ROBERT SPENCER: JÁ VAI TARDE: FUNCIONÁRIA MUÇULMANA DA NSC PEDE DEMISSÃO, CULPA TRUMP, REIVINDICA STATUS DE VÍTIMA

Fonte/Source: Robert Spencer: Good Riddance: Hijab-wearing Muslim NSC staffer quits, blames Trump, claims victim status


ROBERT SPENCER: JÁ VAI TARDE: FUNCIONÁRIA MUÇULMANA  DA NSC PEDE DEMISSÃO, CULPA TRUMP, REIVINDICA STATUS DE VÍTIMA

Por ROBERT SPENCER

27 de Fevereiro de 2017


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Rumana Ahmed

A mídia do establishment encontrou uma nova heroína: Rumana Ahmed, uma mulher Muçulmana que trabalha vestida com o seu hijab, que integrou o Conselho de Segurança Nacional durante a administração Obama, e que aora pediu demissão depois de oito dias no governo Trump .

Ahmed explicou: “Eu tive que partir porque era um insulto entrar no edifício mais histórico do país todos os dias sob uma administração que está lutando contra e vilipendiando tudo o que eu defendo como Americana e como Muçulmana”. Isso basta para a mídia disparar sua fúria anti-Trump com uivos hipócritas, mas como sempre, há mais nessa história do que a mídia está dizendo, e muito mais sobre Rumana Ahmed que gostariam que você não soubesse.

Em seu artigo no The Atlantic, explicando por que deixou o NSC – National Security Council, (e é importante notar que ela não foi demitida pelos seus novos patrões supostamente “Islamofóbicos”, ela pediu demissão), Ahmed usa expressões pós-9/11 de vitimização Muçulmana, que se tornaram tropos familiares entre os esquerdistas: depois de contar sua vida idílica “vivendo o sonho Americano”, ela diz: “Depois do 11 de Setembro, tudo mudaria. No auge do meu choque, horror e desgosto, tive que lidar com o medo que algumas crianças de repente tiveram de mim. Fui observada, amaldiçoada e cuspida em público e na escola. As pessoas me chamavam de “terrorista” e me disseram: “volte para seu país”.

Não surpreende que Ahmed não tenha mencionado o fato de que essa narrativa de vitimização Muçulmana foi manchada, se não completamente viciada, pelo alto número de “crimes de ódio anti-Muçulmanos” que foram falsificados por Muçulmanos. O Conselho ligado às Relações Americano-Islâmicas (CAIR) do Hamas e outros Muçulmanos em muitas ocasiões não hesitaram em rebaixar-se até mesmo para fabricar “crimes de ódio”, incluindo ataques às mesquitas e até assassinatos: um Muçulmano de Nova Jersey foi considerado culpado pelo assassinato que tentou retratar como um ataque “Islamofóbico”, e em 2014 na Califórnia, um Muçulmano foi considerado culpado por matar sua esposa, depois de primeiro acusar o assassinato de “Islamofobia”.

Ahmed ainda culpou um assassinato por “Islamofobia”: “Um mundo mais duro começou a ressurgir em 2015”, escreveu no The Atlantic. “Em Fevereiro, três jovens estudantes Muçulmanos Americanos foram mortos em suas casas, em Chapel Hill, por um Islamofóbico. Tanto a mídia como a administração foram lentas ao enfrentar o ataque, como se os mortos tivessem de ser examinados antes que pudessem ser velados. Foi emocionalmente devastador.”

Na verdade, não há provas de que os assassinatos de Chapel Hill tenham sido cometidos por um “Islamofóbico”. O advogado Ripley Rand declarou no dia seguinte aos assassinatos: “Os acontecimentos de ontem não fazem parte de uma campanha contra os Muçulmanos na Carolina do Norte”. Rand disse que não havia “informações de que isso fizesse parte de um evento organizado contra Muçulmanos”. Nem surgiu desde então, embora esse fato não tenha impedido os grupos Islâmicos de advocacia de rotineiramente tratar esses assassinatos como evidência de uma onda de ódio anti-Muçulmano nos EUA. Ruhana Ahmed, no The Atlantic, encoraja essa agenda cínica e maliciosa.

Na mesma linha, Ahmed afirma: “Quando Trump pediu o banimento Muçulmano pela primeira vez, os relatos de crimes de ódio contra Muçulmanos dispararam“. Na realidade, como notou o MRC Newsbusters no final de Novembro, “Uma série desses incidentes já foram desmascarados, embora os poucos detalhes sobre a maioria das histórias faz com que seja quase impossível refutar (ou provar!)”.

Ahmed não é só desonesta; ela está conectada. Antes de trabalhar para o governo de Obama, era funcionária da associação dos estudantes Muçulmanos da Universidade de George Mason (MSA). De acordo com a Discover the Networks, a MSA “foi estabelecida principalmente por membros da Irmandade Muçulmana (MB) em Janeiro de 1963 na Universidade de Illinois, Urbana-Champaign. O Teólogo Larry A. Poston da Nyack College escreve que ‘muitos dos membros fundadores dessa agência [MSA] eram membros de, ou tinha conexões com’ a Irmandade Muçulmana ou Jamaat-i-Islami.” O MSA é “uma força política radical e uma importante organização lobista da seita Wahhabi do Islã, dizendo aos estudantes que a América é uma potência imperialista e Israel uma nação opressora. Palestrantes do MSA rotineiramente vomitam libelos antissemitas e justificam o genocídio contra os Judeus que é promovido por organizações terroristas Islâmicas como o Hamas e o Hezbollah e pelo governo do Irã “.

Além disso, “um documento interno da Irmandade Muçulmana de 1991 — intitulado “Um Memorando Explicativo sobre o Objetivo Estratégico Geral para o Grupo na América do Norte” — que nomeou a MSA como uma das 29 “organizações de amigos” da Irmandade que compartilha o objetivo comum de destruir a América e transformá-la numa nação Muçulmana. Esses “amigos” foram identificados pela Irmandade como grupos que poderiam ajudar a ensinar aos Muçulmanos que seu trabalho nos Estados Unidos é uma espécie de grande Jihad para eliminar e destruir a civilização Ocidental a partir de dentro e “sabotar” sua miserável casa pelas próprias mãos… de modo que… a religião de Deus <a href="sic“>Islã seja vitoriosa sobre todas as outras religiões”.

É difícil imaginar como alguém que tinha servido como funcionária numa organização dedicada a “eliminar e destruir a civilização Ocidental a partir de dentro” seria tão rapidamente nomeada para o Conselho de Segurança Nacional, mas essa era a América de Barack Obama. O governo Trump está, de fato, estabelecendo um tom surpreendentemente diferente, que Rumana Ahmed considera inaceitável. Sua insatisfação e partida do NSC são boas razões para que todos os Americanos patrióticos aplaudam.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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