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Esquerdista Islandês Envenena Robert Spencer

Fonte/Source: Icelandic Leftist poisons Robert Spencer


Esquerdista Islandês Envenena Robert Spencer

Por ROBERT SPENCER

16 de Maio de 2017

Na última Quinta-feira, dei uma palestra sobre a ameaça da jihad no Grand Hotel, em Reykjavik, Islândia. Pouco tempo depois, um jovem Esquerdista Islandês expressou sua desaprovação ao que eu disse me envenenando.

Aconteceu depois do evento, quando meu chefe de segurança, os organizadores do evento, e Christine Williams, escritora da Jihad Watch, que também foi convidada para falar, foram comigo a um restaurante local para celebrar o sucesso da noite.

Fui rapidamente reconhecido nesse estabelecimento aglomerado de Reykjavik. Um jovem Islandês me chamou pelo nome, apertou minha mão e disse que era um grande fã. Pouco depois, um outro cidadão daquela terra famosa e gentil também me chamou pelo nome, apertou minha mão e disse: “Vá se foder!”.

Recebemos essa maravilhosa saudação Islandesa como um sinal para irmos embora. Mas o dano já tinha sido feito. Cerca de quinze minutos depois, quando voltei para o meu quarto no hotel, comecei a sentir dormência no meu rosto, mãos e pés. Comecei a tremer e a vomitar. Meu coração estava acelerando perigosamente. Passei a noite num hospital de Reykjavik.

O que tinha acontecido rapidamente se tornou claro, e logo foi confirmado por um teste no hospital: um desses Islandeses locais que se aproximou de mim — provavelmente aquele que disse que era um grande fã, porque estava muito mais perto de mim do que o sujeito do “Vá se foder!” — tinha colocado alguma droga na minha bebida. Eu não estava e não estou tomando nenhum outro medicamento, e por isso não havia qualquer outra explicação de como essas coisas tinham chegado à minha corrente sanguínea.

Durante vários dias, depois disso, fiquei doente, mas fui à delegacia de Reykjavik e dei-lhes um caso maior do que tinham visto há algum tempo. O policial com quem falei tomou medidas imediatas para identificar e localizar os principais suspeitos e obter o vídeo de vigilância do restaurante.

A Islândia é um país pequeno. Todo mundo se conhece. E assim, fui rapidamente capaz de descobrir a identidade, o número de telefone e a página no Facebook do principal suspeito, o jovem que afirmou ser um “grande fã”. Não pretendo chamá-lo. A polícia Islandesa entrará em contato com ele em breve, caso ainda não o tenha feito.

No entanto, olhei a sua página do Facebook, e como previa, não achei nada que pudesse indicar que ele realmente era um “grande fã” do meu trabalho, ou que tivesse qualquer ponto de vista fora do convencional — e sim, a cortesia das elites políticas e de mídia da Islândia, dominadas inteiramente pela Esquerda.

O cenário mais provável é que este jovem, ou quem me drogou, ouviu que um notório “racista” estava vindo para Reykjavik, por acaso me viu no restaurante, e decidiu me dar uma lição com algumas das drogas ilegais que são tão abundantes em Reykjavik como em qualquer outro lugar.

Eu deveria ter previsto isso. Afinal, minha visita desencadeou uma tormenta de insultos na imprensa Islandesa, todos baseados pontos de discussão dos Esquerdistas Americanos. Cada história sobre a minha visita tinha os mesmos elementos: o aviso de que o SPLC (Centro Legal da Pobreza do Sul) afirma que eu provoco o “discurso de ódio”, o qual é um julgamento subjetivo usado para barrar divergências da linha do establishment; o fato de que fui banido da Grã-Bretanha, sem menção aos principais detalhes de que fui banido por dizer que o Islã tem doutrinas de violência (que é o mesmo que ser banido por dizer que a água é molhada) e pelo crime de apoiar Israel; e a falsa alegação que eu incitei o assassino em massa Norueguês Anders Breivik para matar (na verdade, não sou mais responsável pelos assassinatos de Breivik do que os Beatles pelo Charles Manson). Após o evento, um artigo ainda apresentou uma grande foto de Breivik, mas nada do que eu disse naquela noite foi mencionado.

Nenhum dos meios de comunicação Islandeses que publicou uma história sobre a minha vinda ou sobre o evento em si, me contatou para comentar, muito menos para refutar as acusações que fizeram contra mim. Uma emissora de TV fez uma entrevista comigo em que o entrevistador se recusou a acreditar que eu não me sentia responsável pelos assassinatos de Breivik, e me perguntou sobre isto repetidamente.

Após o evento, os artigos na imprensa Islandesa incluíam citações dos 50 manifestantes, mas nenhum incluiu uma única citação sequer ou descrição de qualquer coisa que realmente tivéssemos dito. Ninguém citou nenhum dos 500 corajosos Islandeses que desafiaram o ódio das elites politicamente corretas e foram ao Grand Hotel para ouvir Cristine Williams e eu — um número incrivelmente grande num país de 300 mil pessoas.

Está claro: a jihad e a Islamização não são assuntos que os políticos Islandeses e os formadores de opinião da mídia querem que os Islandeses discutam.

Essa é a razão pela qual deve ser discutido.

Entretanto, aprendi uma lição. A lição que aprendi foi que a demonização da mídia daqueles que discordam da linha Esquerdista é a incitação direta à violência. Ao me retratarem e a outros que levantam questões legítimas sobre o terror da Jihad e a opressão da Sharia como Islamistas racistas e intolerantes, sem nos permitir uma audiência justa, os meios de comunicação da Islândia e do resto do Ocidente estão ativamente colocando em perigo aqueles que ousam discordar. O SPLC (Centro Legal da Pobreza do Sul), o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR), o Centro para o Progresso Americano e o resto que dedicam tanto dinheiro, tempo e atenção para demonizar os “Islamofóbicos” estão pintando alvos enormes em nossas costas.

Claro, pensam que estão fazendo algo nobre. A Esquerda não somente preenche com ódio aqueles que sofrem lavagem cerebral, mas o faz enquanto retrata seus inimigos como os incitadores de ódio, de tal forma que os Esquerdistas violentos, como o jovem que me drogou, sentem-se justos, mesmo quando vitimam e brutalizam os conservadores.

Não há dúvida: estou certo de que quem me envenenou na Islândia foi embora feliz com o que tinha feito. Se comentou com alguém o que ele fez, tenho certeza que foi saudado como herói. Também estou ciente de que muitos dos que lerem isso ficarão felizes com o fato de eu ter ficado gravemente doente. Isto em si é um sinal de quão degenerada e do mal a Esquerda se tornou.

Por todo o Ocidente, enquanto os estudantes de Esquerda provocam e ameaçam fisicamente palestrantes conservadores e os porta-vozes da Esquerda se entregam à retórica mais histérica para difamar seus inimigos, políticos se acovardam com medo e recusam-se a discutir essas questões, garantindo apenas que os problemas que identifiquei quando falei em Reykjavik continuarão a crescer na Islândia e em outros lugares.

À medida que subiam ao poder na Alemanha, os Nazistas doutrinavam seus jovens seguidores com a mesma mensagem: aqueles que se opõem a nós são maus. Aqueles que os brutalizam estão fazendo uma grande coisa. A demonização dos oponentes da Esquerda, hoje em dia, vai levar a exatamente a mesma coisa. E já aconteceu comigo, na bela Reykjavik.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz

Fonte: Saudi Muslim cleric demands FIFA ban players from making sign of the cross


Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz

Por CHRISTINE WILLIAMS

11 de Maio de 2017

Muhammad Alarefe, um proeminente líder religioso Saudita, exigiu que a Fifa, a federação internacional de futubol, instruísse os jogadores para não fazer o sinal Cristão da cruz.

Para muitos Cristãos, sua fé profunda, pessoal e pacífica é inextricável de todos os aspectos de sua vida. Fazer o sinal da cruz — ou de qualquer outro gesto religioso — não deve representar um problema ou uma ameaça a ninguém, mas para o líder da supremacia Islâmica Muhammad Alarefe e a sua classe, qualquer expressão religiosa fora do Islã representa uma ameaça, especialmente porque a FIFA tem muito prestígio.

Esperemos que a FIFA honre as liberdades religiosas de seus talentosos jogadores e rejeite as exigências de Muhammad Alarefe. Se a FIFA se submeter à exigência de Alarefe, também deverá proibir igualmente a oração Muçulmana no campo e arredores.

Em Fevereiro, a equipe de futebol do Real Madrid removeu a cruz de seu logotipo para não ofender os Muçulmanos.

Discriminar contra os valores Cristãos e tentar sufocar o Cristianismo — uma fé fundacional na evolução dos entendimentos modernos dos direitos humanos e da formação dos princípios democráticos Ocidentais — não é nada de novo. O mais preocupante é que a discriminação contra os Cristãos, enquanto prestam subserviência aos Muçulmanos, está sendo apresentada como norma para a próxima geração.

O Centro Americano de Direito e Justiça informou em 2015 que:

Colégios públicos e universidades estão tirando as luvas quando se trata de estudantes Cristãos em seus campus. Passaram-se os dias de desprezo discreto contra os Cristãos; agora está aberta a temporada de caça à fé. Uma flagrante discriminação anti-Cristã é a nova norma.

Correção: não “está aberta temporada de caça à fé”, mas especificamente da fé Cristã.

Além disso, a doutrinação Islâmica nas escolas públicas está em pleno andamento, com a ávida colaboração e ajuda do grupo (CAIR) – Conselho de Relações Islâmico-Americanas ligado ao Hamas.

Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz“, de Ali Waked, Breitbart, 9 de Maio de 2017:

TEL AVIV – Muhammad Alarefe, um proeminente líder religioso Saudita, exigiu que a Fifa, a federação internacional de futebol, instruísse os jogadores a não fazer o sinal Cristão da cruz.

Alarefe escreveu em sua conta no Twitter: “Eu vi vídeo clipes de atletas, jogadores de futebol correndo, chutando e quando ganham fazem o símbolo da cruz no peito, e a minha pergunta é se as regras da FIFA proíbem isso”.

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د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام,”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

9h46 – 5 de Maio de 2017

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Os usuários de mídia social ficaram divididos sobre a questão, com alguns apoiando o comentário de Alarefe e outros rindo, e dizendo, já que perguntou por que não tomou qualquer posição contra os jogadores de futebol Muçulmanos que se ajoelham para rezar quando ganham ou marcam um gol.

O Sultão Alhusni escreveu: “Não posso mentir. Mohamed Salah (um jogador de futebol Egípcio que joga na Europa) e outros se ajoelham para orar quando marcam um gol e ninguém os castiga. Deixe o esporte para aqueles que lidam com ele.”

5 de Maio

حصه العون بنت الوطن ✔ @hesshalown

@MohamadAlarefe نعم شيخنا الجليل لكن انظمتهم لا تطبق الا على المسلمين فقط وللاسف لم نجد من يحتج على هذا التمييز والكل صامت صمت القبور

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سلطان الحسني @ dremer_88

@hesshalown @MohamadAlarefe ما يجوز الكذب .. محمد صلاح وغيره من المسلمين في الملاعب الاروبية يحتفلون بالسجود بعد تسجيلهم الاهداف ولم يعاقبوا .. اقول خلوا الرياضه لاهلها

10:39 – 5 de Maio de 2017

21 21 Retweets 42 42 likes

Sam, outro usuário de mídia social, escreveu: “A cruz é um dos símbolos dos veículos que viajamos, então qual é o problema se aparece no campo, ou será que, o que é permitido num lugar e proibido em outro? Esquisito.”

5 de Maio

تحمية تواصل ✔ @twasulnews

🔴 «العريفي»: لماذا لا يمنع «فيفا» إشارات التصليب في الملاعب? Http://twasul.info/793102 # محمد_العريفي # العريفي # الملاعب # السعودية pic.twitter.com/657wwIIr6p

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Ɑ̷̜Lм̷̤̜̈ Al @ sam147147

@twasulnews العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية

1:40 AM – 6 de Maio de 2017

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Fahd Alarawi escreveu, “Ótimo, Alarefe tornou-se um comentarista esportivo. Quando há tempo livre, nos envolvemos em coisas que não entendemos.”

5 de Maio

تحمية تواصل ✔ @twasulnews

🔴 «العريفي»: لماذا لا يمنع «فيفا» إشارات التصليب في الملاعب? Http://twasul.info/793102 # محمد_العريفي # العريفي # الملاعب # السعودية pic.twitter.com/657wwIIr6p

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فهد العروي @tvip_f

@twasulnews احلى يالعريفي صاير محلل رياضي😂

الفاضي يعمل قاضي😁 # محمد_العريفي

12h26 AM- 6 de Maio de 2017

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Outro usuário de mídia social escreveu: “Respeitado Sheik, infelizmente as regras deles só são aplicadas aos Muçulmanos, e infelizmente ninguém protesta sobre isso — ao contrário, ficam mudos como um túmulo”.

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام, ..”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

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حصه العون بنت الوطن ✔ @hesshalown

@MohamadAlarefe نعم شيخنا الجليل لكن انظمتهم لا تطبق الا على المسلمين فقط وللاسف لم نجد من يحتج على هذا التمييز والكل صامت صمت القبور

10:35 AM – 5 de Maio de 2017

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Win Al Fahad escreveu ao Sheik: “É como se você estivesse agora chamando a FIFA para proibir os jogadores Muçulmanos de curvarem-se a Alá e levantar suas mãos em oração para o céu. A FIFA proíbe o uso da religião, da política e do racismo no esporte”.

5 de Maio

ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@MohamadAlarefe حتى المسلمين لما يسجلو او يفوزو يسجدو شكر لله

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فهد محمد العوين @alowinfahad

@ Ibraheam202 @MohamadAlarefe كأنك بهذا تدعو الفيفا لمنع اللاعبين المسلمينمن السجود لله ورفع أيديهم لله شكرا

الفيفا يمنع توظيف الدين والعنصرية والسياسة في الرياضة.

1h01 PM – 5 de Maio de 2017

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Ibrahim Alatwi respondeu a Al Fahad, dizendo: “E ninguém diz nada (aos jogadores Muçulmanos que rezam) portanto os Cristãos estão autorizados a marcar a cruz no peito. A FIFA não faz distinção entre um jogador e outro”.

6 de Maio

ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@ Turki3nzi @alowinfahad @MohamadAlarefe انا احدثك على نظام عالمي اللي هو الفيفا

نظام لا يفرق بين مسلم وكافر من ناحية القوانين مثلما احنا المسلمين نسجد عند الفرح

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ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@ Turki3nzi @alowinfahad @MohamadAlarefe ولا يتكلم علينا احد فيحق للنصارى ايضا الشارة الى صدورهم باشارة الصليب

فالفيفا لا يفرق بين هذا وذاك

10:54 AM – 6 de Maio de 2017

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Abu Lil repreendeu o erudito religioso, escrevendo: “Saia do nosso esporte que une Cristãos, Sunitas e Xiitas numa equipe com seus corações um sobre o outro. Todos devem lidar com sua religião e deixe-nos ser. Que a FIFA seja abençoada.”

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام,..”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

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✍ابو ليل☞ @ M0503996767

@MohamadAlarefe @hesshalown انتم اطلعوا من رياضتنا اليت

10:42 AM – 5 de Maio de 2017
7 7 Retweets 15 15 likes

Outro usuário da mídia social, Capitano, respondeu ao Sheik com sarcasmo, dizendo: “O que você está fazendo?” O regime do ISIS proíbe fazer o sinal da cruz em si mesmo; quando al-Baghdadi for eleito presidente da Fifa, discutiremos o pedido do respeitado Sheik.”

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @ MohamadAlarefe….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Erdogan: “A Europa Está Entrando Em Colapso …

Fonte/Source: Erdogan: “Europe is collapsing…Europe will pay for what they have done” in humiliating and oppressing Turks


Por Tião Cazeiro

Em 15 de Novembro de 2014, o ‘alucinado’ Presidente da Turquia Erdogan e o seu PM Davutoglu disseram num artigo publicado neste blog, intitulado Muçulmanos descobriram a América antes de Colombo, afirma Erdogan da Turquia que:

“Os contatos entre a América Latina e o Islã remontam ao século 12. Muçulmanos descobriram a América em 1178, e não Cristóvão Colombo”, disse Erdogan. “Marinheiros Muçulmanos chegaram à América a partir de 1178. Colombo mencionou a existência de uma Mesquita numa colina na costa Cubana.”

Em 9 de Fevereiro de 2015 num artigo escrito por Pamela Geller, traduzido e publicado por este blog, intitulado Declarações Antiocidentais do Presidente da Turquia Erdogan e PM Davutoglu ambos disseram o seguinte:

“… ‘Ninguém Será Capaz de Parar’ a Ascensão do Islã na Europa, MEMRI 9 de Fevereiro, 2015″

“PM Turco Davutoglu Na Suíça: “Eu beijo a testa dos meus irmãos que carregaram o Tekbir Para Zurich”; “O Islã é a Religião Indígena da Europa”; “A Turquia é a cura para a Europa”; “Ninguém será capaz de parar” a ascensão do Islã na Europa.”

“O som de Azan [a chamada para a oração Islâmica] trazido por esses heróis à Europa, as cúpulas das mesquitas com que pontilharam este continente, tudo vai ser protegido. Vamos continuar a lutar contra todas as mãos que se estendem para prejudicá-las [as mesquitas]. Eu beijo a testa dos meus irmãos que carregavam a Tekbir [i.e. o chamado de “Allahu Akbar” – Alá é Maior –] para Zurique. Que Alá abençoe aqueles que o criaram. Bendito seja aqueles que vieram aqui com apenas uma mala, na pobreza, mas com corações ricos cheios de sua fé [Islã]. Como eram santas aquelas pessoas, que vieram e semearam as sementes aqui, que vai, com a ajuda de Deus, continuar a crescer como uma árvore enorme de justiça no centro da Europa. Ninguém será capaz de parar com isso.”


Erdogan: “A Europa Está Entrando Em Colapso … A Europa Pagará Pelo Que Fizeram,” Humilhando E Oprimindo Os Turcos

Por CHRISTINE WILLIAMS

12 de Abril de 2017

Quando os supremacistas Islâmicos sentem cheiro de fraqueza, miram com determinação calculada. O Presidente Turco, Recep Tayyip Erdogan, declarou:

“Eles disseram há um século que nós éramos o ‘homem doente’. Agora eles são o ‘homem doente’, a Europa está estrando em colapso.”

Erdogan, uma combinação perigosa de implacável com inconstante, declarou recentemente um choque entre “a cruz e o crescente” por causa da proibição do véu (hijab) pela União Europeia (EU) no local de trabalho, enquanto o seu ministro das Relações Exteriores, Mevlüt Çavuşoğlu, declarou que as “guerras santas” começarão em breve na Europa. Erdogan afirmou também:

“Você tem visto o que vem acontecendo na Europa. Por que ficaram loucos? Por que ficaram alucinados? Eles viram o que este sistema trará para a Turquia. A Turquia está dando saltos, crescendo. Isso os deixam loucos.”

A Europa ficou “alucinada” e “louca” quando abriu suas portas para a imigração Muçulmana, levando a um aumento maciço de crime e um golpe devastador para a economia, juntamente com uma ameaça jihadista elevada.

“Erdogan promete” a Europa doente “pagará por” humilhar e oprimir os “Turcos”, RT, 11 de abril de 2017:

Em uma ampla crise diplomática entre a Turquia e a UE, o presidente Recep Tayyip Erdogan fez uma nova declaração provocativa dizendo que a Europa “em colapso,” “pagará” por “humilhar” e “oprimir” os Turcos que vivem no continente.

“Eles disseram há um século que éramos o ‘homem doente’, agora eles são o ‘homem doente’, a Europa está entrando em colapso”, disse o líder Turco, usando um insulto popular entre os políticos Europeus no século XIX quando falavam sobre a colapso do Império Otomano.

Em um comício no Izmir na Turquia, no Domingo, o presidente disse que a economia da Europa estava piorando, sua população estava ficando mais velha e a “doença do racismo ressurgiu como um vírus”, informou a agência de notícias Turca Anadolu. Na Europa, que sofreu duas guerras mundiais no passado, milhões de pessoas estão sendo atacadas e discriminadas, disse ele à manifestação.

Erdogan afirmou que os Turcos que vivem na Europa estavam sendo “muito oprimidos” e “muito humilhados”, e juraram “responsabilizar” a Europa por isso.

“A Europa pagará pelo que fizeram. Se Deus (sic) quiser, a questão da União Europeia voltará a estar sobre a mesa depois de 16 de Abril”, disse ele, referindo-se ao referendo constitucional na Turquia, que poderia aumentar drasticamente seus poderes de governo.

“Você viu o que aconteceu na Europa. Por que ficaram loucos? Por que eles ficaram alucinados? Eles viram o que este sistema trará para a Turquia. A Turquia está pulando, crescendo. Isso os deixam loucos “, explicou Erdogan sobre as tensões com a UE.

O líder Turco reiterou seus planos de realizar um referendo separado sobre se Ancara deve continuar com um processo para se juntar à União Européia, dizendo que agora espera “uma grave explosão na taxa de votos” para abandonar a candidatura de adesão à UE. “Eu não me preocupo com isso”, disse ele.

A Turquia, que vem negociando sua entrada no bloco Europeu de 28 membros por décadas, tem enfrentado consistentemente críticas da UE por seu histórico sobre direitos humanos, democracia e liberdade de imprensa.

As conversações entre Ancara e Bruxelas também estão diretamente ligadas a um controvertido acordo de 6 bilhões de refugiados, que a Turquia ameaça repetidamente suspender. Bruxelas, por seu lado, diz que a Turquia não cumpriu algumas das 72 condições estabelecidas pela UE para levantar os requisitos de visto …


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Erdogan: A Decisão Da UE Sobre A Proibição Do Véu/Hijab Dá Início Ao “Choque Entre O Islã E O Cristianismo”

Fonte/Source: Erdogan: EU ruling on headscarf bans starts “clash between Islam and Christianity”


Por Tião Cazeiro

Em vária ocasiões, este blog entre outros, comentamos sobre o significado do hijab e os problemas que o mesmo acarreta aos países que permitem o uso indiscriminado e a sua inserção por exemplo, em documentos oficiais como a CNH, Passaporte etc.

Afinal o Islã é o povo das necessidades especiais, não é mesmo? Existe uma razão nisso, chama-se Sharia, a lei do Islã.

Recomento estes tres artigos:

  1. Opressão Chique: Nike Oferece “Pro Hijab” Atlético Para Muçulmanas
  2. O Hijab e a Sharia
  3. Lei Islâmica (Sharia) — Link do excelente blog “Lei Islâmica em Ação

O artigo que segue, apresenta o hijab/véu como o stopim de um conflito que pode ter consequências inimagináveis, ou seja, o “Choque Entre o Islã e o Cristianismo“, onde milhares de pessoas poderão ser massacradas por conta da maldita ignorância.

Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas…” Sun Tzu


Erdogan: A Decisão Da UE Sobre A Proibição Do Véu/Hijab Dá Início Ao “Choque Entre O Islã E O Cristianismo”

Por CHRISTINE WILLIAMS

18 de Março de 2017

Erdogan ainda está furioso com “o cancelamento das manifestações de seus partidários em toda a Europa“. Ele nunca permitirá desafios à sua própria autoridade em seu próprio país, mas é claro que ele não tem respeito pela Europa. Até porque a Europa não tem respeito por si mesma, e aparentemente não tem interesse em defender sua própria cultura e proteger seu próprio povo.

O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu, também declarou que “as guerras santas começarão em breve” na Europa, apesar da derrota Geert Wilders na Holanda. Esta declaração ameaçadora não deve ser surpresa. A Islamização da Turquia vem se acelerando num ritmo alarmante em todos os níveis, da liderança aos cidadãos.

A Europa, por outro lado, acolheu passivamente a jihad pela imigração (hijrah) em seus países, tudo em nome da diversidade e do multiculturalismo. Quanto mais “acolhedor” o Ocidente é, mais encorajados os supremacistas Islâmicos e os jihadistas se tornam. Seu objetivo é a conquista da Casa da Guerra (dar al-harb), não a coexistência pacífica. Os Europeus são os culpados pelo atrevimento dos líderes supremacistas da Turquia.

“Recep Tayyip Erdogan: A Decisão Da UE Sobre A Proibição Do Véu/Hijab Dá Início Ao “Choque Entre O Islã E O Cristianismo”, Lizzie Dearden, Independent, 16 de março de 2017:

Recep Tayyip Erdogan acusou a Europa de dar início ao “choque” entre Cristianismo e Islamismo com uma decisão que permite aos empregadores proibirem o véu/hijab como parte de restrições mais amplas sobre símbolos religiosos e políticos.

Falando horas depois que seu ministro das Relações Exteriores alertou que as “guerras santas começarão em breve“, o Presidente Turco lançou um novo ataque em meio a uma disputa em curso sobre o cancelamento dos comícios de seus adeptos em toda a Europa.

Disse que a decisão do Tribunal Europeu de Justiça que confirmou a demissão de duas mulheres Muçulmanas que se recusaram a remover seus hijabs deu início ao “choque entre o crescente e a cruz” na terminologia alusiva às Cruzadas.

A EU é uma vergonha. É o fim de seus princípios, valores e justiça Europeus,” Disse Erdogan aos que o apoiam em Sakarya. “Eles começaram um choque entre a cruz e o crescente, não há outra explicação.”

Num discurso combativo, Erdogan atingiu líderes Europeus na Holanda e na Alemanha, depois que os ministros Turcos foram impedidos de realizar eventos destinados a obter apoio antes do referendo constitucional.

O Presidente Turco disse que o Primeiro-Ministro Holandês Mark Rutte, que derrotou o líder de extrema direita Geert Wilders nas eleições gerais de Quarta-feira, perdeu a amizade de Ankara ao proibir a campanha política Turca no país.

A disputa se intensificou desde que uma manifestação a ser realizada pelo ministro das Relações Exteriores Turco, Mevlut Cavusoglu, em Roterdã, foi cancelada no Sábado.

 

As autoridades Holandesas retiraram a permissão para que o avião do ministro das Relações Exteriores aterrissasse quando prometeu visitar o país de qualquer maneira, provocando uma série de sanções tit-for-tat (olho por olho).

Erdogan e ministros proeminentes chamaram o governo Holandês de “fascistas” e “nazistas“, enquanto líderes da UE chamaram as acusações de ofensivas e “desapegadas da realidade“.

A disputa provocou protestos na Turquia e em toda a Europa. Um manifestante escalou o consulado Holandês em Istambul e substituiu a bandeira nacional pela bandeira Turca durante manifestações no Domingo, enquanto os manifestantes Turcos foram fotografados apunhalando laranjas e mostrando cartazes dizendo “Holanda Facista“.

Ancara também interrompeu conversas de alto nível com funcionários do governo Holandês na Segunda-feira e fechou seu espaço aéreo aos diplomatas do país, enquanto repetia ameaças para fechar um acordo com a UE no ano passado para retardar o fluxo de refugiados para a Grécia.

Os aliados do presidente Turco visam mais de um milhão de eleitores Turcos que vivem na Europa, que serão elegíveis para votar no dia 16 de Abril.

O referendo pode ver o sistema parlamentar da Turquia substituído por uma presidência executiva usando as emendas constitucionais, os quais vêm alarmado os grupos de direitos humanos…

Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Fonte/Source: Former jihadist turned Christian evangelist warns of educational jihad against West

Ex-Jihadista Convertida Ao Cristianismo Evangélico Alerta Sobre A Jihad Educacional Contra O Ocidente

Por CHRISTINE WILLIAMS

15 de Março de 2017

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente sobre uma outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla “mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica” e revelou que “foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional”.

Os avisos de Abla emergem de sua primeira experiência, e tais advertências vêm de outros também. Existe um bloqueio mental na mente dos Ocidentais que foram culturalmente condicionados a aceitar a diversidade sem questionar, agravado por políticos que procuram o voto Muçulmano. O avanço da “jihad populacional” serve aos interesses dos políticos que procuram seu próprio auto engrandecimento sobre o bem-estar dos cidadãos. Não é de admirar que as portas à imigração sejam abertas indiscriminadamente por políticos de esquerda, à medida que se agarram desesperadamente ao poder.

Tornou-se muito amplamente aceito que questionar o Islã significa racismo e/ou “islamofobia”. Essa noção precisa ser rejeitada categoricamente. A lei Islâmica exige que o Islã não seja questionado. Aceitar que a liberdade de expressão deva ser restringida de qualquer forma para atender a sensibilidade Muçulmana abre o Ocidente para uma lenta subjugação pela Sharia.

Ex-radical Muçulmana convertida ao Cristianismo Evangélico alerta para a Jihad educacional que busca Islamizar o Ocidente“, por Hazel Torres, Christianity Today, 13 de Março de 2017:

Uma ex-Muçulmana radical convertida ao Cristianismo Evangélico está alertando o Ocidente para um outra forma de jihad que está sendo travada no fronte da educação.

Isik Abla disse ao The Christian Post na semana passada que miionários fanáticos Muçulmanos estão enviando estudantes jihadistas para a América entre outros países Ocidentais para infiltrarem-se nas melhores universidades do mundo como parte do objetivo final do seu grupo de Islamizar o Ocidente.

Explicou que existem diferentes tipos de jihad. Além da jihad física, que é o uso da força para matar e conquistar os “infiéis”, Abla mencionou outros quatro tipos de jihad — educação, população, mídia e jihad econômica.

“Estamos vendo esses… tipos de jihad integrados no mundo Ocidental de hoje”, disse ela ao Proclaim 17, NRB International Christian Media Convention em Orlando, Flórida.

Abla disse que ela mesma foi recrutada pelo seu primeiro marido Muçulmano para promover a jihad educacional .

“A jihad educacional paga a taxa de matrícula dos estudantes para enviá-los a faculdades e universidades de prestígio” no Ocidente, como Harvard, Princeton e Yale, explicou Abla, de nacionalidade Turca.

Disse que o objetivo é colocar os jihadistas “no alto escalão do poder para ditar o que precisa acontecer no mundo Ocidental e Islamizar o mundo Ocidental”.

Abla disse que acordou ao perceber que estava sendo usada pelos extremistas Islâmicos para promover sua própria agenda quando fugiu da Turquia para a América para escapar de dois casamentos extremamente violentos.

Disse que, só quando começou a trabalhar com um empregador Cristão na América é que aconteceu dela encontrar Jesus.

“No dia em que eu ia me matar, cometer suicídio, Jesus Cristo revelou-se a mim de maneira milagrosa mudando completamente minha vida”, disse Abla, que agora é uma ministra Evangélica ordenada.

Escrevendo na página do Facebook de seus ministérios, Abla disse: “Eu não tinha identidade e nenhum valor próprio até conhecer Jesus!”

“Jesus me mostrou que fui criada para ser, e quão preciosa eu era para Ele. Essa revelação mudou a minha vida!”, e escreveu. “Como Muçulmana, eu era inferior aos homens.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

AUSTRÁLIA: PARTIDO PROMETENDO “REDUZIR O ISLÔ CRESCE EM POPULARIDADE

Fonte/Source: Australia: Party vowing to “reduce Islam” soaring in popularity —JIHAD WATCH

AUSTRÁLIA: PARTIDO PROMETENDO “REDUZIR O ISLÔ CRESCE EM POPULARIDADE

POR CHRISTINE WILLIAMS

7 DE JANEIRO DE 2017

A Q Society  (da qual Robert Spencer, diretor da Jihad Watch, é o “Primeiro Membro Vitalício”) é descrita no artigo abaixo como “anti-Islã” e marcada como uma entidade reacionária que reage exageradamente aos ataques terroristas da jihad. Mas o desafio do Islamismo político é muito maior que a ameaça sempre presente de ataques terroristas da jihad. A incursão dos supremacistas Islâmicos nos países Ocidentais tem sido alarmante, para dizer o mínimo, e a Q Society está tentando alertar as pessoas para isso.

É desconcertante ver que as sociedades Ocidentais continuam tolerando os crimes desenfreados cometidos por imigrantes Muçulmanos; bem como as chocantes agressões sexuais; ameaças à liberdade de expressão; ameaças de violência jihadista; o ódio vomitado contra o Ocidente por muitas Mesquitas; o poderoso lobby mainstream co-conspirador não incriminado que grita “islamofobia” a cada oportunidade; os comícios da Al Quds Day cheios de ódio — realizados abertamente sem consequências; as campanhas de ódio do BDS (Boycott, Divestment, Sanctions)  —organizada e coordenada pela Palestinian BDS National Committee) —em campos universitários e impulsionados por grupos do Hamas.

O Ocidente está paralisado por uma negação coletiva da realidade, fomentada por muitos líderes corruptos que se fixam na contagem de votos em detrimento de uma liderança responsável. No entanto, a crise migratória Muçulmana é um mero prenúncio das coisas que virão, a menos que os Ocidentais acordem.

civilização jihad para dominar o Ocidente, que a Irmandade Muçulmana e outros grupos estão persistentemente construindo, está em pleno andamento. “‘O novo manifesto do partido político Australiano afirma que’ o Islã não é meramente uma religião, é uma ideologia totalitária com aspirações globais”. Há Muçulmanos no Ocidente que desejam praticar sua fé em privado, como as pessoas de outras religiões, mas o Islã político se espalhou sem controle e as autoridades Ocidentais não se atrevem a falar sobre ele ou criar estratégias contra ele, por medo de serem agredidas como “racistas” e “islamofóbicas”. Em contrapartida, a Q Society declara:

“Com o Islã, o problema cresce exponencialmente… o principal é reduzir os números, não deixá-lo crescer mais e tirar o status dele da nossa chamada sociedade multicultural”.

Se essas palavras não forem atendidas no que diz respeito ao Islamismo político, a Austrália acabará por deixar de ser uma sociedade multicultural em tudo ou culturas não-Muçulmanas irão subsistir apenas se estiverem subjugadas à lei Islâmica.

Geert Wilders palestrando na Sociedade Q, Austrália.

“‘Não é apenas uma religião’ Partido secreto prometendo reduzir o Islã ‘sobe em popularidade'”, por Rebecca Perring, Express, 6 de janeiro de 2017:

A misteriosa Q Society está ganhando terreno e apoio para o “Movimento Islâmico-Crítico” em toda a Austrália e agora decidiu abraçar a publicidade.

Bem diferente dos dias em que o grupo insistia que os membros assinassem um acordo de não-divulgação caso quisessem assistir a uma de suas reuniões.

Mas agora o partido anti-Islã está promovendo publicamente um jantar para arrecadar $150 por cabeça (£ 89), em Sydney e Melbourne, que contará com discursos de conselheiros locais bem conhecidos.

Líderes dizem que o grupo secreto está recebendo apoio da oposição, na esteira de vários ataques terroristas islâmicos…

“Se você olhar para 10 anos atrás, não encontrará um aritgo escrito sobre essas questões. Tudo era fantástico, todos queriam um falabel ou um kebab.

“Com o Islã, o problema cresce exponencialmente. Estamos provavelmente 10 anos atrás da Grã-Bretanha e da Europa, mas chegaremos lá rapidamente.”

“O principal é reduzir os números, não deixá-lo crescer mais e retirar o status dele da nossa chamada sociedade multicultural”.

O novo manifesto do partido político Australiano afirma que “o Islã não é meramente uma religião, é uma ideologia totalitária com aspirações globais”.

O partido é afiliado à Aliança de Liberdade Australiana e a organização global Pare a Islamização das Nações (SION), que trouxe o político Holandês de direita Geert Wilders para falar na Austrália.

A Q Society tem 1.000 membros registrados em toda a Austrália que doam somas de US$ 5 (£ 3) a US$ 5.000 (£ 3.000).

Mas, a popularidade da organização não está imune às críticas.

Keysar Trad, da Associação Islâmica de Amizade da Austrália, disse que a Q Society dissemina “a perturbadora islamofobia sem fundamento”, mas disse que alguns subscreveram essa mensagem por causa da falta de boas informações sobre o Islã.

No entanto, Schumann argumenta que a “islamofobia” é um conceito falso.

Ele disse ao news.com.au: “É calúnia básica, material usual para calar as pessoas.”

“Chame-os de Nazistas ou fanáticos. Eu não acho que isso seja racismo. É preocupação com uma ideologia específica .”

“Você provavelmente não lembra como era quando embarcava num avião, era como entrar num trem ou bonde. A mudança certamente não é por causa de alguns Hindus malucos ou Judeus. Terror funciona.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis