O Hitler Muçulmano

Fonte/Source:  The Muslim Hitler – Geller Report


O Hitler Muçulmano

Por Pamela Geller

31 de Janeiro de 2010

Mohammad Amin al-Husseini

Durante uma entrevista realizada no final da década de 1930 (publicada em 1939), Carl Jung, psiquiatra Suíço e fundador da psiquiatria analítica, foi questionado se “… tinha algum ponto de vista sobre o que provavelmente seria o próximo passo no desenvolvimento religioso?” Jung respondeu:

Não sabemos se Hitler irá fundar um novo Islã. Ele já está a caminho; ele é como Muhammad. A emoção na Alemanha é Islâmica; guerreira e Islâmica. Eles estão todos bêbados com o deus selvagem. Esse pode ser o futuro da história.”

Árabes, levante-se e lutem unidos por seus direitos sagrados. Matem os Judeus onde quer que você os encontrem. Isso agrada a Alá, à história e à religião. Isso salva sua honra, Alá está com você.” — Hajj Amin al Husseini em programa de rádio Nazista. [1] 

A Alemanha representa uma luta intransigente contra os Judeus. É evidente que a luta contra a pátria nacional Judaica na Palestina faz parte dessa luta, uma pátria nacional não seria outra coisa senão uma base política para a influência destrutiva dos interesses Judaicos. A Alemanha também sabe que a reivindicação de que os Judeus desempenham um pioneirismo econômico na Palestina é uma mentira. Somente os Árabes trabalham lá, não os Judeus. A Alemanha está determinada a convidar as nações Europeias, uma por uma, para resolver o problema Judaico E, no momento oportuno, dirigir o mesmo apelo aos não-Europeus.” — Adolf Hitler para Haj Amin Al-Husseini, mufti de Jerusalém, 28 de Novembro de 1941

Cada vez mais eu pesquiso o papel do Islã no Holocausto em busca de 1941-1945. Ele insistiu e recebeu “uma casa Judaica” para viver (eu não gostaria de morar na casa de um jihadista, você gostaria?). O seu pedido foi aceito e ele viveu em grande estilo em Berlim. Tomou chá regularmente com Himmler e despachou ordens que resultaram na morte de centenas de milhares de Judeus, especialmente de crianças Judaicas.

O chefe das tropas Nazistas SS Heinrich Himmler declarou ao chefe da propaganda Nazista Josef Goebbels:

Eu não tenho nada contra o Islã porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete o céu se eles lutarem e forem mortos em ação. Uma religião muito prática e atraente para os soldados.” — [xxxiv]

Heinrich Himmler, chefe de SS, e colega próximo de Amin Al-Husseini, financiou e fundou o instituto Islâmico (‘Islamische Zentralinstitut’) em Dresden sob o comando do Mufti. O objetivo era criar uma geração de líderes Islâmicos que continuariam a usar o Islã como veículo da ideologia Nazista no século 21.

Se recusam a liberar o Livro Branco sobre o Mufti? Por que não ensinaram isso na escola? Por que não ligaram isso ao Setembro Negro, ao bombardeio de Beirute, ao bombardeio do World Trade Center de 93 e o ataque de 11 de Setembro na América? [Ênfase original].

Por que a localização da rara descoberta dos planos de Auschwitz assinados por Himmler é mantida em segredo? A Alemanha não esconde informações como essa após a Segunda Guerra Mundial. Por que esconder agora? Se o local fosse revelado para incriminar o Grand Mufti, seria a única razão para mantê-lo em segredo. Não há outra razão. Minha fonte trabalhou com várias pessoas na Alemanha nos últimos meses, tentando obter a ‘localização’ desse apartamento reformado… sem sucesso.

Uma fonte anônima me diz que, todos fragmentos de informação, apontam para um possível local onde o Grande Mufti viveu durante a Segunda Guerra Mundial. Se fosse a residência do Grande Mufti, isso confirmaria todos os testemunhos e relatos de que o arquiteto da Solução Final, como foi testemunhado nos Julgamentos de Nuremberg, foi o Grande Mufti. Ele tinha experiência. Ele praticou genocídio em primeiro lugar, o genocídio Armênio — o genocídio sistemático da população Armênia sob o Império Islâmico Otomano durante e logo após a Primeira Guerra Mundial. O uso de massacres e deportações envolvendo marchas forçadas sob condições destinadas a levar à morte os deportados, deixou um rastro de um milhão e meio de Armênios mortos (entre outros grupos étnicos que sofreram o mesmo destino — Assírios e Gregos).

E em seguida, na terrível matança de Judeus — nas revoltas Árabes/Muçulmanas de 1920 e no golpe pró-Nazista de 1941 em Bagdá, Iraque, — Kharaillah Tulfah era seu braço direito. Tulfah é o mentor de Saddam Hussein e tio. A Alemanha enviou armas e aviões para Husseini.

Foi o mufti Al-Husseini quem implementou aquela restauração grosseira da Cúpula da Rocha e da Mesquita Al Aqsa em Jerusalém [vii].  Ele tinha a Cúpula Dourada pela primeira vez, impondo a falsa narrativa sobre a Jerusalém Judaica, criando mais importância para um falso local Muçulmano aos olhos do mundo Árabe.

Aqui em ‘Diga a verdade às Crianças’:

“Amin Al-Husseini jura lealdade ao Império Otomano durante o Genocídio Armênio [i][ii] Ele é um oficial estacionado em Smyrna e participa em primeira mão do genocídio Armênio. Um milhão e meio de Cristãos foram massacrados sob a espada da Jihad Islâmica pelo Exército Otomano. A lealdade ao Império Otomano e ao mundo Islâmico será repetida por Osama Bin Laden em sua Declaração pós-11 de Setembro “

“Rede ODESSA [xlv]. Egito, lar da Irmandade Muçulmana e Síria incorpora milhares de especialistas Nazistas no exército Egípcio e Sírio [xlvi], no governo e no serviço de propaganda. Vaticano pesadamente envolvido no fornecimento de vistos de viagem para oficiais Nazistas.

Amin Al-Husseini está diretamente envolvido por prover refúgio seguro aos ex-Nazistas em terras Árabes. Ele é a principal ligação com Francois Genoud, banqueiro Suíço do Terceiro Reich [e mentor de Soros], que financia a rede ODESSA com dinheiro roubado de Judeus Europeus”

World Politics Review

Mas, de facto, o registo completo das provas disponíveis, incluindo tanto fontes Alemãs como Árabes, não deixa mais espaço para dúvidas. Certamente, as próprias palavras do Grande Mufti fornecem a prova mais convincente. Memórias do Grande Mufti, editadas por Abd al-Karim al-Umar, foram publicadas em Damasco em 1999. (Veja a foto da capa abaixo.) Nas memórias, Al-Husaini discute abertamente sua estreita relação com o chefe SS Heinrich Himmler.

Το εξώφυλλο του βιβλίου του Μεγάλου Μουφτή της Ιερουσαλήμ Mohammad Amin al-Husseini

De acordo com o seu relato, encontrou-se frequentemente com Himmler para o chá e durante essas reuniões o líder Nazi confidenciou-lhe alguns dos segredos do Reich Alemão. Assim, por exemplo, em meados de 1943, Himmler supostamente disse a ele que a pesquisa nuclear Alemã tinha feito grandes progressos: Em três anos, a Alemanha poderia obter uma arma atômica que garantiria sua “vitória final”. Como mostra o recente livro de Rainer Karlsch sobre “Hitler´s Bomb“, essa avaliação não estava longe. Himmler presumivelmente confidenciou essa informação ao Grande Mufti em 4 de Julho de 1943. Esta é a data numa foto dos dois homens com uma dedicação assinada de Himmler: “a Sua Eminência o Grande Mufti – uma Recordação” – (abaixo)

Mufti himmler

Nas memórias, o Grande Mufti também descreve o que Himmler disse a ele naquele verão de 1943 sobre a perseguição dos Judeus. Depois de muitas críticas e acusações sobre “culpa de guerra Judaica”, [Jewish war guilt], Himmler disse-lhe que “até agora temos liquidado em torno de três milhões deles” (página 126 – ver trecho em Árabe abaixo).

Há provas, e mais, que o Grande Mufti sabia sobre os planos dos Nazistas com antecedência. Em 1946, Dieter Wisliceny, um colaborador próximo de Adolf Eichmann na divisão de “Assuntos Judaicos” do Reich Central Security Office, forneceu uma declaração escrita sobre o Grande Mufti ao Tribunal de Nuremberg.

De acordo com Wisliceny, no início de 1942, Eichmann fez uma apresentação detalhada a al-Hussaini sobre a “Solução da questão Judia Européia”. A apresentação aconteceu na “sala de mapas” de Eichmann em Berlim: “onde havia coletado gráficos sobre a população Judaica em vários países Europeus”. O grande Mufti, recorda Wisliceny, ficou “muito impressionado”. Além disso, al-Hussaini deveria ter apresentado um pedido a Himmler para que Eichmann enviasse um de seus assistentes à Jerusalém depois que a Alemanha venceu a guerra. O representante de Eichmann serviria como conselheiro pessoal do mufti: isto é, quando o Grande Mufti poderia então decidir “resolver a questão Judaica no Oriente Médio”. [Ênfase original]

Podemos deduzir a partir de outra documentação que essa não era apenas uma ideia vaga. Um documento desclassificado sobre crimes de guerra Nazistas do Arquivo Nacional de Washington indica que, a partir de meados de 1942, uma unidade SS de comando planejou liquidar os Judeus do Cairo após a captura da cidade pelas forças Alemãs. (Veja os detalhes abaixo). O General Erwin Rommel supostamente ficou enojado com a proposta. O chefe da unidade SS, Walter Rauff, já estava envolvido no desenvolvimento de vans que serviriam como câmaras de gás móvel. Digno de nota,  ele era um Alemão e não um Polonês, como sugerido no documento do governo dos EUA. Em suas memórias, no entanto, o Grande Mufti finge espanto diante da observação de Himmler. Por sua conta, Himmler perguntou-lhe como resolveria a problema dos Judeus em seu país. Amin al-Hussaini diz, que respondeu, que deveriam voltar para onde vieram. E que Himmler supostamente então respondeu o seguinte: “Voltar para a Alemanha – nós nunca permitiremos isso.” Mas o Grande Mufti está aqui acobertando seu próprio papel na história. Afinal, em Berlim, no dia 2 de Novembro de 1943, declarou publicamente que os Muçulmanos deveriam seguir o exemplo dos Alemães, que haviam encontrado uma solução definitiva para a problema.” [Ênfase original]

Wolfgang G. Schwanitz é historiador de política do Oriente Médio e do Oriente Médio Alemão. Ele é autor de quatro livros e editor de dez outros, incluindo “Germany and the Middle East, 1871-1945.”. Cresceu no Cairo e Berlim, e ensina na Rider University em Nova Jersey. O artigo acima foi adaptado de um artigo mais longo que surgiu no site Alemão Kritiknetz. A versão completa em Alemão está disponível no Kritiknetz. A tradução Inglesa é de John Rosenthal.

E quanto ao afeto de Hitler pela brutalidade do Islã e do genocida Muhammad? Emet m’Tsiyon explica:

Muhammad `Inayat Allah Khan [também chamado al-Mashriqi] era um teólogo Muçulmano nascido em Punjab em 1888. No entanto, não era um nacionalista Indiano. Ele queria um estado para os Muçulmanos Indianos, separado da Índia. Em outras palavras, era um expoente da ideia do Paquistão, que Walter Wallbank descreve em A Shorter History of India e Paquistão.

Khan passou um tempo na Europa, incluindo Berlim, onde conheceu o Führer nos primeiros anos de sua liderança do Partido [Nazista] Nacional Socialista. Sua reunião ocorreu em 1926 na Biblioteca Nacional. Aqui está a essência do relatório de Khan sobre seu relacionamento com Hitler. “Fiquei espantado quando [Hitler] me disse que sabia sobre o meu Tazkirah. A notícia me assombrou … Eu o encontrei muito agradável e penetrante. Discutiu sobre a Jihad Islâmica comigo em detalhes. Em 1930, enviei-lhe o meu Isharat sobre o movimento Khaksar com a imagem de um Khaksar carregando uma pá, no final do livro. Em 1933 ele começou o seu ‘movimento (da pá)’. [Spade Movement]. [pp 11-12; ver fonte de dados abaixo]

Então, Hitler começou seu próprio Movimento. Em outras palavras, Hitler copiou algo que Khan estava fazendo. Mais importante ainda, Hitler estava interessado na Jihad Islâmica. Isso significa que Hitler, que adorava a guerra, estava interessado no conceito da Jihad e como poderia ajudá-lo a conduzir uma fanática e perpetua guerra por meio de seu próprio povo. O movimento Khaksar foi semelhante à Nazi SA, as camisas castanhas, em sua “primeira fase”, enquanto a Alemanha ainda estava “desmilitarizada”. Khan considerou Mein Kampf de Hitler uma “obra-prima”. Os membros do Khaksar usavam uniformes marrons e carregavam uma pá, “simbolizando trabalho e prontidão para lutar”.

A Jihad Islâmica, que Hitler era tão Interessado, é definida por Jacques Ellul, um dos mais eminentes Sociólogos:

Mas, um grande duplo fato, transforma a jihad em algo completamente diferente de guerras tradicionais, travadas por ambição e interesse próprio, com objetivos limitados, onde a situação “normal” é a paz entre os povos; [onde] guerra a em si…. deve terminar num retorno à paz. Esse fator [distinto] duplo [da Jihad] é primeiro, a natureza religiosa, e em seguida o fato de que a guerra se tornou um instituição (e não mais um “evento”) …. Esta guerra é um dever religioso….

No Islã…. [em contraste com outras religiões], a jihad é uma obrigação religiosa.

A Jihad não é uma “guerra espiritual”, mas a verdadeira guerra militar de conquista. . .

. . . a segunda característica importante é que a jihad é uma instituição e não um evento, ou seja, faz parte do funcionamento do mundo Muçulmano.

[Jacques Ellul, em seu prefácio para o Bat Yeor, The Decline of Eastern Christianity under Islam: From Jihad to Dhimmitude (Madison, NJ: Fairleigh Dickinson Univ Press, 1996), pp 18-19].

O blog Alemão, Politicamente Incorreto, está em toda parte na história do Atlas Shrugs (nome antigo do site da Pamela Geller). Escrito em Inglês e em Alemão.

UPDATE: “From Time Imemorial“, por Joan Peters – pp 360-390 e 432-442. (Phil)

Uma boa citação de Paul Johnson no “Modern Times”, p. 481:

No ano anterior [tinha sido nomeado Muftí de Jerusalém vitalício] tinham dado a ele dez anos de trabalho duro para provocar tumultos sangrentos antijudaicos. Tinha olhos azuis inocentes e uma maneira calma, quase servil, mas era um assassino dedicado que devotou toda a sua vida adulta ao assassinato de raça. Há uma fotografia dele tirada com Himmler: os dois homens sorriem docemente um para o outro, embaixo, uma encantadora decatória do chefe da SS a “Sua Eminência o Grossmufti”: datado de 1943, quando a “Solução Final” estava em movimento, acima da engrenagem. O Mufti superou Hitler em seu ódio pelos Judeus.”

Pamela Geller é presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America e Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance.


Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros citados neste artigo entre outros. Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Al Qaeda Reader: 
The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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