Arquivo da categoria: Breitbart News

Breitbart News Daily: Pamela Geller Analisa A Visita Do Presidente Trump Ao Oriente Médio – Geller Report

Fonte/Source: Breitbart News Daily: Pamela Geller Reviews President Trump’s Visit to MidEast – Geller Report


Breitbart News Daily: Pamela Geller Analisa A Visita Do Presidente Trump Ao Oriente Médio – Geller Report

Por Pamela Geller

22 de Maio de 2017

Minha conversa hoje pela manhã com  Alex Marlow na rádio Breibart pode ser ouvida aqui (em Inglês).


Entendo muito bem que o Presidente Trump estava em uma missão diplomática, mas ele não precisava ir tão longe a ponto de dizer: “Toda vez que um terrorista assassina uma pessoa inocente e invoca falsamente o nome de Deus” e “Isso não é uma batalha entre diferentes crenças, diferentes seitas ou diferentes civilizações“. Isso está descaradamente errado


Eis aqui a transcrição feita pela Breitbart:

PAMELA GELLER: TRUMP RECEBE NOTA MÁXIMA PELO DISCURSO EM RIYADH, MAS ERRA AO DIZER QUE TERRORISTAS NÃO ESTÃO INVOCANDO O ALCORÃO

Por John Hayward, Breitbart News, 22 de Maio de 2017

Pamela Geller, Diretora da American Freedom Defense Initiative, comentou a visita do Presidente Donald Trump ao Oriente Médio com o apresentador Alex Marlow da SIRIUSXM no programa da Breitbart News Daily.

“Foi um bom discurso”, disse Geller sobre as declarações do Presidente Trump em Riyadh na Arábia Saudita durante o fim de semana. “O presidente Obama tinha colocado uma marca tão baixa que apenas a menção do terror Islâmico já é motivo de júbilo. Isto mostra o quão ruim a situação está.” [Ênfase feita pela Breitbart em todos os excertos a seguir]

“Foi uma mistura heterogênea. Espero que ele siga em muitas dessas iniciativas. Esses novos centros para combater a ideologia extremista — de novo, o medo de não nomear o motivo, de uma ideologia sem um motivo, é profundamente preocupante”, disse Geller.

“É claro que as declarações do Rei Salman foram tão fortes e reveladoras quanto as do Presidente Trump”, acrescentou. “A ideia de que ele não fala sobre os ensinamentos e textos Islâmicos que incitam a jihad, e não fala sobre a doutrina jihadista. Ele passa o tempo todo nos dizendo, pregando para nós, que o Islã é uma religião de paz e que tem uma história de coexistência. Não sei de que período está falando porque durante 1400 anos, os infiéis, Cristãos e Judeus, foram forçados a viverem em dimmitude sob a negação dos direitos humanos básicos”.

“E, é claro, o Rei Salam cita aquela famosa frase do Alcorão que o CAIR cita, que o Presidente Obama cita, que se você salvar uma vida você salva o mundo inteiro — quando, na verdade, isso é um verso Talmúdico que foi plagiado pela religião Islâmica, e é realmente uma ameaça implícita ao povo Judeu. Nós não temos que entrar em detalhes, mas todo o discurso do Rei Salman foi uma engodo,” acusou Geller. (CAIR é o Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas, uma organização política nos Estados Unidos).

Estou muito feliz pelo Presidente Trump ter falado sobre a luta contra o ISIS, porque de acordo com os e-mails vazados de Hillary Clinton, os Sauditas e o Qatar estavam abastecendo o ISIS. Eles não podem continuar jogando em ambos os lados, o que os Sauditas fizeram brilhantemente por décadas“, disse Geller.

Então, quando o Presidente Trump diz: Expulse-os das mesquitas’, isto é complicado, porque como os países que vivem sob o domínio Muçulmano vão expulsar os mais devotos das mesquitas? É aí que eu acho que o Presidente Trump entendeu errado, quando disse que os terroristas invocavam falsamente o nome de Deus. Não, eles não estão. Eles estão citando capítulo e verso do Alcorão. Essa foi uma informação enganosa“, disse Geller.

“Isso é puro Islã. É o Islã autêntico”, ela insistiu. “quero dizer, quando ele diz que os terroristas não adoram Deus; eles adoram a morte — isso não é verdade. Eles estão morrendo pela causa de Alá. Eles não estão gritando ‘Morte akbar’ eles estão gritando ‘Allahu akbar.’ Eles rezam cinco vezes ao dia. Se você olhar os vídeos do ISIS, eles rezam depois de matarem pela causa do Islã”.

“Abu Bakr al-Baghdadi, o Califa do Estado Islâmico, tem um Ph.D. e um mestrado em teologia Islâmica da universidade líder mundial Islâmica “, afirmou. “Os líderes Ocidentais presumem que sabem mais do que ele sobre o Islã?”

Geller continuou dizendo “enfaticamente que a batalha entre o bem e o mal era uma declaração extraordinária, maravilhosa” no discurso de Trump em Riyadh.

“Mesmo que a Casa Branca tenha divulgado o texto chamando isso de” extremismo Islamista”, ele disse “extremismo Islâmico”. Este é um ponto importante porque a palavra “Islamista” é uma palavra ridícula. Não significa nada, exceto que a pessoa que o usa não quer ofender o Islã falando verdades indesejáveis ​​sobre a natureza política dessa religião”, ela argumentou.

Em suma, foi um ‘A’, classificou assim o discurso de Trump.

Marlow observou que o Trump surpreendentemente removeu o qualificador do terrorismo Islâmico “radical” e se referiu simplesmente ao “terrorismo Islâmico” diretamente.

“Foi brilhante”, disse Geller, zombando de como os meios de comunicação adversários criticaram Trump por se recusar a denunciar o “terrorismo Islâmico radical” como se estivesse se afastando de sua retórica de campanha, quando, de fato, o que ele disse no discurso de Riyadh foi ainda mais contundente e direto.

Ela também zombou de um destaque da CNN que levou Trump a se explicar por supostamente falhar em discutir os direitos humanos na Arábia Saudita.

“Oh, meu Deus — exclamou ela. “Você tinha o Presidente Obama, que estava ajudando e estimulando os assassinos em massa, que nunca pronunciou a palavra, que deu bilhões para um dos piores violadores dos direitos humanos no planeta, o Irã — e essa foi a principal notícia na CNN — tipo desprezaram os direitos humanos nos países Muçulmanos! É extraordinário. A cobertura é quase kafkiana. “

Geller disse que era “absolutamente agradável” assistir a luta da mídia para chegar a falar de pontos que retratam a viagem de Trump ao Oriente Médio como um fracasso.

“Ele acabou de entregar aos Sauditas a maior negociação de armamentos, — e claro, sabemos que é realmente por causa do Irã. O Irã está lutando contra os Sauditas no Iêmen”, observou. “O Presidente Barack Obama iria insistir muito nisso, que as maiores vítimas desse extremismo são os próprios Muçulmanos. Essa é uma falsa narrativa porque os Sunitas versus Xiitas — você viu isso com o ISIS quando alinhavam suas vítimas e faziam perguntas específicas sobre o Islã. Os Sunitas não pensam que os Xiitas são Muçulmanos, e os Xiitas não pensam que os Sunitas são Muçulmanos. Eles estão lutando para provar quem é o verdadeiro Muçulmano. Quando o Ocidente diz: “Oh, eles estão matando Muçulmanos” — mais uma vez, isso está em sua mente, mas não na mente dos Sunitas e não na mente dos Xiitas.”

“Estou preocupada com essa negociação de armamentos”, acrescentou. “O inimigo comum do Irã e dos Sauditas, claro, é Israel. Agora, os Sauditas precisam de Israel porque o Irã foi recentemente encorajado, recém-enriquecido e recém armado, graças ao Presidente Obama. Isso é muito assustador. Onde estarão as leis das consequências não intencionais?”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Fonte/Source: President Trump Said ‘Terror’ 31 Times, Obama in Cairo Said it ZERO Times


KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Por RAHEEM KASSAM

21 maio 2017

Os críticos argumentarão sobre a primeira inspeção que o discurso do Presidente Trump aos líderes Árabes, hoje em Riyadh, foi apenas uma variação do sermão infame, excessivamente bajulatório do Presidente Obama no Cairo em 2009. Esses críticos estão incorretos.

Eles estão incorretos porque tendem a ser jornalistas, ativistas, think-tankers, políticos ou especialistas. Em outras palavras: não são empresários.

O discurso que o Presidente Trump deu em Riyadh foi diferente por causa de sua visão de negócios. Nenhum empresário conclui uma reunião sem o clichê “pontos de ação”. Caso contrário, a coisa toda é uma perda de tempo.

Podemos facilmente encontrar semelhanças em ambos os discursos: a habitual gratidão diplomática em relação aos seus anfitriões, as promessas de não proferir um sermão, o engrandecimento da história da região e a aversão à descrição das filosofias Ocidentais e do Oriente Médio como um “choque de civilizações”. Bom.

Mas onde Obama parou de repente, Trump continuou a toda a velocidade fazendo exigências às pessoas na sala.

AS INTRODUÇÕES

Obama abriu com “Assalamualaikum”, e em seguida pedindo desculpas pelo colonialismo, guerras por procuração, hostilidade ao Islã e citando o Alcorão Sagrado. Falou da “dívida da civilização com o Islã”, sua responsabilidade de defender a fé Muçulmana, o hijab, e declarou que “o Islã é uma parte da América”.

Depois dessa introdução submissa — tendo passado as primeiras sete páginas do seu discurso para puxar o saco da audiência — observou que “os extremistas violentos” precisavam ser confrontados, encerrando com: “O Islã não faz parte do problema…”

Em vez disso, o Presidente Trump mergulhou fundo, gastando menos de uma página com lisonja — e de qualquer forma havia quase nada mesmo naquela seção — chegando ao primeiro ponto de ação na página dois de seu discurso: “Este acordo histórico inclui o anúncio da venda de armamentos militares no valor de US110 bilhões para Arábia Saudita…”.

Se a América vai lidar com o mundo Árabe sob a regência de Trump, pelo menos vai conseguir alguma coisa para o povo Americano. Dinheiro, empregos, e muito importante, influência.

Calma, pensou que fosse tudo? A próxima frase do discurso anunciou o Centro Global de Combate à Ideologia Extremista.

Vamos ser claros, este centro não vai fazer nada, e provavelmente não conseguirá nada. Mas, a essa altura no discurso do Obama, estava citando o Alcorão Sura 9, Verso 119, que afirmava o seguinte: “Ser consciente de Deus e falar sempre a verdade”. Na realidade, a passagem exige que o leitor tenha medo de Deus, e apenas alguns versículos mais tarde explica o porquê: “Ó vós, os que crêis, pelejai contra os que estão ao lado dos incrédulos, e deixai que encontrem em vós a dureza. E sabei que Deus está com os justos”.

Enquanto o Presidente Obama falava do Alcorão, o Presidente Trump estava declarando hoje: “Não estamos aqui para dar palestra, não estamos aqui para dizer a outras pessoas como viver, o que fazer, como ser ou como cultuar. Em vez disso, estamos aqui para oferecer parcerias baseadas em interesses e valores compartilhados, para buscar um futuro melhor para todos nós”.

DEFENDENDO OS MUÇULMANOS DO ISLÃ RADICAL

Ambos os Presidentes Obama e Trump mencionaram como os Muçulmanos são o alvo principal do “extremismo violento”, mas a defesa de Obama dos Muçulmanos veio mais da seguinte maneira, acima de qualquer outra coisa:

… a liberdade na América é indivisível da liberdade de praticar a própria religião. É por isso que há uma mesquita em cada estado da nossa união, e mais de 1.200 mesquitas dentro de nossas fronteiras. É por isso que o governo dos Estados Unidos foi ao tribunal para proteger o direito das mulheres e meninas de usar o hijab e punir aqueles que o rejeitam.

Mais tarde, menciona como os extremistas “mataram pessoas de diferentes credos, mais do que qualquer outra, mataram Muçulmanos”.

Mas o Presidente Trump foi muito mais robusto e muito mais — indubitavelmente para o desgosto dos comentaristas liberais — espirituoso em sua defesa dos jovens Muçulmanos que estão tendo suas mentes envenenadas e seu futuro arruinado.

Este é o argumento mais eficaz contra o extremismo Islâmico, e o Presidente Trump expressou de forma simples e eficaz:

Jovens meninos e meninas Muçulmanos devem ser capazes de crescerem livres do medo, a salvo da violência e inocentes de ódio. E os jovens Muçulmanos devem ter a oportunidade de construir uma nova era de prosperidade para si e para os seus povos.

Observe a diferença. Sem apologia à submissão do hijabs pela Sharia, sem ressalvas ou compromissos. Ele prossegue:

“… em números absolutos, o pedágio mais mortal tem sido exigido sobre o povo inocente das nações Árabes, Muçulmanas e do Oriente Médio. Eles têm suportado o peso das mortes e o pior da destruição nesta onda de violência fanática. Algumas estimativas sustentam que mais de 95% das vítimas do terrorismo são Muçulmanas “.

A conclusão de Obama nesta seção foi novamente citar o Alcorão. Desta vez, a controversa Sura Al Maidah, muitas vezes desdobrada pelas próprias organizações Islâmicas quando procura defender-se contra acusações de radicalismo ou ligações terroristas:

O Alcorão Sagrado ensina que quem mata um inocente — é como se tivesse matado toda a humanidade. E o Sagrado Alcorão também diz que quem salva uma pessoa, é como se salvasse toda a humanidade.

Exceto que isso não acontece.

O versículo, sem parafrasear, apresenta-se assim:

“… Nós decretamos aos Filhos de Israel que quem matar uma alma, a não ser por uma alma ou por corrupção na terra — é como se tivesse matado inteiramente a humanidade. E quem salva um — é como se tivesse salvado a humanidade inteiramente”.

A “corrupção” na terra, no contexto, é a oposição à propagação do Islamismo, que inclui crítica, zombaria ou mesmo descrença.

O parágrafo seguinte do Alcorão diz: “Na verdade, a penalidade para aqueles que guerreiam contra Alá e Seu Mensageiro e se esforçam na terra para causar corrupção não é senão que sejam mortos ou crucificados ou que suas mãos e pés sejam cortados fora em lados opostos ou que sejam exilados da terra. Isso é para eles uma desgraça neste mundo; e para eles na outra vida uma grande punição”.

IRÃ

Talvez a diferença mais notável entre o discurso do Presidente Obama e do Presidente Trump é a seção sobre o Irã.

Obama — com a ingenuidade dos olhos-de-corça [sic] — iniciou com mais um reconhecimento de culpa Americana:

“No meio da Guerra Fria, os Estados Unidos desempenharam um papel na derrubada de um governo Iraniano democraticamente eleito. Desde a Revolução Islâmica, o Irã tem desempenhado um papel em atos de captura de reféns e violência contra as tropas e civis dos EUA. Esta história é bem conhecida”.

E continuou dizendo:

“Eu entendo aqueles que protestam que alguns países têm armas que outros não têm. Nenhuma nação deve escolher qual nação possui armas nucleares. E é por isso que reafirmei firmemente o compromisso dos Estados Unidos de buscar um mundo no qual nenhuma nação detém armas nucleares. E qualquer nação — incluindo o Irã — deve ter o direito de acessar a energia nuclear pacífica se cumprir suas responsabilidades sob o Tratado de Não-Proliferação Nuclear “.

Como sabemos agora, esta abordagem colocou em perigo o resto do mundo, com o Irã perseguindo armas nucleares, e encorajou os regimes de apoio ao terrorismo e os seus aliados em todo o mundo a fazerem o mesmo. Sem essa abordagem, sem essa linha nesse discurso, mesmo Kim Jong Un estaria cantando uma música diferente hoje em dia.

O Presidente Trump parece querer corrigir esse erro histórico, afirmando hoje o seu desejo de isolar a nação do mundo civilizado. Novamente, um ponto de ação:

Do Líbano ao Iraque até o Iêmen, o Irã financia, arma e treina terroristas, milícias e outros grupos extremistas que espalham destruição e caos em toda a região. Durante décadas, o Irã alimentou as chamas de conflito sectário e o terror.

É um governo que fala abertamente de assassinato em massa, prometendo a destruição de Israel, morte à América e a ruína de muitos líderes e nações presentes nesta sala.

Entre as intervenções mais trágicas e desestabilizadoras do Irã estão na Síria. Assad cometeu crimes indescritíveis e os Estados Unidos tomaram medidas firmes em resposta ao uso de armas químicas proibidas pelo Regime Assad — lançando 59 mísseis tomahawk na base aérea da Síria, onde esse ataque assassino se originou.

Nações responsáveis ​​devem trabalhar em conjunto para acabar com a crise humanitária na Síria, erradicar o ISIS e restaurar a estabilidade na região. As vítimas mais antigas e sofridas do regime Iraniano são o seu próprio povo. O Irã tem uma rica história e cultura, mas o povo do Irã tem suportado dificuldades e desespero sob a perseguição imprudente de seus líderes através de conflito e terror.

Até que o regime Iraniano esteja disposto a ser um parceiro para a paz, todas as nações de consciência devem trabalhar em conjunto para isolar o Irã, negar financiamento ao terrorismo e orar pelo dia em que o povo Iraniano terá o governo justo e correto que merecem.

TOLERÂNCIA OU FALTA DISSO

Quando Obama declarou “o Islã tem uma história orgulhosa de tolerância”, enquanto os Mullahs preparavam o seu mais recente homossexual para ser jogado de um prédio, e a mulher mais recente a ser apedrejada na rua, o Presidente Trump exigiu: “Sua alma será condenada” por atos bárbaros, um sentimento que cresceu quando declarou: “Esta é uma batalha entre o bem e o mal”, insistindo que os líderes Árabes e Muçulmanos deveriam “expulsar” as forças do terror e do extremismo de suas próprias fileiras.

Um futuro melhor só será possível se as vossas nações expulsarem os terroristas e os extremistas. Expulse-os.

EXPULSE-OS de seus locais de culto.
EXPULSE-OS de suas comunidades.
EXPULSE-OS da sua terra santa, e
EXPULSE-OS DA FACE DA TERRA.

Contraste isso com a seção do Presidente Obama sobre a tolerância, especificamente, no que diz respeito aos direitos das mulheres e oportunidades econômicas.

Curiosamente para um liberal de Hollywood, o Presidente Obama disse ao público do Cairo: “Sei que para muitos, a face da globalização é contraditória. A Internet e a televisão podem trazer conhecimento e informação, mas também sexualidade ofensiva e violência estúpida para dentro de casa”.

Essas declarações socialmente conservadoras talvez fossem mais prontamente esperadas do vice-Presidente Mike Pence. Mas a mídia — nem na época, e nem agora —pareciam entender isso. A própria tolerância de Obama para com os valores conservadores aplicava-se apenas ao mundo Muçulmano, ao que parece, e não em casa.

Enfrentando o Terrorismo

O Presidente Trump usou a palavra “terror” de algum modo — terror, terrorismo, terroristas — surpreendentemente 31 vezes em seu discurso em Riyadh. No Cairo, o Presidente Obama usou a palavra ZERO vezes, ainda mais surpreendente. O Bama descreveu o atentado em 11 de Setembro como um “enorme trauma” em vez de uma atrocidade terrorista, optando por implantar a palavra “extremismo” 11 vezes em seu discurso, a qual o Presidente Trump também usou nove vezes.

Como resultado, Obama não tinha pontos de ação, metas de política ou qualquer coisa com substância quando se tratava de atacar o terrorismo. O Presidente Trump, por outro lado, anunciou a formulação do Centro de Combate ao Financiamento Terrorista, insistindo: “As nações Muçulmanas devem estar dispostas a assumir o fardo, se nós vamos derrotar o terrorismo e enviar sua ideologia perversa para o esquecimento”.

Sim, o Presidente Trump disse: “terrorismo Islâmico”, apenas para sua informação.

CONCLUSÕES

A forma como os dois Presidentes concluíram seus discursos é prova suficiente de quão diferente os dois homens abordaram as questões do Islã, Islamismo, terrorismo e o relacionamento dos EUA com o Oriente Médio.

Enquanto Ivanka e Melanie pavoneiam por Riyadh em roupas de grife, e o atual Presidente recusa-se a curvar-se diante dos Sauditas, Obama aproveitou todas as oportunidades para permanecer prostrado diante do mundo Muçulmano, inativo, bem como em suas palavras.

No Cairo, concluiu primeiro com citações do Alcorão, em seguida o Talmud, e a Bíblia.

Seu verso Alcorânico: “Ó humanidade! Nós criamos você, homem e mulher…” talvez não encontre muito apoio da brigada LGBTQI ++ ** da esquerda liberal de hoje. Ele fechou: “Obrigado. E que a paz de Deus esteja com você. Muito obrigado”.

A conclusão do Presidente Trump, além de ser mais tradicional, também foi mais esperançosa, e efetivamente chamou por uma tão necessária reforma Islâmica:

O berço da civilização está esperando por um novo renascimento. Imaginem o que o amanhã pode trazer. Maravilhas gloriosas da ciência, arte, medicina e comércio para inspirar a humanidade. Grandes cidades construídas sobre as ruínas das cidades destruídas. Novos empregos e indústrias que levantarão milhões de pessoas. Parentes que já não se preocupam com seus filhos, famílias que não mais choram por seus entes queridos, e fiéis que finalmente cultuam sem medo.

Essas são as bênçãos da prosperidade e da paz. Esses são os desejos que queimam com uma chama justa em cada coração humano. E essas são as exigências justas dos nossos povos amados.

Peço-vos que se juntem a mim, se unam, trabalhem em conjunto e combatam juntos — porque unidos, não falharemos. Obrigado. Deus te abençoe. Deus abençoe seus países. E Deus abençoe os Estados Unidos da América.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Donald Trump Planeja Combater ‘O Extremismo Islamista’ Em Discurso Aos Muçulmanos

Fonte/Source: Donald Trump Plans Call to Fight ‘Islamist Extremism’ in Speech to Muslims

Donald Trump Planeja Combater ‘O Extremismo Islamista’ Em Discurso Aos Muçulmanos

Por CHARLIE SPIERING

21 de Maio 2017

O Presidente Donald Trump abordará a ameaça do terrorismo Islâmico radical em seu discurso hoje à tarde para o mundo Muçulmano.

De acordo com trechos do discurso divulgados pela Casa Branca, o Presidente pedirá que o Oriente Médio enfrente “a crise do extremismo Islamista e os grupos terroristas Islamistas que os inspiram”.

“Trata-se de uma batalha entre criminosos bárbaros que buscam obliterar a vida humana, e as pessoas decentes de todas as religiões que procuram protegê-la”, diz Trump. “Esta é uma batalha entre o bem e o mal.”

Trump irá explorar a sua ideia sobre o “realismo de princípios” baseado em interesses compartilhados pelos Estados Unidos e o mundo Muçulmano.

“Tomaremos decisões baseadas em resultados do mundo real — não de uma ideologia inflexível”, ele dirá. “Seremos guiados pelas lições da experiência, não pelos confins do pensamento rígido”.

Trump lembrará às nações Árabes que a América não é a única responsável pela erradicação do terrorismo, mas está empenhada em proteger seus cidadãos. Em um aceno para o legado de Obama, Trump irá citar que não vai tentar “palestrar” países estrangeiros como governar seu povo.

“Nós não estamos aqui para dar uma palestra — não estamos aqui para dizer a outras pessoas como viver, o que fazer, o que ser, ou como cultuar”, Trump planeja dizer. “Em vez disso, estamos aqui para oferecer parceria — baseada em interesses e valores compartilhados — para buscar um futuro melhor para todos nós”.

Trump invocará Deus em seu discurso, apontando que um futuro sem extremismo “honra a Deus”

“Cada vez que um terrorista assassina uma pessoa inocente e invoca falsamente o nome de Deus, isso deve ser um insulto a toda pessoa de fé”, ele dirá.

Ele também chamará os Muçulmanos para extirpar o extremismo em locais de culto, aludindo aos imãs radicais nas mesquitas.

“Os líderes religiosos devem deixar isso absolutamente claro: a barbárie não lhe trará nenhuma glória — a piedade para com o mal não lhe trará dignidade”, diz Trump. “Se você escolher o caminho do terror, sua vida estará vazia, sua vida será breve, e sua alma será condenada”.

O discurso do presidente será proferido na Arábia Saudita.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

BRUXELAS TENTA “PRESSIONAR” A HUNGRIA…

Fonte/Source: Brussels Trying to ‘Pressure’ Hungary into Accepting Migrant Quotas, Relaxing Border Controls


Por Tião Cazeiro

Se Bruxelas tem a arrogância de pressionar a Hungria, o que deve estar acontecendo em Brasília para que a nova Lei de Migração seja implementada? Uma lei que chegou exatamente como uma avalanche, inclusive com o ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes em vídeo anunciando que “o Brasil não limita quantidades“…..

O ativista e empresário Luiz Philippe de Orleans e Bragança está coberto de razão, e é por isso que o apoio ao seu excelente trabalho contra essa nefasta Lei de Migração está crescendo vertiginosamente.

O Brasil precisa seguir os passos da Hungria ou irá perder o seu território. Não substime o inimigo. 


Excerto do brilhante artigo escrito por Raymond Ibrahim: Por que Victor Orbán da Hungria tem razão sobre o Islã :

“O crime de Orbán é querer defender a sua nação contra os Muçulmanos e preservar a sua identidade Cristã. De acordo com o primeiro Ministro da Hungria:

Victor Orbán
Victor Orbán: Um dos poucos líderes da Europa disposto a romper com o politicamente correto do Ocidente no interesse de sua nação.

Aqueles que chegam foram criados em outra religião, e representam uma cultura radicalmente diferente. A maioria deles não é Cristã, e sim Muçulmana. Essa é uma pergunta importante, porque a Europa e a identidade Europeia estão enraizadas no Cristianismo… Nós não queremos criticar a França, a Bélgica, ou qualquer outro país, mas entendemos que todos os países têm o direito de decidir se querem ou não um grande número de Muçulmanos em seu território. Se querem viver juntos, tudo bem. Nós não queremos e entendo que temos o direito de decidir que não queremos um grande número de pessoas Muçulmanas no nosso país. Nós não desejamos as consequências de ter um grande número de comunidades Muçulmanas como vemos em outros países, e não vejo nenhuma razão para alguém nos forçar a criar condições para vivermos juntos em uma Hungria que nós não queremos ver…

O primeiro ministro passou a citar a história — e não de forma politicamente correta, para condenar Cristãos, e acobertar Muçulmanos, mas de acordo com a realidade:

Tenho que dizer que quando se trata de viver junto com comunidades Muçulmanas, nós somos os únicos que possuem experiência porque tivemos a possibilidade de passar por essa experiência durante 150 anos.

Orbán se refere à conquista Muçulmana, e a ocupação da Hungria de 1541 a 1699. Naquela época, a jihad Islâmica, o terrorismo, e a perseguição aos Cristãos eram incontroláveis. [Ênfase adicionada].”


BRUXELAS TENTA “PRESSIONAR” A HUNGRIA A ACEITAR COTAS DE MIGRANTES, RELAXANDO O CONTROLE DAS FRONTEIRAS

Por JACK MONTGOMERY 

14 de Abril de 2017

Brussels
AP Photo/Ronald Zak

O executivo não eleito da União Europeia está tentando “pressionar” a Hungria para aceitar cotas obrigatórias de migrantes e relaxar suas duras medidas de controle das fronteiras, de acordo com o governo.

“A Hungria está pronta para os debates, mas não vamos dar um passo em relação à questão da imigração”, disse uma declaração citada pelo The Times.

O Vice-Presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, apresentou nas últimas semanas uma série de acusações na Hungria, principalmente em relação à sua resistência às quotas compulsórias de migrantes, à detenção automática de requerentes de asilo e à remoção de privilégios especiais da Universidade Central Europeia fundada pelo bilionário e veterano/ativista pelas fronteiras abertas, George Soros.

As quotas de migrantes, impostas apesar da oposição de vários países da Europa Central, foram rejeitadas de forma esmagadora pelo povo Húngaro num referendo em 2016. A detenção de requerentes de asilo até que seus pedidos sejam processados é uma medida de segurança; falsos requerentes de asilo deixados em liberdade pelas autoridades realizaram ataques terroristas em massa recentemente em Berlim e Estocolmo.

Budapeste nega que esteja tentando fechar a universidade de Soros, com a nova legislação apenas visando assegurar a sua atuação em pé de igualdade com as universidades locais.

Respondendo ao Vice-Presidente Timmermans, o ministro das Relações Exteriores, Péter Szijjártó, denunciou o que descreveu como “acusações patéticas”.

Repreendendo de forma impressionante o burocrata, Szijjártó declarou: “O primeiro Vice-Presidente da Comissão Europeia atacou a Hungria nos últimos dois anos porque, apesar da posição pessoal da Comissão, nós fomos capazes de dar uma resposta bem sucedida à Imigração ilegal”.

A Hungria introduziu controles de fronteira robustos e altamente eficazes numa velocidade vertiginosa depois que a Chanceler Alemã Angela Merkel declarou que não haveria “limite” sobre o número de migrantes que aceitaria, o que fez com que milhões de pessoas entrassem pelo sul e sudeste da UE.

As medidas da Hungria reduziram o número de imigrantes que entram na Hungria através da rota Sérvia de 200.000 em 2015 para apenas 25.000 em 2016 — ações pelas quais o governo Húngaro é parabenizado em particular, de acordo com o Primeiro-Ministro Orbán.

“Se não estivéssemos protegendo as fronteiras externas da Europa, os Austríacos e os Alemães estariam em grandes dificuldades”, disse o líder da Fidesz a Kossuth Rádió.

“Quando a Hungria foi incapaz de proteger as fronteiras externas da Europa … milhões de migrantes marcharam através da Hungria para a Áustria e a Alemanha. Nós acabamos com isso, e todos na Áustria e na Alemanha estão felizes com isso — embora a política de dupla negociação não lhes permita dizer isso, ou escrever sobre isso”, revelou.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Partidários Do Estado Islâmico (ISIS) Comemoram O Ataque De São Petersburgo

Fonte/Source: Ten Dead After Explosion in Saint Petersburg Metro Station


Partidários Do Estado Islâmico (ISIS) Comemoram O Ataque De São Petersburgo

Por Tião Cazeiro

3 de Abril de 2017

Mais um ataque terrorista Islâmico, e muitos outros virão… é a triste realidade.

“Acredita-se que nove foram mortos e mais de 30 feridos depois de uma explosão no metrô de São Petersburgo nesta tarde de Segunda-feira.” Breibart News

E as famílias? Quanta dor por trás disso tudo… quantos não estão neste momento completamente arrasados, em estado de choque… e outros entre a vida e a morte numa UTI; por conta da selvageria de uma ideologia que está antagonizando o mundo todo. Os partidários do Estado Islâmico (ISIS) culpam a Rússia etc., mas…   Estado Islâmico (ISIS) em Dez Versos do Alcorão

Alcorão 9:73 
Oh Profeta! Lute arduamente contra os incrédulos 
e os hipócritas; seja inflexível para com eles; 
e que a morada deles seja o inferno, 
e o mal o destino deles.
Alcorão 5:33 
“O castigo, para aqueles que lutam 
contra Alá e contra o Seu Mensageiro 
e semeiam a corrupção na terra, 
é que sejam mortos, ou crucificados, 
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, 
ou banidos...”

Enquanto as autoridades e a "grande mídia" discutem 
"a natureza do atentado" 
o Estado Islâmico(ISIS) comemora e manda recado.

Vocativ cita alguns partidários do Estado Islâmico (ISIS) que comemoram o bombardeio de St. Petersburg nas mídias sociais:

Pedimos a Alá para abençoar a operação pelos leões do califado, pedimos a Alá para matar os cruzados“, disse um partidário ISIS no fórum do grupo terrorista al-Minbar online. Outros comemoraram dizendo que as bombas desta Segunda-feira foram feitas para “o metrô ir pro inferno com os adoradores da Cruz” e afirmou que os ataques — que ainda estão sob investigação pelas autoridades Russas — foram uma vingança ao apoio da Rússia à luta do presidente Sírio Bashar al-Assad contra o Estado Islâmico (ISIS) e outros grupos rebeldes na guerra civil da Síria. Os ataques aéreos Russos e os bombardeios na Síria mataram centenas de pessoas e reduziram áreas inteiras a escombros.” — Breibart News

O Presidente Russo Putin chega para colocar flores na estação do Instituto Tecnológico do metrô de São Petersburgo
Alcorão 98:6 
“Honestamente falando, aqueles que não creem 
(na religião Islâmica, no Alcorão 
e no Profeta Maomé) 
entre eles o Povo do Livro (Judeus e Cristãos) e demais descrentes, 
terão que aceitar o Fogo do Inferno. 
Eles são as piores criaturas”.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


STREISAND: “SEM NOÇÃO, IMPRUDENTE, SEM GRAÇA, ESTÚPIDO E SEM CORAÇÃO: NOSSO PRESIDENTE ELEITO.

Fonte/Source: Streisand: Trump ‘Clueless, Reckless, Graceless, Heartless’


STREISAND: “SEM NOÇÃO, IMPRUDENTE, SEM GRAÇA, ESTÚPIDO E SEM CORAÇÃO: NOSSO PRESIDENTE ELEITO”

Por Breitbart News

Na véspera da inauguração do Presidente eleito Donald Trump, a cantora Barbra Streisand escreveu um ensaio para o Huffington Post, no qual relata que “não pode respeitar” o novo Presidente e está “profundamente preocupada” com a direção do país.

Streisand escreveu no Huffington Post:

Houveram gigantes que serviram como Presidente: George Washington ajudou a fundar o país; Abraham Lincoln libertou os Escravos; Teddy Roosevelt estabeleceu os parques nacionais; Franklin Roosevelt nos tirou da Grande Depressão e derrotou o Fascismo; Lyndon Johnson estabeleceu Medicare; Bill Clinton deu à nação um superávit orçamentário; E Barack Obama forneceu o acesso ao Seguro Saúde (Obamacare) para todos os Americanos.

Agora esperamos Donald Trump, e estou profundamente preocupada com o nosso país e com o mundo. Ele demonstrou que é perigoso e impróprio para o cargo. Ele entende a magnitude do trabalho? Será que ele só quer ser Presidente para obter o mesmo que o Presidente Obama, que uma vez fez piadas sobre ele num jantar de Correspondentes na Casa Branca? Ele quer se livrar do Obamacare apenas por causa do nome?

Ele não apenas traz políticas econômicas com as quais eu discordo, ou uma abordagem para o financiamento de saúde que poderia ferir milhões de pessoas. Isto não é simplesmente uma questão de Republicano versus Democrático. Esse é um homem que, em registro e muitas vezes em vídeo, desprezou ou descaradamente ridicularizou as mulheres, imigrantes, deficientes entre outros. Ele perdeu o voto popular por quase três milhões de votos, e ainda não consegue entender que a obrigação do Presidente é pelo menos tentar unir e respeitar todos os Americanos.

Tenho grande respeito pelos políticos experientes que serviram a nossa nação com sincero respeito para melhorar e proteger a República, mesmo aqueles com quem muitas vezes discordei. No entanto, não posso respeitar um machista, racista, xenófobo que nos coloca em risco com o seu comportamento.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

SEGUNDA CATEDRAL ENVOLVIDA EM CONTROVÉRSIA COM ORAÇÃO MUÇULMANA

 Fonte/Source: Second Cathedral Embroiled In Muslim Prayer Controversy


SEGUNDA CATEDRAL ENVOLVIDA EM CONTROVÉRSIA COM ORAÇÃO MUÇULMANA

 Por LIAM DEACON

18 de Janeiro de 2017

A Catedral de Gloucester provocou controvérsia hospedando um evento apresentando a chamada Islâmica à oração, assim como o canto Budista, tambores Rasta, e uma banda Pagã de rock num evento poucos dias após a Catedral Escocesa ter sido criticada por ter hospedado orações Muçulmanas que rejeitam a divindade de Jesus Cristo.

A exposição ‘Fé’ do artista Russell Haine, realizada dentro do monumento Cristão, apresentou 37 retratos de indivíduos de diferentes sistemas de crenças, incluindo Zoroastrianos, Druidas, Bruxas, Pagãos e Bahá’ís, bem como todas as principais religiões mundiais.

O chamado Islâmico à oração — que afirma que Muhammad é o profeta de Alá, um ensinamento incompatível com o Cristianismo — foi exibido no lançamento da exposição, pelo Imã local Hassan da Mesquita Masjid-e-Noor.

A Reverenda Ruth Fitter, vigária de St. Paul e Stephen Church, que ajudou a organizar o evento, disse que o convite foi “absolutamente lindo” e incentivou os Cristãos a abraçarem todas as religiões, em vez de difundir o Evangelho de qualquer maneira.

“Vivemos num mundo que está se tornando cada vez mais polarizado por pessoas que afirmam ter a verdade. Ninguém tem nenhuma prova de Deus — isso é o que a fé significa,” disse a Gloucestershire Live.

“Acredito em Jesus Cristo como o Filho de Deus que veio morar comigo e me salvar dos meus pecados. Isso não significa que eu espero que os outros mudem sua fé ou acreditem de todo o coração.

“Significa, entretanto, que eu espero que me ofereçam o mesmo respeito que eu procuro oferecer. E vamos admitir isso, há uma escassez significativa de amor entre as pessoas em nosso mundo. Precisamos de tudo o que podemos conseguir.

“Minha paróquia é composta por uma população tão diversa e eclética e é, portanto, uma bela imagem da criação de Deus na minha opinião. Cada pessoa é feita à Sua imagem e amada por Ele.

“No final do dia, realmente diminuímos a presença de Deus se pensarmos que precisamos lutar por Ele por todos os cantos. Você não acha que Ele pode fazer isso por si mesmo? “

1400610_10152594582582832_6348503690128749958_o
Ruth Fitter, vigário de St. Paul e Stephen Church. (Crédito: Facebook / ruth.fitter)

No entanto, quando um vídeo do chamado Islâmico à oração foi compartilhado na página do Facebook da Catedral, nem todos concordaram com a vigária, e o post foi excluído depois que atraiu uma série de comentários negativos.

Um post, escrito por Isabel Farmer, disse: “É maravilhoso ser multicultural, mas a fé é separada. Nunca devemos adorar outros Deuses numa casa construída para o nosso salvador.

“Meus antepassados ​​construíram esta Catedral e permitir que um Muçulmano praticante reze a outro Deus é insanamente ingênuo. O que você acha que ele iria fazer? Incentivá-los a conversão?

“É por isso que a Inglaterra está em queda. Cultura e Raça nada têm a ver com o primeiro mandamento visto que Deus fez todas as raças e Ele se preocupa apenas com as almas.

“Fiquem firmes Cristãos. Tragam as pessoas à fé, dizendo-lhes a verdade. Deus é o mesmo ontem, hoje, para sempre, então pare com o apelo multicultural e abra um livro de história e uma Bíblia para si mesmo”.

A controvérsia  surgiu depois de um incidente na Catedral de Glasgow na semana passada, quando um versículo do Alcorão foi lido negando a divindade de Cristo durante um evento chamado de “multi-fé”.

O capelão da Rainha falou contra o evento, insistindo que a Catedral deveria pedir desculpas aos Cristãos que estão “sofrendo terríveis perseguições nas mãos dos Muçulmanos”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

VIRGIL: MAKE AMERICA GREAT AGAIN — OU NÃO: O ESTABLISHEMENT MIRA NO TOP ESTRATEGISTA DE TRUMP

Fonte/Source: Virgil: Making America Great Again—Or Not: The Establishment Targets Trump’s Top Strategist

Photo Cover Credit: AP, BNN Edit

VIRGIL: MAKE AMERICA GREAT AGAIN — OU NÃO: O ESTABLISHEMENT MIRA NO TOP ESTRATEGISTA DE TRUMP

Por VIRGIL

15 de Janeiro de 2017

Última parte da série de três…

Na Parte Um, vimos como o evangelho do globalismo inspira seus crentes a desprezar, e até mesmo menosprezar, os nacionalistas da classe média — isto é, as pessoas que votaram em Donald Trump. E na Parte Dois vimos como o Estado Profundo, uma das muitas armas do arsenal globalista, está agora mirando no Trump e na sua agenda para a América. Aqui na Parte Três, vamos nos concentrar em como um bem posicionado adversário do Trump está tentando atirar num membro-chave da nova equipe presidencial.

  1. Notícias falsificadas: “Bannon vs Trump”

Os ataques contra Stephen K. Bannon, ex-presidente executivo da Breitbart, que se tornou o principal estrategista de Trump para a Casa Branca, não representa nada de novo. Durante a eleição, o magazine Mother Jones o chamou de “pior… que um racista“, Joy Behar rotulou-o de “um fascista“, e o ex-governador de Vermont Howard Dean insistiu, contra todas as evidências, que ele é “um Nazista.” Vai vendo…

Ok, esses ataques diretos não foram muito longe; também foram postos à prova durante a campanha de 2016, e Bannon se manteve integro no mundo Trump, nunca vacilou.

E, no entanto, é claro, os ataques continuam chegando. E assim, para ficar de olho neles, talvez devêssemos atribuí-los em categorias. Por exemplo, em um artigo recente, que não faz parte desta série, Virgil citou as maneiras pelas quais o “argumento da autoridade” — argumentum ad verecundiam — pode ser usado e, com mais frequência nesses dias, usado de forma inadequada.

Então, agora podemos acrescentar uma segunda categoria na falsidade da mídia. Podemos chamar isso de “afirmação de um falso conflito,” declaratio contra falsum. Esta é uma versão da familiar tentativa de mexer o pote, levantando sentimentos duros entre as pessoas: Ei, você ouviu o que ele disse sobre você?

Isto é o que Virgil acha que estava acontecendo quando David Brooks, do The New York Times, intitulou sua coluna em 10 de Janeiro dessa forma: “Bannon vs Trump“. Ou seja, ele simplesmente está tentando causar problemas; Contudo, se o jornal principal da nação acha que isso é certo, alguns leitores ingênuos podem acreditar nele.

Brooks chegou ao ponto que queria: dentro da administração Trump, afirmou, uma luta futura estava se formando. De um lado, “Republicanos assíduos”, e do outro, “populistas etnonacionalistas”.

O homem do Times deixou perfeitamente claro quem ele estava perseguindo nesse alegado feudo: Os Republicanos assíduos, ele saudou, basearam seus pensamentos “na ordem internacional pós-Segunda Guerra Mundial — as alianças, normas e organizações Norte-Americanas que ligam as democracias e preservam a paz global.”

Enquanto isso, por outro lado, na narrativa de Brooks, haviam aqueles etnonacionalistas populistas podres, “as forças do caos perpétuo desencadeadas pela atenção gerada por Donald Trump”. Sim, porque Trump não está prestando atenção à sua própria administração, continuou Brooks, os temidos etnonacionalistas populistas ameaçam minar o status quo internacional com sua crítica radical. De acordo com Brooks, sua crítica “é simultaneamente moral, religiosa, econômica, política e racial” — e sempre, ruim. E a essência disso, Brooks acrescentou, deve ser encontrada “nas observações que Steve Bannon fez numa conferência no Vaticano em 2014.”

E aqui está a descrição de Brooks sobre a essência do discurso de Bannon:

O capitalismo humano foi substituído pelo capitalismo selvagem que nos trouxe à crise financeira. A democracia nacional foi substituída por uma rede capitalista de elites globais. A virtude tradicional foi substituída pelo aborto e pelo casamento gay. Estados-nação soberanos estão sendo substituídos por organizações multilaterais infelizes como a União Europeia. Decadente e enervado, o Ocidente é vulnerável diante de um confiante e convicto Islamofascismo, que é a ameaça cósmica do nosso tempo.

Assim é que Brooks caracteriza as crenças de Bannon. E Brooks está apenas se aquecendo. Ele então passa a comparar Trump a Vladimir Putin, e Bannon a uma figura política Russa conservadora da órbita de Putin, Alexander Dugin.

No entanto, depois de fazer essas comparações obscuras, Brooks oferece aos seus leitores um raio de luz: os obscuros etnonacionalistas, ele prevê, falharão. Por quê? Porque, Brooks dá gargalhadas, Trump é tão preguiçoso, egocêntrico, peso leve, que vai se desinteressar pelos tópicos do Bannon (Bannonite) e assim vai derrapar para o lado dos globalistas.

Uma pergunta vem imediatamente à mente: Será que Brooks alguma vez tentou conseguir algum furo jornalístico no que diz respeito ao pensamento do Trump? Alguma entrevista reveladora? A resposta, Brooks indica, é “não”. Ele é puro palpite:

Estou apostando pessoalmente que o aparato da política externa, incluindo os secretários de Estado e de Defesa, irão esmagar os populistas em torno de Trump.

Em outras palavras, Brooks, depois de ter inventado um falso conflito entre Trump e Bannon, admite ainda que tudo isso é o seu próprio desejo.

Ok, e assim, vamos a outra pergunta: Por que Brooks continua usando o termo “etnonacionalista” — quatro vezes, na verdade — como um decritor para Bannon, embora tenha especificamente, e repetidamente, rejeitado o termo? Na verdade, Bannon tem sido tão enfático sobre esse ponto que até mesmo outras pessoas da grande mídia tiveram que reconhecê-lo; Daí a manchete da CNN de 21 de Novembro de 2016, “Bannon rejeita o nacionalismo branco:” Sou um nacionalista econômico”. Essa história, e muitas outras, estão facilmente disponíveis para Brooks, mas ele não parece se importar; Ele é feliz machucando os outros com seus estilingues. E quando essa história for desmascarada, em breve, sem dúvida, continuará vendendo ainda mais notícias falsas sobre Trump, Bannon ou qualquer um do governo Trump.

  1. Então, quem é David Brooks, realmente?

David Brooks tem desfrutado de uma boa carreira na grande mídia. Nascido em 1961, é nominalmente um conservador, Canadense e trabalhou em várias mídias como a National Review, The Wall Street Journal, The Weekly Standard e, desde 2003, como um colunista de opinião para o The New York Times.

E ao longo do caminho, expressou algumas ideias interessantes; Por exemplo, em 2006, opinou que os Senadores John McCain e Joe Lieberman deveriam formar seu próprio terceiro partido, baseado principalmente naquilo que compartilhavam, o neoconservadorismo e o globalismo. Desnecessário dizer que nada aconteceu com a sugestão de Brooks.

Ao longo de sua carreira, Brooks tem sido notável por três coisas: em primeiro lugar, um livro publicado em 2000 que celebrava o estilo de vida luxuoso da classe alta; Em segundo lugar, uma defesa fervorosa da Guerra do Iraque de 2003; e em terceiro, seu romance de amor jornalístico com Barack Obama.

Em outras palavras, é o perfeito “conservador” domesticado por Washington, DC, aquele tipo de colega que conseguiu um bico a longo prazo na PBS NewsHour.

Ok, então vamos considerar o histórico da Brooks com relação ao Donald Trump. Podemos resumi-lo com dois pontos: Primeiro, ele odeia o Trump; E segundo, não sabe fazer uma boa previsão.

Em Março do ano passado, uma manchete de sua coluna dizia “Não, o Trump Não, Nunca.” Naquela peça ele praguejou, “Donald Trump é epicamente despreparado para ser presidente. Ele não tem políticas realistas, não tem conselheiros, não tem capacidade para aprender.”

Então Brooks realmente deu a largada:

Trump é talvez a pessoa mais desonesta para concorrer a altos cargos em nossas vidas. Todos os políticos distorcem a verdade, mas Trump tem um constante desapego a precisão.

E desde que Trump se tornou algo tão terrível na mente de Brooks, ficou difícil para ele imaginar que alguém pudesse gostar dele. Assim, em Junho de 2016, previu que na eleição de Novembro ainda por vir, Hillary Clinton venceria Trump. Como ele disse: “As pessoas ficarão cansadas de Donald Trump e irão procurá-la”.

Resumindo, numa coluna publicada em 4 de Novembro, quatro dias antes da eleição geral de 2016, Brooks dobrou a aposta do seu endosso a Clinton, descrevendo-a como “o agente de uma mudança maior.” Em seguida, passou a descrever Trump como “solipsístico, impaciente, combativo, insensível e ignorante”, insistindo ao mesmo tempo em que Clinton era “a mais adequada para fazer as coisas”. Comicamente, entre as coisas que Clinton prometia fazer, Brooks disse aos seus leitores, era desenvolver um plano para “proteger a fronteira.”

Expressando perfeitamente a visão do mundo do Times, Brooks acrescentou: “Qualquer pessoa sensata pode distinguir entre um funcionário efetivo de operações [Clinton] e uma catástrofe que gira em torno de si mesmo [Trump]”.

Ok, então Brooks, junto com 99,9 por cento do resto do Times, gostavam de Clinton e não gostavam de Trump. Nós percebemos isso.

Contudo, outros detalhes dessa coluna são reveladores — reveladores, isto é, sobre Brooks. Veja como a coisa começa:

Algumas semanas atrás, conheci um cara em Idaho que estava absolutamente certo que Donald Trump ganharia essa eleição. Ele estava usando um macacão esfarrapado, sujo, faltando um bando de dentes e era naturalmente magro. Ele provavelmente tinha cerca de 50 anos, mas seu rosto desagradável parecia 70. Ele estava passando sem rumo como um trabalhador manual.

Podemos nos deter sobre algumas dessas palavras esnobes: “macacão esfarrapado, sujo. . . Faltando um monte de dentes”. Virgil precisa fazer uma pausa para perguntar: Desde o filme de 1972 Deliverance, existiu alguém com um estereótipo tão profundamente perfeito como esse esnobe Canadense olhando para baixo de seu nariz em direção à plebe do resto do país?

Nesse artigo, Brooks, ele próprio extremamente feliz e confiante de que Hillary iria prevalecer, teve que fazer um relato sobre como tentou pacientemente explicar ao homem que ele estava errado em seu pensamento. Ainda assim, Brooks escreveu com um suspiro: “Foi como dizer a ele que uma gaivota poderia jogar bilhar”.

Poderíamos pensar que os resultados das eleições, quatro dias mais tarde, humilhariam Brooks um pouco, mas isso não aconteceu.

Desde a eleição, tem sido tão fortemente anti-Trump como sempre. E, surpreendentemente, ainda está no jogo, fazendo previsões para os leitores do Times: “O cara provavelmente  será demitido ou sofrerá um impeachment dentro de um ano“.

No entanto, como vimos, dado o pobre registro de Brooks como profeta, ninguém do time do Trump precisa se preocupar.

Enquanto isso, Trump tem um país para comandar.

  1. Visão de Trump, Visão de Bannon

A visão de Trump para a América é ambiciosa e complexa, e mesmo assim, ela pode ser resumida nas quatro palavras que ficaram famosas durante a campanha: “Make America Great Again”.

Nota do tradutor: Para os não versados na Língua Inglesa, “Make America Great Again” é comumente traduzido como “Faça a América Grande Novamente”. Pessoalmente não gosto dessa tradução e acho difícil chegarmos a algo tão funcional quanto a versão original em Inglês. Por isso, resolvi manter a versão original neste artigo.

Podemos notar rapidamente que a ideia de grandeza Americana está no cerne da nossa história nacional. Por exemplo, o Grande Selo dos Estados Unidos, criado em 1782, inclui as palavras latinas novus ordo seclorum, “Nova Ordem dos Séculos”. Ou seja, os Fundadores acreditavam que a América deveria e estabeleceria o padrão, para o futuro. Sim, isso é pensar grande; Esse é o Caminho Americano. E, portanto, não é surpreendente que o mesmo lema latino tenha se mantido na parte de trás do dólar dos EUA desde 1935.

E Trump tem outras frases-chave que Virgil espera caracterizar a presidência de Trump. Como ele disse em Agosto, na convenção Republicana de Cleveland, “o Americanismo, não o Globalismo, será o nosso credo.” E desde a eleição, ele acrescentou que o governo Trump se compromete a seguir “duas regras simples: “Compre América e Contrate América“. Não é à toa que os globalistas odeiam Trump!

Quanto a Steve Bannon, ele tem pontos de vista que só podem ser descritos como na mesma linha do Trump, e tem sido assim há muito tempo. É claro que os globalistas o odeiam também.

Uma vez que Bannon só raramente dá entrevistas, alguns podem estar curiosos para saber mais sobre o seu pensamento — isto é, olhando para além dos patos desagradáveis ​​lançados sobre ele por pessoas como Mother Jones, Behar e Dean.

Na verdade, Bannon vem articulando sua visão há muito tempo; Desde 2004, produziu nada menos que 16 documentários.

No entanto, uma visão mais direta e pessoal sobre o pensamento de Bannon pode ser encontrada em seu discurso de 2014 no Vaticano; Esse é o tal que Brooks dilacerou na sua coluna de 10 de Janeiro. Assim, sem a “ajuda” de Brooks, vamos dar uma olhada:

Bannon começa por dizer que acredita firmemente que há uma “crise” em nosso tempo — isto é, “uma crise de nossa fé, uma crise do Ocidente, uma crise do capitalismo”. E assim começa com a questão espiritual; Sim, muitos hoje estão bem, mas a pergunta que devem estar se fazendo é mais profunda do que dinheiro:

Qual é o propósito de tudo o que estou fazendo com essa riqueza? Qual é o propósito do que estou fazendo com a capacidade que Deus nos deu, que a providência divina nos deu para realmente ser um criador de empregos e um criador de prosperidade?

E continua nessa linha:

Realmente cabe a todos nós realmente (sic) ter um olhar duro e se conscientizar que estamos reinvestindo no retorno de coisas positivas.

Sim, devemos investir em coisas positivas, coisas como a fé e a crença, que o dinheiro não pode comprar. Consequentemente, na “crise da fé”.

Então agora chegamos à “crise do Ocidente” de Bannon. Aqui, basta olhar para a Alemanha de Angela Merkel; É o país mais rico da Europa e, no entanto, está agora em perigo mortal de dissolução demográfica — e ameaça levar todo o continente com ele.

De fato, as palavras de Bannon de 2014, antes da Merkel fazer a escolha tola de abrir suas fronteiras enquanto subsidia a dependência permanente, agora parecem prescientes. Ele advertiu também sobre a ameaça jihadista do Islã “virá para a Europa. . . E virão para o Reino Unido. “Além disso, em sua palestra, tomou nota naquele dia de um tuíte do ISIS, prometendo transformar os Estados Unidos num “rio de sangue”. Sim, há uma crise no Ocidente, de fato.

Agora vamos voltar para a “crise do capitalismo”. Em dezembro, um talentoso jornalista chamado David Hawkins considerou alguns dos pontos de Bannon sob uma perspectiva filosófica.

Hawkins resumiu o discurso de Bannon no Vaticano, no qual Bannon argumentou que, nas últimas décadas, o capitalismo parece ter surgido principalmente em duas formas, ambas no mínimo perniciosas: Primeiro, os escandalosos resgates orientados pelo “capitalismo do amigo íntimo” que vimos em 2008; E segundo, “influenciado por Ayn Rand… o capitalismo libertário, que ele entende como comoditização de pessoas como meros produtores e produtos. “Este último tipo, continuou Hawkins, enfraquece “a nossa força moral coletiva.”

A resposta, concluiu Hawkins, é o “capitalismo esclarecido” — isto é, o capitalismo no qual os capitalistas pensam sobre o destino de seu país, não apenas em sua conta bancária. Como Hawkins disse:

Foi esse capitalismo esclarecido que deu ao Ocidente — por meio de uma ampla propriedade de ativos — sua classe média forte e uma classe trabalhadora aspirante e rica, e que forneceu as bases morais e econômicas para o Ocidente derrotar o Nazismo em 1945 e apoiar Ronald Reagan ficando do seu lado para derrotar a União Soviética durante a Guerra Fria. E agora isso foi corrompido e, por sua vez, enfraqueceu o próprio Ocidente e Bannon acredita que agora o Ocidente se depara com a possibilidade de perder tudo o que ganhou em mais de 2000 anos. [Ênfase adicionada]

Hawkins terminou seu ensaio com estas palavras esperançosas:

Com Bannon, Trump e o “Trumpismo”, os EUA e o Ocidente têm uma oportunidade de renovação econômica, moral e política — uma era esclarecida. (enlightenment)

Ok, então Hawkins habilmente descreve o problema e descreve o resultado final desejado. E ainda assim poderíamos perguntar: como, exatamente, a América irá chega lá? Como passar da crise de 2017 para um lugar melhor — o mais rapidamente possível?

Para a resposta, poderíamos retornar à palestra de Bannon em 2014, na qual ele apelou para a construção agressiva de um “movimento populista de centro-direita”, cujo coração deveria ser:

. . . A classe média, os trabalhadores e as mulheres do mundo que estão cansados ​​de ser ditados pelo que chamamos de partido de Davos.

Curiosamente, isso parece ter acontecido nos últimos três anos!

Podemos também fazer uma pausa para notar que “Davos”, é claro, é uma abreviatura do Fórum Econômico Mundial, um conclave de bilionários globalistas e seus cortesãos, reunidos todos os anos em Davos, na Suíça. E assim a referência de Bannon ao “partido de Davos” fala da realidade de que as altas finanças globais parecem ter conquistado a maior parte da política e a maioria dos partidos da maior parte do mundo — e como resultado, a classe média Americana, agora afundando no caldo globalista, fazendo as coisas piorarem.

Vale a pena notar que a próxima reunião de Davos está a poucos dias de distância, de 17 a 20 de janeiro. E como essa é a primeira sessão desde a eleição de Novembro, irão rolar alguns exames de consciência e muitas tentativas de desvio de culpa.

Aqui, por exemplo, daí uma manchete na Bloomberg Business Week: “Davos se pergunta se é parte do problema: Será que a devoção da elite global ao capitalismo sem fronteiras semeou as sementes de uma reação populista?” Muitos diriam que a resposta, é claro, é “sim.”

No entanto, Davos Homens e Davos Mulheres não vão desistir tão facilmente. Por exemplo, um dos “bate-papos” programados para Davos será entre Sheryl Sandberg do Facebook e Meg Whitman da HP, juntas, vão oferecer a sua audiência jet set, seus pensamentos concentrados em moldar “uma narrativa positiva para a comunidade global”. Ou seja, uma “comunidade global” que é seguramente rentável para o Facebook e HP, onde quer que no mundo eles possam optar por operar.

Será que esses esforços globalistas terão êxito? Será que os globalistas terão permissão para continuar inflacionando suas bolhas financeiras — e continuarão sendo resgatados quando estourarem? Os Davosianos certamente esperam por isso, mas é possível que, depois de Trump (e antes de Trump, Brexit), que este artifício tenha chegado ao fim.

Mas espere! Ainda há esperança para os globalistas. O novo presidente Americano talvez não pense muito em Davos, mas o presidente da República Popular da China, Xi Jinping, pensa de forma diferente. Na verdade, ele está programado para falar em Davos em poucos dias; Será a primeira aparição de um chefe de Estado Chinês.

Podemos assumir, é claro, que Xi, pegando a tocha de, digamos, Barack Obama, oferecerá defesa plena ao globalismo; Afinal, o globalismo tem sido muito, muito bom para o seu país.

4- O Momento do Trump

Enquanto isso, os olhos do mundo estão voltados para o 45º presidente. Como observado na Parte Um, o ativismo econômico energético de Trump já está se fazendo sentir: E a boa notícia continua a surgir: apenas em 12 de Janeiro, a Amazon anunciou que se comprometeria a criar 100 mil novos empregos nos EUA. Além disso, em 13 de Janeiro, a Lockheed, que havia sido castigada pela Trump por manipulação de preços, anunciou que promete não apenas custos menores para seu caça F-35, mas também mais 1800 empregos no Texas.

Como Virgil também observou anteriormente, é surpreendente que os presidentes do passado não tenham se envolvido nesse tipo de patriotismo econômico pró-empregos, pró-lucros e pró-Americano; Talvez não soubessem como, ou talvez não se importassem.

Em qualquer caso, Trump sabe como, e se importa com isso. E o povo Americano está percebendo. De acordo com uma pesquisa da Quinnipiac em 10 de Janeiro, 47% dos Americanos acreditam que as políticas econômicas de Trump ajudarão a economia, enquanto apenas 31% dizem que vão doer. Em outras palavras, Trump já construiu para si uma vantagem de 16 pontos sobre essa questão. E sua presidência ainda nem começou.

Para ter certeza, nos próximos anos, Trump, e sua equipe, serão testados repetidas vezes. E embora seja impossível prever o futuro, seria tolice apostar contra eles.

Em contrapartida, seria inteligente apostar contra David Brooks. O acossado, como ele é visto, pelo seu ódio a Trump e seu ajudante Bannon — e provavelmente muitos outros seguidores do Trump que ele ainda não teve tempo para atacar — Brooks está sempre errado.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

VIRGIL: O ESTADO PROFUNDO CONTRA-ATACA: A CAMPANHA PERMANENTE CONTRA DONALD TRUMP

Fonte/Source: Virgil: The Deep State Strikes Back: The Permanent Campaign Against Donald Trump


 VIRGIL: O ESTADO PROFUNDO CONTRA-ATACA: A CAMPANHA PERMANENTE CONTRA DONALD TRUMP

virgil-cnn-cia-buzz

Por VIRGIL

13 de Janeiro de 2017

Segunda de três partes…

Na primeira parte desta série, observamos que o globalismo é uma ideologia, talvez até uma teologia. E assim, naturalmente, o globalismo gera muito apoio apaixonado entre a elite planetária. E, no entanto, a paixão deve ser traduzida em poder político. E, claro, os globalistas têm muito disso também. Nesta segunda edição, veremos como os globalistas ainda procuram abrir caminho, mesmo depois de perderem as eleições de 2016. Para eles, o alvo nº 1, claro, é Donald Trump.

  1. A Militarização dos Rumores

Todos os leitores da Breitbart estão familiarizados com os contornos gerais da história do hacker Russo: Começando em Junho de 2016, alguém ou algo conhecido como “Guccifer 2.0” estava sendo acusado de hackear os computadores dos principais Democratas e trabalhando através do Wikileaks de Julian Assange, distribuindo informação suculenta.

Os hacks foram claramente prejudiciais para aos Democratas. E pelo fato dos vazamentos terem sido comprovados, teve repercussões significativas. As revelações forçaram, por exemplo, o presidente do Comitê Nacional Democrático, a Republicana Debbie Wasserman-Schultz, a renunciar em Julho passado.

Logo, os Democratas desenvolveram sua contra estratégia, que pode ser resumida como, A CULPA É do Donald Trump. Ou seja, quem quer que seja e o que Guccifer fosse, ele ou ela haquearam para ajudar o Trump. Então, novamente, Culpa do Trump!

Durante a queda, os Democratas tinham outro ponto a fazer: os Russos estavam por trás disso. Será mesmo, de fato, que as agências de espionagem Russas FSB, ou GRU, estavam por trás dos hacks? Virgil desconhece, mas sabe disso: os Democratas acusaram os Russos, pelo menos a princípio, sem provas sólidas.

Enquanto isso, na mesma época, os Democratas decidiram que eles mesmos deveriam fazer o mesmo jogo de insinuações e boatos dos Russos.

Assim, em Julho, começaram a circular boatos de que uma investigação tinha descoberto revelações bomba sobre Trump e os Russos. No entanto, a evidência era frágil, na melhor das hipóteses: consistia em várias declarações, atribuídas a fontes não identificadas, acusando Trump de várias coisas.

Em outras palavras, nada foi comprovado, e por isso mesmo a grande mídia (MSM), faminta por notícias anti-Trump, optou por não tocar nas alegações. A única exceção foi um vago item em 31 de Outubro da esquerdista Mother Jones, que reportou — talvez devemos dizer que, “reportou” — que um “ex-oficial de inteligência Ocidental”, contratado primeiro pelos anti-Trump Republicanos e, em seguida, pelos Democratas, tinha montado um dossiê sugerindo que Trump estava “comprometido” com a inteligência Russa.

O relatório Mother Jones foi cuidadosamente escrito, consciente de que não havia provas e, de fato, nenhuma evidência, além da palavra de uma escritora, que estava na folha de pagamento das forças anti-Trump. Em outras palavras, não era nada —apenas um depósito de pesquisas da oposição cheio de incógnitas desconhecidas. Na verdade, as palavras poderiam ter sido usadas num longo romance ou um roteiro avant-garde.

No entanto, a história de Mother Jones teve uma pérola específica: Aprendemos que numa carta ao diretor do FBI James Comey, datada de 30 de outubro, o líder da minoria do Senado Harry Reid tentou, mais uma vez, mexer o pote anti-Trump. Como Reid declarou:

Nas minhas comunicações com você e outros altos funcionários da comunidade de segurança nacional, ficou claro que você possui informações explosivas sobre laços estreitos e coordenação entre Donald Trump, seus principais assessores e o governo Russo — um interesse estrangeiro abertamente hostil aos Estados Unidos Estados.

No entanto, apesar dos melhores esforços de Reid, essas alegações ainda não possuem tração suficiente: os meios de comunicação, não importa o quão pro-Hillary, não iriam anexar a sua credibilidade a um relatório que não tinha de fato uma base demonstrável.

Além disso, é possível também que os Democratas não tivessem empurrado a história anti-Trump com todo empenho — foram complacentes. Ou seja, pensavam que Hillary Clinton estava no caminho pra vitória, e portanto, por que balançar o barco levantando alegações que poderiam ricochetear numa direção imprevista? Contra, talvez, Bill Clinton? Como o próprio Obama disse, ele e todos os seus conselheiros estavam convencidos de que Hillary iria ganhar. E assim, após a eleição, Obama e companhia assumiram que Clinton-45 poderia limpar qualquer bagunça que tivesse sido feita.

Naturalmente, toda essa presunção evaporou após a eleição de Trump em 8 de Novembro.

2 –  O Estado Profundo Se Movimenta

Desde o triunfo de Trump, os tambores anti-Trump tem crescido cada vez mais. E não são apenas os Democratas. Desde então, aprendemos, por exemplo, que em Dezembro, o Senador Republicano John McCain entregou pessoalmente, alegações anti-Trump ao FBI. E, claro, poderiam ter havido outros atores políticos — muitos outros — envolvidos nesse esforço anti-Trump.

Na verdade, é preciso dizer que a grande maioria da administração do governo em Washington D.C. é anti-Trump. Aqui na Breitbart em 12 de Dezembro, dei uma olhada nessa administração; Tem sido chamada de “Estado Profundo”. Ou seja, o Estado Profundo é um combinado político permanente que governa Washington — ou pelo menos tenta fazê-lo. Como defini há um mês atrás:

O termo “Estado Profundo” refere-se ao complexo de burocratas, tecnocratas e plutocratas que gostam das coisas do jeito que estão e querem mantê-las assim — as eleições que se danem.

É óbvio que a última coisa que o Estado Profundo quer ver é que o pântano administrativo seja drenado. Porque é a casa deles!

Virgil escreveu novamente sobre o Estado Profundo vs Trump em 19 de Dezembro, observando que o Estado Profundo logo teria um líder natural, Barack Obama:

O 44º presidente não vai ficar longe. Assim que Janeiro chegar, ele irá se movimentar só um quilometro e meio no arredores da cidadã, nas áreas de interesse, na vizinhança ostentosa de Kalorama, onde, e isso é uma aposta segura, vai garantir um palanque como se ainda fosse presidente. Assim, o Estado Profundo ainda terá um palanque enquanto planeja o próximo movimento contra o Tenebroso Trump. Ou devemos dizer, ele terá mais um palanque, porque, de fato, ele já possui muitos.

Virgil pôde anotar que essa história foi escrita há três semanas antes que o Politico revelasse os planos futuros do futuro ex-presidente. Aqui está a manchete de 9 de Janeiro: “Obama reequipa sua operação política para outra rodada: Ele vai usar a sua fundação e um grupo atualizado Organizing for Action para tentar salvar seu legado e reconstruir o Partido Democrata.” Em outras palavras, Obama será um força a ser considerada.

E então, naquela peça de Dezembro, Virgílio fechou com estas palavras, que provaram ser proféticas:

A amarga eleição acabou, querido leitor, mas a verdadeira tempestade ainda está por vir.

Desde então, a tempestade veio de muitas frentes. Além da mídia anti-Trump usual, o Estado Profundo persegue outros ângulos; Por exemplo, o pessoal de carreira do Departamento de Justiça dos EUA está se concentrando no diretor do FBI, James Comey, por sua manipulação pré-eleitoral com relação aos e-mails de Hillary Clinton; É uma aposta segura de que esses carreiristas, desfrutando de autonomia estatutária dentro do DOJ (Departamento de Justiça), encontrarão Comey violando alguma coisa.

Enquanto isso, advogados anti-Trump e outros ativistas de todo o país estão planejando ir ao Capitólio na Inauguração. Enquanto isso, soubemos que uma turma do Estado Profundo, ancorados em Israel, advertiram os seus homólogos Israelenses para não confiarem em Trump.

No entanto, o Estado Profundo é mais ativo dentro do cinturão administrativo (Washington D.C.): Por exemplo, um energético membro do Estado Profundo anti-Trump é Walter Shaub, diretor do Escritório de Ética Governamental. Sim, ele é um empregado federal, mas Shaub transformou seu escritório supostamente não-partidário numa máquina partidária, promovendo sua campanha anti-Trump inclusive no Twitter.

Curiosamente, o grupo de pesquisa America’s Rising observou que Shaub, um democrata que doou à campanha de reeleição de Obama em 2012, nunca pareceu incomodado pelas múltiplas transgressões éticas de Hillary Clinton. Como diz o grupo:

A mídia, deveria ter pausado a história de Shaub como democrata e o duplo padrão que ele empregou como chefe da OGE (Escritório de Ética Governamental), antes de tomar as palavras de Shaub seriamente.

E mais, claro, ainda Shaub está no noticiário o tempo todo, sempre batendo no Trump. Aqui, por exemplo, uma manchete de 11 de Janeiro no The Hill, descrevendo o último ataque de Shaub: “Chefe da Ética Federal explode” plano de negócios do Trump não sem sentido.” E mais isto, do Político: “Czar de ética federal fuzila o plano de conflitos do Trump.”

No entanto, os maiores conflitos, é claro, foram sobre a questão da influência Russa nos EUA. Mesmo se os repórteres ficassem longe dos boatos indecentes que não podiam provar, perseguiram outros ângulos, notavelmente, que os Russos tinham uma estratégia para ajudar Trump a derrotar Hillary.

Nesse esforço, é claro, os jornalistas forma de grande ajuda ao Estado Profundo.

Por exemplo, em meados de Dezembro, o Politico Europa acrescentou um detalhe — faça com que o alegado, ao invés de comprovado — detalhe que o líder Russo Vladimir Putin “pessoalmente dirigiu” o haqueamento, como parte de sua suposta “vendetta” contra Hillary Clinton. Isso é verdade? Quem sabe. Mas o Político conseguiu a história, e escreveu, com informações vindas de “vários altos funcionários de inteligência”.

3 – A Batalha do Mundo Político e Social de Washington, D.C. (Beltway)

Então, na semana passada, a história ficou ainda mais quente. E o ponto de ebulição foi um dossiê duvidoso — aquele, como observamos, que vinha flutuando há meses.

Recentemente, os “Quatro Grandes” chefes de inteligência — que seria o diretor de Inteligência Nacional James Clapper, o diretor do FBI, Comey, o diretor da CIA, John Brennan, e o diretor da Agência de Segurança Nacional, o almirante Mike Rogers — decidiram que o documento valia a pena ser levado a sério. Ou seja, o operativo “Ocidental” mencionado por Mother Jones — publicamente identificado recentemente como um Britânico, Christopher Steele, um ex-espião MI-6 Britânico — foi de repente promovido; Agora, ele e sua informação foram considerados como uma fonte crível. Tão crível, de fato, que o “Quatro Grandes” precisaram contar ao Trump tudo sobre isso.

Assim, na semana passada, o Presidente eleito foi informado sobre algumas das alegações de altos funcionários de inteligência dos EUA. E aqui está o mais estranho: Apesar do quarteto membro do Estado Profundo serem craques em guardar segredos, a notícia desse briefing imediatamente vazou.

Como informou o The Washington Post em 10 de Janeiro, um alto funcionário disse que Trump foi informado sobre as alegações “porque já estavam circulando amplamente e eram “principalmente uma cortesia” para que soubesse que eles estavam lá fora.

Sobre isso, Virgil pode dizer, isso é que é “cortesia”! Na verdade, parece ter sido mais como algo combinado. Vamos pensar nisso: rumores desconfiados sobre Trump flutuavam há meses, ressoando abaixo do nível das notícias, e ainda o Quarteto de Inteligência diz que, como “cortesia”, vão dizer ao Trump sobre os rumores e, em seguida, o traem divulgando à imprensa. Isso não é cortesia, isso é — chutzpah — audácia descarada.

E assim, naturalmente, os componentes do briefing, as partes picantes, tornaram-se uma enorme notícia. Afinal de contas, o Quarteto de Inteligência, ao contar ao Trump sobre as acusações, tinha-lhes dado uma espécie de pseudo-veracidada e certamente a tornaram notícia. Então agora, para a grande mídida, foi aberta a temporada de caça ao Trump.

Político (o Magazine), como sempre um especialista em agitar o governo, proclamou numa manchete de 10 de Janeiro, “Trump confronta tempestade de alegações sobre a Rússia.” A história citou Adam Jentleson, um ex-assessor top de Harry Reid, que teria tuitado, em todas as letras maiúsculas, “ISSO É O QUE HARRY REID ESTAVA SE REFERINDO”. Isto é, referindo-se à carta de Reid, em 30 de Outubro, ao diretor do FBI, Comey. (Podemos fazer uma pausa para observar que Jentleson está agora dirigindo uma “sala de guerra” no Centro para o Progresso Americano, ou seja, seu trabalho agora em tempo integral é enviar explosões políticas em letras maiúsculas).

CNN bateu forte nessa história sobre o Trump. O canal declarou que “os principais representantes de inteligência da nação” haviam informado ao Trump (e em outras oportunidades a, Obama e Joe Biden) sobre informações que “comprometem o presidente eleito Trump”.

Enquanto isso, o time do Trump negou tudo. A ABC News, no programa “Bom Dia América”, Kellyanne Conway disse o seguinte:

Só para difamar o presidente eleito dos Estados Unidos, agora temos funcionários de inteligência divulgando informações que prestaram juramento de não divulgar. Eu nem sequer acho que isso seja uma notícia falsa, acho que isso é apenas falso.

Por sua parte, Trump agiu inteligentemente com o que o Estado Profundo estava fazendo com ele. Desprezou seus inimigos como “pessoas doentes”, tuitou:

As agências de inteligência nunca deveriam ter permitido que essa falsa notícia “vazasse” para o público. Um último tiro em mim. Estamos vivendo na Alemanha nazista?

Como esperávamos, essa foi uma declaração dura de Trump. E, no entanto, pondo a sua óbvia raiva de lado, o presidente eleito também estava perspicazmente consolidando a sua base, que há muito tempo já acreditava no pior sobre a grande mídia e o Estado Profundo.

De fato, nessa conferência de imprensa em 11 de Janeiro, Trump aproveitou a oportunidade e foi para a ofensiva. Ele não só descartou as acusações, mas também rotulou a CNN como “notícia falsa”, sem dúvida provocando elogios de toda a Nação Trump.

E mais, o presidente eleito recordou como ele havia caído na armadilha pelo Quarteto de Inteligência: “Toda vez que me encontro [com as autoridades], as pessoas estão lendo sobre isso”. Acrescentou que “o que aconteceu é muito injusto, muito injusto com o povo Americano.”

Assim Trump reuniu a sua base; no dia 12 de Janeiro, o Politico Playbook, num e-mail com comentários e uma lista de dicas aos insiders de Washington D.C. e aos insiders aspirantes, tiveram que admitir a contragosto, “Para a maioria das pessoas que assistiu Trump ontem, ele “fez uma boa performance”.

No entanto, é claro, os críticos mais duros de Trump continuam ásperos. Então é justo dizer que as forças de ambos os lados da linha de batalha — pro-Trump e anti-Trump — agora redobraram sua determinação.

Aqui podemos fazer uma pausa para observar que os funcionários de inteligência aparentemente entregaram apenas um resumo seco de duas páginas das alegações; Podemos chamar isso de “Pequena Difamação”. No entanto, havia também um amontoado de 35 páginas de alegações, incluindo alegações sexuais; Podemos chamar isso de “Grande Difamação”.

O principal jogador na Grande Difamação foi o BuzzFeed, uma publicação on-line fundada por um Jonah Peretti, que aprendeu o seu ofício no The Huffington Post. Sim, o website imprimiu o dossiê completo de 35 páginas, completo com a sua salacidade sexual. (Mais uma vez, devemos imediatamente estipular que existe zero ou nenhuma prova de que qualquer das acusações sejam verdadeiras.)

Surpreendentemente, ao mesmo tempo em que publicou esse lodo, o editor do BuzzFeed, Ben Smith, tuitou: “Há sérias razões para duvidar das alegações”.

Virgil não é um advogado, mas parece-lhe certo que a admissão de Smith atende ao padrão legal de difamação, incluindo o “descuido imprudente pela verdade”. Como diz um recurso legal:

Se a pessoa difamada é uma figura pública, a pessoa que faz a declaração difamatória só pode ser responsabilizada por difamação, se soubesse que a declaração era falsa ou se ele/ela agiu com desprezo imprudente quanto à verdade ou falsidade da declaração. [Ênfase adicionada]

Olá, processo judicial?

Enquanto isso, a crítica de outros na mídia veio em cascata sobre o Buzzfeed. Falando pela grande mídia, NBC News ‘Chuck Todd mandou bem na cara do BuzzFeed Ben Smith:

Você acabou de publicar notícias falsas. Você tomou uma decisão sabendo que iria publicar uma inverdade.

Smith respondeu dizendo: “Eu acho que essa é uma história real sobre um documento real”. A isso podemos dizer sim, é um documento real, no sentido de que há palavras numa página. Mas isso não significa que seja um documento verdadeiro. Como em, cada palavra em cada única página poderia ser uma mentira — e BuzzFeed não ofereceu ajuda ao leitor para verificar qualquer coisa.

Enquanto isso, outros jornalistas da grande mídia botaram pressão. The Wall Street Journal relatou, de forma suave, “O Jornal não foi capaz de verificar as alegações.” Ao mesmo tempo, outros jornalistas do Washington Post, Margaret Sullivan e Erik Wemple, denunciaram a decisão do Buzzfeed. E no dia 12 de Janeiro, o veterano de Washington D.C., Mike Allen — ex-membro do Politico, agora numa nova empresa, Axios — descartou as alegações:

Pense na loucura que tomou conta da metade do dia quando o BuzzFeed publicou, na íntegra, um memorando sem fundamento, de uma só fonte, financiado por partidários, que reivindicava atos — muito repugnantes para serem impressos — sobre um homem que está a uma semana do Escritório Oval (Casa Branca).

Isto é o que Allen quis dizer, isso vai dar em nada.

Enquanto isso, a direita conservadora ortodoxa, David French, da National Review, ele mesmo fortemente anti-Trump, escreveu sobre a história de BuzzFeed:

Isso é ridículo. Como os “Americanos tomam decisões” quando não têm capacidade de verificar as alegações? O público não sabe nada sobre as fontes, nada sobre as reivindicações subjacentes, e não tem meios de descobrir a verdade… Isso não é transparência; É malícia.

E o cão de guarda da mídia conservadora, Brent Bozell aplicou este soco:

A história do BuzzFeed é claramente uma notícia falsa. Qualquer mídia que não produza uma notícia que declare que a história da BuzzFeed é falsa, estará colaborando e dando conforto as notícias falsas e promovendo sua proliferação. Esse fiasco é exatamente porque os índices da mídia estão no toilet.

E aqui está Glenn Greenwald, escrevendo para The Intercept, duro como sempre. Sob a manchete “O Estado Profundo Vai à Guerra com o Presidente Eleito, Utilizando Alegações Não Verificadas, enquanto Democratas Aplaudem” Greenwald declarou que qualquer publicação do material seria “um assalto ao jornalismo, à democracia e à racionalidade humana básica”.

Apesar da crítica de Greenwald, a grande mídia agora tem um bolo e o estão comendo também. Ou seja, podem reivindicar “mãos limpas” ao não terem publicado as alegações no início, e agora que estão fora, podem alegremente reimprimir as alegações; Depois de tudo, alguém as imprimiu primeiro, tornando-as dessa forma “notícia”. Desse modo, referências casuais ao dossiê estão agora encontrando seu caminho nas histórias da grande mídia sobre o governo Trump, não apenas histórias sobre as alegações da Rússia. Essa é a reação em cadeia da grande mídia: um círculo feliz de anti-Trumpismo. Os Americanos podem não gostar, mas a turma da grande mídia certamente adora.

Enquanto isso, outro observador agudo, Matt Drudge, perguntou se os Russos estavam mesmo envolvidos. Ou seja, talvez fosse o próprio Estado Profundo produzindo as acusações, ao mesmo tempo em que lançava a culpa em Moscou:

Estão as agências corruptas dos EUA chantageando Trump com sua própria sujeira habilmente etiquetadas contra os funcionários “Russos”?

Curiosamente, em meio a repercussão contra o agora notório breifing, James Clapper, optou por se distanciar dos outros. No final da noite de 11 de Janeiro, emitiu uma declaração afirmando que as agências de inteligência “não fizeram qualquer julgamento de que a informação deste documento é confiável”. Virgil diz: “Boa tentativa, Sr. Clapper, mas o tempo para expressar suas preocupações foi antes do briefing, ou durante o briefing, não depois do briefing — depois que o bip ativou o ventilador. ”

Naturalmente, a retrospectiva de Clapper lamenta, contudo, o Estado Profundo está a toda velocidade à frente, ainda procurando torpedear Trump.

Por exemplo, o ex-gerente de campanha de Clinton, Robby Mook, compara o assunto com Watergate. A implicação é suficientemente clara: assim como o Estado Profundo conseguiu afastar Richard Nixon do poder em 1974, hoje, o Estado Profundo deve buscar o mesmo destino para Trump.

Claro, Trump não está planejando ir a lugar algum; Na verdade, tem sido dito que os funcionários já estão trabalhando em sua campanha de reeleição para 2020.

Assim, A Batalha do Mundo Político e Social de Washington, D.C. (Beltway) continuará.

Próximo: O Estado Profundo abre outra frente contra o Trump.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

VIRGIL: A VISÃO NACIONALISTA DE TRUMP VERSUS O EVANGELHO DO GLOBALISMO

Fonte/Source: Virgil:  Virgil: Trump’s Nationalist Vision vs. the Gospel of Globalism

 

VIRGIL: A VISÃO NACIONALISTA DE TRUMP VERSUS O EVANGELHO DO GLOBALISMO

 

Por VIRGIL

12 Janeiro de 2017

Primeira de três partes…


  1. A Visão Nacionalista de Trump, Ascendente.

É um fato óbvio: Donald Trump nem sequer prestou o juramento como 45º Presidente e no entanto, já está estabelecendo a agenda nacional. Através do Twitter entre outras mídias sociais e a aparição pública ocasional, ele ainda está fazendo o que fez durante toda a campanha presidencial — dominando. Só agora, de acordo com ele, não o faz por si mesmo, mas pelo povo Americano.

Nas últimas semanas, Trump fechou acordos com Carrier e Ford. Daí esta reveladora manchete de 3 de Janeiro: “Repreendida por Trump, Ford sucateia a fábrica do México, cria empregos em Michigan.” Ele também anunciou um acordo de US $ 50 bilhões, 50.000 empregos com o investidor Japonês Masayoshi Son e acaba de promover um novo plano de criação de emprego da Fiat Chrysler.

E ainda, ao mesmo tempo, Trump está usando um chicote, assim como cenouras. Deixou claro que qualquer empresa que tirar empregos do país será punida por fazê-lo. Como ele disse na conferência de imprensa em 11 de Janeiro,

A palavra agora é fora, para que quando você mudar a sua fábrica para o México ou a qualquer outro lugar e quiser demitir todos os trabalhadores de Michigan e Ohio. . . Não vai acontecer mais dessa maneira.

E nessa mesma conferência de imprensa, ele foi atrás das empresas farmacêuticas por cobrar demais. E tinha uma solução orientada para o mercado: “O que temos que fazer é criar novos procedimentos de licitação para a indústria farmacêutica, porque estão fugindo do crime”.

E, claro, repreendeu os fornecedores de defesa Boeing e Lockheed, os quais Trump acredita que vêm cobrando muito dos contribuintes.

O resultado desta “terapia de tweet” tem sido uma revisão no pensamento da América Corporativa. Pesquisando o novo estilo presidencial Trump, “bullying do púlpito”, a Reuters conclui: “Líderes corporativos… Não podem mais centrar-se apenas na maximização do valor dos acionistas; Eles também devem de agora em diante pesar o interesse nacional. “Sim, é isso mesmo: os executivos Americanos estão agora começando um curso acelerado de patriotismo econômico; Eles não podem mais agir como se não fossem cidadãos deste país — ou que outros cidadãos Americanos não importam. Por causa de Trump, eles agora devem levar em conta a força total e o bem-estar da nação em que residem.

E aqui está um ponto interessante: O lado pro-trabalhador, ativista pró-contribuinte do Trump também está provando ser pró-negócio. É uma vitória para os três setores; Chamo isso de win-win-win nacional. (win significa vencer, ganhar etc.) E só faz sentido: se houver mais trabalhadores Americanos com grandes salários, comprando coisas e pagando sua parcela justa de impostos, isso é bom tanto para o negócio Americano quanto para o orçamento do Tio Sam.

Na verdade, de acordo com a Federação Nacional de Negócios Independentes, o otimismo das pequenas empresas tem “disparado”, e a confiança dos consumidores também está alta; Enquanto isso, o dólar está em alta, e o Dow Jones Industrial Average (Média Industrial) ganhou 2000 pontos desde a eleição. Portanto, é totalmente evidente que a economia Americana está respondendo positivamente ao Trump como Chefe-Negociador. Bem como a sua administração será composta, claro, por um time de excelentes negociadores.

Sim, é interessante pensar sobre as velhas formas do governo federal, as formas pré-Trump. Ou seja, os federais têm sido intervencionistas em tantas questões durante tanto tempo, e no entanto, foram quase inteiramente desprovidos de ação quando se tratava de bons empregos e salários; As corporações estavam livres para ir e vir — na maior parte, ir. A mensagem para os empregadores era, de fato, faça o que você quiser com a sua base de trabalhadores, mas você deve, a todo custo, proteger os pantanais, as corujas manchadas e os sentimentos das “vítimas protegidas” e sua livre escolha de banheiros.

Felizmente, essa estranha e injusta escolha da política do Tio Sam — ignorar os interesses da ampla classe média enquanto atendia as subcategorias cada vez mais vanguardistas — parece estar chegando ao fim.

Portanto, é possível, talvez até mesmo provável, que sob o comando do Presidente Trump, mais uma vez tornar-se-á uma nação para todos os Americanos, incluindo — a classe Média Americana. Poderíamos ainda ser a “Cidade do Alto da Colina” que Ronald Reagan tão eloquentemente descreveu. Ou seja, um verdadeiro centro-direita “o time Americano”, unidos na sua determinação de trabalhar duro e fazer bem feito, colocando os cidadãos dos EUA em primeiro lugar.

Como Trump disse na conferência de imprensa da Quarta-feira, sua vitória foi “um movimento como o mundo nunca viu… foi uma coisa linda, o dia 8 de Novembro.”

  1. A Velha Visão Globalista, Descendente

É claro que nem todo mundo acha que o que aconteceu no dia da eleição de 2016 foi uma coisa linda, porque estavam vivendo com uma visão muito diferente do nacionalismo econômico de Trump.

Vamos ser específicos. Podemos começar com Barack Obama; Nos últimos oito anos, como sabemos, Obama nunca se preocupou muito com a classe média, nem com a América. Em vez disso, seus olhos vislumbravam um prêmio diferente: a visão de um mundo implacavelmente globalizado, no qual os EUA se encaixariam… em algum lugar.

Eis como o 44º presidente expressou-se no seu primeiro discurso inaugural, em 2009:

Na medida em que o mundo diminui, nossa comum humanidade se revelará; E a América precisa desempenhar o seu papel inaugurando uma nova era de paz.

Isto pode ser um bom pensamento para guardar em alguma torre de marfim acadêmica, mas no mundo real, há pouca evidência de que os povos poliglotas do planeta concordam com muita coisa, e muito menos em inaugurar uma nova era de paz.

Para espanto geral, mesmo Obama, tendo recebido um Prêmio Nobel da Paz para fazer discursos agradáveis, imediatamente escalou uma guerra desesperada no Afeganistão. Ainda assim, em sua mente dogmaticamente ideológica, ele estava determinado a encolher o poder Americano para que “desempenhasse seu papel” nessa nova ordem global.

E assim, em Abril de 2009, o presidente estava empenhado em negar que o “excepcionalismo Americano” fosse algo digno de nota, muito menos se orgulhar disso. Em vez disso, criticou de forma sarcástica “o excepcionalismo Americano” dizendo quer era uma ilusão, porque todos os países se consideram excepcionais. O desprezo de Obama inspirou um repórter a comentar o seguinte,

Se todos os países são “excepcionais”, então nenhum é, e reivindicar o contrário rouba a palavra, e a ideia de excepcionalismo Americano, de qualquer significado.

E, mais uma vez, os comentários de Obama fizeram todo o sentido, se percebermos que seu objetivo era menosprezar os Estados Unidos como apenas um outro país no cenário mundial, em algum lugar entre Uganda e Uzbequistão.

Então, é claro, Obama dedicou seus primeiros meses no cargo a uma “turnê de desculpas” mundial, embora muitos digam que durou, na verdade, oito anos na Casa Branca.

John Fonte, um crítico conservador do globalismo do Instituto Hudson, chama essa ideologia de “progressismo transnacional”, e certamente define a visão de mundo progressista.

Na verdade, se cavarmos mais fundo, podemos ver que o globalismo é, de fato, uma espécie de religião. Todo mundo já ouviu, querendo ou não, a canção de John Lennon de 1971, “Imagine”, incluindo essa letra pegajosa-esquerdista:

Imagine que não haja países

Não é difícil de ser feito

Nenhum motivo para matar ou morrer

E nenhuma religião também.

Esse “Lennonismo”, com certeza, é compartilhado por muitos ao redor do mundo. Assim, não é de admirar que Obama tenha uma causa comum com outros globalistas, incluindo o ex-primeiro-ministro Britânico David Cameron, a chanceler Alemã Angela Merkel e o chefe da União Europeia, Jean-Claude Juncker.

Essas são as pessoas que presidiram a criação ou o crescimento de várias empresas transnacionais obscuras, incluindo as Nações Unidas, a União Europeia, o Acordo de Paris sobre as Alterações Climáticas e o Plano Integral Conjunto de Ação, também conhecido como o acordo nuclear do Irã.

O fio condutor comum a todos essas geringonças burocráticas é o chamado “déficit democrático”. Ou seja, na mente da elite, quanto menos pessoas reais, inclusive nos EUA, que consigam votar ou caso contrário examinar, o desempenho desses burocratas, melhor.

Na verdade, também seria melhor, assim pensa a elite, que nem mesmo pudessem conhecer a verdade sobre o que está sendo feito em seu nome. Podemos citar, por exemplo, a questão dos refugiados. Para os globalistas, é um ponto de honra aceitar os refugiados, mesmo com a perspectiva de subsidiar para sempre, numa dependência não assimilada. Assim, podemos facilmente ver que a Alemanha de Merkel é, na hierarquia globalista de sinalização de virtude, a mais “honrada”.

No entanto, como sabemos, o governo Obama deu o seu melhor para manter-se. E se esses programas de influxo de refugiados não são populares com o público, bem, o instinto da elite padrão é enganar e enganar. Na mente desses enganadores, é tudo para o bem maior porque o ideal da sagrada “aldeia global” nunca atingirá uma condição melhor se os “deploráveis” ​​chegarem a decidir qualquer coisa. Nota do tradutor: Hillary Clinton, durante a eleição presidencial recente, ofendeu os seguidores do Trump de “deploráveis”.

Tem sido muito bem documentado, que o governo dos EUA esconde a verdade sobre os crimes de refugiados, a saúde dos refugiados e até mesmo o número real de refugiados. Alguém na administração Obama está se desculpando por esses abusos? Claro que não.

E, no entanto, claro que, à luz dos recentes resultados eleitorais, nos quais o globalismo de Obama foi decisivamente rejeitado, temos de perguntar: Será que a elite realmente pensou que iriam conseguir esconder isso? Será que eles realmente pensaram que as pessoas não iriam notar o que tem acontecido com suas comunidades e bairros?

A resposta parece ser: “Sim” — os intelectuais que dão apoio ao Obama, os Obamans, realmente acreditaram que poderiam se livrar de tudo isso. Pensaram que o Trump seria enterrado por uma onda azul demográfica em 2016, e que Hillary Clinton continuaria suas políticas globalistas favorecidas em 2017.

Sobre os quais podemos dizer: Talvez a elite não seja tão esperta como pensam que são. No entanto, claro, mesmo depois de terem sido arrancados do poder, os globalistas de Obama terão um pouso suave: muitos deles logo estarão trabalhando para algum grupo think tank financiado por George Soros. E a partir desses poleiros confortáveis, serão capazes de manter sua “resistência” ao Trump (mais sobre isso nos próximos dois artigos).

Agora citaremos um segundo item sagrado na agenda globalista: o livre comércio internacional.

E aqui vemos, mais uma vez, que o pensamento da elite sobre o globalismo tem uma maneira de transformar uma teoria num princípio transcendentalmente moral. E tem sido assim há muito tempo.

Em 1846, o principal comerciante Britânico livre, Richard Cobden, declarou, sem rodeios, que o livre comércio salvaria o mundo:

Vejo, no princípio do livre comércio, aquilo que deve agir no mundo moral como o princípio da gravitação d o universo — reunindo os homens, afastando o antagonismo da raça, do credo e da linguagem e unindo-nos nos laços da eterna Paz.

Cobden era um capitalista, e os capitalistas muitas vezes têm olhos frios, mas, como podemos ver, há um utopismo sonhador, até vertiginoso, no pensamento de Cobden. E surpreendentemente, ganhou a batalha da opinião pública na Grã-Bretanha do século XIX.

Curiosamente, um contemporâneo de Cobden — que tinha um olhar muito mais frio e decididamente não era um capitalista — endossou a mesma ideia. Esse era Karl Marx, o fundador do comunismo. Como prognosticador teórico, Marx pode ter tido uma visão equivocada do que o comunismo viria a ser no futuro, mas mesmo assim foi um observador astuto dos acontecimentos atuais.

Marx pôde ver que o capitalismo laissez-faire descontrolado e desequilibrado pulverizaria rapidamente culturas, tradições e até nações inteiras num vendaval sem fim de destruição criativa. Ou seja, os indivíduos podem ser melhores em alguns aspectos materiais, mas como uma comunidade, seriam atomizados e desarticulados.

Enquanto isso, Marx continuou, sem interferir no destino alheio, mercados livres e sem restrições concentrariam a maioria da riqueza nas mãos de especuladores e de outros financistas. E como resultado, Marx concluiu, as massas, em seu vexame, estariam prontas para experimentar o socialismo e depois o comunismo.

Com esse esperado cenário Vermelho em mente, Marx declarou no famoso discurso de 1848: “Senhores, sou a favor do livre comércio“.

No entanto, hoje, os mais ardentes defensores do livre comércio não são comunistas irônicos; São globalistas neo-Cobdenistas, e são dolorosamente sinceros. Alguns podem ser Democratas, alguns podem ser Republicanos, alguns podem pensar em si mesmos como Liberais, alguns podem se identificar como Conservadores. No entanto, o que os une é a visão de um mundo sem fronteiras, com restrições mínimas às exportações e às importações. (E, claro, restrições mínimas sobre o trânsito, também, de pessoas.)

Certamente, alguns globalistas, como o europeu Jean-Claude Juncker, transformaram o globalismo numa ideologia lucrativa; Há anos, Juncker esteve no meio dos esforços de seu país de origem, Luxemburgo, para transformá-lo no bilionário paraíso fiscal mais amigável do mundo. Então, sim, há abundância de auto interesse no globalismo. E ainda, ao mesmo tempo, há mais do que isso — muito mais.

  1. O Evangelho do Globalismo

De fato, essa fé globalista é tão forte que podemos concluir que é mais do que uma ideologia — deve ser uma espécie de teologia.

Como o escritor Fay Voshell sugeriu em Setembro passado no American Thinker, o globalismo, para muitos, é uma espécie de Cristianismo transmutado. Ou seja, o globalismo é um novo tipo de fé:

Substituir a visão beatífica do Cristianismo é um novo universal… Uma ordem em que a fidelidade dos seres humanos é para uma global Cidade dos Homens, governada por sacerdotes da elite que agem como deuses diante das massas. Pregadores da visão globalista apresentam um Reino ersatz (imitação de qualidade inferior)… A religião do globalismo vê uma ordem mundial terrestre e utópica na qual todos os homens prestam lealdade aos sacerdotes da elite que governam uma Cidade Mundial sem fronteiras nacionais. Às vezes, a visão beatífica substituta é expressa em termos de uma “aldeia global”, uma entidade mística que toma o lugar da família de Deus. A família dos globalistas da humanidade não distingue país, tribo ou credo.

Estas últimas palavras, “não distingue país, tribo ou credo”, nos levam de volta ao ponto em que começamos — com Imagine, de John Lennon.

Para os globalistas, essa visão é tão poderosa que é fácil perceber como eles foram inspirados a fazer exatamente o que fizeram: abrir suas fronteiras, impor correção política ao seu povo e transformar suas sociedades através de através de vastos esquemas de engenharia social. Na verdade, como vimos, líderes políticos globalistas estão tão comprometidos com suas crenças que estão até dispostos a correr o risco de perder eleições, sacrificando suas carreiras no altar de sua fé.

E foi exatamente o que aconteceu com o voto do Brexit em Junho, que não só colocou a Grã-Bretanha no rumo para deixar a União Europeia, mas também custou a David Cameron seu escritório no Número 10 da Downing Street. E aqui nos Estados Unidos em Novembro, o mesmo aconteceu com Hillary Clinton — e com o legado de Barack Obama.

Dada a profundidade apaixonada dos sentimentos globalistas, não é de admirar que as elites tomaram essas derrotas com amarga consternação. No Reino Unido, por exemplo, a primeira resposta dos  globalistas irritados  foi colocar uma maldição permanente sobre o líder da Brexit, Nigel Farage.

Certamente você deve ter notado: aqui nos EUA, a elite está com muita raiva do Trump.

Na mente globalista, Farage e Trump não são apenas inimigos, são hereges. Talvez até mesmo, no sentimento pós-Cristão, sejam anticristos.

Assim, enquanto Farage e Trump venceram suas respectivas campanhas políticas, a fúria completa da elite está para ser sentida.

Vamos dar uma olhada na reação dos EUA no próximo artigo, o segundo de três partes.


Tradução: Tião Cazeiro  — Muhammad e os Sufis