BRUXELAS TENTA “PRESSIONAR” A HUNGRIA…

Fonte/Source: Brussels Trying to ‘Pressure’ Hungary into Accepting Migrant Quotas, Relaxing Border Controls


Por Tião Cazeiro

Se Bruxelas tem a arrogância de pressionar a Hungria, o que deve estar acontecendo em Brasília para que a nova Lei de Migração seja implementada? Uma lei que chegou exatamente como uma avalanche, inclusive com o ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes em vídeo anunciando que “o Brasil não limita quantidades“…..

O ativista e empresário Luiz Philippe de Orleans e Bragança está coberto de razão, e é por isso que o apoio ao seu excelente trabalho contra essa nefasta Lei de Migração está crescendo vertiginosamente.

O Brasil precisa seguir os passos da Hungria ou irá perder o seu território. Não substime o inimigo. 


Excerto do brilhante artigo escrito por Raymond Ibrahim: Por que Victor Orbán da Hungria tem razão sobre o Islã :

“O crime de Orbán é querer defender a sua nação contra os Muçulmanos e preservar a sua identidade Cristã. De acordo com o primeiro Ministro da Hungria:

Victor Orbán
Victor Orbán: Um dos poucos líderes da Europa disposto a romper com o politicamente correto do Ocidente no interesse de sua nação.

Aqueles que chegam foram criados em outra religião, e representam uma cultura radicalmente diferente. A maioria deles não é Cristã, e sim Muçulmana. Essa é uma pergunta importante, porque a Europa e a identidade Europeia estão enraizadas no Cristianismo… Nós não queremos criticar a França, a Bélgica, ou qualquer outro país, mas entendemos que todos os países têm o direito de decidir se querem ou não um grande número de Muçulmanos em seu território. Se querem viver juntos, tudo bem. Nós não queremos e entendo que temos o direito de decidir que não queremos um grande número de pessoas Muçulmanas no nosso país. Nós não desejamos as consequências de ter um grande número de comunidades Muçulmanas como vemos em outros países, e não vejo nenhuma razão para alguém nos forçar a criar condições para vivermos juntos em uma Hungria que nós não queremos ver…

O primeiro ministro passou a citar a história — e não de forma politicamente correta, para condenar Cristãos, e acobertar Muçulmanos, mas de acordo com a realidade:

Tenho que dizer que quando se trata de viver junto com comunidades Muçulmanas, nós somos os únicos que possuem experiência porque tivemos a possibilidade de passar por essa experiência durante 150 anos.

Orbán se refere à conquista Muçulmana, e a ocupação da Hungria de 1541 a 1699. Naquela época, a jihad Islâmica, o terrorismo, e a perseguição aos Cristãos eram incontroláveis. [Ênfase adicionada].”


BRUXELAS TENTA “PRESSIONAR” A HUNGRIA A ACEITAR COTAS DE MIGRANTES, RELAXANDO O CONTROLE DAS FRONTEIRAS

Por JACK MONTGOMERY 

14 de Abril de 2017

Brussels
AP Photo/Ronald Zak

O executivo não eleito da União Europeia está tentando “pressionar” a Hungria para aceitar cotas obrigatórias de migrantes e relaxar suas duras medidas de controle das fronteiras, de acordo com o governo.

“A Hungria está pronta para os debates, mas não vamos dar um passo em relação à questão da imigração”, disse uma declaração citada pelo The Times.

O Vice-Presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, apresentou nas últimas semanas uma série de acusações na Hungria, principalmente em relação à sua resistência às quotas compulsórias de migrantes, à detenção automática de requerentes de asilo e à remoção de privilégios especiais da Universidade Central Europeia fundada pelo bilionário e veterano/ativista pelas fronteiras abertas, George Soros.

As quotas de migrantes, impostas apesar da oposição de vários países da Europa Central, foram rejeitadas de forma esmagadora pelo povo Húngaro num referendo em 2016. A detenção de requerentes de asilo até que seus pedidos sejam processados é uma medida de segurança; falsos requerentes de asilo deixados em liberdade pelas autoridades realizaram ataques terroristas em massa recentemente em Berlim e Estocolmo.

Budapeste nega que esteja tentando fechar a universidade de Soros, com a nova legislação apenas visando assegurar a sua atuação em pé de igualdade com as universidades locais.

Respondendo ao Vice-Presidente Timmermans, o ministro das Relações Exteriores, Péter Szijjártó, denunciou o que descreveu como “acusações patéticas”.

Repreendendo de forma impressionante o burocrata, Szijjártó declarou: “O primeiro Vice-Presidente da Comissão Europeia atacou a Hungria nos últimos dois anos porque, apesar da posição pessoal da Comissão, nós fomos capazes de dar uma resposta bem sucedida à Imigração ilegal”.

A Hungria introduziu controles de fronteira robustos e altamente eficazes numa velocidade vertiginosa depois que a Chanceler Alemã Angela Merkel declarou que não haveria “limite” sobre o número de migrantes que aceitaria, o que fez com que milhões de pessoas entrassem pelo sul e sudeste da UE.

As medidas da Hungria reduziram o número de imigrantes que entram na Hungria através da rota Sérvia de 200.000 em 2015 para apenas 25.000 em 2016 — ações pelas quais o governo Húngaro é parabenizado em particular, de acordo com o Primeiro-Ministro Orbán.

“Se não estivéssemos protegendo as fronteiras externas da Europa, os Austríacos e os Alemães estariam em grandes dificuldades”, disse o líder da Fidesz a Kossuth Rádió.

“Quando a Hungria foi incapaz de proteger as fronteiras externas da Europa … milhões de migrantes marcharam através da Hungria para a Áustria e a Alemanha. Nós acabamos com isso, e todos na Áustria e na Alemanha estão felizes com isso — embora a política de dupla negociação não lhes permita dizer isso, ou escrever sobre isso”, revelou.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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