Pamela Geller, WND: Netanyahu Diz A Verdade Sobre O Papel Do Mufti No Holocausto

Fonte/Source: Pamela Geller, WND Column: Netanyahu tells truth about mufti’s role in Holocaust – Geller Report


Nota: Optei por este artigo publicado em 2015 para complementar o artigo anterior — Descoberto: Carta Do Líder Nazista Himmler Ao Líder Muçulmano Mufti Al Husseini.


Pamela Geller, WND: Netanyahu Diz A Verdade Sobre O Papel Do Mufti No Holocausto

Por Pamela Geller

29 de Outubro de 2015

Netanyahu diz a verdade sobre o papel do mufti no Holocausto

A reprovação tem sido além do esperado: Benjamin Netanyahu está sendo denunciado pelos meios de comunicação e pelas elites políticas em todo o mundo de um jeito que nem o abertamente  jihadista genocida Mahmoud Abbas conseguiu ser. O crime de Netanyahu? Ele disse ao Congresso Sionista na Terça-feira passada: “Hitler não queria exterminar os Judeus na época; ele queria expulsar os Judeus“. Netanyahu citou Hitler perguntando ao mufti: “Então o que devo fazer com eles?” De acordo com Netanyahu o mufti respondeu, “Queime-os“.

Aqueles que estão esfolando o Netanyahu por isso estão negligenciando um fato: Netanyahu estava certo.

O mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, viveu em Berlim de 1941 a 1945 e recrutou uma divisão Muçulmana SS para Hitler. E Netanyahu estava correto: Os Nazistas originalmente seguiam uma política de expatriação de Judeus para a Europa Oriental, e mesmo para a Palestina — até que o mufti protestou para que não fossem enviados para a Palestina. A decisão de exterminar os Judeus veio logo em seguida.

É bom ver que Netanyahu não está recuando. Considerou o criticismo às suas observações como um “absurdo”, e é:

As observações de Netanyahu refletem os meus anúncios destacando o papel do mundo Muçulmano durante o Holocausto, e o Netanyahu está experimentando a mesma pressão dos supremacistas e apologistas Islâmicos que eu recebo.

Tradução: O ódio Islâmico aos Judeus está no Alcorão.

O primeiro homem a liderar a ideia fracassada de que devíamos colocar toda a nossa esperança no “Islã moderado,” Daniel Pipes, afirmou há vários meses que a nossa campanha publicitária na Filadélfia chamando a atenção para o relacionamento do mufti com Hitler era um fracasso. Pipes discordou de nossas afirmações factuais, afirmando que o encontro do mufti com Hitler era uma “única, consulta oportunista”. Diga isso para as 400 mil mulheres e crianças Judias que Husseini assassinou em campos de concentração Nazistas. Diga isso às vítimas dos exércitos Muçulmanos na Bósnia que Husseini criou para Hitler.

mufti muslim armies

Al-Husseini viveu em Berlim durante a Segunda Guerra Mundial às custas de Hitler e produziu programas semanais de rádio em Berlim para as nações do poder do Eixo e o mundo Muçulmano. Em um desses programas ele gritou: “Árabes, levante-se e lutem unidos por seus direitos sagrados. Matem os Judeus onde quer que você os encontrem. Isso agrada a Alá, à história e à religião. Isso salva sua honra, Alá está com você.”

O mufti fez apelos semelhantes, — sempre referindo-se ao Alcorão, — várias vezes em seus programas de rádio durante a guerra. Organizou serviços de propaganda para os Muçulmanos do mundo a partir de Berlim. Usou estações de rádio do Eixo chamando os Muçulmanos às armas para uma guerra santa contra os Aliados. Ajudou o serviço de espionagem Nazista. Criou grupos de paraquedistas Muçulmanos para sabotagem no Oriente Médio. Criou formações Muçulmanas para lutar contra os aliados. Ajudou o plano Nazista para exterminar quase 6 milhões de Judeus.

Hitler“, Netanyahu comentou em outras ocasiões depois que a tempestade midiática iniciou, “foi responsável pela Solução Final para exterminar seis milhões de Judeus; ele tomou a decisão. É igualmente absurdo ignorar o papel desempenhado pelo mufti, Haj Amin al-Husseini, um criminoso de guerra, por encorajar e incitar Hitler“.

Mais uma vez ele está correto. No meu site, PamelaGeller.com, tenho chamado a atenção para isso há anos. SS Hauptsturmfuehrer Dieter Wisliceny, um colaborador próximo de Adolf Eichmann, testemunhou que

o grande mufti, que estava em Berlim desde 1941, desempenhou um papel na decisão do governo Alemão para exterminar os Judeus Europeus cuja importância não deve ser desconsiderada. Ele havia repetidamente sugerido o extermínio dos Judeus Europeu às várias autoridades com quem esteve em contato,  e acima de tudo diante de Hitler, Ribbentrop e Himmler . Ele considera isso como uma solução confortável para o problema Palestino. Em suas mensagens transmitidas de Berlim nos superou em ataques anti-Judáicos. Era um dos melhores amigos de Eichmann e constantemente o incitava à acelerar as medidas para o extermínio. Ouvi dizer que, acompanhado por Eichmann, visitou incógnito a câmara de gás que Auschwitz.”

Eichmann expôs a informação mencionada numa Declaração Juramentada em seu escritório, Budapeste, em 4 de Junho de 1944; A confirmação através de Wisliceny foi dada alguns dias mais tarde também em Budapest.

hitler mufti
“À Sua Eminência o Grande Mufti, um Souvenir, 4 de Julho de 1943″ H. Himmler”

E não é tudo: De acordo com o testemunho nos julgamentos de Nuremberg, “[o] mufti era um inimigo amargo dos Judeus e sempre foi protagonista da ideia de aniquilamento. Essa ideia, o mufti, sempre avançava em suas conversas com Eichmann

O papel do mufti no Holocausto foi encoberto. O The New York Post relatou em 1948 que “em 28 de agosto de 1946, Dean Acheson, então Secretário de Estado interino, anunciou que “o Departamento de Estado está preparando um Livro Branco sobre as atividades do ex-mufti de Jerusalém“.

Acheson disse que a publicação seria na forma de um livro, que abrangeria todos os documentos relativos ao ex-mufti confiscado dos arquivos Alemães. Esse Livro Branco ainda não foi publicado, embora tenham decorrido 17 meses. O que impede o Departamento de Estado de publicá-lo? Quem está interessado no atraso? Estão todos os documentos seguros?

Esse atraso continuou por quase setenta anos. O Livro Branco nunca foi publicado. Submeti um pedido à Lei da Liberdade de Informação muitos anos atrás, pedindo uma cópia, assim como de toda a correspondência do departamento de estado a respeito disso. O Departamento de Estado respondeu que esse tal Livro Branco não existia e nunca existiu, e que não havia correspondência sobre o assunto.

Então, o que aconteceu com aquele Livro Branco prometido? Sob cujos auspícios, e por que razão, o papel do mufti no Holocausto foi envolto em silêncio?

Netanyahu fez ao mundo um grande serviço chamando a atenção para isso. A intensidade dos ataques contra ele só atesta o quanto atingiu um nervo. Na grande mídia, o Islã e os Muçulmanos nunca devem ser criticados. Podemos apenas ter esperança de que a controvérsia nos levará aos detalhes que estão sendo revelados sobre o papel do mufti no genocídio de Hitler


Para os versados na língua Inglesa recomendo estes dois Best Sellers da Pamela Geller.

Clique nos links para mais informações.:

The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.

Pamela Geller é presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America e Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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