TAMIMI: “Somos Muçulmanos Na Europa, E Não Muçulmanos Europeus”

Fonte/Source: Tamimi: “We are Muslims in Europe, not European Muslims”

TAMIMI: “Somos Muçulmanos Na Europa, E Não Muçulmanos Europeus”

Por Tião Cazeiro

24 de Março de 2017

Robert Spencer escreveu um artigo em Agosto de 2006 dizendo o seguinte:

“Me pergunto se os dhimmis das populações não-Muçulmanas da Eurábia entendem a diferença. Tamimi, o qual a duplicidade foi desmascarada, também reiterou seu apoio ao martírio suicida jihadista.”

Dr. Azzam Tamimi, um radical Muçulmano estacionado na Inglaterra, pareceu apoiar o atentado suicida de ontem, quando afirmou que morrer por suas crenças era “justo”. Tamimi disse, — diante de uma multidão de 8.000 pessoas na convenção ExpoIslamia em Manchester, — que defender seus princípios é o “maior ato de martírio”.

Tamimi, de 51 anos, afirmou que a guerra ao terrorismo era uma guerra contra o Islã. “Somos Muçulmanos na Europa, não Muçulmanos Europeus“, acrescentou. A multidão irrompeu em urros e aplausos quando disse que Israel havia sido derrotado pelo Hezbollah. ” [Ênfase adicionada]

Enquanto isso…

O ‘prefeitinho’ Muçulmano de Londres, Sadiq Khan, cria força tarefa para prender todos aqueles que “irritam” os Muçulmanos online. Muçulmanos são obcecados em calar qualquer crítica ao Islã, o que na verdade é uma das táticas para impor a Sharia em novas terras…

O site do Conservativehome lista outras preocupações (com relação ao prefeitinho), incluindo:

  • Em carta ao The Guardian na sequência dos atentados terroristas de 7/7 em Londres, culpa o governo Britânico pelo terrorismo;
  • Sua defesa legal de Zacarias Moussaoui, um terrorista do 11 de Setembro que confessou ser membro da Al Qaeda;
  • Seu capítulo num livro, intitulado “Ações contra a Polícia”, aconselhando sobre como fazer acusações contra a polícia por “racismo”. A mesma força policial que o Sr. Khan como prefeito de Londres iria exercer autoridade;
  • Sua defesa do extremista Islâmico Azzam Tamimi. Quando o Dr. Tamimi disse à multidão que a publicação de caricaturas do Profeta Muhammed “faria o mundo tremer” e previu “Fogo … em todo o mundo se não pararem”, Sr. Khan, que compartilhou uma plataforma com Tamimi descartou as ameaças como “linguagem florida”;
  • Sua plataforma compartilhada com Suliman Gani, um Imã do sul de Londres, que exigiu subserviência feminina aos homens, e pediu a fundação de um Estado Islâmico.

Completando o raciocício…

“O terrorista Islâmico que atacou Westminster na Quarta-feira era um Muçulmano convertido que possivelmente foi radicalizado na prisão; tinha vivido em várias áreas do Reino Unido, e era conhecido por atividade Islâmica radical.

khalid Masood, 52, passou algum tempo em Birmingham, East London e em Luton, antes de assassinar quatro pessoas no centro de Londres. Depois de morto a tiros, o Estado Islâmico (ISIS) o descreveu como um de seus “soldados”. — Westminster Killer was Muslim Convert, Lived in Several Extremism Hotspots

O padrão utilizado pelo terrorista é o mesmo que estamos vendo ao redor do mundo, ou seja, atropelamento, faca, locais públicos de alta visibilidade etc.

Entretanto, o colunista da BBC Simons Jenkins, criticou o posicionamento da mídia neste vídeo, infelizmente não legendado em Português.

“A BBC fez uma escolha, deram preferência ao terrorista”. O colunista Simon Jenkins critica a cobertura dada ao ataque pela mídia.

A cada dia que passa a BBC deixa claro um firme compromisso com a subserviência e a desinformação.

Nesse vídeo, o colunista Simon Jenkins afirma que dar proeminência aos terroristas ajuda e complica ainda mais a situação, e que o incidente deveria ser tratado com um crime e não como terrorismo. Compara o incidente com os atentados do IRA, PLO etc.; diz que Masood “era um doido, que enlouqueceu e pegou uma faca” etc., um caso como outros que acontecem em Londres e em outros lugares….

Sério? Simon Jenkins realmente vive num outro planeta.  Sem ofensa, mas por trás desse raciocínio, se puxarmos a linha, encontraremos camadas e camadas de comprometimento político, os quais estão propositalmente deixando a população Britânica completamente indefesa, o que acarretará em mais mortes, em mais terrorismo ao longo dos anos.

Jenkins assume a postura de que é melhor não irritar para não aumentar…  e isto é covardia, isto é desinformação, isto é não querer enchergar a realidade, ou seja, a jihad global. Estamos em guerra e a jihad não vai parar, irritando ou não, com ou sem medo.

Duas “detenções significativas” feitas durante a noite associadas aos assassinatos da jihad em Londres

24 de Março de 2017 —  Por Robert Spencer — Two “significant arrests” made overnight in association with London jihad murders

“O nome de nascimento do perpetrador do atentado terrorista de Quarta-feira no centro de Londres é Adrian Russell Ajao, disse o mais antigo policial Britânico de contraterrorismo.

Nove pessoas permanecem sob custódia e uma mulher foi libertada sob fiança”.  Este parece ter sido um enredo de grande escala. E mais em andamento.

Uma mulher de 39 anos foi presa em um endereço na noite de Quinta-feira em East London, sob suspeita de preparação de atos terroristas, disse a polícia. Uma mulher, que não foi nomeada, está sob custódia da Polícia e da Evidência Criminal (PACE).

Seis pessoas  — duas mulheres e quatro homens, com idades variando de 21 a 28 — foram presas em dois endereços em Birmingham, uma cidade no centro da Inglaterra. Os seis também foram mantidos sob suspeita de preparação de atos terroristas.

Outro homem, 58, também foi preso sexta-feira pela manhã em outro endereço em Birmingham, e realizado sob a mesma acusação ….”

Óbvio que a polícia não está inventando esses dados, portanto não se trata aqui de “um doido, que enlouqueceu e pegou uma faca etc.” como quer acreditar o colunista Simon Junkins. Estamos vendo os ingredientes de um ataque orquestrado.

E mais…

Repórter da NBC teme que o ataque jihadista em Londres venha “pôr vento nas velas” do “movimento de direita”.

23 de Março de 2017 — Por Robert Spencer

“Os meios de comunicação do establishment não estão preocupados com os ataques terroristas jihadistas no Ocidente. O establishment não está preocupado com as pessoas mortas nos massacres da jihad. Os meios de comunicação do establishment só querem que você não pense mal do Islã e para não começar a apoiar os “movimentos de direita” que ameaçam a hegemonia das elites políticas.” — NBC reporter fears London jihad attack will “put wind in the sails” of the “right-wing movement”

Conclusão…

“De acordo com a Primeira Ministra Theresa May, o terrorista de Westminster Khalid Masood era uma “figura periférica”, e aparentemente há muitos outros Muçulmanos na Grã-Bretanha que são ainda mais violentos e perturbados do que Khalid Masood, e por isso não havia nenhuma questão de mantê-lo sob vigilância.

Esse é o plano do Estado Islâmico (ISIS) para subjugar a aplicação da lei, com muitos ataques e complôs até que o sistema inteiro entre em colapso. Parece que este plano está funcionando bem no Reino Unido.” — Robert Spencer.

Khalid Masood converteu-se ao Islamismo, e portanto, do ponto de vista de Tamimi, deixou de ser um cidadão Britânico.

Somos Muçulmanos na Europa, não Muçulmanos Europeus

Dito pelo Dr. Azzam Tamimi diante de 8.000 pessoas na convenção ExpoIslamia em Manchester, com direito a urros e aplausos frenéticos.

Portanto, Masood era um Muçulmano no Reino Unido e não um Muçulmano Britânico, de acordo com Tamimi.

Criticar a mídia pela enorme cobertura que deu a um suposto — crime comum perpetrado por um cidadão Britânico — demonstra o quanto, uma parte da mídia, desinforma.

Ideias têm consequencias.


 

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