antes da conquista Islâmica (Século VII). No século XVI, o Afeganistão foi dividido entre o Império Muçulmano Mogol (Mughal) da Índia e os Safávidas da Pérsia.

Inicialmente os ateus Umayyads, permitiram o status de dhimmi Hindus — possivelmente por causa de seu grande número, resistência ao Islã e seu valor como fonte de renda via imposto. Isso viola o texto Islâmico e a lei que exige a morte ou conversão para idólatras e politeístas. Quando o sultão Iltutmish (d 1236) foi questionado por que os Hindus não tinham a escolha entre a morte e o Islã, ele respondeu:

“…, mas no momento, na India… os Muçulmanos são tão poucos que são como o sal (num prato grande) … contudo após alguns anos quando a capital e as regiões e todas as cidades pequenas, quando os Muçulmanos estiverem estabelecidos e as tropas forem maiores… seria possível dar aos Hindus a escolha da morte ou do Islã “(citado em Lal [c] p 538) (Podemos aprender alguma coisa com isso)

Apesar do suposto status de “dhimmi”, o massacre em massa, a conversão forçada em massa e a escravidão em massa com a consequente conversão forçada ao Islã foram praticados durante todo o governo Islâmico, e no século XX quando muitos ainda exigem dos idólatras/politeístas a conversão ou a morte.

Lutadores Hindus e homens foram massacrados e mulheres e crianças escravizadas. A escravidão dos eunucos era praticada em meninos.

Frequentemente, os números reais são omitidos, apenas comentários como “inúmeros cativos/escravos”, ou “todas as mulheres e crianças foram levadas.” Onde os números são registrados, se mostram aterrorizeantes. Além de pessoas, os Muçulmanos tomaram tudo o que puderam — moedas, jóias, panos, roupas, móveis, ídolos, animais, grãos etc ou destruíram tudo.

Governantes Muçulmanos eram estrangeiros. Até o século XIII, a maioria dos escravos foram enviados para fora da Índia, mas de acordo com o Sultanato de Delhi (1206), foram retidos para trabalho no sultanato e vendidos na Índia ou enviados para outro lugar. Os escravos de outros lugares eram importados e os exércitos Muçulmanos eram compostos por uma grande variedade de grupos de escravos estrangeiros “convertidos” ao Islã, e “Hindus” e  Indianos “conversos”.

Os escravos eram o espólio prometido de Alá e obtê-los era uma forte motivação para a jihad.

“Escravos eram tão abundantes que se tornaram muito baratos; Homens… foram degradados… mas, essa é a bondade de Deus, que concede honras em sua própria religião e degrada a infidelidade”. (Cronista Muçulmano Utbi em Sultan Subuktigin sobre o ataque dos escravos de Ghazni [942-997] em Sookdheo p166).

Em Sindh (a primeira área atacada com sucesso) a primeira comunidade “Muçulmana” era composta principalmente de escravos forçados ao Islã e um número pequeno de mestres Árabes (Khan p 299). Inicialmente, os escravos foram forçados a sair da Índia, por exemplo, Qasim (Árabe), o conquistador de Sindh enviado por Hajjaj bin Yusuf Sakifi ao califado de Walid I, levou 300.000 de uma campanha que durou 3 anos em 712-715 (Khan p 299, Trifkovic p 109). Muçulmanos vieram de todos os lugares para participar dessa “jihad”. Qasim foi de repente convocado e executado (possivelmente por ter semeado no couro de um animal[sic]) por supostamente violar duas princesas Sindhi destinadas ao harém do califa! (Lal [c] p 439)

Os Ghaznivids-Turcos de Ghazni, Afeganistão (997-1206), que subjugou o Punjab.

Das 17 invasões (997-1030), o Sultão Muhmud Ghazni (Turco do Afeganistão, 997-1030) enviou centenas de milhares de escravos para Ghanzi (Afeganistão), resultando em uma perda de cerca de 2 milhões de pessoas por abate ou escravidão, inclusive vendidos para fora da Índia. P 315). Os cronistas (por exemplo Utbi, secretário do sultão) fornecem alguns números, por exemplo, de Thanesar, o exército Muçulmano trouxe 200.000 cativos de volta a Ghazni (Afeganistão). Em 1019, 53.000 foram levados. De uma só vez,  uma ⅕ parte do califa era de 150.000, sugerindo 750.000 cativos. 500.000 foram tomadas em uma campanha (em Waihind) (Lal [c] p 551) secretário de Mahmud al-Utbi registros:

“As espadas brilharam como um clarão no meio da escuridão das nuvens, e fontes de sangue fluíram como a queda da estrela que se põe. Os amigos de Deus derrotaram seus oponentes… Os Musalmans fizeram vingança contra os infiéis inimigos de Alá, matando 15 mil deles… tornando-os alimentos das bestas e aves de rapina… Alá também concedeu a seus amigos uma certa quantidade de espólio, o qual era além de todos os limites e cálculos, incluindo 500.000 escravos, lindos homens e mulheres”(Khan p 191)

Os ataques de Ghaznivid no “sultanato Islâmico de Punjab” até 1186. Ataques em Kashmir, Hansi e distritos de Punjab resultaram em massacre e escravidão, por exemplo, 100.000 ao longo de 1079 ataques em Punjab (Tarik -i-Alfi em Khan p 276-7, Lal [d] p553

Sob os governos de Ghauriv (Turcos) por exemplo, Muhammad Ghauri (Afago) e seu comandante militar e depois governador, Qutbuddin Aibak (r1206-1210), o sultanato de Deli foi criado. Desaparecimentos em massa, escravidão, conversões forçadas, saque e destruição de templos continuaram. Escravos eram incrivelmente abundantes. Em 1195, Aibak levou 20.000 escravos de Raja Bhim e 50.000 em Kalinjar (1202) (Lal [c] p 536).

“Até um pobre (Muçulmano) chefe de família tornou-se proprietário de numerosos escravos.” (Khan 103, Lal [c] p 537).

Através do 13/14º século governado por Khilji (Khaljis) e Tughlaq’s, a escravidão cresce, assim como o Islã se expandiu. Milhares de escravos foram vendidos a um preço baixo todos os dias (Khan p 280). A captura de escravos de Alauddin Khilji (r 1296-1316) era estupenda e ele algemou, acorrentou e humilhou os escravos (Lal [c] p. 540). Só no saque de Somnath:

“Aprisionou um grande número de donzelas bonitas e elegantes, somando 20.000, além crianças de ambos os sexos. Mais do que uma lápis pode enumerar. O exército Maometano levou o país à ruína total, destruiu a vida dos habitantes, saqueou as cidades e capturou a sua descendência “(historiador citado em Bostom p 641, Lal [c] p 540)

Muitos milhares foram massacrados. Alauddin Khilji (r 1296-1316) tinha 50.000 escravos MENINOS em seu serviço pessoal e 70.000 escravos trabalharam continuamente em seus edifícios. (Lal [c] p 541)

As mulheres praticavam Jauhar (queimando-se ou suicidando-se para evitar a escravidão e a violação) e sati.

O Sufi Amir Khusrau observa que “os Turcos, quando querem, podem prender, comprar ou vender qualquer Hindu” (Lal [c] p 541)

Escravizado e Castrado

Eunucos: Em todo o mundo Islâmico, os conquistados foram castrados, inclusive na Índia. Isso foi feito para que os homens pudessem proteger os haréns; fornecer indulgência carnal para os governantes; oferecer devoção ao governante como não tinham esperança de uma família própria, e assim, rapidamente reduziu o estoque de reprodutores do conquistado. A castração era uma prática comum em todo governo Muçulmano, possivelmente contribuindo para o DECLÍNIO na população da Índia, de 200 milhões em 1000 CE  para 170 milhões em 1500 CE (Khan p 314).

Logo que o Sultão Bakhtiyar Khilji conquistou Bengal em 1205, tornou-se fornecedor líder de escravos castrados. E assim continuou no período Mogul (1526-1857).

Akbar o Grande (1556-1605) possuía eunucos. Disse que Khan Chaghtai possuía 1.200 eunucos (um oficial do filho de Akbar, Jahangir)! No reino de Aurangzeb, em 1659 em Golkunda (Hyderabad), 22.000 meninos foram emasculados e dados aos governantes Muçulmanos e governadores ou vendidos. (Khan 313).

Sultão Alauddin Khilji (r 1296-1316) tinha 50.000 meninos em seu serviço pessoal; O sultão Muhammad Tughlaq (r 1325-51) tinha 20.000 e o sultão Firoz Tughlaq (r 1351-1388) tinha 40.000 (Firoz Tulghlaq gostava de colecionar meninos de qualquer maneira e tinha 180.000 escravos no total (Lal [p] p 542). Vários comandantes sob vários sultões eram eunucos. Os historiadores Muçulmanos registram a ‘paixão’ dos sultões Mahmud Ghazni, Qutbuddin Aibak e Sikandar Lodi — por garotos bonitos! O sultão Mahmud foi apaixonado pelo seu comandante Hindu Tilak (Khan p 314)

Conclusão: O comportamento desumano aplicado a toda a população Indiana pelos Muçulmanos era o mesmo, não importando se os Muçulmanos eram Sufis, Árabes, Afegãos, Turcos ou Mongóis, pois todos seguiam as leis do Islã, os textos  e o belo exemplo de Muhammad/Maomé. Deve-se notar também que a violência e a escravidão continuaram mesmo depois de terem um controle virtual sobre a Índia, porque o objetivo não era meramente a conquista, mas também a força de todos pela expansão do Islã. Os Muçulmanos não vieram para se juntar à sociedade Indiana, vieram para limpá-la e substituí-la pelo Islã — porque pensam que possuem tudo, porque é o espólio prometido por Alá. Os pagãos/idólatras, politeístas têm que se converter ou morrer e só então poderá haver paz (Islâmica)! Os escravos eram a recompensa justa para os guerreiros do Islã — parte do espólio prometido por Alá.


REFERÊNCIAS:

1) Bostom, A. G. ‘O Legado da Jihad: guerra Santa Islâmica e o destino dos não-Muçulmanos’ Prometeu Books. Nova York. 2005.

2) Khan, M. A. ‘Jihad Islâmica: Um legado de conversão forçada, imperialismo e escravidão.’ Universe, Bloomington, IN. 2009. (Um ex-Muçulmano Indiano) – FULL PDF LIVRO AQUI

3) Lal [a], K.S. Os Muçulmanos invadem a Índia p 433-455 em Bostom (1) acima.

4) Lal [b], K.S. Jihad sob os Turcos e jihad sob o Mughals p 456-461 em Bostom (1) acima.

5) Lal [c], K.S. Captura de Escravos durante o Governo Muçulmanos p535-548 em Bostom (1) acima.

6) Lal [d], K.S. Escravização de Hindus por invasores Árabes e Turcos p 549-554 em Bostom (1) acima.

7) Lal [e], K.S. As origens do sistema escravo Muçulmano p 529-534 em Bostom (1) acima.

8) Reliance of the Traveler: Um manual clássico da lei sagrada Islâmica. Em Árabe com texto em Inglês, comentários e apêndices editados e traduzidos por Nuh Ha Mim Keller Al-Misri, Ahmad ibn Naqib; Publicações Amana Maryland USA 1994.

9) Sookhdeo, P. ‘Jihad Global: O futuro em face do Islã Militante’ Isaac Publishing. 2007.

10) Trifkovic, S. ‘A espada do profeta.’ Regina Orthodox Press, Inc. 2002.

11) Ye’or, Morcego. ‘Islã e Dhimmitude: Onde as civilizações colidem’ traduzido do Francês por Miriam Kochan e David Littman. Fairleigh Dickinson University Press 2002, reimpressão 2005.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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