Raymond Ibrahim: Dez Maneiras Em Que A Máfia E O Islã Se Assemelham

islãFonte/Source: Ten Ways the Mafia and Islam are Similar – Raymond Ibrahim


Raymond Ibrahim: Dez Maneiras Em Que A Máfia E O Islã Se Assemelham

Por Raymond Ibrahim

Nota: Publicado originalmente em 8 de Dezembro de 2014 


5 de Abril de 2017

Don Corleone — “Vou fazer uma oferta que ele não pode recusar

Nota do autor: O artigo a seguir foi publicado na PJ Media, onde é complementado com clipes de vários filmes relacionados com a máfia, como o The Godfather, para ajudar a demonstrar as dez semelhanças. Partes deste artigo foram serializadas anteriormente no FrontPage Magazine.


Durante um debate na HBO’s Real Time em Outubro passado, o anfitrião Bill Maher declarou que o Islã é “a única religião que age como a máfia, e que vai matar você se disser a coisa errada, desenhar a imagem errada ou escrever o livro errado”.

Maher aparentemente estava se referindo às leis de “blasfêmia” do Islã, que amaldiçoam com a pena de morte qualquer “insulto” — como encontrado numa declaração, um quadro, um livro — ao Islã e especialmente ao seu profeta, Muhammad/Maomé.

Embora Maher tenha sido criticado por sua afirmação “Islamofóbica”, ele entre outros podem surpreende-se ao saber que as semelhanças entre o Islã e a máfia ultrapassam em muito o castigo àqueles que dizem, desenham ou escrevem “a coisa errada”.

A seguir, vamos examinar uma série dessas semelhanças.

Vamos começar observando a relação entre Alá, o seu mensageiro Muhammad, e os Muçulmanos, para perceber os vários paralelos entre o padrinho, o subchefe e a máfia.

Em seguida, examinaremos a natureza clandestina da máfia para comparar com o tribalismo Islâmico, especialmente no contexto da doutrina Islâmica de “Lealdade e Hostilidade”. Por exemplo, tanto no Islã como na máfia, os membros que desejam romper, “apostatar”, são assassinados.

Vamos considerar a máfia e o Islã, e como ambos têm lucrado historicamente com a extorsão — taxa de proteção (‘protection racket’): o Islã exigiu jizya de não-Muçulmanos sob sua autoridade/território e a máfia exigiu pizzo de pessoas que estão sob sua jurisdição.

Finalmente, vamos considerar o que explica as muitas semelhanças entre o Islã e a máfia, inclusive de uma perspectiva histórica.

  1. Alá e Muhammad/Padrinho e Subchefe

O padrino (em Italiano) das maiores organizações e famílias da máfia — literalmente, o “padrinho” ou “chefe dos chefes” — tem controle absoluto sobre seus subordinados e é muitas vezes muito temido por eles por sua crueldade. Ele tem um “subchefe”, um braço direito que emite suas ordens e reforça sua vontade. O próprio padrinho é muitas vezes inacessível; os membros da máfia precisam passar pelo subchefe ou outros associados de alto escalão.

Compare isso com a relação entre Alá e seu “mensageiro” Muhammad (em Árabe, Muhammad é mais comumente referido como al-rasul, “o mensageiro”). Ao contrário do Deus Judaico-Cristão — um Deus pessoal, um Pai, que de acordo com Cristo deve ser comungado diretamente (Mateus 6: 9) — O Deus do Islã, Alá, é inacessível, incognoscível, intocável. Como o padrinho, ele é inacessível. Suas ordens são reveladas por seu mensageiro, Muhammad (Maomé).

Enquanto o Deus Judaico-Cristão chama os fiéis como “venham agora, vamos raciocinar juntos” (Isaías 1:18), Alá diz: ” Ó fiéis, não interrogueis acerca de coisas que, se vos fossem reveladas, atribular-vos-iam.” (Alcorão 5: 101). Apenas sigam as ordens.

  1. Um “Pedaço da Ação”

O padrinho e seu subchefe sempre recebem um “pedaço da ação” — uma “fatia” — de todos os despojos adquiridos por seus subordinados.

E da mesma forma, Alá e seu mensageiro, Muhammad. O Alcorão 8:41 informa aos Muçulmanos que “E sabei que, de tudo quanto adquirirdes de despojos, a quinta parte pertencerá a Alá,  e ao Mensageiro” (seguido pela família de Maomé e finalmente pelos necessitados).

  1. Assassinatos

O padrinho, através do seu subchefe, envia regularmente os homens da máfia para fazerem “acertos”— para assassinar — aqueles considerados inimigos da família.

Assim fez Alá e seu mensageiro. Um exemplo: um poeta não-Muçulmano, Ka’b ibn Ashraf, insultou Muhammad, incitando o último a exclamar: “Quem matará este homem que feriu Alá e seu mensageiro?” Um jovem Muçulmano chamado Ibn Maslama se ofereceu voluntariamente com a condição de que para chegar perto o suficiente para assassinar Ka’b ele deveria ser autorizado a mentir para o poeta.

O mensageiro de Alá concordou. Ibn Maslama viajou para Ka’b e começou a denegrir o Islã e Muhammad até que seu desafeto tornou-se tão convincente que o poeta o tomou em sua confiança. Pouco tempo depois, Ibn Maslama apareceu com outro Muçulmano e então, enquanto Ka’b estava com a guarda baixa, matou o poeta, levando sua cabeça para Muhammad aos gritos triunfantes habituais de “Allahu Akbar!”

  1. Circunstância é tudo

Enquanto a máfia adere a um código de conduta geral, o padrinho emite ordens mais fluidas de acordo com as circunstâncias.

Isso é uma reminiscência de toda a “revelação” do Alcorão, onde versões/comandos mais recentes contradizem versos/comandos anteriores, dependendo das circunstâncias (conhecidas na jurisprudência Islâmica como al-nāsikh wal-mansūkh ou doutrina da ab-rogação).

Assim, enquanto Alá supostamente disse ao profeta que “não há compulsão na religião” (Alcorão 2: 256), uma vez que o mensageiro tornou-se suficientemente forte, Alá emitiu novas revelações incitando à guerra/jihad até o Islã se tornar supremo (Alcorão 8:39, 9:5, 9:29, etc.).

Enquanto outras religiões e escrituras podem ter contradições, somente o Islã as racionaliza através da ab-rogação — isto é, dando proeminência à versículos posteriores que são vistos como a decisão “mais recente” da divindade.

  1. A Lealdade do Clã

A lealdade é fundamental na máfia. Após rituais elaborados de juramentos de sangue, os membros da máfia devem manter a lealdade absoluta à família, sob pena de morte. Da mesma forma, os membros da máfia devem estar sempre disponíveis para a família — “mesmo que sua esposa esteja prestes a dar à luz” Como diz um dos dez mandamentos da máfia — e defender o padrinho e sua honra, mesmo que lhe custe a vida. Combine isto com a violência generalizada e as convulsões que ocorrem sempre que Alá ou seu profeta são ofendidos — sempre que os não-Muçulmanos “Infiéis” os blasfemam. Ou, como Bill Maher colocou: “a única religião que age como a máfia, que vai — [f***ing kill you] (sic) — matar você se você disser a coisa errada, desenhar a imagem errada ou escrever o livro errado”.

A doutrina de “Lealdade e Hostilidade” do Islã (al-wala ‘wa’l bara’) — que convoca os Muçulmanos a serem leais uns aos outros, mesmo que não gostem uns dos outros — é especialmente ilustrativo. O Alcorão 9:71 declara que “os homens [Muçulmanos] crentes e as mulheres [Muçulmanas] crentes são protetores uns dos outros” (ver também 8:72-75). E de acordo com Muhammad, “Um Muçulmano é o irmão de um Muçulmano. Ele não o oprime, nem o humilha, nem o despreza. Todas as coisas de um Muçulmano são invioláveis para seu irmão na fé: seu sangue, sua riqueza e sua honra” — precisamente estas três coisas que os membros da máfia respeitam entre si. É por isso que Muçulmanos como o Major do Exército dos EUA, Nidal Hassan, cujo “pior pesadelo” era ser escalado para combater os companheiros Muçulmanos, frequentemente contra-ataca).

  1. Morte aos Traidores

Quando um frangote membro da máfia, que faz o juramento de lealdade à máfia, — incluindo o Omertà, o código de silêncio das máfias — tenta sair da “família” é visto como traidor e passível de pena de morte. Para qualquer membro da família, grande ou pequeno, é dado autoridade para matar o traidor ou (vira-casaca) – [“turncoat“]. Compare isto com o Islã. Um recém-nascido de pai Muçulmano, o torna imediatamente um Muçulmano — não há juramentos a serem tomados, muito menos qualquer escolha na matéria. E, de acordo com a lei Islâmica, se os Muçulmanos de nascimento, em algum momento em suas vidas, optarem por deixar o Islã, serão considerados “apóstatas” — traidores — e punidos, inclusive com morte. Qualquer Muçulmano zeloso, e não apenas as autoridades, estaria justificado ao matar o apóstata (daí porque as famílias Muçulmanas que matam crianças apóstatas raramente são processadas). Nas palavras de Muhammad — o mensageiro (“subchefe”) de Alá (padrinho): “Quem deixar a sua fé Islâmica, mate-o”.

  1. Desconfiança E Antipatia Pelos “Estranhos” [Outsiders]

Além da lealdade à família, espera-se que os membros da máfia também não façam amizade ou associem-se livremente com “estranhos” — que por natureza não se deve confiar, porque não pertencem à “família” — a não ser que essa “amizade” alavanque a posição da família.

Da mesma forma, a segunda metade da doutrina da Lealdade e Hostilidade — a hostilidade (al-bara’) — invoca aos Muçulmanos para manterem distância e ter hostilidade a todos os não-Muçulmanos, ou “infiéis”.

Assim, o Alcorão 5:51 adverte aos Muçulmanos para que: “não tomeis por confidentes os Judeus nem os Cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos.” Segundo a exegese Islâmica predominante de al-Tabari, Alcorão 5:51 significa que o Muçulmano que “se alinhar com eles [os não-Muçulmanos] e os capacitar contra os crentes, o mesmo é membro da fé e da comunidade deles”, isto é, um desertor, um apóstata, um inimigo.

Escrituras semelhantes: Alcorão 4:89, 5:54, 6:40, 9:23 e 58:22; Este último simplesmente afirma que os verdadeiros Muçulmanos não fazem amizade com os não-Muçulmanos — “ainda que sejam seus pais ou seus filhos, seus irmãos ou parentes”. Alcorão 60: 1 declara: “Ó fiéis! Não tomeis por confidentes os Meus e os vossos inimigos [os incrédulos], demonstrando-lhes afeto, posto que renegam tudo quanto vos chegou da verdade…, [i.e., enquanto negam o Islã]?” E o Alcorão 4: 144 declara “Oh você que acredita! Não tomeis os incrédulos por confidentes, em vez dos que crêem. Desejais proporcionar a Alá [“padrinho”] provas evidentes contra nós?”.

  1. Traição e Dissimulação

Como mencionado, são permitidas relações íntimas com indivíduos não-mafiosos que se mostram vantajosas para a família (por exemplo, a colaboração com um “policial corrupto”) — enquanto a máfia mantém uma distância segura, mantém o estranho à distância.

Compare isto com o Alcorão 3:28, que ordena “Que os fiéis não tomem por confidentes os incrédulos, em detrimento de outros fiéis… salvo se for para vos precaverdes e vos resguardardes”. De acordo com o comentário de Tabari no Alcorão padrão, “vos resquardardes” significa:

“Se vocês [Muçulmanos] estão sob a autoridade dos [não-Muçulmanos], temendo por vocês mesmos, comportem-se fielmente diante deles com a sua língua enquanto nutrem animosidade interior por eles… [mas saibam que] Alá proibiu os fiéis de serem amigáveis ou ter intimidade com os infiéis em vez de outros crentes — exceto quando os infiéis estão acima deles [em autoridade]. Se este for o caso, deixe-os agir amigavelmente com eles enquanto preserva a sua religião.”

Depois de interpretar o Alcorão 3:28 como significando que os Muçulmanos podem “proteger” a si mesmos “através do show exterior” quando sob autoridade não-Muçulmana, Ibn Kathir, talvez o mais celebrado exegeta do Islã, cita o profeta do Islã (“subchefe”) dizendo: “Realmente, sorrimos na cara de algumas pessoas, enquanto os nossos corações o amaldiçoam.”

Da mesma forma, há alguns anos, Sheikh Muhammad Hassan — um líder clérigo Salafista no Egito — afirmou ao vivo na televisão que, embora os Muçulmanos nunca deveriam sorrir na cara dos não-Muçulmanos, deveriam sorrir, entretanto dissimuladamente, se assim alavancar o Islã, especialmente no contexto da’wa.

A ideia de odiar os “estranhos” parece estar tão enraizada no Islã que um outro clérigo Salafista, Dr. Yasser al-Burhami, insiste que, embora os homens Muçulmanos possam casar-se com mulheres Cristãs e Judias, devem odiá-las em seu coração — e mostrar a elas que eles as odeiam na esperança de que se convertam à “família” do Islã.

(Para mais informações sobre a doutrina de “Lealdade e Hostilidade”, incluindo referências às fontes exegéticas citadas acima, veja o abrangente tratado do líder da al-Qaeda, Dr. Ayman Zawahiri, em The Al Qaeda Reader, págs. 63-115.)

  1. Uma Oferta Que Você Não Pode Recusar

Embora o romance que virou filme, O Poderoso Chefão, seja fictício, também captura grande parte do modus operandi da máfia. Considere, por exemplo, a mais famosa das frases — “Vou fazer uma oferta que ele não pode recusar” — falada pelo Padrinho a um de seus “afilhados”, um aspirante a ator e cantor. Depois de ser rejeitado por um diretor de estúdio, para um papel que ele queria desesperadamente, o afilhado procurou a ajuda de seu padrinho.

À medida que o filma avança, torna-se claro que, a oferta irrecusável, consiste em nada menos que violência e ameaças de morte: após o pedido do mensageiro do Padrinho ser novamente rejeitado para que o papel fosse dado ao ator, quando o diretor despertou na manhã seguinte, encontrou a cabeça ensanguentada e decapitada de seu garanhão favorito na cama, ao lado dele. O afilhado conseguiu finalmente o papel do filme.

Durante todo o contexto da trilogia inteira do Padrinho (que captura muito bem o jeito da máfia com os negócios) fazendo à alguém “uma oferta irrecusável” significa “faça como eu digo ou sofra as consequências”, e possivelmente a morte.

Compare isso com a tríplice escolha do Islã. Segundo as ordens de Muhammad/Maomé, sempre que os Muçulmanos conquistam um território em nome do Islã, seus habitantes não-Muçulmanos recebem três escolhas: 1) converter-se ao Islã, 2) manter sua identidade religiosa, mas pagar um tributo (Jizya, ver abaixo) e viver como um “estranho”, um dhimmi subjugado ou 3) execução.

Ao longo da história, a conversão ao Islã tem sido uma “oferta” que inúmeros não-Muçulmanos não puderam recusar. De fato, esta “oferta” foi responsável pela transformação de grande parte do Oriente Médio e do Norte da África, de maioria Cristã no século VII, quando a jihad estourou da Arábia para o “mundo Muçulmano”.

E essa oferta ainda existe e continua ativa até hoje. Por exemplo, vários Cristãos idosos e incapacitados que não puderam se unir ao êxodo dos territórios controlados pelo Estado Islâmico (ISIS) optaram por converterem-se ao Islã em vez de morrer.

Assim como a máfia, a oferta do Islã para conquistar os não-Muçulmanos é basicamente “junte-se à nossa” família”, ajude-nos e nós o ajudaremos; se recusar, machucaremos você.”

  1. “Taxa de Proteção”

Uma vez que a máfia assuma um território, uma das principais formas de lucro é através da coleta do “dinheiro de proteção” de seus habitantes. Embora a taxa de proteção tenha vários aspectos, um em particular, é semelhante a uma prática Islâmica: coagir as pessoas no território da máfia à pagarem dinheiro pela “proteção”, ostensivamente contra elementos externos; Na verdade, a proteção comprada é da máfia em si— ou seja, dinheiro de extorsão, ou pizzo. Potenciais “clientes” que se recusam a pagar pela “proteção” da máfia muitas vezes têm sua propriedade vandalizada e são rotineiramente ameaçados e assediados.

Compare a coleta de pizzos com o conceito Islâmico de jizya: A palavra jizya aparece no Alcorão 9:29: “Aqueles que não crêem em Alá nem no Último Dia, nem abstêm do que Alá e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos e sentindo-se subjugados, paguem o Jizya.” [Ênfase adicionada].

No hadith, o Mensageiro de Alá, Muhammad — em nossa analogia, o “subchefe” — invoca regularmente os Muçulmanos a exigirem a jizya dos não-Muçulmanos: “Se recusarem a aceitar o Islã”, disse o profeta, “exijam deles a jizya. Se concordarem em pagar, aceite e segure as mãos deles. Se recusarem a pagar a jizya, procure a ajuda de Alá e lutem contra eles.” O significado da raiz da palavra Árabe “jizya” é simplesmente “pagar” ou “recompensar”, basicamente para “compensar” algo. De acordo com o dicionário Hans Wehr, o dicionário Árabe-Inglês padrão, jizya é algo que “toma o lugar” de algo mais, ou “substitui.”

Simplificando, os não-Muçulmanos conquistados comprariam suas vidas, que de outra forma seriam perdidas para seus conquistadores Muçulmanos, com dinheiro. Como diz um jurista medieval, “suas vidas e suas posses só são protegidas por causa do pagamento de jizya” (Crucified Again, p.22).

E para completar, assim como a máfia racionaliza sua coleta de “dinheiro de proteção” retratando-o como dinheiro que compra a proteção da máfia contra os “estranhos” — quando, como mencionado, o dinheiro/tributo serve apenas para proteger o cliente da própria máfia — assim também o fazem os apologistas do Islã retratando a coleta da jizya como dinheiro destinado a compra de proteção Muçulmana contra os estranhos, quando na verdade o dinheiro/jizya compra a proteção contra os próprios Muçulmanos.

Conclusão: Máfia — O Que Há Numa Palavra?

O que explica todas essas semelhanças entre o Islã e a máfia? Uma pista é encontrada no fato de que a própria palavra “máfia”, significando “hostilidade à lei, ousadia”, é derivada de uma palavra Árabe, mahya, que na tradução significa “orgulhoso, bombástico, bravateiro e arrogante“. Esta etimologia é um lembrete de que a Sicília, berço da máfia, estava sob domínio Árabe/Islâmico por mais de 200 anos. Além de uma etimologia emprestada, poderia algum modus operandi da máfia  ter sido também emprestado do Islã? Isolados em sua ilha, os Sicilianos nativos poderiam ter cooptado as técnicas de controle social que tinham vivido e aprendido com seus antigos senhores — embora sem o verniz Islâmico?

A máfia não é o único exemplo histórico de uma organização criminosa não-Muçulmana influenciada pelo Islã. Por exemplo, os Thuggees —de onde temos a palavra “bandido/thug” — eram uma irmandade de bandidos aliados e assassinos que acharcavam e selvagemente assassinavam viajantes na Índia, muitas vezes inicialmente fingindo amizade. Embora fossem mais tarde associados ao culto Hindu de Kali, os Thuggees originais eram todos Muçulmanos. Até o século 19, um grande número de Thuggees capturados e condenados pelos Britânicos eram Muçulmanos.

As semelhanças são claras: Além de assassinar seus oponentes, incluindo como visto, pela traição, Muhammad também pessoalmente se envolveu em banditismo, saqueando as caravanas das tribos inimigas.

E se as palavras “máfia” e “vândalo” tiverem etimologias Árabe-Islâmicas, as palavras “assassinato” e “assassino” derivam de uma seita Islâmica medieval: os Hashashin, os quais foram pioneiros no uso do assassinato político — com promessas de um paraíso hedonista ao assassino que certamente morreu — em nome do Islã.

De qualquer forma, quando a personalidade da HBO Bill Maher proclamou recentemente que o Islã é “a única religião que age como a máfia, que vai matar você se você disser a coisa errada, desenhar a imagem errada ou escrever o livro errado”, estava apenas tateando as semelhanças entre a máfia e outras organizações criminosas, e o Islã.

Raymond Ibrahim é autor do livro: Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians


Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros esseciais sobre o Islamismo.  Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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