Opressão Chique: Nike Oferece “Pro Hijab” Atlético Para Muçulmanas

Fonte/Source: Oppression chic: Nike offers “Pro Hijab” for athletic Muslimas

Opressão Chique: Nike Oferece “Pro Hijab” Atlético Para Muçulmanas

Por ROBERT SPENCER

8 de Março de 2017

A Nike fornecerá suprimentos para apedrejamento de Muçulmanos adúlteros?

A Nike oferecerá uma série de lâminas adequadas para cortar a garganta das Muçulmanas que se atreverem a não usar o hijab?

A Nike oferecerá capuzes Klan para atletas racistas?

“A Nike tem um novo produto para mulheres Muçulmanas: O ‘Hijab Pro'”, de Zahraa Alkhalisi, CNN, 7 de Março de 2017:

PHILADELPHIA (CNN) – A Nike em breve começará a vender um hijab de performance para as atletas Muçulmanas.

O lenço de cabeça chamado de “Nike Pro Hijab”, possui um design pull-on de camada única, feito de poliéster leve e em cores escuras e neutras. Os pequenos orifícios do tecido o tornarão respirável enquanto permanecem opacos, um requisito para mulheres que usam hijab.

A Nike disse que começou a desenvolver o hijab depois que algumas atletas Muçulmanas queixaram-se de usar o lenço de cabeça tradicional durante a competição.

O processo do design levou 13 meses e o produto final estará disponível para venda na temporada de Primavera da Companhia em 2018.

A Nike disse que o hijab já está sendo usado pela figura Emirática patinadora Zahra Lari.

Fiquei excitada e um pouco emocionada ao ver a Nike prototipando um hijab”, disse Lari em comunicado. “Eu tentei tantos hijabs diferentes para o meu desempenho, e…. poucos deles realmente funcionam para mim. Mas, quando o vesti e o experimentei na pista de gelo, fiquei deslumbrada com o ajuste e o peso leve.“…


Nota do Blog:

Eis aqui a tradução de uma parte do artigo mencionado acima, via link, por Robert Spencer:


Dia Mundial Do Hijab: Mulheres Não-Muçulmanas Convidadas A Usar o Hijab Hoje Em Solidariedade Ás Mulheres Muçulmanas

“Hoje, as mulheres de esquerda em toda a Europa e América do Norte podem sinalizar a sua virtude. Mas onde está a sua preocupação com Aqsa Parvez, cujo pai Muçulmano a sufocou com seu hijab depois que ela se recusou a usá-lo? Ou Aqsa e Amina Muse Ali, uma mulher Cristã na Somália que Muçulmanos assassinaram porque ela não estava vestindo o hijab? Ou as 40 mulheres assassinadas no Iraque em 2007 por não usar o hijab; ou Alya Al-Safar, cuja prima Muçulmana ameaçou matá-la e prejudicar sua família porque ela parou de usar o hijab na Grã-Bretanha; ou Amira Osman Hamid, que enfrentou chicotadas no Sudão por se recusar a usar o hijab; ou a garota Egípcia, também chamada Amira, que se suicidou depois de ter sido brutalizada por sua família por se recusar a usar o hijab; ou os professores Muçulmanos e não-Muçulmanos do Colégio Islâmico do Sul da Austrália, que foram informados de que tinham que usar o hijab ou seriam demitidos; ou as mulheres na Chechênia que a polícia disparou com bolas de tinta porque não estavam usando o hijab; ou as mulheres também na Chechênia que foram ameaçadas por homens com rifles automáticos por não usar hijab; ou os professores de uma escola primária na Tunísia que foram ameaçados de morte por não usar hijab; ou as alunas Sírias que eram proibidas de ir à escola a menos que usassem hijab; ou as mulheres em Gaza que o Hamas forçam a usar o hijab; ou as mulheres no Irã que protestaram contra o regime se atrevendo a tirar o hijab legalmente exigido; ou as mulheres de Londres que vândalos Muçulmanos ameaçaram matar se não usassem hijab; ou a jovem Muçulmana anônima que tirou o hijab fora de casa e começou a viver uma vida dupla com medo de seus pais; ou as quinze meninas na Arábia Saudita que foram mortas quando a polícia religiosa não as deixou sair do prédio da escola em chamas por terem tirado seus hijabs em seu ambiente totalmente feminino; ou todas as outras mulheres e meninas que foram mortas ou ameaçadas, ou que vivem com medo de ousar a não usar o hijab?”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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